Você não precisa forçar a felicidade, apenas precisa se sentir calmo

Já sabemos que, para evitar ser infectado, devemos lavar as mãos corretamente e manter uma distância social. São medidas ESSENCIAIS. No entanto, também é importante nos fortalecer psicologicamente. A situação pela qual passamos representa um duplo desafio, pois afeta não apenas nossa saúde, mas também nosso equilíbrio psicológico .

Algumas pessoas acreditam que é “artificial” alimentar emoções positivas em momentos como esse, mas é precisamente nos momentos mais difíceis que devemos lutar para manter a calma e o equilíbrio.

Alimentar emoções positivas não significa forçar-se a ser feliz ou dar um sorriso forçado no rosto, mas encontrar serenidade no meio da tempestade. Isso também não significa que pensamentos negativos , preocupações, estresse e medo desaparecerão completamente, mas que nos daremos uma trégua desse estado exaustivo para dar tempo ao nosso sistema imunológico para se recuperar .

Como podemos fazer isso? A meditação mindfulness, por exemplo, tem provado para ser uma técnica eficaz tanto para acalmar para baixo e para proteger o nosso sistema imunológico. Uma revisão abrangente dos efeitos desse tipo de meditação no sistema imunológico em mais de 1.600 pessoas concluiu que essa prática ” reduz processos pró-inflamatórios e aumenta os parâmetros de defesa mediados pelas células” , de uma maneira que nos ajuda ” manter um perfil imunológico mais salutogênico ”.

No entanto, todos devem encontrar as estratégias e técnicas que funcionam melhor para recuperar o equilíbrio interno . Ficar sereno quando tudo flui de acordo com nossos planos e sem nuvens negras vislumbradas no horizonte é sem mérito. A conquista real é manter a calma – o máximo possível – quando as coisas dão errado. Embora às vezes seja uma serenidade, arrancada de más notícias e desânimo . Essa serenidade será a chave para nos fortalecer física e mentalmente.

pensarcontemporaneo

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Confira 6 benefícios do uso da bucha vegetal

Você vai desejar trocar sua esponja sintética por uma bucha vegetal depois de ler essa lista.

Muitas pessoas investem em esponjas sintéticas para usar no banho, no entanto, não sabem que estão comprando um produto feito a partir de plásticos derivados do petróleo e esquecem que a natureza nos oferece ferramentas que podem ter a mesma funcionalidade com melhores vantagens.

As buchas vegetais são um exemplo disso e nascem na planta trepadeira (Luffa Cylindrica), cultivadas em uma espécie de pepino que quando abertos revelam dentro uma esponja fibrosa. Essas fibras oferecem benefícios incríveis à nossa pele, além disso, é um produto totalmente sustentável, já que não oferece riscos ao meio ambiente. 

Vale ressaltar que é importante manter sua bucha longe das bactérias tomando alguns cuidados como: mantê-las fora de ambientes úmidos e atentar-se, pois com o tempo, a bucha vegetal pode mudar de cor e ficar com textura mais macia, isso significa que é hora de comprar uma nova.  

Se você ainda utiliza esponjas artificiais no seu dia a dia vai desejar trocar pela bucha vegetal depois de ler esta lista de benefícios

  • Adeus pele “casca de laranja”
    As fibras da esponja vegetal promovem a esfoliação que nossa pele necessita e retira células mortas que causam aspecto de pele sem viço. 
  • Evita pelos encravados
    Por conta da função esfoliante, a esponja natural é ideal para utilizar antes da depilação já que deixa os poros mais disponíveis para a retirada dos pelos. 
  • Estimula a circulação sanguínea 
    Você mesma pode fazer uma massagem com a bucha vegetal e promover a estimulação da circulação sanguínea. 
  • Efeitos terapêuticos
    A esponja natural oferece sensação de relaxamento além de proporcionar revitalização da pele
  • Serve para lavar a louça 
    Você pode trocar sua esponja de lavar louça sintética por uma natural e promover a preservação do meio ambiente. 
  • Preço mais acessível
    O custo benefício da bucha vegetal é muito vantajoso em relação às sintéticas. 

Como amaciar bucha vegetal

Se você cultivá-la em sua casa, basta retirar a sua casca e sementes, deixar de molho na água morna por 30 minutos e deixar secar. Após isso, você estará pronto para utilizá-la sem peso na consciência!

Manutenção

Em pesquisa nos Laboratórios Clínicos de Microbiologia do Hospital Monte Sinai de Nova York (EUA), três médicos perceberam que deixar esponjas em ambiente úmido, como o dos nossos banheiros e cozinhas, causa a proliferação de bactérias, algumas até perigosas (do gênero presente em infecções hospitalares). Para os leitores com doenças ligadas à imunidade, como lúpus, anemia, hemofilia, diabetes ou que estão em períodos pós-cirurgia, vale prestar atenção.

Esponjas ainda não utilizadas, porém umedecidas, apresentam colônias esparsas de bactérias em forma de bacilos e estafilococos que, se não higienizadas, evoluem para uma flora de bactérias resistentes a antibióticos e às defesas do organismo humano. Mas calma, com a devida limpeza e cuidando da saúde, tudo isso pode ser evitado.

O principal é que você deixe a bucha vegetal secar completamente entre uma lavagem e outra, de preferência no sol, assim as bactérias não encontram um ambiente para se propagar. É importante também que a janela e a porta da cozinha fiquem sempre abertas – e se quiser um cuidado extra, lave sempre a bucha após uso.

Pitaco: Se a sua esponja estiver com uma cor diferente de quando você a comprou, ou com um cheiro esquisito, ou mais gelatinosa que áspera, então não há nada a fazer fora trocar – tudo isso é indício de uma cultura muito populosa de bactérias.

Fonte: bonsfluidos

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Confira algumas dicas de alongamento para este momento de quarentena

A atividade física regular é muito importante para o bom funcionamento do corpo. O alongamento, que pode ser feito antes e após esta prática, é tão essencial quanto.

Com a pandemia do COVID-19, em que todos os estados do Brasil estão em quarentena há mais de 15 dias e milhares de brasileiros estão em isolamento social, o alongamento se torna essencial para evitar o sedentarismo e manter a rotina de exercícios, seja por meio de atividade física ou até mesmo como forma de canalizar as energias que eram gastas em saídas diárias para trabalhar, ir ao mercado, se divertir e ir ao parque, entre outras práticas, cuja interrupção foi necessária para evitar a proliferação da COVID-19.

De acordo com o fisioterapeuta e professor do Centro Universitário São Camilo, Paulo Quemelo, o alongamento realizado de maneira regular apresenta benefícios para as pessoas que estão em período de isolamento e muito tempo paradas: “Existem evidências de que o alongamento aumenta a flexibilidade muscular e amplitude dos movimentos. Além disso, a prática de exercícios ajuda a reduzir o risco de lesões e a aliviar dores provocadas por algumas doenças”.

Quemelo ainda ressalta que o alongamento ajuda a promover a redução da tensão muscular. “Nesse momento de isolamento social, trabalhando em casa e com todas as preocupações que temos, acabamos provocando uma tensão que não é nada boa para a nossa saúde. A realização de um bom alongamento provoca o relaxamento do músculo, o que aumenta a circulação da musculatura, evitando fadiga e favorecendo o bem-estar necessário ao corpo”.

Você sabe a maneira correta de se alongar? O professor traz seis dicas de exercícios de alongamento.

1 – Puxe o pé para trás para alongar a região anterior da coxa;

2 – Apoie na parede dobrando a perna da frente e alongando a perna de trás para alongar a região posterior da perna;

3 – Flexione a coluna para frente, tentando alcançar o chão para alongar a região posterior da coxa;

4 – Com a mão, puxe a cabeça para o lado e para frente, alongando os músculos da região do pescoço;

5 – Levante o braço e, com a mão contrária, puxe pelo cotovelo para alongar a região posterior do braço;

6 – Levante o braço e incline para o lado contrário e depois junte as mãos e puxe para cima para alongar os músculos da região do tronco.

Atenção também às dicas para executá-los da forma correta:

•             Realize o alongamento de forma lenta e suave;

•             Mantenha o alongamento por 30 segundos;

•             Respire durante o alongamento;

•             Alongue sempre os dois lados do corpo;

•             Alongue diariamente ou pelo menos 3 vezes por semana;

•             Procure um ambiente tranquilo e espaço adequado (o mais confortável possível).

Fonte: bonsfluidos

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Confira dicas sobre como fazer e utilizar máscara caseira para prevenção da Covid-19

Permanecer em casa neste período de pandemia de Covid-19 é a medida mais eficaz e recomendada pelas autoridades de saúde de todo o mundo. No entanto, nos momentos em que sair for estritamente necessário, a máscara caseira se tornou uma aliada na prevenção à enfermidade.

Medidas como distanciamento social, higienização das mãos, evitar contato com pessoas portadoras de sintomas respiratórios, são medidas universalmente aceitas.

Entretanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, na última semana consideraram rever dois pontos polêmicos das medidas de controle do avanço do novo coronavírus: o uso de máscaras para toda a população e a recomendação para o uso de máscaras de tecido. Mas por que essa mudança?

Para explicar essa mudança do posicionamento é importante ressaltar que um estudo publicado pelo periódico Science, cujos resultados mostraram que cerca de 2/3 das transmissões do novo coronavírus é realizada por portadores assintomático. Acredita-se que o uso da máscara cirúrgica para a população saudável, impediria que esses portadores assintomáticos disseminassem o vírus.

Quanto ao uso de máscaras de tecido, elas não protegem o usuário, entretanto possuem uma função de barreira mecânica, impedindo que ele dissemine aerossóis no ambiente e eventualmente transmita o vírus, caso seja um portador assintomático.

Recomendações do MS sobre a fabricação e uso de máscaras de tecido

Pitaco: Vale destacar que as máscaras, mesmo que parcialmente eficazes, não substituem outras medidas básicas de prevenção como distanciamento social, higiene das mãos com água e sabão ou solução antisséptica, etiqueta respiratória, política de não aglomeração e manutenção de ambientes arejados.

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Covid-19: dicas de como manipular e higienizar corretamente os alimentos

Com o recolhimento domiciliar aconselhado por autoridades de saúde devido à pandemia do coronavírus, muita coisa muda na rotina e provoca transformações, principalmente com a necessidade de incorporação de novos hábitos. Cuidar da alimentação e manipular corretamente os alimentos é um deles. É sabido que a imunidade é prejudicada com uma dieta irregular e, ao mesmo tempo, higienizar adequadamente os produtos também é fundamental. Ir ao supermercado ou, para quem não pode evitar a saída de casa, comer em restaurantes, são atividades que agora merecem atenção.

“Sabemos que o meio de contágio do coronavírus é pelo contato com fluidos contaminados e, depois, levar as mãos às mucosas, como boca, olho e nariz”, diz o nutrólogo Guilherme Mattos. Nos mercados, com o entra e sai de gente manuseando os itens nas prateleiras, é preciso cautela. O mesmo vale na volta das feiras de rua. “São ambientes de grande circulação de pessoas em contato constante com os alimentos. A pessoa encosta, avalia o que vai levar, por exemplo. É um meio contaminado, tanto em relação aos produtos quanto ao espaço físico”, orienta.

Ao chegar das compras, Guilherme ensina que a primeira atitude é higienizar as superfícies da cozinha onde serão manipulados ou guardados os alimentos, como bancada, pia, a despensa. “Pode ser com água e sabão ou o álcool em gel.” Também é essencial limpar os produtos, usando álcool em gel. Para alimentos embalados, industrializados, seja uma caixa de leite, um pacote de macarrão ou enlatados, um pano com álcool em gel 70% pode ser passado na embalagem. Produtos em recipientes bem vedados podem ser lavados diretamente embaixo da torneira, com água, sabão ou detergente.

O nutrólogo explica que, para hortaliças, frutas, verduras e legumes, a higiene pode ser feita primeiro com água corrente, depois colocá-los imersos em uma solução com água sanitária (uma colher de sopa para um litro de água, respeitando a proporção de 1 por 1, se for preciso uma quantidade maior), durante 15 minutos, e após esse tempo lavar novamente em água corrente e deixar secar naturalmente. “Se for consumir em seguida, já está pronto para a ingestão. Se não, é indicado guardar na geladeira em recipientes com tampa”, explica. Neste caso, o mercado também dispõe de produtos específicos para matar não apenas o novo coronavírus, como qualquer tipo de vírus, germes ou bactérias.

Protocolos

Para quem vai para a cozinha preparar a comida, é indicado lavar as mãos quando ocorrer o contato com novos ingredientes – ainda que o calor do cozimento possa inativar o vírus, ele pode permanecer na pele e contaminar alimentos crus ou gelados. A higienização das mãos, acrescenta Guilherme, deve seguir os protocolos indicados pelo Ministério da Saúde. Nos restaurantes, onde mais pessoas circulam e os alimentos ficam expostos, é recomendada até mesmo a higienização de pratos e talheres com álcool em gel antes de se servir. Antes de comer, é bom higienizar mais uma vez as mãos, a fim de prevenir a infecção por meio das colheres e pegadores usados entre os clientes. Para bebidas, o ideal é usar copos descartáveis. Outra medida importante é preferir os alimentos cozidos.

“Nos restaurantes, deve-se também respeitar as medidas de higiene divulgadas pelo Ministério da Saúde e procurar não sentar próximo às outras pessoas, mantendo ao menos um metro de distância”, diz o nutrólogo.

São atitudes que demonstram um receio compreensível, mas é fundamental avisar que ainda não há motivo para pânico. Realizando a higienização correta dos alimentos, os riscos são minimizados.

Como minimizar os riscos: confira as dicas dos profissionais para as compras no supermercado e preparação dos alimentos:

– No mercado, mantenha a distância recomendada de 1 metro entre as pessoas.

– Enquanto estiver fazendo as compras não leve a mão ao rosto, nariz, olhos ou boca.

– Depois de guardar as compras no porta-malas do carro limpe as mãos com álcool gel e se possível limpe também o volante e o banco do veículo.

– Ao chegar em casa faça logo a higienização de superfícies e dos alimentos.

– Pacotes de alimentos industrializados como arroz, feijão e macarrão devem ser limpos com um pano com álcool gel, e também serve água e sabão.

– Produtos em recipientes vedados, como os enlatados, por exemplo, podem ser limpos embaixo da torneira, com água e sabão.

– Alimentos in natura, como frutas, legumes, verduras e hortaliças, devem ser higienizados com água sanitária, uma colher de sopa para cada 1 litro de água. Mergulhe os alimentos e deixe por cerca de 15 minutos. Depois, lave novamente em água corrente. Alguns mercados já vendem o produto pronto, como o hipoclorito de sódio, que funciona da mesma forma.

– Alimentos com e sem casca também devem ser lavados dessa forma. Se forem conservados na geladeira e longe do contato com produtos não higienizados, é suficiente fazer esse processo uma única vez.

– Quando chegar da rua tome banho, e coloque as roupas sujas e o calçado para lavar.

– Evite contato com quem está infectado, como almoçar juntos ou dividir pratos, copos e talheres.

– Lave bem as mãos antes de limpar os alimentos e antes de comer, as palmas, o dorso, os pulsos, as pontas e entre os dedos. Essas medidas podem ser ineficazes se a mão de quem manipula os alimentos não estiver limpa.

Pitaco: Lembre-se que só o cloro consegue matar microrganismos, como vírus, bactérias e fungos. Não utilize vinagre e bicarbonato.

Fonte: https://www.em.com.br/

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