A internet mudou a forma como as pessoas cuidam da saúde

Entre buscas no Google, vídeos curtos nas redes sociais e excesso de informação, pacientes chegam cada vez mais informados aos consultórios e isso está transformando a relação entre médicos, prevenção e cuidados com a saúde

Para muita gente, o primeiro passo antes de procurar ajuda médica já não é mais marcar uma consulta, mas abrir o Google. Nos últimos anos, a internet transformou a forma como as pessoas cuidam da própria saúde e mudou a relação entre pacientes e médicos.

Hoje, consultas acontecem com pacientes mais informados, mais conectados e, muitas vezes, mais ansiosos. Ao mesmo tempo em que o acesso à informação incentivou exames preventivos e maior atenção ao corpo, também aumentou o número de pessoas que chegam aos consultórios assustadas por diagnósticos encontrados online ou influenciadas por vídeos virais sem acompanhamento profissional.

O Google virou a primeira consulta de muita gente

A busca por informações de saúde na internet se tornou um comportamento comum. Antes mesmo de falar com um especialista, muitos pacientes pesquisam sintomas, leem relatos, comparam possibilidades e tentam antecipar respostas. Essa mudança reflete um desejo legítimo de entender melhor o próprio corpo, mas também exige cuidado.

Por que as pessoas pesquisam sintomas antes de procurar ajuda médica?

A internet oferece respostas rápidas em um momento de dúvida ou medo. Para quem sente um sintoma inesperado, pesquisar pode parecer uma forma de reduzir a ansiedade e entender se o problema é urgente. O acesso imediato à informação dá sensação de controle, especialmente quando a consulta médica não está disponível no mesmo dia.

O problema é que sintomas comuns podem estar associados a causas muito diferentes. Uma dor no peito, por exemplo, pode estar ligada a ansiedade, refluxo, alteração muscular ou questões cardíacas. Sem avaliação clínica, contexto e exames, a pesquisa online pode confundir mais do que orientar.

O acesso rápido à informação mudou o comportamento dos pacientes

O paciente atual chega ao consultório com mais perguntas, hipóteses e referências. Muitas vezes, já leu sobre medicamentos, exames e tratamentos. Isso pode ser positivo quando estimula participação ativa no cuidado, mas também pode gerar ruídos quando a informação vem de fontes pouco confiáveis.

Para os profissionais de saúde, esse novo perfil exige uma abordagem mais educativa. Não basta apenas indicar um tratamento: é preciso explicar, contextualizar e ajudar o paciente a diferenciar informação útil de conteúdo alarmista.

Pacientes mais informados também chegam mais inseguros aos consultórios

O excesso de informação não significa mais tranquilidade. Em muitos casos, acontece o contrário. Quanto mais conteúdos a pessoa consome, maior pode ser a sensação de risco, principalmente quando os resultados de busca destacam doenças graves para sintomas comuns.

O crescimento do autodiagnóstico nas redes sociais

Vídeos curtos sobre saúde se multiplicaram nas redes. Conteúdos sobre sintomas, transtornos, hormônios, dietas e doenças viralizam com facilidade, muitas vezes em linguagem simplificada demais. Embora alguns materiais sejam educativos, outros estimulam autodiagnósticos precipitados.

Essa dinâmica pode fazer com que pessoas passem a interpretar qualquer desconforto como sinal de uma condição séria. O resultado é uma relação mais ansiosa com o próprio corpo e maior dificuldade de esperar uma avaliação profissional.

Como médicos lidam com pacientes influenciados pela internet

A postura médica precisa considerar que o paciente não chega “em branco” à consulta. Ele traz dúvidas, medos e informações prévias. O desafio está em acolher essas preocupações sem desqualificar o paciente, mas também sem reforçar conclusões erradas.

A comunicação clara se tornou parte essencial do atendimento. Explicar por que determinada hipótese faz ou não sentido, quais exames são necessários e quando um sintoma deve preocupar ajuda a reconstruir a confiança na orientação médica.

A prevenção ganhou mais espaço na rotina das pessoas

Apesar dos riscos da desinformação, a internet também teve papel importante na popularização da prevenção. Campanhas digitais, conteúdos educativos e relatos de pacientes ajudaram muitas pessoas a procurar exames, atualizar vacinas e acompanhar indicadores de saúde com mais regularidade.

A diferença entre prevenção responsável e excesso de preocupação

Prevenir não significa viver em estado constante de alerta. A prevenção responsável envolve consultas periódicas, hábitos saudáveis, exames indicados conforme idade e histórico familiar, além de atenção a sinais persistentes. Já o excesso de preocupação pode levar a buscas repetidas, medo constante e realização de exames sem necessidade.

O equilíbrio está em transformar informação em cuidado, não em pânico. Para isso, a orientação profissional continua indispensável.

Aplicativos, relógios inteligentes e monitoramento da saúde

Relógios inteligentes, aplicativos de ciclo menstrual, plataformas de sono e medidores de atividade física aproximaram as pessoas dos próprios dados. Batimentos cardíacos, passos, qualidade do sono e gasto calórico passaram a fazer parte da rotina.

Essas ferramentas ajudam a identificar padrões, mas não substituem diagnóstico. Um alerta no aplicativo pode indicar a necessidade de atenção, mas a interpretação adequada depende de contexto clínico e acompanhamento.

A relação entre médico e paciente mudou

Com mais informação disponível, a relação entre médico e paciente deixou de ser baseada apenas na transmissão de conhecimento. Hoje, ela exige diálogo, escuta e construção conjunta de decisões.

A importância da comunicação médica no atendimento

Uma comunicação eficiente pode diminuir inseguranças e melhorar a adesão ao tratamento. Quando o médico explica de forma acessível, o paciente entende melhor sua condição e participa com mais consciência do próprio cuidado.

A escuta também é fundamental. Muitas vezes, por trás de uma pesquisa na internet existe medo, experiência negativa anterior ou dificuldade de acesso ao sistema de saúde. Reconhecer isso torna o atendimento mais humano e efetivo.

A formação médica precisou acompanhar essa transformação

A mudança no comportamento dos pacientes também impacta a educação médica. O profissional do presente precisa lidar com tecnologia, excesso de informação e novas formas de comunicação, sem perder a base científica e o vínculo humano.

Instituições como a Unisa acompanham essa transformação ao investir em uma formação médica voltada não apenas para diagnóstico e tratamento, mas também para humanização, prevenção e relação entre médico e paciente. Esse olhar é cada vez mais importante em um cenário no qual a informação circula rapidamente e nem sempre chega ao público com qualidade.

O novo perfil de paciente exige médicos mais preparados

O médico precisa estar pronto para responder dúvidas, combater fake news e orientar pacientes que chegam influenciados por conteúdos digitais. Isso exige preparo técnico, atualização constante e sensibilidade para transformar a consulta em um espaço de confiança.

A autoridade médica, nesse novo contexto, não se sustenta apenas pelo conhecimento, mas pela capacidade de traduzir a ciência para a realidade de cada pessoa.

Comunicação e escuta passaram a fazer parte da formação médica

A formação em saúde precisa valorizar competências que vão além da técnica. Comunicação, empatia, ética digital e educação em saúde se tornaram habilidades essenciais para o cuidado contemporâneo.

Diante desse novo perfil de paciente, a formação oferecida por uma faculdade de medicina passou a ter um papel ainda mais importante na preparação de profissionais capazes de unir conhecimento técnico, comunicação e acolhimento. Em tempos de excesso de informação, o médico continua sendo uma referência essencial para transformar dados dispersos em cuidado seguro, responsável e humano.

Por Milena Rodrigues

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40% dos líderes admitem a falta de ferramentas para acolher o sofrimento emocional

Recorde de afastamentos no Brasil expõe despreparo das empresas; implementação de Canal de Acolhimento surge como estratégia para as novas regras da NR-1

O Brasil encerrou o ano de 2025 com um marco crítico: mais de 546 mil afastamentos motivados por transtornos mentais e comportamentais. O número, segundo recorde em uma década, revela um abismo entre o discurso corporativo sobre bem-estar e a capacidade real das lideranças de identificar o sofrimento emocional antes que ele se torne uma incapacidade laboral.

Este cenário coincide com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que agora exige a inclusão formal de riscos psicossociais nos Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR). No entanto, a adaptação das companhias é lenta: quase 70% das empresas declaram não compreender totalmente as mudanças, deixando lacunas na governança de saúde que podem ser preenchidas com apoio especializado.

O silêncio na base da pirâmide

Apesar da popularização de termos como “segurança psicológica”, a realidade nos corredores e salas de reunião revela um abismo técnico. Muitos gestores alcançaram seus cargos por competências técnicas (hard skills), mas carecem de suporte institucional para identificar sinais sutis de exaustão ou ansiedade. Sem ferramentas de avaliação psicológica estruturada, o líder tende a confundir queda de produtividade com desleixo, reagindo com cobrança onde deveria haver acolhimento.

Um exemplo corporativo comum ilustra o problema: um colaborador que começa a entregar tarefas com atraso e se isolar em reuniões costuma ser advertido pelo gestor imediato, sob uma ótica de performance. Sem o preparo para uma escuta ativa, o líder não identifica que o comportamento pode ser um sintoma de burnout. Sem uma via de saída, o profissional silencia até que o quadro se agrave, culminando em um afastamento médico que poderia ter sido evitado com uma intervenção precoce.

Dados de mercado indicam que mais de 40% dos líderes brasileiros não possuem preparo para lidar com riscos psicossociais. Ainda, uma parcela relevante nunca recebeu treinamento formal para acolher demandas emocionais das equipes. 

A ausência de canais formais é apontada por especialistas como o principal agravante do cenário atual. Heloísa Moraes, Head de Gente e Gestão da Contato Seguro, destaca que “um Canal de Acolhimento estruturado ajuda a mapear um sofrimento que era antes invisível, dando a chance para a empresa agir preventivamente”. O silêncio do colaborador não significa ausência de problemas, mas sim a falta de um ambiente seguro para o relato, sobrecarregando o RH com demandas que já chegam em estágio crítico e, às vezes, irreversíveis, alerta a especialista. 

Essa lacuna de gestão faz com que o problema só se torne visível para o RH quando o colaborador já atingiu o limite da saúde física e mental. A falta de dados preventivos impede que a organização atue nas causas do adoecimento, como a sobrecarga de tarefas ou a cultura de gestão por pressão excessiva.

Governança e o papel do Canal de Acolhimento

A falta de uma governança clara sobre a escuta dos colaboradores compromete a prevenção de riscos. Quando o único caminho para um relato é o feedback direto ao gestor, que muitas vezes pode ser a própria origem do estresse, o sistema falha. Dados do Anuário da Contato Seguro confirmam essa necessidade ao revelar que  77,7% das pessoas se sentem mais seguras com o anonimato ao tratar de problemas emocionais gerados no ambiente de trabalho. 

De acordo com a especialista da Contato Seguro, empresa referência em escuta estruturada e compliance,  a percepção individual do líder não pode ser a única régua para medir a saúde de um time. É necessário um processo que incentive a escuta ativa, transformando relatos em dados estratégicos para a alta gestão.

Para responder à NR-1 e reduzir o absenteísmo, empresas têm adotado o Canal de Acolhimento. Diferente de uma ouvidoria tradicional, a ferramenta foca no suporte psicológico e na coleta de dados que permitam antecipar crises, implementada como uma solução para romper o isolamento da liderança. 

O canal atua diretamente no combate aos riscos psicossociais por meio de uma escuta ativa realizada exclusivamente por psicólogos-ouvidores especializados, com suporte 24 horas por dia, sete dias por semana, garantindo que o colaborador tenha acolhimento no exato momento da crise, independentemente do turno ou localização.

A especialista Head de Gente e Gestão também afirma que a ferramenta permite que o colaborador possa relatar situações de pressão desmedida em um ambiente neutro. Na prática, o canal retira o peso da “escuta técnica” dos gestores. Se um colaborador se sentir sobrecarregado às 22h, ele encontra acolhimento imediato. O psicólogo realiza a estabilização emocional e documenta o caso, transformando um problema individual em um indicador estratégico.

Além disso, o Canal de Acolhimento documenta, monitora e faz a estruturação contínua de todos os riscos psicossociais dentro da organização. Esses dados geram relatórios precisos para a tomada de decisões estratégicas de alto impacto, permitindo que empresas de todos os portes possam agir diretamente na raiz dos problemas, permitindo intervenções coletivas e pontuais.

Impacto financeiro e fiscalizações

Além do custo humano, o impacto financeiro é grande. A reincidência de licenças eleva o Fator Acidentário de Prevenção (FAP), aumentando a contribuição previdenciária e tornando o adoecimento um passivo contábil.

No campo fiscal, a NR-28 estabelece sanções para o descumprimento das normas de segurança e saúde no trabalho. Com a inclusão dos riscos psicossociais na norma principal, a inexistência de uma metodologia de avaliação e mitigação desses riscos expõe as companhias a multas e possíveis processos trabalhistas. 

A estruturação da escuta, portanto, deixa de ser uma ação de engajamento opcional para se tornar uma obrigação de compliance e sobrevivência operacional no novo mercado de trabalho.

Sobre a Contato Seguro

A Contato Seguro é pioneira e líder no mercado brasileiro de Canais de Denúncia e Canais de Acolhimento externos e independentes, oferecendo soluções de escuta que apoiam as empresas na construção de ambientes corporativos mais íntegros e seguros. Com presença em mais de 50 países e atuação junto a mais de 3 mil clientes, transforma a forma como organizações e pessoas se conectam ao integrar tecnologia de ponta, inteligência artificial aplicada à otimização da gestão das plataformas e atendimento humanizado conduzido por psicólogos-ouvidores preparados para uma escuta ativa e segura. 

Por Francielle Mesquita

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Comidas de Festa Junina: Pratos Típicos e Receitas Fáceis

Descubra as principais comidas de festa junina, conheça os pratos típicos mais populares do São João e aprenda receitas fáceis de paçoca e bolo de milho para fazer em casa

As festas juninas são uma das celebrações mais tradicionais e aguardadas pelos brasileiros. Durante os meses de junho e julho, cidades de todo o país se enchem de bandeirinhas, quadrilhas, fogueiras e muita animação. No entanto, um dos maiores destaques dessas festividades é a gastronomia típica, marcada por receitas que atravessam gerações e fazem parte da cultura popular brasileira.

Os pratos juninos têm origem na mistura das tradições indígenas, africanas e portuguesas, utilizando ingredientes simples e abundantes, como milho, amendoim, mandioca, coco e arroz. O resultado é um cardápio repleto de sabores que transformam qualquer arraial em uma verdadeira experiência gastronômica.

Quais são as principais comidas de festa junina?

A culinária junina é bastante variada e oferece opções para todos os gostos. Entre os pratos mais populares estão os doces tradicionais, os salgados típicos, os bolos caseiros e as bebidas quentes que ajudam a aquecer as noites de inverno.

Doces típicos de festa junina

Os doces são os grandes protagonistas das quermesses. Muitas dessas receitas são simples de preparar e carregam memórias afetivas para milhares de famílias brasileiras.

Entre os mais conhecidos estão:

  • Paçoca: feita com amendoim triturado, açúcar e sal.
  • Canjica: preparada com milho branco, leite, açúcar e especiarias.
  • Pé-de-moleque: combinação crocante de amendoim e rapadura.
  • Cocada: doce à base de coco ralado e açúcar.
  • Arroz doce: receita cremosa que leva arroz, leite e canela.
  • Curau: creme de milho verde servido quente ou frio.
  • Maçã do amor: tradicional maçã coberta por uma camada de caramelo vermelho.

Salgados que fazem sucesso no arraial

Os salgados garantem refeições mais completas durante a festa e são presença obrigatória nas barracas típicas.

Os mais consumidos são:

  • Pamonha, doce ou salgada.
  • Milho cozido ou assado.
  • Cachorro-quente com diversos acompanhamentos.
  • Pipoca tradicional ou caramelizada.
  • Cuscuz em diferentes versões regionais.
  • Espetinhos de carne ou frango.
  • Pinhão, muito popular na região Sul do Brasil.

Bolos típicos que não podem faltar

Os bolos ocupam um lugar especial nas festas juninas. Além de serem fáceis de servir, combinam perfeitamente com café, chocolate quente e outras bebidas típicas.

Os mais tradicionais são:

  • Bolo de Milho

Considerado o símbolo das festas juninas, possui textura macia e sabor marcante. Pode ser preparado com milho verde ou fubá.

  • Bolo de Fubá com Goiabada

Uma combinação clássica da culinária brasileira que agrada crianças e adultos.

  • Bolo de Mandioca

Também conhecido como bolo de aipim, apresenta textura úmida e sabor intenso, sendo muito popular nas regiões Norte e Nordeste.

Bebidas típicas para aquecer as noites frias

As festas juninas acontecem durante o inverno brasileiro, o que torna as bebidas quentes ainda mais apreciadas.

  • Quentão

Preparado com gengibre, açúcar, cravo, canela e cachaça, é considerado a bebida mais tradicional dos festejos juninos.

  • Vinho Quente

Feito com vinho tinto, frutas e especiarias, possui sabor suave e é muito popular nas regiões Sul e Sudeste.

  • Chocolate Quente e Café

Para quem prefere opções sem álcool, essas bebidas são perfeitas para acompanhar os bolos e doces típicos.

Receita Fácil de Paçoca Caseira

Ingredientes

  • 500 g de amendoim torrado sem pele
  • 1 xícara de açúcar
  • 1 pitada de sal

Modo de preparo

Bata todos os ingredientes no processador ou liquidificador até obter uma farofa fina e úmida. Pressione a mistura em um recipiente, corte em pedaços e sirva.

Tempo de preparo: 10 minutos.

Receita Fácil de Bolo de Milho de Liquidificador

Ingredientes

  • 2 xícaras de milho verde
  • 3 ovos
  • 1 xícara de leite
  • 1/2 xícara de óleo
  • 1 xícara de açúcar
  • 1 xícara de fubá
  • 1 colher de sopa de fermento

Modo de preparo

Bata no liquidificador o milho, os ovos, o leite, o óleo e o açúcar. Acrescente o fubá e misture. Adicione o fermento por último e despeje a massa em uma forma untada. Asse em forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 40 minutos.

Pitaco: As comidas de festa junina representam muito mais do que receitas tradicionais. Elas carregam história, cultura e a identidade de um dos eventos mais importantes do calendário brasileiro. Seja através da canjica, da paçoca, da pamonha ou do clássico bolo de milho, cada prato ajuda a manter viva uma tradição que atravessa gerações.

Se você está organizando um arraial em casa ou participando de uma quermesse, incluir essas delícias no cardápio é garantia de sucesso e de uma experiência repleta de sabor e tradição.

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Inverno Chegou: Como Manter a Casa e o Corpo Aquecidos Durante Toda a Estação

Descubra dicas práticas para manter sua casa quente e seu corpo aquecido durante o inverno. Veja como enfrentar o frio com conforto e bem-estar.

Com a chegada do inverno, as temperaturas mais baixas convidam a momentos aconchegantes, mas também exigem alguns cuidados extras para garantir conforto e bem-estar. Seja dentro de casa ou ao sair para trabalhar, estudar ou passear, manter o corpo aquecido é essencial para evitar desconfortos e até problemas de saúde comuns nesta época do ano.

Neste artigo, reunimos as melhores dicas para manter você e sua casa quentinhos durante todo o inverno. Continue lendo e descubra como aproveitar a estação mais fria do ano com muito mais conforto!

Como Manter a Casa Quente no Inverno

1. Aproveite a Luz Solar Natural

Mesmo nos dias mais frios, o sol pode ser um grande aliado. Abra cortinas e janelas durante as horas mais quentes do dia para permitir a entrada da luz solar, ajudando a aquecer naturalmente os ambientes.

2. Invista em Cortinas Grossas

As cortinas mais pesadas ajudam a reduzir a entrada de ar frio e a conservar o calor acumulado dentro dos cômodos. À noite, mantenha-as fechadas para evitar a perda de calor.

3. Use Tapetes e Mantas

Pisos frios podem tornar a sensação térmica ainda mais desagradável. Tapetes ajudam a isolar o frio do chão, enquanto mantas e cobertores deixam sofás e camas mais confortáveis e acolhedores.

4. Vede Frestas de Portas e Janelas

Pequenas aberturas podem permitir a entrada constante de ar frio. Utilize vedadores específicos ou até mesmo rolos de tecido para bloquear essas correntes de ar.

5. Aposte em Bebidas Quentes

Chás, cafés, chocolates quentes e sopas ajudam a aquecer o corpo de dentro para fora, tornando os dias frios muito mais agradáveis.

Como se Manter Quentinha ao Sair de Casa

1. Vista-se em Camadas

Uma das estratégias mais eficientes para enfrentar o frio é usar roupas em camadas:

  • Primeira camada: roupas térmicas.
  • Segunda camada: peças de lã ou moletom.
  • Terceira camada: casacos que protejam contra vento e umidade.

Essa combinação ajuda a conservar o calor corporal por mais tempo.

2. Não Esqueça os Acessórios

Gorros, cachecóis, luvas e meias grossas fazem toda a diferença. Grande parte do calor corporal é perdida pelas extremidades, por isso esses itens são indispensáveis.

3. Escolha Calçados Adequados

Botas e sapatos fechados ajudam a manter os pés aquecidos e protegidos da umidade, especialmente em dias chuvosos.

4. Hidrate-se Mesmo no Frio

Embora a sensação de sede diminua, o corpo continua precisando de hidratação. Beber água regularmente ajuda a manter a saúde e o bem-estar durante o inverno.

5. Cuide da Pele

O frio e o vento podem ressecar a pele. Utilize hidratantes corporais, protetor labial e cremes para as mãos para evitar rachaduras e desconfortos.

Benefícios de se Proteger do Frio

Manter o corpo aquecido não é apenas uma questão de conforto. Algumas vantagens incluem:

  • Maior disposição para as atividades diárias.
  • Menor risco de gripes e resfriados.
  • Melhor qualidade do sono.
  • Mais conforto em casa e no trabalho.
  • Preservação da saúde da pele e das vias respiratórias.

Pitaco: O inverno pode ser uma das estações mais agradáveis do ano quando estamos preparados para enfrentar as baixas temperaturas. Com pequenas mudanças na rotina e alguns cuidados simples, é possível manter sua casa aconchegante e seu corpo aquecido durante todo o dia.

Agora queremos saber: qual é a sua dica favorita para se manter quentinha no inverno? Deixe seu comentário e compartilhe este artigo com amigos e familiares para que todos aproveitem a estação com mais conforto e bem-estar!

Gostou das dicas? Salve este conteúdo e acompanhe nosso blog para mais sugestões de cuidados, conforto e qualidade de vida durante todas as estações do ano.

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Rugas de expressão: estresse e hábitos diários podem acelerar o envelhecimento

Entenda como estresse, ansiedade e hábitos faciais contribuem para rugas de expressão e descubra como prevenir o envelhecimento da pele.

As rugas de expressão nem sempre estão ligadas apenas ao envelhecimento natural. Além da idade cronológica, fatores como estresse, ansiedade e hábitos faciais repetitivos podem acelerar o surgimento dessas marcas no rosto.

Segundo o dermatologista Julian Fraga, existe uma relação direta entre o estado emocional e o aparecimento das linhas de expressão.

“Existe uma relação bem estabelecida entre estresse, ansiedade e o surgimento de rugas de expressão. O estresse leva à contração repetitiva e involuntária da musculatura facial, principalmente em regiões ligadas às emoções. Com o tempo, essas contrações constantes transformam rugas dinâmicas em marcas estáticas”, explica.

Como o estresse contribui para o surgimento das rugas de expressão

Além da movimentação repetitiva dos músculos faciais, o estresse provoca alterações bioquímicas importantes na pele. De acordo com o especialista, o aumento da produção de cortisol — conhecido como hormônio do estresse — acelera a degradação do colágeno e da elastina, proteínas responsáveis pela firmeza e elasticidade cutânea.

“O estresse crônico aumenta a liberação de cortisol, que contribui para a degradação de colágeno e elastina, acelerando o envelhecimento da pele”, afirma Julian Fraga.

Quando as linhas de expressão se tornam permanentes?

As áreas mais afetadas pelas rugas de expressão são a testa, a glabela (região entre as sobrancelhas) e a área ao redor dos olhos.

“São regiões extremamente ativadas por expressões como preocupação, concentração e irritação. A musculatura frontal e corrugadora está em constante uso, favorecendo a formação precoce de linhas”, detalha o dermatologista.

Inicialmente, essas marcas aparecem apenas durante a movimentação facial, sendo classificadas como rugas dinâmicas. No entanto, com o passar do tempo, podem se tornar visíveis mesmo em repouso.

“Com a repetição contínua e a perda de elasticidade da pele, essas linhas passam a ser visíveis mesmo em repouso. Esse processo pode acontecer em poucos anos, principalmente quando associado ao estresse crônico, à exposição solar e à predisposição genética”, explica.

Hábitos do dia a dia que favorecem o aparecimento de rugas

O especialista alerta que o surgimento precoce de rugas de expressão tem sido cada vez mais comum entre pessoas abaixo dos 30 anos.

“Ansiedade, hiperatividade muscular facial e hábitos repetitivos e inconscientes são fatores importantes nesse cenário”, destaca.

Entre os comportamentos que aceleram o envelhecimento da pele estão:

  • Franzir a testa com frequência;
  • Contrair a região entre as sobrancelhas;
  • Apertar os lábios repetidamente;
  • Tensionar a mandíbula;
  • Semicerrar os olhos ao olhar telas;
  • Dormir pouco;
  • Passar muitas horas em frente a dispositivos eletrônicos.

Esses movimentos geram microdobras na pele que, com o tempo, tendem a se tornar permanentes.

Além disso, fatores como tabagismo, exposição excessiva ao sol e má postura ao utilizar o celular também comprometem a qualidade da pele e favorecem o surgimento das rugas.

Como prevenir rugas de expressão

A prevenção das rugas de expressão envolve uma abordagem multifatorial. Segundo Julian Fraga, alguns cuidados são essenciais para preservar a saúde da pele:

  • Uso diário de protetor solar;
  • Controle do estresse e da ansiedade;
  • Prática regular de atividade física;
  • Sono de qualidade;
  • Atenção aos hábitos faciais repetitivos;
  • Uso de dermocosméticos com antioxidantes e retinoides.

“Fotoproteção diária é essencial para preservar o colágeno. Além disso, controle do estresse, atividade física, sono adequado e conscientização dos hábitos faciais fazem muita diferença”, orienta.

Tratamentos para rugas de expressão

Quando as marcas já estão mais evidentes, a avaliação médica é fundamental para indicar o tratamento mais adequado.

“A toxina botulínica segue como padrão-ouro para rugas de expressão, pois reduz a contração muscular. Podemos associar lasers para textura e estímulo de colágeno, bioestimuladores para firmeza e, em alguns casos, preenchedores com ácido hialurônico”, afirma o especialista.

Por fim, o dermatologista reforça que os melhores resultados surgem quando o tratamento estético é combinado com mudanças de hábitos e cuidados com a saúde emocional.

“O melhor resultado vem quando combinamos tratamento estético com reeducação de hábitos e controle dos fatores emocionais. Não é só sobre rugas, é sobre comportamento e saúde da pele como um todo”, conclui.

Por Gabriela Andrade

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