Teste sua maturidade emocional

Pitacos e Achados

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Hoje eu trago um teste simples para avaliar sua inteligência emocional ou maturidade emocional. Anteriormente citei algumas características das pessoas emocionalmente maduras. Clique aqui para relembrar ou ler a matéria.

Este teste de Inteligência Emocional permite perceber qual é o seu nível de maturidade e os aspetos que necessita melhorar.

Faça o teste (sem caráter científico) e descubra se você tem facilidade para administrar os seus sentimentos

♦ Preencha o questionário com as pontuações que mais se adequam à sua personalidade.

  • Responda de acordo com a sua tendência real, e não à luz do que gostaria de ser ou do que julga que deveria ser.
  • Utilize a escala de 1 – 5, sendo: 1 Jamais, 2 Raramente, 3 Ás vezes, 4 Quase sempre, 5 Sempre,  colocando à frente de cada afirmação o número correspondente à sua resposta.
  • Não há respostas certas ou erradas – todas são corretas desde que correspondam ao que…

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Cuidados paliativos em Home Care, o que é mais importante

Os cuidados paliativos visam melhorar a qualidade de vida de pacientes com doenças graves ou sem cura

Os cuidados paliativos foram redefinidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2002, como a assistência prestada por uma equipe multidisciplinar, que possui o intuito de melhorar a vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida. 

Portanto, eles envolvem a prevenção e o alívio do sofrimento, por meio do tratamento de dores e outros sintomas, que podem ser físicos, sociais e psicológicos.

Segundo a OMS, mais de 20 milhões de pessoas precisam de um tratamento paliativo anual. Se incluídos os pacientes com diagnóstico precoce, o número pode chegar a 40 milhões de pessoas. 

De acordo com o relatório de 2014, apenas 10% dos pacientes que precisam dos cuidados paliativos recebem tratamento e um terço são diagnosticados com câncer. A OMS ainda calcula que as crianças representam 6% dos que precisam desse tipo de tratamento.  

Os cuidados paliativos atuam, principalmente, na redução do sofrimento daqueles que enfrentam doenças progressivas, agudas ou crônicas, fora da possibilidade de cura. 

O mais indicado é procurar tratamento logo no início do diagnóstico, já que muitas doenças envolvem não somente danos físicos, mas também perdas sociais e econômicas que podem afetar o emocional e o psicológico do paciente. 

Inicialmente, os cuidados paliativos eram direcionados apenas para pacientes em tratamento oncológico. Atualmente, são indicados para todos os pacientes que sofrem com doenças ameaçadoras da vida por diferentes diagnósticos, independente da idade e estágio da doença.

Benefícios e cuidados no Home Care

Todos os serviços que cuidam de pacientes com doenças progressivas fora da possibilidade de cura também devem avaliar a possibilidade de proporcionar os cuidados paliativos  em um ambiente domiciliar, que envolve o suporte do Home Care. 

O Home Care, termo em inglês para assistência médica domiciliar, é hoje parte dos cuidados continuados integrados ao Sistema Único de Saúde (SUS), e da saúde suplementar. 

O suporte do Home Care pode oferecer tanto a atuação de profissionais de maneira autônoma, como a de uma equipe interdisciplinar com formação em cuidados paliativos presente em instituições públicas, privadas ou filantrópicas.  

Ambos tipos de atendimento garantem um atendimento ainda mais integrado e humanizado junto ao paciente e seus familiares. A escolha do tipo de atendimento deve envolver as necessidades do paciente e da família. 

Uma equipe multiprofissional em Home Care proporciona autonomia e privacidade ao paciente, envolvendo a família na tomada de decisões sobre o tratamento e aumentando o vínculo familiar. 

A equipe é usualmente composta por médicos, enfermeiros, psicólogos, terapeutas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, dentistas e cuidadores que utilizam técnicas direcionadas à promoção da qualidade de vida dos pacientes e familiares, prevenindo o sofrimento contínuo provocado por determinadas patologias. 

Vale ressaltar que o Home Care não representa os mesmos cuidados que a figura de um cuidador. O Home Care consiste em uma assistência que conta, geralmente, com diversos profissionais especializados em cuidados paliativos. 

Já o cuidador é responsável pelos cuidados básicos do paciente, como alimentação, higiene, etc.

Além disso, o Home Care é dividido em atenção e assistência domiciliar e internação domiciliar. O primeiro refere-se ao cuidado com a saúde e tratamento de doenças, que ocorrem em seu lar. 

Já a assistência domiciliar é caracterizada pelas atividades ambulatórias realizadas em casa, o que é o caso de procedimentos específicos, como curativos, aspiração, etc.

A internação domiciliar se trata de um conjunto de ações realizadas em domicílio, caracterizadas pela atenção ao paciente com maior complexidade assistencial e necessidade de serviços de técnico de enfermagem nos regimes de 12 ou 24 horas. Podem ser necessários equipamentos para a manutenção do tratamento.

A assistência domiciliar é voltada para pacientes com necessidade de cuidados pontuais de serviços de enfermagem, como para realização de curativos e administração de medicamentos injetáveis e outros procedimentos executados por técnico de enfermagem ou enfermeiro.

Apesar das ações adotadas durante a assistência domiciliar serem parecidas às de um ambiente hospitalar, o Home Care gera mais conforto ao paciente e é considerado mais seguro, já que representa a diminuição das infecções normalmente contraídas em hospitais. 

O Ministério da Saúde estima que as infecções hospitalares atinjam 14% dos pacientes internados. Além disso, a incidência de infecções é maior em unidades de terapia intensiva, enfermarias cirúrgicas e alas de ortopedia. 

O Home Care também tem efeitos positivos no psicológico do paciente, já que ele é tratado no conforto de sua casa, ficando livre da rotina estressante de um ambiente hospitalar.

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5 dicas para deixar seu fondue perfeito

É preciso ter atenção à escolha dos ingredientes e ao modo de preparo da receita queridinha do inverno

inverno chegou e com ele, como era de se esperar, as baixas temperaturas também vieram com tudo. E no friozinho que anda fazendo, nada mais gostoso do que preparar uma das receitas mais queridinhas da estação: o fondue

Seja doce ou salgado, é necessário prestar muita atenção no preparo dessa receita para que ela fique no ponto certo. Para isso, é preciso cuidado com todos os detalhes, desde a escolha dos ingredientes até a forma de servir.

Para ajudar na missão, o chef Gustavo Piffer, chef e sócio do Restaurante Indaiá, listou cinco dicas de como fazer fondue. Confira abaixo!

1. O queijo ideal derrete e é muito saboroso: para o fondue de queijo, o ingrediente principal deve derreter facilmente (sem queimar na panela), e ser repleto de sabor, já que a receita original não leva temperos, apenas queijo e vinho branco.

Os mais recomendados para quem procura o sabor original são os queijos emmental, gruyère, gouda, camembert e comté. 

2. Acompanhamentos de qualidade e sem erro: os acompanhamentos podem variar dependendo do gosto pessoal de cada um, mas eles devem sempre ser de alta qualidade e no tamanho e textura corretos.

Esse último passo é fundamental para evitar que, cada vez que você colocar o acompanhamento no molho, ele se desmanche ou caia na panela.

3. Aparelho que não queima: nos Alpes Franceses e na Suíça, a receita costuma ser servida em uma panela especial chamada caquelon. No Brasil, o utensílio é conhecido como aparelho de fondue.

São três peças que compõem o aparelho: uma panela, o suporte e um réchaud, além dos garfos de servir que, geralmente, possuem as pontas coloridas para que cada um possa identificar o seu. As melhores panelas para servir o prato são as esmaltadas, pois distribuem bem o calor, e as de cerâmica com fundo grosso, que evitam que o queijo grude no fundo ou queime facilmente.

Para fritar as carnes e os frutos do mar, aposte em uma chapa de metal. Há também os aparelhos de fondue elétricos, que são mais práticos para controlar a temperatura, mas não entregam o charme dos que têm o réchaud tradicional.

4. Harmonização para realçar o sabor: o vinho é a escolha certeira para harmonizar com a clássica receita. Para o fondue de queijo, recomenda-se o vinho tinto suave ou o branco de versão mais seca.

Para a harmonização com carnes vermelhas, suínas e de frango, a dica é selecionar os vinhos tintos, que possuem taninos que auxiliam na limpeza das papilas gustativas, permitindo sentir ainda mais as notas dos sabores dos alimentos.

Se os acompanhamentos são os frutos do mar, vinhos brancos podem combinar com o prato. E, para fechar com chave de ouro, a sobremesa que leva chocolate harmoniza melhor com vinhos mais doces, como o do Porto.

5. Fondue de chocolate para finalizar em grande estilo: a receita do fondue doce recomenda derreter o chocolate e misturar com o creme de leite. A diferença está na qualidade dos produtos escolhidos e no modo de preparo. Evite produtos com gordura vegetal, o creme de leite deve ser fresco. E atenção redobrada nas medidas dos ingredientes para que a receita não fique pastosa ou líquida.

Dê preferência ao chocolate amargo para que a refeição fique menos enjoativa. Nos acompanhamentos, acrescente bombons, marshmallow, waffers e frutas, sem esquecer que elas devem ser bem higienizadas e secas, para que não soltem água no chocolate. 

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Saiba como alcançar a nossa autonomia emocional

Uma das nossas maiores conquistas a nível pessoal é alcançar em algum momento da vida uma total autonomia emocional. É nesse momento que assumimos a total responsabilidade sobre nós mesmos sem dependências tóxicas, sem depender de qualquer pessoa para lutar com dignidade e equilíbrio e alcançar tudo o que desejamos e merecemos.

Não é fácil. A autonomia emocional é uma aspiração de crescimento pessoal que nem todos conseguem alcançar. Essa autonomia, definida como a capacidade de tomar decisões de acordo com sua própria vontade, tem muitos obstáculos, muros altos, e um exército de inimigos endurecidos pela batalha. A pressões externas e os nossos sabotadores internos restringem este objetivo o tempo todo.

Essa construção psicológica organiza, na verdade, muitas dinâmicas diárias que podem ser mais ou menos familiares. Cada pai, cada mãe, por exemplo, tenta desenvolver nos seus filhos uma autonomia emocional adequada. Um “saber fazer” com o qual eles podem se sentir muito mais competentes no momento de pensar, sentir e identificar os seus objetivos, assumindo as consequências dos mesmos.

Devemos começar a refletir sobre o fato de que as pessoas que não conseguem se controlar são aquelas que mais exercem domínio sobre os outros. Essas pessoas não têm maturidade emocional e precisam controlar as pessoas que amam para reforçar a sua autoestima e validar o seu poder.

Como observamos no início, é muito complexo sair destas dinâmicas. Na maioria das vezes, existe uma âncora enterrada que nos mantém presos na dependência por certas figuras de autoridade, como os pais, as mães, os parceiros, etc. As redes de controle e dominação são as mais delicadas e as mais resistentes, porque se alimentam de um amor tempestuoso: esse amor que nos tira o ar, a vida, a luz.

A vida, por si mesma, nem sempre nos permite desfrutar de uma autonomia pessoal total e absoluta. No entanto, o que temos a nosso favor é a capacidade de decidir; onde a autonomia emocional atinge sua relevância máxima. No momento em que nós conseguimos desenvolver uma clareza mental adequada para recuperar a voz e a dignidade, seremos capazes de dizer o que queremos, quando queremos, o que não queremos e quem não queremos em nossas vidas.

Precisamos aprender a viver com as nossas próprias referências de poder.

Como alcançar a nossa autonomia emocional

Vivermos como estrategistas em autonomia emocional implica dominar tudo o que definimos como autossuficiência. Construa uma identidade forte para garantir a sua integridade, para tomar decisões e se responsabilizar pelas consequências dos seus atos. Mantenha uma atitude positiva perante a vida e faça dela uma viagem muito especial. Uma viagem para dentro de nós mesmos para nos conscientizarmos de todos os nossos aspectos, sejam positivos ou negativos.

“Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro, desperta.”
 – Carl Gustav Jung –

Nós propomos começar esta viagem através dos seguintes passos:

As bases da autossuficiência

Se alguém escolhe as coisas para você, você não se sente capaz. Se alguém resolve os seus problemas, se você espera que o outro aprove as suas ideias, que lhe deem permissão, ou indiquem aonde deve ir ou não, você nunca desenvolverá uma autossuficiência adequada. Mesmo que duvide, hesite, tenha medo ou não se sinta capaz, faça e decida agir por si mesmo.

Um dos maiores inimigos da independência emocional é certamente a “autonomia comprometida”. São essas situações complexas construídas especialmente entre casais, onde ambos vivem em um autoengano muito destrutivo.

Podemos dizer “faça o que você quiser”, “decida o que você precisa”, “o que você disser está bem”, “saia hoje à noite com os seus amigos, se você quiser”, quando na verdade, esperamos justamente o oposto. Na verdade, são mandatos implícitos que precisamos saber gerenciar para que a autonomia emocional seja autêntica e completa nesse relacionamento.

A autonomia emocional também determina que nenhuma pessoa tem o direito de decidir por nós o que podemos fazer ou ter. “Você está bem onde está”, “Isso é bom para você, isso é o que o faz feliz e não essas bobagens que passam pela sua cabeça”.

Outro aspecto sobre o qual precisamos refletir é que muitos de nós sabemos muito bem quais são os componentes que formam a autonomia emocional: sabemos o que é a autoestima, a assertividade, a resiliência… No entanto, apesar disso, nos deparamos com múltiplos bloqueios emocionais.

Talvez devêssemos levar em conta o conselho que Erich Fromm nos deixou: “Atreva-se a ser livre”. Porque na maioria das vezes, só é necessário ousar, dar um passo adiante para nos transformamos no que realmente queremos.

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Saiba como a inteligência artificial ajudou no combate à pandemia

Soluções com inteligência artificial facilitam o acesso à informação, contribuem no diagnóstico e gestão hospitalar durante a crise da Covid-19

A inteligência artificial é uma tecnologia que visa reproduzir a capacidade de raciocínio humana, de forma a entender, avaliar e tomar decisões com base nos dados de entrada.

Por muitos anos, a ideia da inteligência artificial era restrita à ficção científica, no entanto a tecnologia já está no dia a dia e não apenas como assistentes virtuais, como a Siri ou o Google.

As tecnologias que se valem da inteligência artificial (IA) já são usadas no setor financeiro, na educação, no atendimento ao cliente e, também, na área da saúde, onde contribuíram diretamente no combate à pandemia da Covid-19.

Para que as soluções de inteligência artificial funcionem é necessário, basicamente, dados de entrada armazenados em bancos de dados que permitam que o aplicativo identifique tendências ou padrões. A partir disso é possível identificar fenômenos que se repetem e as exceções.

TeleSUS

O TeleSUS é um aplicativo desenvolvido pelo Ministério da Saúde que fornece um serviço de atendimento em saúde pré-clínico para contribuir no enfrentamento à Covid-19.

O paciente pode usar o chatbot, unidade de reconhecimento audível e outros meios para relatar seus sintomas. 

A inteligência artificial analisa as entradas e indica ao usuário se ele deve ficar em isolamento domiciliar ou buscar ajuda médica especializada, inclusive considerando o relato de comorbidades e maiores chances de agravamento do quadro.

O objetivo do TeleSUS é reduzir o deslocamento às unidades de saúde, evitando que o sistema de saúde fique sobrecarregado com os atendimentos presenciais.

Hyro

Outra solução que utiliza inteligência artificial para agregar no combate à pandemia é o aplicativo Hyro, que se trata de um assistente virtual gratuito utilizado em instituições de saúde nos Estados Unidos.

A solução contribui no esclarecimento de dúvidas e chamados sobre a Covid-19, reduzindo a sobrecarga dos centros médicos e profissionais que já estão atuando no limite das capacidades.

Entre as funcionalidades da solução está responder perguntas frequentes sobre a Covid-19 e orientar as pessoas que entram em contato com base em informações confiáveis da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro de Controle de Prevenção de Doenças dos EUA.

Vocalis Health

O aplicativo Vocalis Health é outra inovação com foco no diagnóstico da Covid-19. A inteligência artificial da solução foi treinada para identificar se o paciente está com a doença a partir da voz.

Para isso, o algoritmo acessa seu banco de dados com milhares de entradas que permitem diferenciar a voz de pessoas saudáveis daquelas contaminadas pelo novo coronavírus.

Atualmente, a acurácia do aplicativo fica em torno de 80%, de forma que seu uso possa contribuir diretamente na identificação precoce dos casos e promover o isolamento das pessoas que testaram positivo.

DGR Brasil Inteligência Artificial

O aplicativo da DGR Brasil Inteligência Artificial foi desenvolvido com foco nas demandas de gestores de saúde com o objetivo de contribuir na administração dos leitos hospitalares.

A aplicação considera inicialmente a taxa de ocupação de leitos e estima a liberação de leitos a partir de variáveis como perfil de utilização, tempo médio de permanência, previsão de alta, entre outros indicadores.

Por meio da solução, a logística hospitalar pode ser simplificada, garantindo atendimento aos pacientes e também eficiência nos processos.

Softwares para radiologia

A radiologia é essencial ao atendimento médico e, nos casos de Covid-19, tem contribuído, por meio das tomografias pulmonares, para avaliar o comprometimento pulmonar dos pacientes.

Nesse cenário, destacam-se softwares inteligentes capazes de identificar alterações sutis em exames e enviar um alerta ao radiologista de que há alterações a serem laudadas.

O software de voz para laudo é uma inteligência artificial que permitiu agilizar a etapa de emissão dos laudos radiológicos através do reconhecimento de voz, consistindo em um importante aliado dos radiologistas para organização e produtividade do trabalho.

Os algoritmos são capazes de identificar padrões de fala e escrita do profissional, minimizando erros e promovendo maior velocidade e assertividade dos laudos.

Isso promoveu um avanço importante para o período, ampliando a capacidade de atendimento, a produtividade, o acesso aos serviços médicos especializados e evitou, consequentemente, a demora e a aglomeração em unidades de saúde.

Por Gabriel Almeida 

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