Beijar é bom e não tem contraindicação

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Neste dia do beijo, faça dessa atividade sua prioridade!

Dia 13 de abril é o Dia Internacional do Beijo e se você namora, vale refletir: vocês estão se beijando o suficiente? Você acredita que poderia beijar mais? Parece bobagem, mas é importante pensar sobre isso afinal, falta de beijo pode indicar um distanciamento entre o casal.

Por que beijar?

O beijo possui diversas “funções”. No primeiro beijo, por exemplo, existe uma troca de informações pessoais através dos sentidos e do seu subconsciente. Ele pode indicar o sucesso ou não de um relacionamento. Estamos falando aqui da famosa química. Se não rolar no beijo, dificilmente vai rolar em outras situações. Isso para quem está entrando em um relacionamento agora. Para quem está com uma pessoa, o beijo funciona como um termômetro entre vocês. Como anda o tesão?

Através do beijo expressamos desejos e sentimentos. Essa troca é muito importante entre parceiros, pois traz intimidade e cumplicidade. Implica cuidado, atenção, afeto e carinho, todos ingredientes essenciais para uma relação duradoura.

Ele também é um dos maiores afrodisíacos que existem. Quando beijamos nos perdemos no momento, sentimos prazer e então, nos motivamos a ir além.  Portanto, se falta sexo no seu relacionamento, talvez falte beijo nele.

Mas, falta beijo mesmo?

Essa pergunta quem tem que responder é você. Quando foi a última vez que você deu um bom beijo, longo, molhado e delicioso? Pense se a rotina anda tão corrida que você tem deixado tudo no automático. Dar bom dia correndo, ir se deitar sem dar boa noite. Brigar e não fazer as pazes direito. Tudo isso diminui o beijo e a vontade de beijar.

Se o seu relacionamento anda frio, ao invés de ficar remoendo crises, pensando em problemas, procure seu parceiro e dê um beijo nele. Dê vários e veja como se sente.  Ás vezes esse gesto já aquece o coração dos dois e ajuda a colocar as coisas no eixo.  Romance pede atitude. Marque um jantar ou prepare o prato preferido dele. Acenda algumas velas, enfim, crie um clima que proporcione intimidade. Conversem sobre o que mais gostam um no outro e deixem que a atmosfera os envolva. Veja os tipos de beijo que existem aqui e explore cada um deles. E o mais importante: divirtam-se!

Texto: Vera Mesquita/astrocentro
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Tomar distância dos conflitos melhora nossa saúde física e emocional

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Tomar distância dos conflitos melhora nossa saúde física e emocional. Há pessoas que nos esgotam, que nos consomem a energia e que aniquilam nossa capacidade de reação. São verdadeiros destruidores de nossa saúde e de nossa paz interior, adoecem nossa capacidade emocional e distorcem nossa sensibilidade.

A verdade é que, com o passar do tempo, acabamos nos enganando com muitas das pessoas que acreditávamos conhecer, e nos damos conta de que vivíamos submetidos às suas exigências, seus argumentos, seus comportamentos e, sobretudo, suas emoções tóxicas.

Estas pessoas não sabem respeitar nem considerar os outros, elas os utilizam como marionetes de seu mau caráter e como alvos de seus conflitos externos e internos. Elas não vivem nem deixam viver e, como consequência, freiam o desenvolvimento e crescimento pessoal dos que as rodeiam.

Pode ser que o façam de maneira consciente ou não, mas o fato é que nos esgotam e nos intoxicam fazendo com que nos sintamos vulneráveis, que nos zanguemos com facilidade ou que tenhamos vontade de ir embora e deixar tudo para trás.

Entretanto, nem sempre é possível nos afastarmos fisicamente dessas pessoas, pois, por exemplo, podem ser familiares ou colegas de trabalho. Não obstante, se tivermos a possibilidade de impor uma distância física, isso seria o complemento mais apropriado para a nossa saúde.

Possamos ou não fazê-lo, o que é verdadeiramente importante é obter um distanciamento emocional. Ou seja, o melhor é conseguir ter força suficiente para nos mantermos fora de sua capacidade de ação, para que seus comportamentos não nos influenciem.

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Como podemos conseguir nos distanciar emocionalmente de alguém que nos faz mal?

Se você tiver em sua vida alguém que lhe faz mal, pode agir com a vantagem da antecipação, pois sabe que suas reações ou suas intenções serão cada vez mais previsíveis.

Nesse sentido, cabe assinalar o que comentávamos anteriormente: talvez as pessoas que nos rodeiam não queiram criar um ambiente ruim, mas elas não sabem se relacionar com o entorno de outra maneira.

Ou seja, ao deixar de dar importância ao que essas pessoas fazem e parar de focar sua atenção nos problemas que estão criando, você disporá da sua vida para ter mais oportunidades de crescimento e deixará de minar suas forças e sua autoestima.

Por essas razões, temos que agir com as expectativas. Esperamos tanto dos outros que somos incapazes de aceitar a realidade tal e como ela é. Isso gera desilusões e submissões, alimentando uma atmosfera em que fica muito complicado respirar.

Manter a perspectiva nos ajudará a obter certa indiferença e nos fará descer dessa montanha-russa emocional, conseguindo separar nossas preocupações das dos demais e nos libertando de suas inseguranças e de suas reações desproporcionais.

A ideia é esclarecer nossa mente e poder expor nossos pensamentos e emoções sem medo das consequências quando chegar o momento. Isso terá um resultado tão rápido e direto quanto satisfatório: nossos problemas diminuirão e poderemos viver em paz.

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Quando nos afastamos da dor, nos aproximamos da felicidade

Afaste-se do medo e aproxime-se da indiferença. Não insista tentando manter uma boa impressão para os outros ou pensando que eles sempre têm boas intenções.

Dizem que quando alguém tem a intenção de nos machucar, o melhor desprezo é não dar atenção a ele; quer dizer, não deixar que a pessoa diminua nossa autoestima e ignorar suas mensagens negativas.

Os ambientes tóxicos e conflitivos têm uma capacidade de contaminação devastadora para nossa saúde e quanto mais distância emocional mantivermos deles, melhor vamos nos sentir.

A vida é muito curta para viver angustiado. Por isso, ame as pessoas que a tratem bem e se distancie dos que não o fazem. Sem remorsos.

 

 Fonte: La Mente es Maravillosa
 
 
 

 

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Saiba identificar se a roupa tem qualidade e acerte na compra

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O post de hoje está com dicas valiosas para acertar na hora da compra. Vale a pena conferir, já que a indústria da moda está cada vez mais democrática, oferecendo itens para todos os públicos. Com o avanço das lojas fast-fashion, é possível comprar uma peça da estação sem gastar muito, já que esse tipo de varejo oferece produtos com preços mais acessíveis.

No entanto, para garantir preço baixo, o custo de confecção é reduzido e, com isso, algumas peças podem perder a qualidade. “É preciso atenção na hora da compra, para não levar um produto que terá pouca durabilidade. Não adianta comprar algo barato, que estragará logo”, explica Otávio Lima, coordenador da pós-graduação Master em Negócios e Varejo de Moda da Anhembi Morumbi.

Para o especialista, comprar nas lojas de departamento é uma boa opção, mas alguns cuidados devem ser tomados. Em primeiro lugar, observe se o tecido não apresenta defeitos, como manchas ou falhas na estampa. Leia a etiqueta para conhecer a composição do tecido. “Via de regra, não há diferenças cruciais entre materiais naturais e artificiais que indiquem a má qualidade, porém, tecidos artificiais podem afetar a respirabilidade e durabilidade, gerando desconforto físico”, explica.

Em relação à costura, veja se o acabamento está bem feito. A espessura do fio pode ser crucial para a peça durar mais, assim como as costuras duplas. Verifique se botões e casas estão costurados direito, sem linhas soltas. Muito cuidado com os bordados e lantejoulas! Verifique se esses detalhes são costurados. Se forem simplesmente colados, você poderá perder alguma parte na hora da lavagem.

O profissional sugere que a peça deve ser esticada para verificar se a costura não está torta e é resistente. Quanto menos as linhas aparecerem, melhor. Em peças listradas, a orientação é observar se na região da costura as listras estão alinhadas. Do contrário, pode resultar em um visual estranho.

Para evitar problemas futuros, preste atenção se existe um tecido extra nas costuras para eventuais ajustes. Caso você ganhe ou perca peso, a reforma pode ser realizada mais facilmente.

Pitaco: Da próxima vez que você for fazer compras, tome o tempo necessário para analisar as peças ao invés de comprar por impulso.

Fontes de pesquisa: Portal Cantu e Bonde

 

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Dicas para manter a saúde em dia no outono

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No dia 7 de abril é comemorado o Dia Mundial da Saúde. Quer data mais propícia para você reavaliar seus hábitos e pensar em tudo o que tem feito para a sua qualidade de vida? 

Mais do que a preocupação com doenças e as formas de combatê-las, cuidar da saúde envolve atitudes diárias, como uma alimentação equilibrada, a prática constante de exercícios físicos, a dedicação aos momentos de lazer, boas noites de sono… Ou seja, pequenas ações que precisam – e devem – fazer parte de nosso cotidiano.

A celebração da data, criada em 1950 pela Organização Mundial da Saúde, é uma celebração à vida, pois incentiva a população de todo o planeta a, cada vez mais, estar atenta ao seu bem-estar físico, mental e social. Portanto,  não há desculpas: é hora de assumir este compromisso com você!

Ter saúde não é somente não ficar doente, mas segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde – é também manter um estado de bem-estar mais amplo, que envolve o aspecto físico, mental e social da pessoa.

Manter o corpo e a mente em perfeito estado de funcionamento, em harmonia, é uma forma de se ter saúde, pois trazem disposição e vitalidade.

Cinco maneiras de manter a saúde no outono

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Durante o outono, as mudanças bruscas de temperatura e baixa umidade do ar contribuem na proliferação de doenças causadas por vírus e transmitidas com maior facilidade por causa dos ambientes fechados ou com grande volume de pessoas. E não vá achando que somente as crianças estão suscetíveis às viroses, os adultos também costumam sofrer com os problemas respiratórios como asma, rinite ou gripe, que se manifestam com maior intensidade durante essa época do ano.

De acordo com a pneumologista Andrea Sette, do Hospital e Maternidade São Luiz, crianças, idosos e pacientes de doenças crônicas estão classificados no grupo de risco e mais vulneráveis a síndromes gripais, que atingem vias inferiores (caso de bronquites e pneumonias) e vias superiores (tosse seca e rinite). “Durante a troca de estações as condições crônicas tornam-se mais abaladas para pacientes de bronquites, asma, rinite e sinusites. O uso de umidificadores de ar pode amenizar as dificuldades respiratórias. É importante, também, estar atento a possíveis irritações nos olhos. Secura e coceira podem indicar um quadro de conjuntivite, comum durante o outono. Em casos de tosse e febre por mais de cinco dias o ideal é procurar tratamento médico”, explica a médica.

Mas não é só o sistema respiratório que acaba comprometido durante o outono, a pele também fica mais ressecada e, consequentemente, mais propensa a rachaduras ou alergias. “O ar mais seco e a baixa temperatura dificultam a dispersão de partículas, o que compromete o sistema respiratório e cardiovascular”, explica Andrea.

Para quem costuma sofrer com a chegada do outono, saiba que a prevenção ainda é o melhor remédio contra os male da estação. Não acredita?

Confira cinco dicas de como manter a saúde e a beleza mesmo com a baixa dos termômetros.

1 – Mantenha os níveis de hidratação do corpo: no verão nos preocupamos muito com a hidratação, pois perdemos muito líquido. No outono não é diferente. As temperaturas são mais baixas, porém o ar está mais seco. O consumo de líquidos é essencial, principalmente de água.

2 – Evite longa permanência em locais fechados: a proliferação de alguns vírus é ainda maior nessa época do ano. Locais fechados favorecem isso. É importante sempre deixar janelas abertas e permitir que o ar se renove.

3 – Pratique a higienização a todo momento: não só durante a troca de estações, lavar as mãos deve se tornar um hábito. Estamos em contato com diversos objetos que podem estar contaminados, por isso é imprescindível lavar as mãos com água e sabonete líquido, de preferência, e sempre que possível fazer uso do álcool em gel para finalizar.

4 – Mantenha uma alimentação balanceada: as síndromes gripais, mais comuns durante a estação, acometem principalmente crianças e idosos por conta do sistema imunológico frágil. Ter uma alimentação equilibrada com os nutrientes e vitaminas necessárias evita que o corpo fique suscetível a contaminações.

5 – Hidrate bem a pele: é comum notarmos que a pele fica mais seca com a chegada do outono. Isso pode acarretar rachaduras e irritações que desenvolvem alergias na pele. O ideal é usar um hidratante específico para o rosto e outro para o corpo. Banhos quentes também devem ser evitados, pois favorecem o processo de ressecamento da pele.

Pitaco: Reflita com muito carinho e adote hábitos mais saudáveis. E, é claro, não deixe de comentar. Quero saber como você anda cuidando da sua saúde e o que pretende melhorar. 

Fonte de pesquisa: maisequilibrio
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Vamos desacelerar: Movimento Slow

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Pare para pensar quantas vezes, nos últimos tempos, você disse as frases “Estou sem tempo” ou “Ando cansado demais”. Se chegou à conclusão de que foram muitas, cuidado! Pode ser uma falha no gerenciamento das tarefas cotidianas, consequência direta de uma vida acelerada, que leva ao desgaste físico e mental.

Na contramão de um ritmo de vida frenético, há quem aposte em desacelerar a rotina em busca do bem-estar. A tendência, a propósito, já ganhou até nome: Movimento Slow. “Essa filosofia aponta para uma reflexão necessária sobre a cultura do consumo excessivo e a necessidade e os benefícios de fazer tudo em seu tempo e com mais foco”, comenta Patrícia Bader, psicóloga do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo.

A ideia do movimento slow abrange todas as áreas da vida, tudo o que você faz. Ela vai contra a nossa aceleração diária e ao costume de fazermos mil coisas ao mesmo tempo – muitas delas no piloto automático. Mas os ganhos não são somente pessoais, mas para a nossa comunidade, o nosso meio ambiente, etc. (pode obter mais informações na página do Slow Movement Portugal ou, na página internacional The Slow Movement).

Praticamente tudo na vida pode ser adaptado à ideia do slow, cada uma de uma maneira diferente, mas sempre priorizando a ideia da apreciação e desaceleração da atividade praticada. Conheça as principais vertentes:

Slow work

O foco é trabalhar menos para trabalhar mais. Apesar de soar contraditório, faz sentido se você pensar que passar horas a fio trancafiada no escritório após o expediente ou levar tarefas para casa todos os dias são alguns dos principais gatilhos para crises de estresse, ansiedade, insônia e depressão. Aí, já viu, né? Bloqueio criativo constante e, em casos mais graves, afastamento médico.

Slow travel

Nem pense em acordar super cedo para sair batendo ponto em todos os cartões-postais das cidades que for visitar. “Estar descansada e aproveitar a viagem sem correria é essencial para que o cérebro registre e armazene esses momentos felizes, já que isso exige uma dose extra de atenção e tempo para criar vínculos com o lugar”, acrescenta Patrícia Bader. Então, seja qual for seu próximo destino, reserve uns dias a mais ou crie uma lista de prioridades.

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Slow sex

É isso mesmo que você está pensando. Em vez de focar apenas em “chegar lá”, curta cada beijo, toque, respiração ofegante… Acredite, as preliminares ficam ainda mais excitantes quando não tem hora para acabar e prestamos atenção em todos os nossos sentidos. No clímax, você estará extremamente conectada ao parceiro e terá a certeza de que foi muito bom para os dois.

É inútil forçar os ritmos da vida. A arte de viver consisteem aprender a dar o devido tempo às coisas.
Carlo Petrini, fundador do Slow Food

Slow food

Aqui, a ideia é (re)descobrir o prazer de comer. Fundado por Carlo Petrini, em 1986, em alusão ao crescimento do fast-food, tornou-se uma associação internacional sem fins lucrativos três anos depois. Atualmente, conta com mais de 100 mil membros, escritórios em países como Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido e apoiadores em cerca de 150 países. No cardápio? Somente alimentos bons (saudáveis e saborosos) e produzidos de modo limpo e justo (com baixo impacto ambiental e respeitando quem produz, processa e distribui).

Slow fashion

Este é um tipo de moda muito especial. Deve ser durável (por oposição a roupa que no ano seguinte sai de moda), optam-se por produtos de vendedores locais ou provenientes de comércio justo, utilizam-se tecidos antigos reciclados (transformando aquele vestido que deixamos de usar, em algo novo) ou tecidos novos biológicos, opta-se pela qualidade em detrimento da quantidade. Este é também um estilo de moda mais personalizado e menos padronizado e onde se valoriza o “faça você mesmo”.

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Slow city

Sabe o que Tiradentes (MG) e Antônio Prado (RS) têm em comum? Foram os primeiros municípios brasileiros a receberem o título de slow city, conquistado após uma análise que envolve o tamanho da população local, que deve ser inferior a 50 mil habitantes, e outros 54 requisitos, como o incentivo à produção artesanal e o controle da emissão de gases nocivos ao meio ambiente.

Slow living

Num conceito mais geral, significa viver calmamente, sem estresse, com relações mais leves, tempo para si mesmo e para descansar, saber apreciar a natureza e as coisas simples da vida e priorizar a qualidade de cada momento. É ter capacidade de diminuir o ritmo da vida e desacelerar quando necessário. Isso só é possível se você é desapegado, consegue rir de si mesmo, presta atenção aos sinais que seu corpo dá, é paciente e trabalha constantemente o seu autocontrole.

O principal mesmo é “saborear” as coisas, o ser solidário, o respeito pelo ambiente e a busca de uma vida saudável e feliz.

Pitaco: Não existe milagre. É preciso dar tempo ao tempo e ter força de vontade para mudar o ritmo de vida, mas vale a pena. Ao final do processo, a recompensa virá em forma de um bem-estar sem igual. Devagar, sem pressa, sem ansiedade. Um passo de cada vez. Devagar e sempre.

O que você pode fazer para experimentar o movimento slow?

Fontes de pesquisas: slowfoodbrasil/corpoacorpo
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