Minha Páscoa vem da gratidão

Minha Páscoa vem da gratidão a Deus por acreditar plenamente Nele sabendo que meu hoje é o que preciso viver e passar.

Dentro de mim, existem coisas que ainda não se resolveram, mas que com o passar do tempo me fizeram amadurecer para outras coisas que eram até mais urgentes e que, em mim, precisavam ser modificadas para que eu mesma aprendesse que nem tudo é como eu quero e nem tudo vem de qualquer jeito.

Tudo vem determinado, planejado, vem na hora certa, por mais que eu me sinta coagida pela ansiedade ou pelo medo.

Foi quando eu vi que cada dia é uma resposta ao que ficou ali, aguardando na esfera do tempo, e que hoje me tem muita serventia espiritual e me dá base e sustentação para que eu não me perca, nem me deixe solta, entregue aos dissabores e “nãos” da vida.

Minha Páscoa vem da saudade daquilo que hoje não há, mas que ainda habita suavemente, feito final de tarde tomando um café observando a vida passar, consciente de que tudo é transitório e que, muitas vezes, sou testada para ver onde chegam meus sentimentos atitudes e pensamentos.

Páscoa, para mim, não é só encher a casa de ovos de chocolate, nem me queixar se não recebi isso ou aquilo. É ter fé e resignação. 

Talvez eu me remeta ainda um pouco à infância e aos meus sonhos de que tudo poderia ser diferente.

Na verdade, muitas coisas são, para mim, a prova de que, além das fronteiras desta vida, existe alguém maior e graças a Ele, sinto uma grande ressurreição no peito. Por crer, por acordar todos os dias e perceber que à minha volta sou protegida, que não me importo quantos gostem ou não de mim, sabendo que quem ainda habita meu espaço, meu coração, minha alma é quem precisa ficar por aqui.

Páscoa, além de ser renascimento, é como prevalecer os meus direitos de ser o que sou, além de qualquer imposição, além de qualquer violação ou injustiça cometida. 

Deus em sua soberania é forte é luz, é guia da alma. Minha ressurreição está em crer na possibilidade da conquista espiritual, diante dos desapegos da matéria e das coisas mais fúteis e que não moram mais em mim.

Páscoa é saber que tenho laços fortalecidos com quem eu amo, é ter a noção de que tento e me recupero das dores, vivendo as alegrias momentâneas como presentes da vida que eu mereço receber.

É como sacudir o olhar, torcer para que tudo acabe bem, mesmo sabendo que os enfrentamentos são diários e necessários para qualquer desenvolvimento humano.

É a sinceridade de quem se reconhece, depois de algum tempo procurando achar um canto para estar em paz consigo mesmo.

Páscoa é acordar de novo, e voltar para o caminho, sempre orientada pelas leis divinas. É a sensação de que, na união, no amor e nas benfeitorias internas, o calor da vida se multiplica. Gratidão!

Sil Guidorizzi – O Segredo

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Pílula anticoncepcional: Efeitos no corpo e colaterais

A pílula anticoncepcional é um método contraceptivo dos mais populares entre as mulheres que desejam evitar a gravidez.

Além disso, seu uso contínuo também apresenta vários efeitos no organismo, tanto benéficos, como tratamento de doenças, quanto colaterais que podem ser observados em algumas usuárias.

Como a pílula anticoncepcional age no organismo?

A pílula anticoncepcional é constituída pela combinação de dois hormônios: o estrogênio e a progesterona sintética. Essa fusão permite que não haja a ovulação, inibindo a menstruação feminina.

O uso contínuo da pílula anticoncepcional também modifica o muco cervical, criando hostilidade ao espermatozóide.

Quais os efeitos da pílula anticoncepcional?

Os efeitos da pílula anticoncepcional são diversos, sendo muito comum seu uso para impedir a gravidez não programada, sem a ovulação, permitindo que não haja a fecundação.

Outros efeitos da pílula anticoncepcional podem contribuir diretamente com a saúde feminina, pois esse método é indicado para tratamento de algumas doenças do sistema reprodutor das mulheres. A endometriose e a síndrome do ovário policístico são dois problemas que podem ser tratados por meio do uso contínuo do contraceptivo, evitando os cistos acumulados no ovário com a inibição da menstruação.

Efeitos colaterais da pílula anticoncepcional

Ainda que a pílula anticoncepcional seja benéfica para evitar a gravidez e tratar algumas doenças do sistema reprodutor feminino, há alguns efeitos colaterais que podem ser reconhecidos pelas pacientes devido à alteração hormonal que causa no organismo.

  • Dor de cabeça: Muitas mulheres já sentem dores de cabeça nos dias que antecedem a menstruação. Com o uso da pílula anticoncepcional, nas primeiras semanas de uso, essas dores podem tornar-se constantes e fortes. Normalmente não duram mais de 3 meses após o início do uso, caso contrário, é indicado consultar um médico especialista.
  • Náuseas: A sensação de enjoos também é bastante comum no período pré-menstrual e pode estar presente nas primeiras semanas de uso de um anticoncepcional. Deve-se seguir as mesmas indicações para dores de cabeça.
  • Alteração do fluxo menstrual: As pílulas anticoncepcionais, principalmente em menores dosagens, podem causar escapes durante a ingestão do contraceptivo, estas que ocorrem por alguns dias em um fluxo baixo. Os escapes devem cessar em até 3 meses de uso, caso contrário pode ser necessário trocar a pílula por uma de maior dosagem.
  • Ganho de peso: As alterações hormonais podem provocar aumento de apetite, além de algumas marcas também causarem retenção de líquido devido à composição com altos níveis de sódio. Esta combinação pode levar ao aumento de peso, necessitando manter uma rotina alimentar saudável e realizar exercícios físicos, com diversos benefícios dos esportes.
  • Acne: É comum aparecimento de espinhas nos primeiros meses de uso devido à maior carga hormonal.
  • Mudança de humor: Mulheres que realizam o uso da pílula anticoncepcional de modo prolongado e em altas doses podem sofrer com elevação de estrogênio e progestina, minimizando os níveis de serotonina, hormônio que auxilia no bem-estar. Dependendo dessa diminuição, há o risco de depressão.
  • Baixa libido: Com a baixa da testosterona, é possível observar diminuição no apetite sexual, principalmente em pessoas ansiosas.
  • Risco de trombose: Fatores de risco como doenças cardiovasculares, pressão alta, colesterol alto ou diabetes, juntamente com o agravante do uso da pílula anticoncepcional, podem causar trombose por afetar a coagulação sanguínea.
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8 cuidados que você precisa ter com os pets durante o outono

O outono se estende de 20 de março a 21 de junho. Com a chegada da estação, “as drásticas mudanças climáticas, como ventos fortes e queda gradual da temperatura, podem impactar negativamente na saúde de cães e gatos, dando início a problemas respiratórios, oftalmológicos e articulares, além do aumento de casos de desidratação e ataques de parasitas, como carrapatos”, afirma Lucas Bonoto, professor do Curso CPT.

Os cuidados com animais nestas estações devem ser uma prioridade para o dono, principalmente quando se trata de um filhote ou um cão mais idoso.  Por isso, alguns cuidados são necessários para manter a saúde do pet em dia.

Veja os principais cuidados com os pets no outono

– Proteger os pets com agasalhos e roupinhas, principalmente os animais com pelo curto;
– Dar maior atenção aos animais idosos, mais suscetíveis a doenças crônicas nessa época;
– Garantir aos pets um local quente e aconchegante, com cobertores secos e limpos, colocados na caminha onde dormem;
– Manter o local onde os pets dormem, seco e limpo, para evitar o acúmulo de poeira e ácaros;
– Fornecer aos pets água fresca e limpa, à vontade, para mantê-los hidratados;
– Manter os pets bem nutridos, com ração de qualidade, fornecida em porções diárias, conforme o peso dos animais;
– Garantir que o local onde os pets dormem esteja livre de ventos fortes e chuvas.

Umidade do ar – Devido à redução da umidade do ar, é comum surgir problemas respiratórios, pois vírus e bactérias agem nessa época, causando sintomas como tosse, febre, espirro e até falta de apetite. Em casos assim, o ideal é procurar um médico veterinário.

Passeios e caminhadas – Diferente do verão, em que os passeios eram ideais pela manhã e ao fim da tarde, no outono, nesses horários, há ventos gelados e neblina. O recomendável é sair com o pet após as 10h ou antes das 17h, quando a temperatura está mais amena

Hidratação – Com temperaturas mais baixas, os pets tendem a beber menos água. Assim, muitos sofrem de desidratação. Para evitar a situação, pode-se oferecer alimentos com maior teor de água, como melão e melancia, e sempre deixar água fresca e limpa disponível.

Osteoartrose – Doenças crônicas nas articulações têm os sintomas acentuados no outono e ainda mais no inverno. A Osteoartrose é notada pelo tutor quando o pet demonstra dor na região da coluna e um médico veterinário precisa ser consultado.

Imunização – Para cães, as vacinas mais recomendadas são contra Cinomose e Bordetella, que afetam o sistema respiratório. Para os gatos, vacinas contra Calicivirose Felina, Rinotraqueíte Infecciosa Felina e Clamidiose, sempre com acompanhamento veterinário.

Higienização dos olhos – Com o clima mais seco, a lubrificação dos olhos dos pets é reduzida, o que os torna mais vulneráveis à bactérias e vírus oculares, em especial animais com olhos protuberantes, como os cães da raça pug. Com ajuda de um profissional, pode-se usar um colírio adequado para a limpeza e hidratação.

Parasitas – Como o solo fica mais seco, é comum o aumento populacional de carrapatos e pulgas, com isso não expor os pets a áreas de capim, mato e locais focos de parasitas é o recomendado.

Bem-estar – Em como todas as estações do ano, é preciso manter o local onde o pet dorme seco e limpo, para evitar o acúmulo de poeira e ácaros, assim como proporcionar um local livre de ventos fortes e chuvas, com cobertores secos e limpos. Para os animais com pelo curto, o ideal é usar agasalhos e roupinhas para proteção. (Com informações do Agrosolo e Granvitapet).

Fontes: bonde e cpt.

Pitaco: Para qualquer espécie, estimular banhos de sol é um ato que pode ajudá-los a se manter quentinhos no inverno ou em uma época mais fresca, como o outono.

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Desconfia que pegou Covid-19? Veja o passo a passo do que fazer

A partir do momento que se desconfia da doença, alguns passos precisam ser seguidos para evitar que outras pessoas fiquem doentes.

Começou com febre, dor de garganta ou tosse e, de repente, parou de sentir o cheiro e o gosto dos alimentos? Esses são os sintomas mais frequentes da Covid-19, que podem vir acompanhados de outros, como:

  • Náusea;
  • Perda de apetite;
  • Dores que podem ser confundidas com sinusite;
  • Cansaço;
  • Dores musculares;
  • Dor torácica;
  • Sintomas gastrointestinais, como dores na barriga e diarreia;
  • Falta de ar.

Apesar de fazer um ano desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o mundo passava por uma pandemia, o vai e vem da doença ainda gera dúvidas sobre o que fazer no caso de suspeita da Covid-19. Como por exemplo agora, no Brasil, que passa pelo auge da pandemia, com mais de duas mil e quinhentas mortes por dia, e várias cidades com leitos hospitalares em capacidade máxima.

Todo paciente com sintomas que lembram um resfriado ou uma gripe é suspeito de estar positivo Covid-19. Nessa situação, os primeiríssimos passos, de acordo com orientações da Sociedade Brasileira de Infectologia, devem ser:

  • Isolar-se imediatamente de outras pessoas, para evitar a contaminação de quem não está com a doença, por pelo menos 10 dias;
  • Procurar atendimento médico por consulta presencial ou por teleconsulta.

Isolado em casa

Ainda que a pessoa não tenha feito o exame que confirma a Covid-19, mas está com os sintomas que sugerem a doença, a orientação dos infectologistas é para que fique pelo menos 10 dias em isolamento respiratório domiciliar. Isso significa ficar sozinho ou longe de outras pessoas durante esse período, para diminuir o risco de contaminar os familiares ou amigos.

Caso desenvolva sintomas mais graves da doença, que exijam internamento nas Unidades de Terapia Intensiva, ou no caso de pacientes que tenham sistemas imunológicos comprometidos, os imunodeprimidos, a duração do isolamento pode ser prolongada para 20 dias.

Para que esteja apto a sair do isolamento, o paciente deve estar sem febre nas últimas 24 horas, e deve ter contado 10 dias de isolamento respiratório desde o primeiro dia que teve os sintomas. Depois disso, nenhum exame precisa ser feito, seja o RT-PCR, seja o sorológico.

Receba orientações

Prefeituras e estados do país disponibilizam, desde ano passado, contatos telefônicos ou via aplicativos para que a população tire dúvidas ou seja orientada sobre os próximos passos. Em caso de dúvida, entre em contato com a prefeitura do seu município ou o governo estadual.

Exames: quais fazer e em que momento?

Pacientes com sintomas e com suspeita para a Covid-19 devem realizar o exame RT-PCR, que analisa a presença genética do coronavírus nas áreas do nariz e da faringe. Trata-se do exame que usa aquela longa haste para coletar a amostra via nariz ou boca do paciente.

Esse exame deve ser feito idealmente na primeira semana dos sintomas, visto que busca identificar se há algum coronavírus naquele momento. Se o resultado vier positivo, o diagnóstico para a Covid-19 é confirmado. Caso o resultado seja negativo, mas a pessoa tiver sintomas bem característicos da doença, o paciente deve se isolar da mesma forma, visto que pode ser um resultado falso-negativo.

Outro exame que pode ser feito nesse momento, e que ajudará no diagnóstico da Covid-19, é o teste do antígeno. Segundo informações da SBI, a sensibilidade desse exame é inferior ao RT-PCR, especialmente entre pessoas que não estão com sintomas ou que estão com uma baixa carga viral. Nesse caso, ainda que o resultado venha negativo, não há como excluir totalmente o diagnóstico.

Os exames sorológicos, seja os de laboratório ou de farmácia, não são indicados para esse momento da doença. Como eles buscam, pelo sangue do paciente, confirmar a presença de anticorpos formados pelo sistema imunológico contra o coronavírus – e isso não acontece nos primeiros dias de sintomas – não devem ser usados como exames de diagnóstico.

No entanto, podem ser feitos depois, por quem suspeitou ter desenvolvido a Covid-19 há meses, mas sem ter a confirmação na época. Eles também são usados por pesquisadores que estudam a disseminação do Sars-CoV-2 na população, os estudos epidemiológicos.

Avise quem esteve próximo de você

Seja com os sintomas, seja com o diagnóstico confirmado, o passo seguinte deve ser avisar quem esteve próximo da pessoa doente nos últimos dias. São chamados de contatantes próximos aqueles que:

  • Tiveram proximidade com pacientes com suspeita ou com a Covid-19 confirmada sem o uso das máscaras;
  • Ficaram próximos por 15 minutos ou mais;
  • Não mantiveram uma distância de dois metros entre si.

Essas pessoas também precisam ficar em isolamento respiratório, e o período varia de 10 a 14 dias. É um intervalo de isolamento maior do que o indicado para a pessoa com sintomas porque o tempo que o vírus leva para desenvolver os sintomas pode variar de pessoa a pessoa.

O chamado período de “incubação” do vírus é, em geral, de dois a cinco dias, mas pode chegar a 14. Por isso a necessidade do isolamento por duas semanas.

Se os contatantes próximos permanecerem sem sintomas nos primeiros dias, podem realizar o exame RT-PCR entre o sexto e o oitavo dia após o último contato com a pessoa que desenvolveu a doença. Caso o resultado seja positivo, deve ficar 10 dias em isolamento – contados a partir da data em que realizou o exame.

Se der negativo, o isolamento pode ser mantido por apenas sete dias desde o último contato com a pessoa infectada, e depois ser liberado.

Tratando os sintomas

Uma vez isolado, os sintomas que o paciente tiver de dor, febre ou mal-estar podem ser tratados com medicamentos já conhecidos e de fácil acesso nas farmácias, como: Analgésicos e antitérmicos, como paracetamol e/ou dipirona, de acordo com orientação médica.

O chamado tratamento precoce, que indica a administração de drogas como hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina, não é indicado pela SBI por não ter obtido, até o momento, eficácia cientificamente comprovada no tratamento à Covid-19. Grupos de médicos no Brasil e no mundo têm defendido o uso deste tratamento com base em resultados obtidos empiricamente.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) deliberou, no parecer n.° 4/2020, que “é decisão do médico assistente realizar o tratamento que julgar adequado, desde que com a concordância do paciente infectado — elucidando que não existe benefício comprovado no tratamento farmacológico dessa doença e obtendo o consentimento livre e esclarecido”. O CFM é uma entidade voltada à fiscalização e normatização da prática médica no Brasil. A SBI é uma sociedade da especialidade que representa os especialistas de Infectologia no Brasil.

Atenção aos sintomas

Ao longo dos dias em isolamento, mas principalmente entre o quinto e o sétimo dia de sintomas, é importante ficar atento a sinais de gravidade. De acordo com orientações do Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos, CDC na sigla em inglês, os sinais que indicam maior gravidade da doença são:

  • Dificuldade para respirar;
  • Dor ou pressão persistente no peito;
  • Confusão mental;
  • Incapacidade de acordar ou se manter acordado;
  • Pele, lábios ou unhas pálidos, cinzas ou azulados.

Sabe-se, hoje, que alguns grupos de pacientes têm um risco aumentado de complicação pela doença, como:

  • Acima de 60 anos;
  • Doenças crônicas: diabete, insuficiência cardíaca, enfisema pulmonar, imunodeprimidos, insuficiência renal crônica, obesidade.

De acordo com dados do Boletim Epidemiológico nº 52 do Ministério da Saúde, que reúne informações da última semana de fevereiro de 2021, dos 30 mil óbitos por Covid-19 registrados do início de 2021 até aquele momento, 63% dos pacientes tinham pelo menos uma comorbidade. Problemas cardíacos e diabete foram as mais frequentes.

A SBI indica o uso de oxímetros digitais entre pacientes com risco para a Covid-19 mais grave. A avaliação deve ser feita diariamente, a partir do uso do aparelho no dedo.

Como a pneumonia com hipóxia, que é a redução do oxigênio circulante pelo sangue, geralmente acontece por volta do sétimo dia de sintomas, esse é um período de maior atenção para se usar o oxímetro.

“Ao se detectar esta pneumonia com hipóxia, o que ocorre, em geral, quando o comprometimento pulmonar é igual ou superior a 50%, o tratamento hospitalar com oxigenioterapia, dexametasona (corticoide) e heparina (anticoagulante) profilático fará com que a maioria dos pacientes evoluam bem e sem necessidade de ventilação mecânica (respirador) na UTI”, destacam os infectologistas em uma recomendação da SBI divulgada no site da instituição.

Fonte: semprefamilia

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12 dicas para deixar sua cozinha mais prática no dia a dia

A cozinha é um cômodo muito importante em qualquer casa é o local de preparar e armazenar os alimentos e hoje em dia com cotidiano corrido, lugar de fazer lanches rápidos, quanto mais prática e bem equipada for uma cozinha mais vai facilitar o seu dia a dia e você vai ganhar tempo.

Para tornar uma cozinha mais prática e eficiente, é necessária uma boa dose de paciência. Se você acha que chegou o momento de investir seu tempo na organização deste ambiente, separamos boas dicas que vão facilitar seu trabalho.

Na hora de preparar a comida, a praticidade da sua cozinha faz toda diferença. O preparo fica mais simples e rápido, e você consegue trabalhar com mais eficiência, sem estresse. Mesmo que você ainda não tenha a sua cozinha dos sonhos, é possível deixar esse setor da casa mais prático, prestando atenção em alguns detalhes.

Veja essas dicas e pense se consegue reproduzi-las na sua cozinha para sentir a diferença no dia a dia.

1. Disposição dos eletrodomésticos

Se tiver espaço, o ideal é que a sua geladeira fique de um lado da pia e o seu fogão fique do outro. Assim você se movimenta pouco para pegar coisas na geladeira, organizá-las na pia e levá-las para o fogão. Só evite deixar a geladeira e o fogão ao lado um do outro, pois o calor do fogão atrapalha o bom funcionamento da geladeira.

2. Monte uma bandeja de temperos

Para facilitar a vida na hora de temperar a comida, coloque em uma bandeja ou caixinha todos os temperos que você costuma usar na maioria dos pratos. Pode guardar essa bandeja/caixinha dentro do armário, e quando for usar, só precisa pegá-la e botar na pia. Vai ser bem mais prático do que escolher os temperos um a um.

3. Lixeirinha e panos de prato

Pano de prato e lixeirinha devem estar sempre por perto na hora de cozinhar. Você pode ter uma lixeirinha de pia, daquelas bem pequenas só para restos de alimentos, ou pode ter uma no chão, daquelas com pedal para abrir com o pé, bem ao lado da pia.

Para os panos, instale penduradores na parede da pia ou na própria pia para que estejam sempre estendidos e ao seu alcance. Nem precisa furar, podem ser penduradores de silicone, dos tipos a vácuo para grudar na parede ou na pia.

4. Principais utensílios sempre à mão

Os principais utensílios para cozinhar também devem estar próximos, como colher de pau ou silicone, facas de corte, tábua e panelas. Se não quiser deixá-los pendurados na parede ou dentro de potes decorados sobre a bancada, prefira colocá-los nas portas e gavetas embaixo da pia e ao lado do fogão.

5. Penduradores, suportes e acessórios são úteis

Quando você está cozinhando, as mãos ficam sujas e molhadas. Então, quanto mais simples for para pegar os objetos que precisa, melhor. Por exemplo, instale penduradores e suportes para deixar os panos de prato, o papel-toalha e papel-alumínio, sem precisar pegar no rolo todo. Instale também placas com ímã para fixar facas e outros utensílios, sem precisar abrir gavetas.

6. Potes plásticos organizados

Potes plásticos devem ser organizados por tamanho e cor, com as respectivas tampas em um recipiente ao lado. Não guarde os potes fechados, isso evita que fiquem com cheiro. Dica: dê preferência por potes quadrados e retangulares. Potes redondos ocupam mais espaço.

7. Tapetes antiderrapantes

Se você gosta de ter tapetes na cozinha, tenha o cuidado de escolher modelos antiderrapantes. Os tapetes comuns ficam “dançando” no piso e podem fazer você cair e se machucar. Ao ficar pisando neles com cuidado para não cair, você perde tempo enquanto cozinha.

8. Utilize prateleiras e escorredores

Ter os pratos em um local de fácil acesso é imprescindível para ter uma cozinha funcional. Não somente pratos e bandejas, mas também copos e talheres do faqueiro. Então utilize prateleiras e escorredores de louça para organizar a cozinha e mantê-la arrumada. Acomode os utensílios sobre as prateleiras e escorredores para tê-los à mão sempre que precisar, ok?

9. Evite a avalanche de panelas!

Pôr as panelas e potes dentro dos armários de qualquer maneira pode acarretar naquela avalanche barulhenta quando tudo despenca. A dica de ouro é empilhar as panelas, da maior para a menor, uma dentro da outra. Assim, elas não se soltam com facilidade, tampouco promovem estrondos e quedas ao retirar as peças do armário.

10. Bandeja organizada para p café da manhã

Deixe as coisas utilizadas diariamente no café da manhã próximas à mesa onde ele é tomado. Organize uma pequena bandeja com açúcar, adoçante, caixinha de chá, etc. Também faça outra bandeja com alimentos de geladeira (margarina, requeijão, geleia). Essas dicas são importantes porque o café é um momento em que as pessoas normalmente estão com mais pressa. Com as bandejas sempre organizadas fica mais prático arrumar a mesa e guardar tudo após a refeição.

11. Rodinho de pia

Ter um rodinho de pia traz bastante praticidade para manter a cozinha limpa enquanto prepara a comida, e também para agilizar na hora da limpeza. É muito mais fácil usar o rodinho do que ficam puxando a água com as mãos e gastando papel-toalha. Além disso, é mais higiênico e prático do que ter um esfregão de pia.

12- Aproveite o canto de traz da porta

Essa é uma dica super especial, o que acontece muita gente não valoriza a parte de trás das portas e as deixa vazia e esquecida, mas esses locais podem ser bem úteis para guardar muitos objetos, você pode colocar prateleiras e ganchinhos e usar sem dó essa parte, fora que no cotidiano não vai aparecer aquela mini dispensa.

Pitaco: Mantenha somente o necessário! Deixe na cozinha apenas o que realmente é utilizado. Quanto menos coisas, menor a possibilidade de ficar bagunçado. Dê uma atenção especial aos potes plásticos (as tampas vivem se perdendo!) e não acumule mantimentos (afinal, eles têm data de validade). Também é importante liberar os cantinhos de difícil acesso: Ao organizar, devemos avaliar se a localização escolhida para os itens lhes dão boa visualização, pois costumamos esquecer das coisas que não vemos facilmente. Na despensa e na geladeira, por exemplo, a maior parte do desperdício ocorre porque não enxergamos tudo. Ter as coisas sempre à mão é prático.

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