Coronavírus: 4 coisas que ainda não sabemos após um ano de pandemia

Uma força-tarefa em escala global da comunidade científica fez muitas descobertas importantes sobre a covid-19 e o Sars-CoV-2 desde o primeiro caso que ajudam a nos prevenir e a tratar quem fica doente, mas algumas perguntas-chave ainda seguem sem resposta.

Em pouco mais de um ano de pandemia, houve mais de 2,65 milhões de mortes e 119 milhões de infectados.

Quando o primeiro caso foi detectado na China em dezembro de 2019, os efeitos do vírus Sars-Cov-2 —o novo coronavírus— eram desconhecidos por pacientes, médicos, cientistas e governos.

Mas, desde então, a ciência reuniu um volume enormes evidências sobre o novo coronavírus e descobriu como ele é transmitido e se reproduz no corpo e a maneira mais eficaz de nos prevenir e tratar quem fica doente.

Por exemplo, agora se sabe que o uso de máscara é essencial para impedir a transmissão, e que até o momento não existem tratamentos para a covid-19 e que essa doença não afeta e mata apenas idosos.

Mas, um ano depois que a pandemia foi declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 11 de março, algumas das coisas que sabíamos no início sobre esse vírus mudaram. A doença que ele causa e o próprio Sars-CoV-2 continuam a evoluir. E há outras coisas que ainda são desconhecidas sobre o novo coronavírus e a covid-19.

1. Os efeitos a longo prazo da doença

Uma pergunta que os cientistas continuam a se fazer é por que o Sars-CoV-2 produz sintomas leves de curto prazo, uma doença respiratória aguda ou possivelmente nenhum sintoma na maioria das pessoas infectadas.

Mas, em algumas pessoas, causa sintomas duradouros, a chamada covid-19 “prolongada” ou “de longa duração”. Os sintomas incluem falta de ar, fadiga prolongada, dor de cabeça, dor nas articulações e perda de olfato e paladar.

Um estudo conduzido pela Universidade King’s College, no Reino Unido, estima que uma em cada 20 pessoas fica doente por pelo menos oito semanas.

Os cientistas estão tentando entender quais pacientes podem ser afetados pela covid-19 prolongada e quanto tempo o impacto do vírus pode durar. Outra questão ainda sem resposta sobre os efeitos de longo prazo do vírus é qual será seu impacto epigenético. Ou seja, seus efeitos serão transmitidos de geração em geração?

Além disso, os pesquisadores estão estudando o impacto social e econômico que essa pandemia terá.

2. Como o vírus vai evoluir

Cada vez que o coronavírus é transmitido, ele faz pequenas alterações em seu código genético, e os cientistas estão começando a identificar padrões na forma como o vírus sofre mutação.

Esses sinais de adaptação do vírus não são totalmente surpreendentes. O uso de tratamentos e vacinas faz com que a maioria dos vírus e bactérias causadores de doenças desenvolvam maneiras de escapar deles e continuar a se espalhar.

Aqueles que desenvolvem resistência a um tratamento ou podem “driblar” o sistema imunológico sobreviverão mais para se replicar e disseminar seu material genético.

A questão das mutações do coronavírus, um ano após o início da pandemia, agora está se tornando muito importante. Isso porque novas variantes do Sars-CoV-2, capazes de se espalhar mais rapidamente, como a observada em Manaus, no Amazonas, estão surgindo, o que nos leva a questionar se isso tornará as vacinas recentemente aprovadas menos eficazes.

Até o momento, há poucas evidências de que sim, mas os cientistas já estão investigando como o vírus sofrerá mutações no futuro e se poderiam evitá-las.

Algumas farmacêuticas já estão atualizando suas vacinas para combater versões mutantes do Sars-CoV-2. Mas, com os padrões de mutações que os cientistas estão vendo aparecer no coronavírus em todo o mundo, temos alguma pista de como ele continuará a evoluir?

Os pesquisadores estão observando de perto para ter uma ideia de sua evolução futura. E esperam que isso possa ser útil para o desenvolvimento de futuras vacinas.

3. Qual pode ser a origem da próxima pandemia

A pandemia covid-19 pegou grande parte do mundo de surpresa. Mas nem todos. Durante anos, epidemiologistas e outros cientistas alertaram que deveríamos estar preparados para uma pandemia.

A maioria das doenças que preocupa os especialistas tem origem em animais. Na verdade, 75% das doenças emergentes são zoonóticas. O novo coronavírus, que se acredita ter se originado em animais —uma das suspeitas recai sobre os pangolins— vendidos em mercados na China, não parece ser diferente.

Nosso efeito sobre o clima, invasão de habitats de vida selvagem e viagens globais ajudaram a espalhar doenças transmitidas por animais. Isso, combinado com a urbanização, a superlotação e o comércio global, criou um cenário ideal para a ocorrência de mais pandemias.

Agora, um ano após a pandemia do coronavírus, os cientistas estão investigando outras doenças que podem causar a próxima. E eles estão de olho em ameaças que vão desde camelos que transmitem a Síndrome Respiratória do Oriente Médio na África até morcegos que espalham o vírus nipah na Ásia.

4. Qual é o impacto ambiental da pandemia

A poluição e as emissões de gases de efeito estufa caíram em todos os continentes enquanto os países tentavam conter a disseminação do novo coronavírus e impunham lockdowns globais. Mas aumentaram rapidamente no restante do ano. Em média, as emissões de CO2 caíram pouco mais de 6% em 2020.

Ainda não se sabe qual será o impacto final da crise covid-19 nas emissões de poluentes. Mas, quando a pandemia finalmente diminuir, retornaremos aos mesmos níveis de dióxido de carbono e emissões de poluentes de antes? Ou as mudanças que vemos hoje podem ter um efeito mais persistente?

Os especialistas acreditam que as mudanças que fizemos durante a pandemia podem levar a hábitos duradouros. Durante o surto de coronavírus, vimos como a redução de viagens e transportes trouxe benefícios para o clima e como o desperdício de alimentos foi reduzido devido ao medo de escassez durante os lockdowns.

Existe a possibilidade de que a pandemia tenha um impacto mais duradouro no meio ambiente, e os ambientalistas se perguntam se a forma como respondemos à crise da covid-19 poderia servir de modelo para reagir às mudanças climáticas.

uol.com.br/vivabem

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Como deixar o cabelo branco e começar a assumir os grisalhos

Se você nunca teve coragem de fazer a transição e parar de pintar os fios, saiba por onde começar

Assumir as madeixas platinadas é sinal de autoconfiança e poder. Muitas mulheres querem saber como deixar o cabelo branco de forma natural, sem tanta marcação da cor antiga. Se você está nesse time, aprenda como começar a transição capilar, deixando seus cabelos naturais, saudáveis e lindamente poderosos.

Você já parou para pensar no porquê de muitas mulheres terem assumido os cabelos grisalhos? Para gerações passadas, a forma de ver a beleza feminina era um tanto plástica, como se ela nunca pudesse perder o “ar de menina”. Mas muito melhor do que ser menina, é ser um mulherão. Resolvida, consciente da sua importância e autenticidade, ela hoje assume seu platinado.

Os primeiros fios começam a aparecer, normalmente, na casa dos 30 anos. À medida em que o tempo passa, a quantidade de brancos aumenta, levando a mulher para dois caminhos distintos: deixar o cabelo branco ou passar o resto da vida pintando os fios. Felizmente, a tendência atual é de colocar o mínimo de química no corpo, assumindo sua verdadeira essência e personalidade.

Por que o cabelo fica branco?

Primeiro é importante entender o que o deixa colorido. Você já sabe que é a melanina que forma a coloração, mas o que explica o cabelo loiro ou ruivo? Pois isso tem relação com a forma com que a melanina é criada (sim, existe mais de um tipo).

Os melanócitos são células que produzem melanina, ainda no bulbo capilar. Dentro dele, acontecem reações químicas, que a depender de como ocorrem, podem criar uma maior ou menor dos dois tipos desse pigmento. A eumelanina é o que dá a cor entre o marrom e preto e a feomelanina dá cor às loiras e ruivas.

A combinação da eumelanina e feomelanina é que dá a cor única de cada fio, assim como a concentração dos pigmentos.

Então, quando o cabelo começa a ficar branco, é porque essas melaninas tiveram sua produção reduzida, deixando o cabelos “sem cor”. Além da cor, também a textura se modifica, ficando mais seco e quebradiço, pois a melanina tem um papel importante para a sedosidade e integridade do fio. Por isso é tão importante hidratar os cabelos brancos e grisalhos.

Como assumir os grisalhos

Veja algumas celebridades que assumiram seus grisalhos e fios brancos, ficando lindas e poderosas. Além disso, aproveite as dicas de como lidar com a transição capilar, evitando as marcas fixas da cor anterior.

Corte

Assim como Jamie Lee Curtis, atriz e escritora renomada, o corte mais curto e moderno pode ajudar na transição capilar. Observe que o cabelo dela ainda não está totalmente branco e o corte curto e irregular ajuda a dar suavidade e leveza.

Cortar o cabelo em camadas também ajuda a suavizar a linha de separação entre a parte branca e pigmentada. Assim, a mulher fica com um efeito muito bonito no cabelo, com camadas de nuances em platinado. Mas esse é mais recomendado para quem já tem a marca no comprimento dos fios e não mais próxima da raiz.

Penteados

A maravilhosa Meryl Streep sabe como ninguém deixar seu visual elegante e poderoso. Ela também está passando pela transição capilar, deixando naturais – a não ser que tenha que fazer alguma personagem que requeira mudança. Ela tem traços ainda da coloração, porém com parte do cabelo já branco.

Para amenizar a mudança de tons, que deixa qualquer penteado mais bonito, ela apostou em uma forma simples de prender o cabelo. Isso realçou os traços de cor e branco, além de reduzir a diferença para as pontas, que estão bem mais escuras que o resto dos fios. Aposte também em coques, tranças e o que mais sua imaginação permitir.

Acessórios

A atriz Vera Holtz se diverte no seu Instagram, com seus cabelos platinados e muita autoconfiança. Nessa foto, ela está usando um acessório especial que acaba realçando a beleza dos fios brancos e longos. Mas, quais são os ideais para quem ainda está na fase de transição?

Há aquelas que não querem cortar o cabelo ou deixá-lo marcado com penteados. Elas podem então investir em alguns lenços diferenciados, um charme especial que vai fazer toda a diferença. Além disso, chapéus podem ser uma boa escolha, mas o ideal é utilizar somente em alguns momentos, deixando suas madeixas a mostra.

Spray

E quando a raiz branca está bem curtinha? Uma das soluções pode ser utilizar um spray de cor. Eles estão disponíveis em farmácias e lojas especializadas e só saem quando o cabelo é lavado. Ajudam a manter a raiz mais escura, até crescer um pouco e dar para usar outras estratégias.

Seja você

Mais importante do que somente seguir tendências e dicas de como deixar o cabelo branco é ser você mesma. A divertidíssima Rita Lee mantém seu corte clássico, com ou sem madeixas brancas. É sua marca registrada e a cara do rock nacional. Seja então ainda mais autêntica e aproveite para explorar novas ideias, sentindo-se livre e poderosa.

Fonte: dicasonline

Pitaco: Toda transição capilar consiste em um processo de aceitação do cabelo em seu estado natural. No caso da transição do cabelo branco, essa fase representa também a aceitação do “envelhecimento” e, por isso, o primeiro passo é parar com a tintura e deixar que a raiz branca cresça cada vez mais.

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Pensando em jantar romântico? Descubra qual o vinho apropriado para essa e outras ocasiões


Jantar romântico, quem nunca pensou nisso não é mesmo? Um dos itens que, eventualmente, compõe esse momento é o vinho. Porém, como saber o tipo mais adequado e por que? 

Os vinhos mais adequados para a ocasião  romântica são os vinhos tintos leves.
Pelo fato de possuir teor alcoólico mais baixo, e ser menos encorpado, os vinhos leves são mais fáceis de beber. Ao contrário do  Vinho Tarapaca , um  baita exemplo de vinho tinto mais encorpado recomendado para momentos de festa e churrasco.


Confira mais algumas dicas no infográfico abaixo:

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Dicas e vantagens para decorar a casa usando rolhas de vinho

Com essas dicas de decoração, você nunca mais vai jogar uma rolha fora depois que o vinho acabar!

Se você é amante de um bom vinho, provavelmente gosta de promover animados encontros em sua casa regados a essa clássica bebida, não é mesmo? O problema é que depois que o vinho acaba e os amigos vão embora, você inevitavelmente se depara com uma das duas situações: ou você joga as rolhas de cortiça no lixo ou as guarda sem nenhum objetivo específico. Pois chegou a hora de mudar essa história!

Antes das inspiração de como usar rolhas de vinho na decoração, explicaremos um pouco mais sobre a cortiça, material que são feitas as rolhas.

O que é Cortiça?

A cortiça é a casca do Sobreiro, uma árvore nobre que cresce nas regiões mediterrânicas como Portugal, Espanha, Itália, França, Marrocos e Argélia. Ela sobrevive em média 150 a 200 anos, apesar dos muitos descortiçamentos que lhe fazem ao longo da sua existência.  A primeira cortiça é retirada com 30 anos, e depois de nove em nove anos.

Cada colheita são 160.000 toneladas. Depois de colhida manualmente, a cortiça seca durante 12 meses, e passa por água fervente a 98° para tirar as impurezas.

Os maiores pedaços e sem defeitos, viram rolhas de cortiça pura e qualidade natural, extraído com uma broca do tamanho da rolha. Todo o material desprezado da rolha natural, é triturado, granulado e comprimido já em tubos para serem são cortados, e viram outro tipo chamado rolha técnica.

A cortiça possui qualidades únicas, inigualáveis como:

  1. leveza
  2. impermeabilidade de líquido e gases
  3. elástica e compressível
  4. isolante térmico e acústico
  5. combustão lenta
  6. muito resistente ao atrito

Acima de tudo é um material 100% natural, reciclável e biodegradável três atributos importantes em uma sociedade que deseja cada vez menos poluir e ser amiga do meio ambiente, já que a exploração da cortiça é um processo ambientalmente sustentável, uma vez que nenhuma árvore é cortada e somente de nove em nove anos é realizado o descortiçamento.

Em Portugal a reciclagem de rolhas de vinho é feita por algumas organizações como a Ong Green Cork e pelo Programa Escolha Natural, que em parceria com a indústria, garante a cada mil rolhas arrecadadas, um sobreiro plantado. Então se em um ano, arrecadam 5 milhões de rolhas, viram 5 mil sobreiros. As rolhas trituradas em ambas organizações, são triturada e transformam em outros produtos, como pavimentos, peças de automóvel, bolsas, sapatos, e muitos outros produtos.

Porque usar rolhas na decoração é uma atitude sustentável?

Dar uma nova utilidade a materiais no fim de sua vida útil em vez de jogar no lixo, contribui para preservação do meio ambiente, e também diminui a quantidade de lixo nos aterros sanitários.

A rolha de cortiça é um material muito fácil de manusear e possibilita tantas criações que vai ficar até difícil escolher uma ideia para começar.

Reaproveitado as rolhas de vinho na decoração

Em tempos sustentáveis de consumo consciente, nada melhor do que reaproveitar as rolhas para decorar seu lar doce lar. E existem maneiras muito práticas e rápidas de se usar essas rolhas na decoração, dando um efeito estético incrível aos ambientes. Que tal conhecer algumas boas ideias para decorar com rolhas?

  • Na sala

Já passou por sua cabeça que, um dia, você usaria rolhas de vinho para complementar a decoração da sua sala? Pois isso é plenamente possível! Uma ótima ideia é renovar a aparência daquele porta-retrato sem graça usando rolhas cortadas ao meio.

  • Na cozinha

Rolhas definitivamente combinam com cozinha, certo? Para quem gosta de ideias mais simples, fica bacana usar a tendência upcycling, colocando sua coleção de rolhas em potes de vidro bem bonitos. Já para quem está disposto a investir mais tempo e usar seus dotes artesanais para reciclar as rolhas, fica simplesmente incrível fazer um descanso de panelas unindo uma rolha à outra. Aí o formato é você quem define!

  • No barzinho

Se você tem um barzinho para chamar de seu e vive recebendo os amigos nesse cantinho da casa, vale a pena decorar a bandeja de suporte para as bebidas com as rolhas que você coleciona. Mas se a intenção é não ter tanto trabalho, você pode simplesmente colocá-las dentro de uma garrafa transparente, criando um visual bastante inusitado e interessante.

  • No quarto

Você consegue imaginar seu quarto com uma bela cortina feita de rolhas? Pois essa é uma ideia super simples de executar: para confeccionar a cortina você vai precisar de rolhas, furadeira, barbante e um varão. Vale destacar que essa ideia combina mais com propostas decorativas mais rústicas e despojadas.

  • No banheiro

Até no banheiro dá para reaproveitar as rolhas, fazendo, por exemplo, um tapete. Por ser impermeável, esse material não estraga em contato com a água. Sendo assim, mãos à obra!

  • Nas festas

Nas comemorações em sua casa as rolhas podem ser grandes aliadas. Você pode usá-las como suporte para colocar marcadores nas mesas, além de fazer mini arranjos florais com pequenas rosas. É só usar a imaginação!

Pitaco: E então, qual das nossas dicas você já pretende colocar em prática? Comente aqui e compartilhe suas opiniões conosco! E deixe também suas próprias sugestões para acrescentar à nossa lista!

Na página do Pitacos e Achados no Pinterest você encontra todas as nossas sugestões. Veja abaixo!

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7 sinais de que você pode já ter tido COVID-19

O vírus COVID-19 pode ter existido há mais tempo do que pensávamos originalmente. Portanto, as pessoas podem ter contraído o vírus e se recuperado dele sem saber. Alguns sinais reveladores podem indicar que você é uma dessas pessoas.

1 – Um ‘forte resfriado’

Não é incomum pegar um resfriado durante o inverno. Mas se você teve um no final de 2019 ou início de 2020, há uma chance de que o seu resfriado possa ter sido COVID-19. Uma forma de saber a diferença é que COVID pode durar cerca de 2 semanas ou mais, enquanto um resfriado geralmente dura apenas alguns dias. E, ao contrário de um resfriado, a COVID pode ter causado febre e dificultado sua respiração.

2 – Falta de ar

Isso geralmente não é um sintoma de um resfriado ou gripe, mas sentir que não consegue respirar é comum com COVID-19. Você pode ter pensado que tinha bronquite, que COVID-19 pode causar. Ou pode ter sido parecido com ansiedade ou um ataque de pânico. Mas com COVID, a falta de ar dura mais do que um ataque de pânico. Ele também vem com sintomas semelhantes aos da gripe.

3 – Tosse persistente

Se você teve uma tosse seca que demorou muito para desaparecer, pode ter sido um sintoma de COVID-19. Teria sido diferente de uma tosse causada por um resfriado. Teria começado moderadamente, mas piorou nos 5 a 7 dias seguintes.

4 – Olhos vermelhos e lacrimejantes

Durante toda a pandemia, disseram-nos para lavar as mãos com frequência e evitar tocar em nosso rosto. Uma razão para isso é que a COVID-19 pode afetar seus olhos. Se você teve conjuntivite (pinkeye), olhos lacrimejantes ou visão turva, isso pode ter sido causado pelo vírus.

5 – Palpitações cardíacas ou dor no peito

COVID-19 também pode afetar seu coração. Isso pode fazer com que ele bata rápido, trepide ou trepide. Você pode ter sentido um aperto no peito. Todas essas coisas podem acontecer mesmo depois que o vírus limpar seu corpo. Episódios como esse podem ser perceptíveis por até 2 semanas nos casos leves ou por 6 semanas nos mais graves.

6 – Fadiga extrema

Sentir-se muito cansado é um sintoma comum da COVID-19. Portanto, se você tivesse esse tipo de fadiga extrema que não melhorava com muito sono, poderia ser um sinal do vírus. A sensação pode voltar dias e às vezes semanas depois.

7 – Perda de olfato ou paladar

Se os alimentos e bebidas pareceram ter um gosto diferente do normal (ou não tinham sabor), ou se você não conseguir sentir os odores por algumas semanas, você pode ter sido infectado com o vírus. Quase 80% das pessoas com teste positivo têm esse problema, e geralmente é um sinal de um caso leve.

Precisa saber? Faça um teste de anticorpos

Os anticorpos são proteínas que o seu corpo produz para ajudar a combater uma infecção. A única maneira de saber com certeza se você teve COVID-19 é fazer um exame de sangue para ver se você tem os anticorpos que combatem o vírus. Se você os tiver, os cientistas não têm certeza de quão bem eles irão protegê-lo de pegá-los novamente. Mas alguns estudos mostram que as pessoas com esses anticorpos têm menos probabilidade de contrair COVID novamente.

Eu tenho uma variante?

Essa mudança no vírus (chamada de mutação) não parece afetar os sintomas que causa ou afetar drasticamente a gravidade do vírus. Parece que a única diferença é que a mutação é mais fácil de se espalhar de pessoa para pessoa. Os sinais desta última forma de COVID-19 são iguais ao original. Portanto, não há uma maneira fácil de saber qual cepa você teve.

Fonte: WebMD

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