Checklist de intercâmbio: o que levar na mala de viagem para os EUA

Está planejando seu intercâmbio para os EUA mas não sabe o que levar na mala? Então o nosso conteúdo é perfeito para você, pois separamos uma lista com os principais itens que você precisa colocar na sua mala para aproveitar seu intercâmbio.

Além disso, para aproveitar muito mais o seu intercâmbio, saber um pouco sobre o idioma é muito bom. Então recomendamos que você faça um curso de inglês para se preparar e conseguir conversar com mais facilidade com seus colegas de intercâmbio e curtir muito mais.

Então, quer saber quais são os itens essenciais para levar na sua mala de intercâmbio para os EUA? É só acompanhar até o final do conteúdo!

Documentos

Os seus documentos e documentos relacionados ao intercâmbio são essenciais para colocar na sua mala de intercâmbio para os EUA. Então, não se esqueça de levar documentos como passaporte e visto, comprovante de matrícula no curso, as passagens aéreas e todos os outros documentos que forem necessários.

Porém, é muito importante que esses documentos estejam na sua mala de mão, e não na mala despachada, pois você vai precisar apresentar esses documentos ao longo do trajeto.

E por precaução, também é bom levar uma cópia autenticada dos seus documentos pessoais e comprovante de vacinas.

Remédios

Se você toma algum tipo de remédio diariamente, o ideal é que você leve a quantidade desse remédio suficiente para todo o período que vai ficar no intercâmbio. Dessa forma, você não vai precisar se preocupar em procurar seus remédios sem saber exatamente do que se trata.

Além disso, uma boa dica é levar remédios para enjoo e dores de cabeça, bem como outros remédios de uso comum, como para dores de estômago.

Roupas e sapatos adequados

Saber escolher as roupas e sapatos adequados pode ser um verdadeiro desafio quando você está viajando para um local onde nunca esteve. Então, pesquise o clima do seu destino, qual a temperatura média no período em que vai estar lá, bem como se chove ou se venta muito.

Com essas informações, vai ser muito mais fácil escolher as roupas e sapatos adequados para levar. E dica: se for fazer seu intercâmbio no inverno, o ideal é levar um dinheiro extra para comprar roupas apropriadas por lá, uma vez que o nosso inverno é muito diferente do inverno nos países do hemisfério norte.

Além disso, sapatos confortáveis podem ser a melhor escolha, principalmente para você fazer caminhadas e passeios nos seus horários de folga.

Kit de higiene

Um kit de higiene é uma ótima opção para você não precisar se desesperar no seu primeiro dia de intercâmbio, sem saber onde comprar pasta de dente, escova, desodorante e etc.

Porém, vale lembrar que é proibido ter qualquer recipiente com mais de 100ml em voos internacionais, além de ser preciso que tudo esteja em embalagem transparente, para que o conteúdo possa ser visto pela segurança do aeroporto.

E lembre-se: o seu kit de higiene pode ir na sua mala de mão, o que facilita o uso caso você precise escovar os dentes ou arrumar o cabelo durante o trajeto.

Dispositivos eletrônicos

Seus dispositivos eletrônicos foram provavelmente a primeira coisa que pensou em colocar na mala. Porém, o ideal é que você leve (além dos seus dispositivos) um carregador portátil, para não correr o risco de ficar sem bateria antes de chegar ao seu destino.

Além disso, é preciso estar atento para a voltagem dos seus aparelhos, uma vez que nos EUA a voltagem é 110V. Então, caso seus aparelhos sejam 220V, é necessário comprar um transformador de tensão.

Outro ponto é que as tomadas dos EUA são diferentes das nossas, então uma boa opção é já levar um adaptador daqui para não ficar sem bateria no seu primeiro dia de intercâmbio.

Em caso de secadores de cabelo e outros itens, uma boa opção é checar se a sua hospedagem oferece esse tipo de item. Dessa forma, você tem mais espaço na mala para utilizar, além de evitar problemas com excesso de peso.

Agora você já sabe tudo que levar na mala para o seu intercâmbio nos EUA. Então que tal usar todas as nossas dicas e começar a montar a sua mala agora mesmo?

Por Janciéli Dalla Costa

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Quanto precisamos reforçar o nosso sistema imunológico?

Nos dias de hoje, parece que todo mundo está correndo atrás do “fortalecimento do sistema imunológico”. Esta parece ser a chave para lidar com uma vida corrida e cheia de estresse, e muita gente crê que esta é a forma de estar sempre livre de doenças.

Mas uma pergunta legítima diz respeito à medida que esse sistema imunológico deve ter. O quanto é preciso reforçá-lo? Sempre que possível, ou será que há um ponto em que não há mais a necessidade de tantas vitaminas e suplementos?

Como funciona o sistema imunológico?

O sistema imunológico é o sistema de defesa do nosso corpo. Ele envolve uma rede de órgãos e células que atuam em conjunto para proteger nosso organismo de doenças e potenciais infecções. As células dessa parte do corpo funcionam como “patrulheiras” que andam de um lado para o outro procurando os invasores e atacando-os.

Essas células são geradas dentro da medula óssea. Algumas delas – como as células B e T – trazem um reforço especial ao sistema imunológico, desempenhando um papel importante no combate às infecções. Quando as células B ou T reagem contra si mesmas, elas acabam sendo mortas nesse processo de “treinamento”. É isso que se costuma chamar de doença autoimune.

Será mesmo que você precisa reforçar seu sistema imunológico?

Segundo o consenso científico consolidado atualmente, os sistemas imunológicos saudáveis não precisam ser “reforçados”. Na verdade, eles funcionam melhor quando estão perfeitamente equilibrados.

Os imunologistas entendem que uma reação em excesso é potencialmente prejudicial: ela pode significar alergias, doenças autoimunes e inflamações crônicas. Por outro lado, quando a reação imunológica é muito pequena, isso pode levar ao desenvolvimento de doenças.

Os anúncios de produtos que prometem fortalecer a função imunológica costumam levar ao engano, já que não é exatamente seguro mexer nesse sistema por meio de suplementos e dietas, a menos que você tenha alguma deficiência específica.

É como se esse sistema fosse uma espécie de termostato: aumentar muito a temperatura vai ocasionar uma superativação e inflamação descontrolada. Por outro lado, diminuí-lo demais abrirá uma lacuna para falhas na resposta às infecções e doenças.

Pessoas com níveis saudáveis de nutrientes podem ter uma falsa sensação de segurança ao ingerir suplementos. O mais recomendado é apostar numa dieta balanceada, na prática regular de exercícios, na redução de estresse e nas boas noites de sono. Essa é a fórmula ideal para manter seu sistema imunológico saudável e funcionando adequadamente.

Já o outro fator crucial para apoiar o sistema imunológico são as vacinas. Elas contêm formas inofensivas de patógenos que treinam as células para reconhecer as invasoras e combatê-las. Assim, ao entrar em contato com a versão real do patógeno, a célula com memória imunológica começará a lutar e destruir o “inimigo” antes mesmo que seu organismo note que algo está acontecendo.

Fonte: megacurioso

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Truques mentais para gastar menos dinheiro na hora das compras

Se você precisa gastar menos ao fazer compras ou quer ser um gastador mais consciente, é bom ter alguns truques na manga. Mas, acredite, nem tudo é culpa sua!

Fabricantes e vendedores nos estudam cuidadosamente para desencadear nosso desejo de comprar. Eles entendem como o cérebro humano funciona e, em seguida, usam isso para fazer com que a gente se desfaça do nosso rico dinheirinho. No entanto, existem vários truques muito eficazes para vencê-los em seu jogo e se sentir mais no controle.

Veja algumas dicas que vão te ajudar a aproveitar as compras sem terminar o dia com arrependimentos.

Use notas novas

Você prefere dinheiro novo na carteira ou contas murchas, sujas e velhas? De acordo com um estudo publicado no Journal of Consumer Research, você provavelmente escolheria o primeiro.

Os participantes do estudo estavam dispostos a gastar mais dinheiro quando tinham notas velhas do que quando tinham notas de dinheiro mais novas. Dá para entender!

Limite o número de lojas em que você vai comprar

Quanto mais lojas você visitar, mais você comprará. Muita gente diz a si mesma que está fazendo comparação, mas isso muitas vezes não vai acontecer.

A verdade é que muitas pessoas sentem que precisam comprar algo por todo o trabalho braçal que fizeram, ou seja, precisam se recompensar.

Não faça amizade com vendedores

Sim, eles são bastante amigáveis. Mas quanto mais você interage com eles, maior a probabilidade de comprar deles, por vários motivos.

Lembre-se: eles são vendedores qualificados. Mas as pessoas muitas vezes inconscientemente sentem, depois de um ponto, que não querem decepcionar um vendedor que as ajudou.

Tire um tempo para pensar

Às vezes, você só precisa dar um passo para trás. Evite uma compra por impulso fazendo uma pausa consciente antes de sacar o cartão de crédito.

Sente-se em algum lugar do lado de fora da loja e pergunte-se: “Por que estou aqui? Como me sinto? Preciso disso? E se eu esperar? Como vou pagar por isso? Onde vou colocá-lo?” Então, decida se você realmente vai fazer a compra.

Evite o shopping nas horas de pico

Quando os compradores estão em uma loja lotada, eles se sentem fora de controle, o que pode levá-los a gastar mais dinheiro. Além disso, muitas pessoas acabam gastando demais quando vão às compras com seus amigos porque querem acompanhá-los.

Em vez disso, tente comprar o que você precisa durante o período em que os shoppings estão quase vazios e, de preferência, faça isso sozinho.

Leve balas de hortelã com você

Os varejistas usam uma estratégia especial chamada marketing de aroma para enganar os compradores a gastar mais dinheiro. Alguns aromas populares incluem bergamota, baunilha e chá branco.

Chupar balas de hortelã ou chiclete pode sobrecarregar os aromas circundantes e te ajudar a evitar compras impulsivas.

Não faça grandes compras no mesmo dia

Para itens acima de um valor definido, dê a você mesmo um período de espera de um ou dois dias antes de realmente comprar. Em compras online, você pode colocar os itens em seu carrinho de compras virtual, mas evite fazer o check-out imediatamente.

Além disso, a falta de sono também afeta o humor e o julgamento. Portanto, ter uma boa noite de descanso pode realmente melhorar sua tomada de decisão e esse impulso emocional.

Não carregue consigo itens que você está pensando em comprar em uma loja

Sabe aquela bolsa que você gostou e saiu olhando toda a loja com ela nas mãos? Não faça isso. O problema de carregar itens com você é que eles começam a fazer você sentir como se já fossem seus. Você se acostuma com eles e sente um pouco de “dor” se tiver que colocá-los de volta.

Na verdade, odiamos a dor e a perda mais do que amamos o prazer e o ganho. Assim, os itens que são carregados são mais propensos a serem comprados. Portanto, deixe-os no lugar até você decidir.

Nunca vá às compras sem uma lista

Fazer uma lista com antecedência pode ajudar a evitar compras por impulso e o remorso do futuro comprador. Isso porque criar a lista força você a realmente pensar sobre o que realmente precisa.

Embora muitas pessoas associem lista de compras a mantimentos, ela também pode ajudar a manter seus gastos sob controle ao comprar presentes de fim de ano ou material de volta às aulas.

Use fones de ouvido ao circular

De acordo com um estudo publicado no Journal of Marketing, a música em ritmo lento pode fazer com que os compradores diminuam a velocidade enquanto percorrem a loja, levando-os a gastar mais dinheiro.

Em vez disso, ouvir músicas com um ritmo rápido por meio de fones de ouvido pode te ajudar a entrar e sair da loja mais rapidamente, sem gastar demais.

Lembre-se de que você tem que ir embora

O próprio ato de fazer compras aciona os centros de prazer do seu cérebro. À medida que a dopamina flui através de suas sinapses, a excitação de um comprador pode tomar conta de sua mente, fazendo com que ele compre coisas que não precisa ou nem mesmo quer.

Para minimizar esse efeito, você deve se afastar de uma potencial compra e voltar no dia seguinte para ver se ainda quer aquilo. Isso eliminará a novidade da situação e você tomará uma decisão mais clara. O mesmo vale para as compras online.

Diga “não” às promoções, a menos que o item já esteja na sua lista

Claro, é emocionante obter algo com desconto. Mas lembre-se: o objetivo das promoções de lojas é fazer com que os clientes gastem mais dinheiro.

Claro, não há problema em comprar coisas que você quer, bem como coisas que você precisa, desde que você faça as compras conscientemente.

Deixe seus cartões de crédito em casa

Pesquisas mostram que as pessoas estão dispostas a gastar mais dinheiro com cartões do que com dinheiro. Quando você paga com dinheiro, você vê a quantidade de dinheiro gasto. No entanto, pagar com cartão dificulta o controle de seus gastos.

Além disso, as lojas querem desesperadamente que você use um cartão de crédito porque sabem que você gastará mais se fizer isso.

Não compre quando estiver se sentindo emocional

Se você considera suas finanças uma fonte de estresse, seja especialmente cauteloso quando estiver gastando, pois suas emoções podem turvar ainda mais seu julgamento.

Quando você está se sentindo emocional, seus pensamentos e seu juízo não estão em um nível ideal. Isso pode te levar a comprar algo que talvez você não tenha a intenção de comprar.

Sempre verifique se você está obtendo o melhor valor

É fácil ser sugado pelo impulso, tornando as partes de tomada de decisão do seu cérebro menos racionais.

Antes de colocar um item em seu carrinho (real ou virtual), faça uma rápida pesquisa online para ver se o item está disponível em outro lugar por um preço mais baixo. 

Fontes: Stars Insider – (Forbes) (Vox) (Reader’s Digest)

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Jardinagem: cultivar pode reduzir estresse e ansiedade

O hábito de cuidar das plantas durante a jardinagem e mexer com a terra é uma atividade capaz de trazer benefícios diretos e indiretos para a saúde como um todo. Não à toa, a prática dos jardins terapêuticos é recomendada principalmente para a manutenção da saúde mental. No entanto, ainda existem poucos estudos científicos que comprovam esses benefícios.

Pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, resolveram aprofundar essa questão e publicaram um estudo randomizado e controlado, sendo uma referência como método científico.

Durante tal estudo, eles avaliaram efeitos da jardinagem na saúde e os resultados corroboram esses benefícios: quem participa da jardinagem coletiva aumenta a ingestão diária de fibras e a prática de atividade física, além de reduzir o estresse e a ansiedade.

Quais benefícios traz à saúde a prática de jardinagem?

A pesquisa foi publicada na revista The Health, na edição de janeiro de 2023. Segundo os autores, alguns pequenos estudos já apontavam que as pessoas que trabalham no jardim tendem a comer mais frutas e vegetais, além de terem um peso mais saudável.

Mas apenas três eram estudos controlados, e nenhum sobre a jardinagem comunitária. A partir desse novo trabalho, os cientistas acreditam ter evidências concretas de que a prática em grupo pode auxiliar na prevenção do câncer, de doenças crônicas e de distúrbios de saúde mental.

“A atividade da jardinagem traz uma série de benefícios à saúde mental, ajuda a desenvolver habilidades pessoais, novos aprendizados, melhora o desenvolvimento cognitivo. Resgata a autonomia das pessoas, auxilia na resolução de problemas e na tomada de decisão.”

“Quando você faz isso em grupo você acrescenta o aspecto da socialização por poder fazer um trabalho compartilhado, coletivo, e isso aumenta a interação entre as pessoas”, destacou Eliseth Leão, pesquisadora do Centro de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein.

A especialista, que também é líder do grupo de Pesquisa e-Natureza — Estudos Interdisciplinares sobre a Conexão com a Natureza, Saúde, e Bem-Estar, complementa:

“Esse estudo é robusto e busca estabelecer de forma clara uma relação de causa e efeito entre a jardinagem e um estilo de vida mais saudável, especialmente ligado à alimentação. A maior importância desse resultado é reforçar a possibilidade da prática e a partir dessa evidência suscitar uma discussão para a implementação disso para um maior número de pessoas”, afirmou.

Evidências cientificas

Para chegar aos resultados, os pesquisadores recrutaram 291 adultos, com média de 41 anos, que não trabalhavam com jardinagem.

Metade do grupo recebeu a intervenção: uma horta comunitária gratuita, algumas sementes e mudas, além de um curso introdutório sobre jardinagem. A outra metade ficou no grupo controle, ou seja, não passou a ter contato com a atividade.

Ambos os grupos forneciam informações periódicas sobre a sua ingestão nutricional, sobre a saúde mental e faziam medições corporais. Após o período de intervenção, o grupo da jardinagem estava ingerindo em média 1,4 gramas a mais de fibras por dia (um aumento de 7%) em comparação com o grupo controle.

O consumo de fibras tem vários efeitos sobre a saúde: elas melhoram o trânsito intestinal, aumentam a sensação de saciedade, ajudam a diminuir a absorção de açúcares e gorduras e atuam no sistema imunológico.

Inclusive, a longo prazo, o hábito também é beneficial em redução de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e até mesmo câncer de intestino. Conforme o estudo, é recomendada uma ingestão de 25 a 38 gramas por dia de fibras e ambos os grupos consumiam menos do que isso.

“Seria importante acompanhar esse grupo por mais tempo para ver se essa quantidade de ingesta
de fibras se mantém, se diminui ou se aumenta ainda mais para produzir de fato os benefícios para a saúde”, diz Leão.

Mais exercícios, menos estresse

Além do aumento do consumo de fibras, o grupo da jardinagem também acrescentou cerca de 42 minutos em prática de atividades físicas por semana, — sendo que o recomendado pelas sociedades médicas é fazer pelo menos 150 minutos semanalmente. Os autores apontam que visitando a horta de duas a três vezes na semana, 28% dessa recomendação era atingida.

Os participantes do grupo da jardinagem também relataram redução dos sintomas de ansiedade e estresse, além de terem aumentado a interação social, já que estavam em contato com outras pessoas ao ar livre.

Além disso, quem mora em cidades grandes, longe de possíveis locais onde possa ser instalada uma horta comunitária, não precisa desistir do processo.

Leão ressalta que o cultivo em vasos de algumas plantas comestíveis não convencionais (como ora-pro-nobis e taioba, por exemplo), além de uma série de temperos e pequenas hortaliças, por si só faz com que as pessoas pratiquem jardinagem, mexam com a terra e desenvolvam essa relação afetiva com as plantas.

“O simples fato de se mexer com a terra durante a jardinagem estimula o sistema imunológico também pelo contato com a série de bactérias que existem na terra e altera a microbiota intestinal. Isso também ajuda a reduzir o risco de doenças”, frisa a especialista.

Por vidasaudavel.einstein.br

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9 dicas infalíveis para ter uma casa sempre perfumada

O aroma é uma das primeiras coisas que notamos ao entrar em um ambiente. Ter uma casa perfumada, além de dar uma sensação agradável, também deixa uma impressão positiva nos visitantes, tornando-a acolhedora. Mas, mesmo quando mantemos nossas casas limpas, é comum que diversos tipos de odores indesejados surjam, seja de animais de estimação, da lixeira, da cozinha ou mesmo de odores provenientes da rua.

“Manter a casa perfumada é um desafio, mas é possível com organização e utilização dos produtos corretos”, comenta Cristiano Corrêa, CEO da Ecoville, empresa especializada em produtos de limpeza. Para garantir uma casa cheirosa e fresca o tempo todo, Cristiano separou algumas dicas práticas para serem aplicadas no dia a dia.

Limpeza regular

  • Otimizar a limpeza das áreas mais usadas: é importante limpar frequentemente as bancadas de banheiros, cozinhas e quartos para garantir que fiquem limpos e cheirosos ao longo da semana.
  • Evitar acumular louça suja: a limpeza imediata após o uso da louça faz uma grande diferença na manutenção do aroma agradável em sua casa.
  • O cuidado com o balaio de roupa suja: roupas sujas podem causar odores desagradáveis se forem deixadas por muito tempo. Lavar roupas regularmente ou usar cestos com tampa ajuda a manter um ambiente mais perfumado.
  • Banheiros: essas áreas são propensas a odores ruins. Uma atenção especial à limpeza e o uso de odorizadores específicos para banheiros ajudam a manter sua casa com cheirinho de limpeza.
  • Aromatizadores de ambiente: são uma opção versátil e popular para manter a casa com aroma mais agradável. Existem diversos tipos no mercado, incluindo os em óleo para uso em aparelhos elétricos, os sprays para cortinas, tapetes e roupas de cama, velas aromatizadas e difusores de varetas.

Escolhendo os produtos certos

  • Desinfetante: além de ser super cheiroso, o desinfetante é ideal para quase todos os ambientes da casa. Possibilitam efetuar a limpeza dos banheiros, cozinha, sacada/varanda, espaços comuns e até garagens. Eles garantem não só higienização, mas também liberam um perfume agradável.
  • Limpador multiuso: sem dúvidas, o limpador multiuso é um produto coringa para ter na sua dispensa. Versátil e eficiente, ele funciona como desinfetante, desengordurante e pode ser usado na maioria das superfícies lisas e laváveis, como plástico, azulejo e bancadas de pedra/metal.
  • Limpa vidros: este produto é um limpador em spray que funciona muito bem em superfícies de vidro, como espelhos, janelas e determinadas luminárias de pia. Além de dar o acabamento para esses locais, ainda proporciona um ótimo aroma de limpeza.
  • Quantidade x Ambiente: Use preferencialmente produtos com álcool em sua formulação, ele auxilia a fixar o aroma no ambiente. É importante sempre verificar as instruções do fabricante no rótulo do produto sobre a quantidade ideal de utilização, se precisa diluir e se pode ser misturado a outras soluções. Em alguns casos, o uso incorreto pode causar intoxicação.

“Para manter sua casa perfumada, é importante escolher os produtos de limpeza apropriados a cada ambiente. Alguns dos produtos essenciais liberam um perfume delicado que proporcionam um toque final de limpeza e um aroma agradável”, explica Corrêa.

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