5 dicas para lidar com a saudade de alguém que se foi

Nunca é fácil superar a perda de uma pessoa querida. Depois do impacto inicial da morte e do funeral, é hora de aprender a lidar com a saudade. Por mais difícil que seja, chega um momento em que é necessário superar a dor e seguir adiante. Por isso, separamos 5 dicas para ajudá-lo a se sentir melhor e voltar à rotina.

1. Livre-se do sentimento de culpa

É comum as pessoas se sentirem culpadas de alguma forma pela morte do outro, bem como acreditarem que poderiam ter feito alguma coisa ou resolvido a situação. Porém, dificilmente isso é uma verdade.

A morte é inevitável. De uma maneira ou de outra, todos nós vamos passar por ela. Assim, é preciso buscar se conformar e entender que não somos responsáveis pela situação, seja ela trágica e repentina ou não.

2. Procure ajuda profissional

Se for muito difícil de lidar com a perda sozinho, você pode contar com a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra.

Muita gente ainda tem preconceito com esses profissionais por acreditarem que tratam apenas pessoas com doenças mentais. No entanto, fazer terapia pode trazer melhor aceitação, ajudando-o a ter um melhor entendimento sobre a situação e os próprios sentimentos.

3. Mantenha uma rotina normal

De imediato, esse pode ser o passo mais difícil, sobretudo, se o falecido fazia parte do seu dia a dia. Mas, passado o período de luto, é hora de seguir adiante.

Aos poucos, é preciso voltar a fazer tudo que fazia antes. Comece com tarefas cotidianas, como cuidar da casa e dos filhos. Depois, volte ao trabalho e aos estudos. Por fim, quando se sentir preparado, torne a fazer atividades de lazer, como sair com os amigos e a família.

4. Dê atenção para quem ficou

Muitas pessoas em luto concentram tanto os pensamentos em quem os deixou que acabam se esquecendo dos que ficaram. Além de voltar à rotina, é importante dar atenção para as outras pessoas, que podem estar sofrendo tanto quanto você.

Não é algo fácil de se fazer, pois, muitas vezes, a forma mais simples de lidar com a saudade é se isolar e afastar as pessoas. Mas é algo necessário tanto para ajudar os outros quanto a você mesmo a superar a dor.

5. Preserve as boas memórias

Tentar superar a perda de alguém não significa tentar esquecê-lo. No entanto, é bem melhor se ocupar de bons pensamentos. É mais saudável para você e para as pessoas a sua volta se concentrar nas boas lembranças sobre o falecido. Afinal, por que focar em coisas tristes e ruins quando se pode recordar tantas boas memórias?

Por mais triste que seja perder alguém, lidar com a saudade é necessário. Isso não significa reprimir seus sentimentos. Pelo contrário: se permita sofrer e sentir a perda de quem se ama, chore e reclame. Mas, no fim, dê a volta por cima e não tenha medo de recomeçar a viver.

valorizeavida

Pitaco: E você, o que faz ou já fez para lidar com a saudade e o sentimento de perda? Deixe sua resposta nos comentários!

Anúncios
Publicado em Comportamento, Dicas | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 23 Comentários

Tudo que você precisa saber antes de começar a pedalar

Avatar de Pitacos e AchadosPitacos e Achados

dicas para pedalar 1 - pitacos e achados

Seja por motivos de saúde, economia ou por desejo de levar uma vida mais sustentável, o número de ciclistas em nosso país está crescendo a cada dia. Hoje há mais de 70 milhões de bicicletas circulando pelas ruas no Brasil.

Adotar a bike para locomoção ou nos momentos de lazer traz inúmeros benefícios. Pedalar melhora o condicionamento físico, ajuda a perder peso, equilibrar a pressão arterial e os níveis de triglicérides, além de diminuir o stress.

Se ficou animado(a) e decidiu usufruir de mais qualidade de vida levando a vida sobre duas rodas, confira algumas dicas para pedalar com conforto e segurança:

Acessórios de segurança são indispensáveis

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o uso de alguns equipamentos como espelho retrovisor, buzina e adesivo refletivo é obrigatório. Ver e ser visto por motoristas e pedestres reduz e muito as chances de acidentes.

Itens recomendados para todo…

Ver o post original 329 mais palavras

Publicado em Sem categoria | 18 Comentários

Conheça os 6 tipos mais comuns de transtorno de ansiedade

Atualmente, muito se fala sobre ansiedade. Há quem diga que os tempos atuais representam a Idade da Ansiedade. Por isso, hoje vamos falar brevemente sobre os principais tipos de ansiedade.

A ansiedade, basicamente, é um sentimento útil para a preservação da vida.

Apesar de ser uma emoção natural do ser humano, ansiedade em excesso, pode vir a se tornar um transtorno.

O que são transtornos de ansiedade?

Os transtornos de ansiedade afetam grande parte da população. Apresenta-se em diversas intensidades e em variados quadros. Torna-se uma preocupação real, quando é prejudicial ao indivíduo. Assim, causando problemas de desempenho no trabalho ou estudos, tal como problemas nas relações sociais.

Existem diversos sintomas e possíveis causas para os transtornos de ansiedade. Confira aqui os principais sintomas de uma crise de ansiedade.

Mas hoje, vamos tratar especificamente sobre os principais tipos de ansiedade.

Tipos de ansiedade

1 – Transtorno de ansiedade generalizada (TAG)

Primeiramente, caracteriza-se pela preocupação excessiva em diversas áreas da vida e da rotina. A ansiedade, nesse caso, persiste por longos períodos. Assim, passa a interferir diretamente no desempenho das atividades cotidianas.

É o tipo mais comum de ansiedade, afetando dezenas de milhões de pessoas no mundo todo.

Visto que a TAG é um estado contínuo de tensão, seja física ou mental, aqueles que se encaixam nesse quadro vivem constantemente no limite, por assim dizer.

Seu principal sintoma é, justamente, a presença quase permanente de preocupação quando não há motivos para tal. Mesmo a pessoa tendo consciência de que não existe razão para tais preocupações, ela encontra grande dificuldade para controlar suas emoções.

2 – Transtorno obsessivo compulsivo (TOC)

Trata-se de um distúrbio psiquiátrico da ansiedade.

Caracterizado, principalmente, por crises recorrentes de pensamentos obsessivos e intrusivos. Em alguns casos, é notado comportamentos compulsivos e repetitivos.

Aqueles que se encontram nesse quadro, só conseguem aliviar sua ansiedade ao realizar certos rituais repetitivos.

As obsessões são pensamentos, impulsos e imagens que atuam de forma persistente na vida do indivíduo. Elas atuam de maneira intrusiva, causando ansiedade e sofrimento intenso.

As compulsões são os comportamentos repetitivos ou atos mentais, que a pessoa se vê obrigada a executar para tentar aliviar sua obsessão.

Assim, as compulsões servem para prevenir e/ou reduzir o sofrimento advindo da obsessão.

3 – Síndrome do pânico

Esse tipo de ansiedade é caracterizado por crises inesperadas de desespero e medo intenso, mesmo não existindo sinal de perigo eminente.

São intensas sensações, que podem ser desencadeadas por estresse, alta ansiedade ou por absolutamente nada.

Seus principais sintomas são: falta de ar, coração acelerado, tonturas e um sentimento de morte iminente. Seu pico dura cerca de 10 minutos, porém pode variar de pessoa para pessoa, além da intensidade do ataque.

Visto que a sensação de morte é uma das manifestações durante o ataque, o medo de novos ataques traz consigo problemas. Assim, a síndrome do pânico pode alterar o comportamento do indivíduo em seu círculo social.

4 – Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT)

Esse quadro de ansiedade, caracteriza-se pela pessoa ter vivenciado ou ter sido vítima de situações de violência. Ou seja, atos que se mostraram como ameaça a sua vida ou a vida de outros indivíduos.

Devido a isso, ao se recordar do ocorrido, a pessoa relembra o episódio de forma vívida e muito real. Logo, acaba por sentir de forma intensa o mesmo medo, dor e sofrimento do ato.

Assim, desencadeia-se uma série de alterações mentais e físicas.

Sem a ajuda profissional necessária, esse transtorno pode ser extremamente difícil de conviver. Visto que, pessoas que sofrem com transtorno de estresse pós-traumático, apresentam uma base maior de estresse na maioria dos dias.

5 – Fobia social

A ansiedade social é, em certos graus, normal.

Certa timidez em lugares públicos ou em falar em público, são coisas naturais para a maioria das pessoas.

Porém, quando essas coisas passam a atrapalhar sua vida, é preciso ficar atento.

Assim, a fobia social é caraterizada pela intensa timidez. É sentir medo, e fazer de tudo para evitar, frequentar lugares públicos. Aqui, a simples ideia de socialização causa ansiedade.

Ou seja, pessoas que apresentam esse transtorno, sentem dor e angústia se postas em situações de socialização. Pois vivem com medo de serem julgadas e de estarem constantemente sendo observadas.

6 – Fobias específicas

Fobia nada mais é do que um medo irracional e desproporcional de algo determinado. Seja um objeto, um animal, alguma atividade específica ou uma situação. Ou seja, são sentimentos intensos e persistentes por algo que representa pouco ou nenhum perigo real. Mas, mesmo assim, serve como gatilho para uma intensa crise de ansiedade.

No geral, fobias não seguem nenhuma lógica ou padrão específico.

Mas, as fobias trazem consigo pensamentos pessimistas e comportamentos a fim de evitar sua própria fobia. Assim, em casos de fobia acentuada, começa a interferir diretamente na vida da pessoa afetada.

Pitaco: Esses foram os principais tipos de ansiedade. A ansiedade nos coloca a margem do equilíbrio físico e emocional. Como resultado dos seus eternos altos e baixos, instabilidades e inseguranças.

Assim sendo, esperamos ter conseguido apresentar quais os principais tipos de ansiedade. Lembra-se que em caso de suspeita de transtorno de ansiedade, um médico deverá ser consultado. Assim, poderá ser avaliado mais precisa e detalhadamente o diagnóstico correto, tal como, orientá-lo para o melhor tratamento.

Anúncios
Publicado em Comportamento | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 20 Comentários

Coágulos no sangue: 8 sinais aos quais devemos ficar atentos

A coagulação é importante porque evita a perda de sangue diante de uma ferida ou lesão no corpo. Quando temos coágulos no sangue, há riscos para a nossa saúde.

Um coágulo é uma massa de sangue que muda de seu estado líquido para uma forma gelatinosa ou semissólida.

Quando esta massa se desprende, pode bloquear parcial ou totalmente uma artéria ou veia, o que se conhece como trombose.

Dado que todo o nosso corpo está conectado por vasos sanguíneos, os coágulos no sangue podem viajar para qualquer lugar, o que é muito perigoso.

Se ele chegar ao coração, ao cérebro ou aos pulmões, corre o risco de ficar preso e causar o que se conhece como embolia ou acidente cardiovascular.

Existem dois tipos de coágulos no sangue:

  • Arteriais: aqueles que se formam nas artérias e não permitem que o oxigênio chegue aos principais órgãos.
    • Os coágulos causam diversas complicações, como ataques cardíacos, acidentes vasculares cerebrais, paralisia nervosa e dores intensas.
  • Venosos. Formam-se lentamente nas veias, por isso os sintomas são notados de forma gradual.
    • É comum que surjam nos braços, pernas e pelve.
    • No geral, estes coágulos permanecem imóveis, mas sempre existe o risco de que possam se mover e se transformar em um perigo para a saúde.

Fatores de risco dos coágulos no sangue

Algumas situações podem aumentar o risco de apresentar coágulos no sangue:

  • Permanecer durante muito tempo na mesma posição pressiona os vasos sanguíneos, o que impede o fluxo sanguíneo.
  • As longas viagens de mais de quatro horas contínuas também são possíveis causas.
    • Isso acontece por que, ao passar muito tempo sentados, o sangue não flui corretamente.
  • Longos períodos na cama ou em repouso.
  • Algumas pílulas anticoncepcionais.
  • Antecedentes familiares.
  • Sedentarismo.
  • Idade.
  • Obesidade.
  • Fumar.

Sinais aos quais devemos ficar atentos

1. Tosse inexplicável e dificuldade para respirar

Um coágulo nos pulmões faz com que o fluxo de oxigênio seja lento, o que provoca um aumento do ritmo cardíaco.

As palpitações aceleradas acompanhadas de dificuldade ao respirar costumam ser interpretadas como um sinal de alerta diante de uma embolia pulmonar.

2. Mudanças de humor

Sintomas como irritabilidade, confusão, alucinações ou convulsões podem nos indicar que existe o perigo de uma trombose arterial no cérebro.

Isso acontece quando um coágulo de sangue obstrui o fluxo regular de oxigênio e glicose na corrente sanguínea, o que faz com que o cérebro não funcione adequadamente.

3. Fadiga

Ao identificar um coágulo de sangue o corpo ativa seus organismos de defesa, o que pode provocar fadiga ou esgotamento.

As causas da fadiga costumam ser difíceis de diagnosticar, por isso é muito importante estarmos atentos a outros sintomas.

Muitas vezes você sentirá fadiga sem razão aparente. Às vezes ela se apresenta mesmo quando você consegue dormir bem à noite.

4. Inchaço nas extremidades

Esta condição é conhecida como trombose venosa profunda. Ela impede o fluxo de sangue no sistema circulatório, o que faz com que o oxigênio não chegue aos órgãos vitais do corpo.

É preciso ter cuidado se o inchaço se desenvolve com rapidez, especialmente quando é doloroso. Não o confunda com uma inflamação ou retenção de líquidos.

5. Dor nos braços e nas pernas

A dor é localizada e pulsante. Ela se apresenta muitas vezes quando estamos caminhando ou flexionamos as extremidades.

Às vezes pode ser acompanhada de uma sensação de dormência.

6. Veias distendidas

As veias distendidas não causam complicações ou problemas maiores, mas quando um coágulo exerce pressão nos vasos sanguíneos, pode causar ruptura interna, vermelhidão ou hematomas.

Em alguns casos podem surgir varizes como resultado de uma trombose venosa nas pernas.

7. Linhas vermelhas na pele

Quando você notar listras ou linhas de cor vermelha na pele, aparecendo ao longo das veias, é preciso estar atento a outras mudanças da pele.

Inclusive, é preciso ter cuidado com as mudanças de humor para descartar a possibilidade de uma trombose arterial. Estas listras farão com que as extremidades fiquem quentes ao tato.

8. Febre

Quando você tem um coágulo de sangue e este entra na sua corrente sanguínea, pode causar febre. Este mal-estar costuma ser acompanhado de transpiração, tremores, enxaquecas, desidratação, fraqueza corporal e falta de apetite.

Recomendações para prevenir os coágulos no sangue

  • Procure ingerir alimentos ricos em vitamina B3, C e E, e minerais como zinco, magnésio, manganês. Você pode tomar suplementos minerais para a boa circulação.
  • Pare de fumar, já que o cigarro aumenta a formação de coágulos no sangue.
  • Mantenha um peso adequado, que esteja de acordo com o seu tamanho. Isso pode ser conseguido com exercícios físicos.
  • A obesidade e o sedentarismo são as principais causas de acidentes vasculares cerebrais e infartos causados por coágulos de sangue que se desprendem na corrente sanguínea.
  • Tome cuidado se você toma anticoncepcionais orais, já que os hormônios aumentam a coagulação no sangue.

melhorcomsaude

Anúncios
Publicado em covid-19, Saúde | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 25 Comentários

O que a saúde bucal tem a ver com a sua qualidade de vida

Se relacionar com as pessoas à sua volta e a sua autoestima não tem nada a ver com a saúde bucal, certo? Errado. Elas têm tudo a ver. Entenda a seguir o que é qualidade de vida e como ela pode ser afetada pela higiene da sua boca!

O que é qualidade de vida

O conceito de qualidade de vida abrange a saúde física, o estado psicológico, o nível de independência, relações sociais em casa, na escola e no trabalho. A sua relação com o meio ambiente também está inserida nessa concepção. 

A qualidade de vida está diretamente associada à auto-estima e ao bem-estar pessoal, mas ela compreende todas as camadas. Ou seja, o conceito está relacionado desde o seu estado emocional até a sua satisfação profissional.

Saúde bucal e qualidade de vida

Ao pensarmos em qualidade de vida, raramente associamos esse conceito à saúde bucal. Mas, o cuidado com a boca traz a manutenção do bem-estar do indivíduo e até uma melhora da autoestima e relações sociais.

Veja, a seguir, quais são os principais fatores que mostram a relação entre a qualidade de vida e saúde bucal.

Doenças e sua prevenção

Visitar o dentista periodicamente e fazer a higiene bucal diariamente são de extrema importância. Além da estética, é importante citar que várias doenças podem se manifestar ou mesmo se agravar pela precariedade da saúde bucal.

Uma boa higienização e visitas periódicas ao dentista podem evitar gengivites e periodontites, que causam grande desconforto. Esse desconforto pode atrapalhar atividades como a fala e a concentração, impactando na qualidade de vida. 

Relações sociais melhores

Uma boca mal higienizada ou alguma alteração estética pode causar uma má impressão externa. Dores e desconfortos na região bucal podem prejudicar a fala e a comunicação com as outras pessoas. 

Então, o cuidado com a saúde da boca, seja ele bom ou ruim, pode ter impactos nas suas relações sociais. Trabalhando, indo encontrar o seu crush ou saindo com os amigos, o cuidado bucal é essencial em todas as situações. 

Autoestima melhor

Uma região bucal bem cuidada faz toda a diferença para a sua autoestima. A boca tem uma importante função estética no rosto, isso faz com que ela seja muito importante para a aparência e a auto aceitação do indivíduo. 

A perda dos dentes, por exemplo, pode ter sérias consequências para a autoestima das pessoas, em qualquer idade. Ao sorrir, o indivíduo pode ficar desconfortável, talvez ouvir piadas dos amigos, e a sua auto estima fica bem abalada. 

Outra alteração causada pela falta de cuidado com a saúde bucal pode ser o mau hálito. Ela é uma condição que aparece devido à uma higienização precária da boca ou por doenças nesta região.

Saúde bucal na infância

Mesmo no período dos dentes de leite, é importante que a família se atente para a saúde bucal da criança. Uma higienização frequente impede a proliferação da bactéria causadora da cárie. 

A cárie pode causar problemas mais sérios depois do nascimento dos dentes permanentes da criança. É importante falar também que, em alguns casos, a correção ortodôntica dos dentes pode ser feita mais rápido e fácil na infância.

Isso porque o crânio não cresceu totalmente e a calcificação dos ossos ainda não está completa. Isso permite maior movimentação mecânica dos dentes nos casos que é preciso a correção.

Saúde bucal na terceira idade

O cuidado com a saúde da boca é importante na terceira idade. Isso porque, nessa fase, é comum o enfraquecimento natural de diversas partes do corpo, o que inclui também os dentes. 

Dessa maneira, não cuidar da saúde bucal pode trazer consequências graves para a autoestima do idoso. Quem tem doenças, como diabetes, precisa de cuidados mais intensos, principalmente na prevenção de gengivites e periodontites.

A partir da devida atenção com a saúde bucal, é possível aumentar muito a qualidade de vida do idoso.

Saúde bucal do adulto

Em todas as idades é importante cuidar da saúde bucal, mas, muitas pessoas quase não vão ao dentista. A higiene da boca é fundamental para manter ou elevar a sua qualidade de vida, por isso deve ser levada a sério. 

O adulto deve ir regularmente ao dentista e manter a higiene bucal em casa. Cuidar da sua boca influencia no modo como você se enxerga, por isso, ao cuidar dela, é possível elevar a sua autoestima. Uma boa pedida, pode ser ter um plano dentário, que aí essa ida ao dentista fica mais fácil! 

Cuide da sua saúde bucal, melhore a sua qualidade de vida e autoestima. Lembre-se de ir periodicamente ao dentista e manter a sua saúde bucal em dia!

Por Maria Gabriela Ortiz

Anúncios
Publicado em Dicas, Saúde | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , | 25 Comentários