10 tipos de vinagre para usar no dia a dia

O vinagre é um ingrediente clássico e tradicional. Ele é antigo, versátil e indispensável. É usado na culinária e também cumpre um importante papel na saúde, na beleza e na limpeza. Mas, para cada função, existe um tipo de vinagre diferente. Quais desses tipos você conhece? Veja a seguir, e passe a fazer o uso correto desse ingrediente tão importante.

1. Vinagre de álcool

O vinagre de álcool a partir da fermentação de álcool etílico proveniente da cana-de-açúcar. Naturalmente ele é transparente, ou seja, puro. É assim que ele pode ser usado para a limpeza doméstica. Mas também existem opções coloridas e aromatizadas com ervas e frutas. O vinagre de álcool é mais usado para fazer conservas, higienizar vegetais e temperar carnes.

2. Vinagre de arroz

Esse vinagre é obtido a partir da fermentação do arroz. O resultado é um composto sem sódio, e rico em aminoácidos e antioxidantes. É um vinagre bastante comum na culinária oriental, e pode ser feito com diferentes tipos de arroz. Seu sabor é levemente agridoce.

3. Vinagre balsâmico

Esse vinagre é feito a partir da uva, que é uma fruta rica em antioxidantes. Ele é um vinagre escuro e adocicado, e tem uma versão cremosa ótima para vários pratos, desde saladas, passando por carnes, molhos e até sobremesas. Não serve para limpeza.

4. Vinagre branco

O vinagre branco é feito a partir de cereais. Assim como o vinagre de álcool, é uma boa opção para limpeza doméstica, bem como para desinfetar vegetais e, claro, para temperar alimentos, como todos os outros tipos.

5. Vinagre de frutas

Também é possível fazer vinagre a partir da fermentação de vários tipos de frutas, como tangerina, abacaxi, maracujá, laranja, kiwi, manga, jabuticaba e framboesa. É usado como tempero, e uma opção que fornece bons nutrientes para a saúde.

6. Vinagre de sidra

Esse vinagre também é de fruta, mas feito exclusivamente do suco fermentado da maçã, que é a sidra. Ele é um dos menos ácidos e conhecido por ser rico em antioxidantes, assim como a maçã. Ele é usado para preparos diversos, como molhos, saladas, pratos agridoces e conservas. Seu sabor delicado funciona perfeitamente em picles, saladas e molhos para carne, principalmente de porco.

7. Vinagre orgânico

Esse vinagre pode ser feito de diferentes frutas, mas o que diferencia dos demais é que suas matérias-primas provêm da agricultura livre de agrotóxicos e sustentável.

8. Vinagre de vinho

Feito a partir do vinho tinto ou branco, esse é um vinagre mais usado para tempero de carnes, e precisa levar em conta seu poder de alterar a cor dos alimentos. Aliás, por isso, e também pelo aroma, não é recomendado para limpeza doméstica. Ele é rico em antioxidantes e tem um sabor frutado. Este vinagre é adocicado e frutado e pode ser utilizado em molhos vinagretes e molhos com sabores potentes.

9. Vinagre aromatizado

O vinagre aromatizado pode ter em sua composição especiarias, ervas, frutas e outros condimentos. Seu uso é mais frequente em molhos de saladas e também sobremesas.

10. Vinagre de malte

O vinagre de malte é produzido com malte de cevada fermentada. Após a produção da cerveja, faz-se este vinagre que é muito popular na Inglaterra. Vinagre de malte é utilizado no peixe com batata frita, prato tradicional da Inglaterra

Qual o melhor vinagre para usar na limpeza?

Basicamente, não há restrição de vinagre para usar na limpeza, exceto, é claro, o balsâmico cremoso. Mas, o recomendado é que dê preferência para os mais neutros e claros, só para evitar manchas em tecidos ou superfícies brancas, e para evitar que o aroma dele nos ambientes seja de comida.

O que faz esse produto ser bom para a limpeza é que todos os tipos são fermentados e resultam na produção de ácido acético, que é o nome científico do vinagre misturado com água. Esse ácido tem ação contra micro-organismos, como fungos e bactérias, e por isso serve como um desinfetante leve, tanto para alimentos quanto para superfícies e machucados no corpo.

Pitaco: O vinagre deve sempre ser diluído em partes iguais com a água, pois na sua versão pura pode causar irritação nos olhos, ardor no nariz e garganta, e congestão pulmonar.

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Como saber quando é fome e quando é gula?

Geralmente essa é uma pergunta que as crianças fazem para os pais quando ainda estão aprendendo a entender os sinais do próprio corpo. “Quando é que eu estou com fome de verdade e quando é só vontade de comer?” Bem, muitos adultos também podem ter essa dúvida, pois nunca é tarde para aprender a se comunicar com o seu corpo. Veja por partes.

O que é fome?

A fome é quando você sente aquele “vazio no estômago”, que às vezes até ronca. É uma sensação fisiológica que acontece quando o seu organismo precisa de mais nutrientes, sejam açúcares, gorduras ou aminoácidos, para continuar gerando energia.

O que é saciedade?

A saciedade é quando você come uma porção de alimento e a sensação de fome passa. Para estar satisfeito não precisa sentir que a barriga está cheia, estufada. A fome termina antes disso, quando você come uma porção de comida adequada ao que seu corpo necessita naquela refeição.

Muitas pessoas pensam que, para estar satisfeito, precisa não aguentar mais comer nada, só que não é verdade. Quando chega nesse ponto, quer dizer que você já comeu mais do que precisava.

O que é gula?

A gula é quando você não está sentindo fome, mas está com desejo por algum alimento ou um grupo de alimentos específicos, geralmente guloseimas. Poucas vezes as pessoas sentem gula por uma saladinha, pois a gula está relacionada ao seu estado emocional, que deseja alimentos mais “intensos” e que tragam uma memória afetiva prazerosa.

A gula é uma forma compulsiva de se alimentar, que acontece mesmo quando a pessoa acabou de comer e está satisfeita. Mas, não quer dizer que aconteça sempre, como a compulsão alimentar, que é um transtorno.

Muitas pessoas sentem gula só às vezes, como quando estão ansiosas, grávidas ou na TPM, pois o desejo por guloseimas está atrelado ao comportamento hormonal, que por sua vez está ligado ao seu emocional.

Como comer só o suficiente?

Uma das estratégias para evitar comer em excesso durante uma refeição é, aos poucos, ir aprendendo quando é a hora de parar, observando as suas sensações enquanto se alimenta.

Comer devagar, prestando atenção na comida, é bem importante para saber quando a fome já passou e a barriga ainda não está estufada. Se você comer rápido ou prestando atenção em outra coisa, como na internet ou na televisão, a tendência é que você coma mais do que precisa, sem perceber.

Se mesmo assim você tiver dificuldade em saber quando já está satisfeito, a dica é consultar um nutricionista que irá ajudá-lo a determinar porções adequadas para cada refeição. O nutricionista vai avaliar sua saúde e seu estilo de vida, e criar um cardápio com quantidades de comida o suficiente, evitando que você extrapole.

Agora, se o seu problema é a vontade de comer o tempo todo, mesmo sem estar com fome, pode ser que a questão seja outra, como um problema de tireoide ou mesmo emocional. No caso da tireoide, o médico endocrinologista poderá ajudar, e se for emocional pode ser que um psicólogo ou psiquiatra seja o melhor profissional a consultar.

Fonte: Dicasonline

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7 erros de higiene que fazemos na cozinha

Conhecido por suas aparições na televisão, o biomédico Roberto Figueiredo, o famoso Dr. Bactéria, ganhou popularidade por ensinar de forma simples como manter a casa sempre higienizada.

Em diversas entrevistas o profissional listou uma série de erros que quase todo mundo comete na cozinha e que devem ser evitados em nome da saúde. Confira alguns dos mais comuns e por que você deve abandonar os hábitos ultrapassados:

Erros de higiene que fazemos na cozinha

1. O hábito de lavar o arroz antes do preparo é antigo, mas considerado equivocado pelo Dr. Bactéria. Segundo o biomédico, eliminar a “água branca”, que nada mais é do que o amido do alimento, faz com que ele perca 75% de sua propriedade nutricional.

2. Lavar a carne em água corrente é outro erro que deve ser evitado. O processo não elimina bactérias e até aumenta as chances de contaminação. O especialista afirma que não há necessidade alguma em “limpar” o alimento. Também não há necessidade de lavar o frango antes de preparar.

3. Você também usa pregadores de roupa para fechar pacotes de bolachas e salgadinhos? O hábito é prejudicial porque o objeto, que normalmente fica na lavanderia, pode contaminar o alimento quando entra em contado com suas mãos.

4. Outro equívoco comum é armazenar o ovo na porta da geladeira. A região é a menos gelada e não oferece a refrigeração necessária para a manutenção adequada do alimento.

5. Exagerar na quantidade de detergente na hora de lavar a louça. O produto nunca dever ser aplicado na esponja, mas sim em uma bacia de água que deve ficar na pia enquanto você faz a higienização. O ideal é adicionar 8 gotas de detergente para cada litro de água.

6. Guardar o vinagre sob a pia é outro erro que muitas pessoas comentem. Segundo o Dr. Bactéria, o alimento, depois de aberto, deve ser mantido sob refrigeração, na geladeira, preferencialmente na porta.

7. A lixeira pequena que fica na pia da cozinha também deve ser abandonada. O profissional explica que o lixo deve estar sempre no chão e ser trocado diariamente.

8. O biomédico também recomenda que a tábua de carne feita de madeira que você possui na cozinha seja aposentada. O objeto favorece a contaminação dos alimentos e deve ser substituído por uma de vidro, preferencialmente.

9. É comum no dia a dia colocar para secar, na pia ou no fogão, o pano de louça úmido. O que você não sabe, no entanto, é que este pedaço de pano pode abrigar até 1 milhão de bactérias a mais que um vaso sanitário de banheiro público. Melhor dispensá-lo.

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Nada é permanente, nada é realmente nosso

O apego é entendido como um vínculo, um laço afetivo muito forte que determina o desenvolvimento da personalidade, a forma de nos relacionarmos com os outros e com tudo o que nos rodeia e, inclusive, a forma como nós vemos a vida. No entanto, o apego tem um inconveniente: nada é permanente, nada disso é realmente nosso.

Um certo tipo de apego é necessário. Trata-se daquele que precisa de uma figura estável nos primeiros anos de vida para um correto desenvolvimento cognitivo e emocional posterior. Por outro lado, o apego inseguro é aquele que nos preenche com ansiedade e medo diante do objeto ou da pessoa pela qual sentimos esse apego. Na verdade, todas as relações têm um certo componente de apego, apesar de nem todos os tipos serem saudáveis.

Algumas das nossas relações podem nos provocar ansiedade diante da perspectiva de perda. Para evitar isso, devemos lembrar que, seja o que for que a vida nos tenha dado, é apenas um empréstimo, pois nada é permanente. Ser grato é o primeiro passo para ter um apego seguro com as pessoas ao nosso redor. O mesmo ocorre com o trabalho, as férias e com qualquer situação do momento presente.

“Agradeça com todo o seu ser por tudo que a vida lhe traz; afinal de contas, é o que você cultivou”.

Precisamos entender que nada é permanente

Ter relacionamentos nos quais nos sentimos seguros não é um dom, mas uma arte que exige vontade e prática. Quando uma relação se mantém somente por hábito, e não existem outras razões que lhe deem sentido, estamos diante de um apego inseguro. O ideal para a nossa higiene mental é acabar com essa situação.

Se não aprendermos a soltar, se não deixarmos ir, as consequências serão muito mais negativas. Se o apego pode mais do que nós e ficamos presos, grudados aos sonhos, fantasias e ilusões, o sofrimento vai crescer sem parar e a tristeza será a nossa companheira de viagem. Buda, em umas de suas famosas frases, indicou que a origem do sofrimento está, precisamente, no apego.

Nada é completamente seu, a vida te empresta, te presenteia para que você aprenda a apreciar e também a se despedir.

No entanto, nem todos os apegos são ruins, existem alguns que são necessários e úteis. Um apego seguro se baseia em saber aproveitar o que nós temos neste momento, sem precisar que continue ao nosso lado para estarmos bem. Se olharmos o que está nos provocando sofrimento com uma nova visão, compreenderemos que não é esse objeto o que nos causa dor, mas a maneira como nos prendemos a ele.

Nosso problema com o apego acontece porque percebemos as coisas como entidades permanentes. No empenho de alcançar os nossos objetivos, empregamos a agressividade e a competição como ferramentas supostamente eficazes, e nos destruímos cada vez mais durante o processo. Para evitar isso, é necessário que você entenda que nada é permanente.

“As pessoas são tão lindas quanto o pôr do sol, se permitirmos que elas sejam assim. Na realidade, pode ser que a razão pela qual apreciamos verdadeiramente um pôr do sol é porque não podemos controlá-lo”.
– Carl Rogers –

Dependência diante da independência

Nosso contexto cultural nos convida a viver dependendo de outras pessoas: pais, filhos, companheiros amorosos, etc. Desde pequenos nos impõem a ideia do amor romântico, aquele no qual os membros do casal não podem, nem devem viver longe um do outro. No entanto, a dependência nas relações românticas é altamente prejudicial, nos transformando em pessoas totalmente incapazes a nível emocional.

A dependência, assim como qualquer outro construto (construção mental criada a partir de elementos simples para ser parte de uma teoria), não é boa nem ruim por si só. Em um certo grau, ela sempre está presente em nossas vidas. É algo que todos nós deveríamos admitir diante do mundo e de nós mesmos, já que nos levaria a reconhecer e adquirir estilos de relacionamento mais saudáveis com as outras pessoas.

Atualmente, existe uma tendência a tratar a dependência com um certo desprezo, como se ela fosse um sinal de fraqueza. No entanto, se pararmos para pensar, quase todos os aspectos da vida são o resultado de esforços alheios. A nossa preciosa e magnífica independência pode ser mais uma ilusão, ou uma fantasia, do que um fato tangível. Para ter uma vida feliz, precisamos de amigos, boa saúde e bens materiais; curiosamente, são âmbitos nos quais dependemos de outras pessoas.

Nossa necessidade dos outros é um paradoxo. Ao mesmo tempo em que, na nossa cultura atual, exaltamos a mais feroz independência, também ansiamos a intimidade e a conexão com uma pessoa especial e querida. O segredo, portanto, está em amar, mas sem precisar. 

“Em nossas loucas tentativas, renunciamos ao que somos por aquilo que queremos ser”.
– William Shakespeare –

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Confira 13 alimentos que ajudam a controlar a diabetes

Diabetes mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia, a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).

Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:

Diabetes tipo 1: O pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina.

Diabetes tipo 2: As células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade.

Sintomas:

  • Poliúria – a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);
  • Aumento do apetite;
  • Alterações visuais;
  • Impotência sexual;
  • Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
  • Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
  • Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
  • Distúrbios cardíacos e renais.

Veja uma lista de 13 alimentos que ajudam a controlar a diabetes:

1) Carboidratos integrais: são fundamentais para o diabético, pois contêm nutrientes e fibras que ajudam a controlar o nível de glicemia no sangue. O principal ingrediente do carboidrato integral é o cromo, que ajuda no metabolismo da glicose, na manutenção da glicemia (níveis da glicose no sangue), e contribui ainda para a regulação do apetite e da vontade de comer doce, ajudando no controle do peso, que é muito importante para o diabético.

É preciso ficar atento aos rótulos dos alimentos: produtos diet feitos com farinha branca, por exemplo, não são adequados para diabéticos. Ela aconselha substituir o arroz branco pelo arroz integral, o pão branco pelo pão 100% integral e consumir os diversos cereais integrais existentes.

2) Salsa: possui vanádio na sua composição, que ajuda no aumento da captação de glicose, prolonga a ação da insulina e ainda aumenta a sensibilidade do organismo à insulina. Dica: acrescente salsa à salada, ao arroz, etc, sempre deixando-a o máximo possível in natura, sem cozinhar.

3) Folhas verdes: são abundantes em magnésio, mineral essencial ao organismo que melhora o comportamento dos receptores hormonais da insulina, o que melhora a captação de glicose pelas células. Isso melhora os níveis de glicose e a sensibilidade à insulina. A nutricionista ressalta que é importante que a salada crua seja consumida diariamente pelo diabético, pois é onde estão os nutrientes e as fibras mais intactos, de preferência no almoço e no jantar.

4) Espinafre e tomate: representam o ácido lipóico, um antioxidante que melhora muito a sensibilidade à insulina, ajudando no controle do açúcar no sangue. O espinafre pode ser consumido cozido ou cru em saladas.

5) Frutas: a nutricionista Carolina Santos explica que, de maneira geral, os diabéticos podem sim comer frutas. Existem apenas alguns casos específicos, quando a glicemia está muito descontrolada, em que o médico pode prescrever uma dieta mais restrita temporariamente. O recomendado é que diabéticos optem por frutas ricas em fibras, como a maçã com casca, especialmente após as refeições, quando a absorção da glicose se dá de forma mais lenta. Frutas também são fontes de flavonoides, com função antioxidante.

6) Amêndoas: alimento rico em zinco, que protege as células beta do pâncreas, produtoras da insulina (no caso dos diabéticos do tipo 2). O zinco também contribui na síntese, secreção e utilização da insulina.

7) Gérmen de trigo: rico em fibras e em vitamina E, importante para melhorar a sensibilidade à insulina. Possui ainda o manganês, que ajuda na síntese e na sensibilidade à insulina. Uma colher de sopa do gérmen de trigo ao dia já supre a necessidade diária de manganês.

8) Yacon: é uma batata de textura macia, saborosa e levemente adocicada que lembra o sabor da pêra ou do melão. Pode ser consumida crua, como uma fruta. Além de ter baixos índices glicêmicos, tem frutooligossacarídeo em quantidades que ajudam a melhorar a sensibilidade à insulina.

9) Farinha de casca de maracujá: tem fibra solúvel na sua composição, que ajuda a controlar os níveis de glicose no sangue. Pode ser misturada nas refeições em alimentos como arroz ou feijão, para ajudar a retardar a absorção dos açúcares.

10) Linhaça: o consumo de 40g de linhaça por dia (cerca de 2 colheres de sopa) ajuda a melhorar a sensibilidade à insulina. Pode ser misturada à salada, de preferência moída, ou em sucos e vitaminas.

11) Canela: tem polifenóis e cromo, nutriente fundamental para o metabolismo da glicose. Além de melhorar a resistência à insulina, ajuda a melhorar os níveis de glicose em jejum. Pode ser consumida em bebidas como café ou chá, por exemplo.

12) Farelo de aveia: é a parte da aveia com maior concentração das fibras beta-glucanas, que ajudam a controlar a glicemia. Duas colheres de sopa de farelo de aveia ao dia já ajudam no controle da glicemia.

13) Chocolate com alto teor de cacau: tem alto teor de flavonoides, que ajudam no controle da pressão arterial e melhoram a sensibilidade à insulina de hipertensos. O ideal para os diabéticos é consumir o chocolate diet (sem açúcar) com alto teor de cacau (amargo).

Fonte: portalraizes

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