Saúde no inverno: quais cuidados você deve ter?

Todo inverno é a mesma coisa: nariz escorrendo, garganta doendo, aquela moleza no corpo, não é mesmo? E se a gente contar que dá para evitar esses sintomas ou, pelo menos, diminuir a gravidade deles?

Sim, é verdade! Com os devidos cuidados no inverno, é possível passar por esse período mais frio com muita saúde.

Então, vem com a gente conhecer algumas boas maneiras para manter a saúde e o bem-estar no inverno.

Por que é importante cuidar da saúde no inverno? 

No inverno, é comum ficarmos mais doentes. Isso se deve, principalmente, a dois fatores: o ressecamento do ar e às aglomerações, que se tornam mais intensas devido à diminuição da circulação do ar.

Quando estamos em um local fechado, como uma sala de aula, fechamos as janelas no inverno devido ao frio. Isso permite que os agentes causadores de doenças, como vírus ou bactérias, fiquem “presos” no ambiente, contaminando as pessoas.

Além disso, a queda da umidade do ar deixa o nosso nariz mais seco, o que prejudica a proteção natural do organismo contra a entrada desses causadores de doenças. Assim, ficamos mais suscetíveis a adoecer.

Principais problemas de saúde relacionados ao inverno 

No inverno, é comum que problemas como os mencionados abaixo apareçam com mais frequência. Por isso, fique sempre atento aos sinais do seu corpo.

  • Gripe;
  • Asma;
  • Rinite;
  • Resfriado;
  • Bronquite;
  • Pneumonia;
  • Sinusite, entre outros.

Os principais sintomas desses problemas são nariz escorrendo, tosse seca ou com secreção, febre, mal-estar, espirros e dores pelo corpo. 

Além disso, é importante reforçar que outros problemas respiratórios, como a Covid-19, também podem ficar mais evidentes no inverno.

Cuidados redobrados no inverno

Há quem pense que, no inverno, a única grande mudança é no vestuário. Basta incluir algumas peças quentinhas e pronto.

Embora essa seja uma atitude correta e recomendável, ela sozinha não garante um inverno saudável, sendo necessário cuidar de outros aspectos igualmente importantes.

A pele, por exemplo, fica mais ressecada do que o normal, pois transpiramos menos e usamos a água mais quente na hora do banho.

Pessoas cardíacas também devem caprichar nos cuidados com a saúde no inverno. O número de infartos cresce cerca de 30% e os de AVC, 20% nessa época do ano.

Isso acontece porque nosso coração precisa fazer um esforço maior para manter a temperatura do corpo, protegendo o funcionamento dos órgãos vitais.

É possível enfrentar o inverno com saúde?

Lógico! Hoje em dia, temos fácil acesso às informações e cuidados que ajudam a garantir uma vida saudável na época de frio. É preciso apenas se organizar para fazer as alterações necessárias na rotina.

Assim que o verão se despedir, é o momento de organizar uma listinha com as prioridades e cuidados com a saúde no inverno. Separe as roupas e itens que ficam guardados para arejar.

O ideal é lavar ou higienizar cada item, para se livrar da poeira e do mofo que ficam acumulados nas peças.

Se você ou alguém da família precisa de atenção especial, é hora de marcar um atendimento com o médico e fazer um check-up para garantir que tudo está sob controle para enfrentar o período sem maiores preocupações.

Principais cuidados com a saúde no inverno

  • Cuidar da alimentação

É preciso reforçar o sistema de defesa do nosso corpo para enfrentar as temperaturas baixas. Por mais que a ideia de ficar embaixo das cobertas comendo chocolate seja tentadora, o ideal é ingerir bastante água e consumir legumes e verduras, principalmente os ricos em vitamina C.

  • Renovar o ar em casa

Um mito comum é que as janelas precisam estar bem fechadas para não trazer as doenças do frio. O ideal é circular bastante o ar na casa e aproveitar cada minuto de sol.

A concentração de poeira auxilia na proliferação de ácaros e bactérias, que ajudam a desencadear ou, até mesmo, a piorar os problemas de saúde.

  • Fique sempre de agasalho

“Leva um casaco que vai esfriar!”. Quem nunca ouviu essa frase, não é mesmo? A sabedoria das mães tem fundamento.

Variações bruscas na temperatura podem promover ou piorar dores de cabeça e baixas na imunidade, abrindo as portas para os primeiros sintomas de gripes e resfriados.

Fora isso, o conforto térmico também é fundamental para o bem-estar. Afinal, passar frio nunca é legal!

  • Atenção aos idosos

As doenças cardiovasculares e vasculares também representam um risco grave para a saúde dos idosos.

Estas condições podem ser agravadas durante as noites mais frias, devido à vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos sanguíneos, aumentando o risco para que algo mais grave ocorra, como uma isquemia cerebral, por exemplo.

Para evitar essas complicações durante a noite, é preciso mantê-los aquecidos. O uso de roupas adequadas para o frio, como pijamas de manga longa e meia, colabora para que os vovôs fiquem protegidos.  

Cobertores e edredons também ajudam a manter uma temperatura corporal estável.

Vale optar por um ambiente aquecido com a ajuda de um aquecedor, quando necessário, mas tome cuidado e redobre a atenção ao utilizar o aparelho.

E sempre consulte um médico para monitorar a saúde dos idosos.

  • Proteção labial

Lábios ressecados são comuns no inverno e podem causar feridas e rachaduras. O ideal para evitar esse desconforto nos lábios é usar hidratantes específicos, sendo o mais comum a manteiga de cacau.

Para as mulheres, o uso diário do batom também auxilia nessa hidratação.

  • Não esquecer o protetor solar

Não é porque está frio lá fora que o protetor solar deve ser abandonado. Na verdade, os raios nocivos existem o ano todo, independentemente da época do ano.

Como no inverno a exposição ao sol é menor, a pele fica mais clara e menos protegida. Portanto, a rotina no uso de bloqueadores deve ser contínua.

Agora que você já sabe como cuidar da sua saúde no inverno, não perca tempo. A sua saúde em primeiro lugar!

http://unimedriopreto.com.br

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Após Endrick, o meia-atacante Luis Guilherme se despede do Palmeiras

Uma geração vai se despedindo do Palmeiras. Após a saída definitiva de Endrick para o Real Madrid, o meia-atacante Luis Guilherme está de malas prontas para o futebol inglês. Quem deseja realizar as suas apontas online na próxima edição da Premier League, basta se cadastrar no site da Pinnacle.

A empresa do setor de iGaming faz a cobertura das melhores competições esportivas do planeta, incluindo o Campeonato Brasileiro, o Campeonato Inglês, a Copa América, a Eurocopa, a Liga Espanhola, a Liga dos Campeões da Europa e muito mais! Não perca mais tempo e palpite na sua competição favorita agora mesmo!

Venda de Luis Guilherme para o West Ham 

O jogador revelado pelo Palmeiras vai se transferir para o West Ham, da Inglaterra. O atacante de 18 anos foi aprovado nos exames clínicos e não deve mais vestir a camisa do Verdão. Conforme a mídia esportiva, a negociação foi fechada em 30 milhões de euros – ou R$ 170 milhões, sendo 23 milhões de euros fixos e outros 7 milhões de euros em bônus. Ou seja, o montante pode crescer de acordo com as metas esportivas a serem alcançadas pelo jovem. 

O Palmeiras ainda conseguiu a manutenção de 20% do lucro que o West Ham obtiver em uma futura venda do atleta para outro time. Entretanto, o jogador se despede imediatamente, portanto, a sua última exibição foi diante do Criciúma, em jogo do Campeonato Brasileiro. 

No caso, ele entrou em campo no segundo tempo do confronto e foi determinante para a virada do Alviverde em cima da equipe catarinense. Com 18 anos completos, Luis Guilherme pode se apresentar ao novo clube nesta janela de transferência!

É importante mencionar que ele faz parte de uma geração de ouro das categorias de base do Palmeiras. Ele, Endrick e Estevão atuaram juntos nas divisões inferiores e já eram apontados como nomes de grande potencial no clube. O próximo a ter o seu futuro selado deve ser Estevão, que está na mira do Chelsea. 

A tendência é que o Palmeiras busque reforços para compensar as saídas de jovens promissores e atletas mais experientes, como o zagueiro Luan. 

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12 perguntas para saber se você tem “problemas de raiva”

Muitas pessoas procuram terapia quando sentem que não estão no controle de sua raiva. Elas podem dizer coisas como:

“Eu perco a paciência com frequência e de maneira inesperada. Gostaria de poder controlar isso, mas até mesmo os menores inconvenientes me tiram do sério.”

“Eu tenho dificuldade de comunicar meus problemas com os outros sem que isso vire uma briga. Começo com boas intenções, mas minha raiva sempre acaba transbordando e eu acabo magoando os outros.”

“Não importa o que eu faça, não consigo deixar de sentir que todos ao meu redor tentam me irritar — mesmo que não estejam — e sempre acabo em uma discussão.

Embora problemas de controle de raiva sejam incrivelmente comuns, muitas pessoas minimizam ou ignoram essas questões, dizendo a si mesmas: “É assim que eu sou.” No entanto, essa mentalidade simplista abre portas para uma variedade de desafios sociais e emocionais.

Veja como identificar se você tem um problema e, se tiver, o que pode fazer para controlá-lo:

A Escala de Controle da Raiva (ECR) foi desenvolvida pela Dra. Sandra Stith, professora de terapia de casais e família, e pela Dra. Sherry Hamby, professora de pesquisa e renomada ativista por vítimas de trauma e violência.

A ECR foi projetada para medir as tendências dos indivíduos de escalar situações ou atribuir sua raiva negativamente aos outros, bem como sua capacidade de se acalmar e usar estratégias de calma de forma eficaz. Para usar a escala, os indivíduos avaliam seu nível de concordância com as seguintes 12 afirmações. (Para isso, use uma escala de “discordo totalmente”, “discordo parcialmente”, “não concordo nem discordo”, “concordo parcialmente” e “concordo totalmente”.)

  • 1. Quando discuto, frequentemente elevo minha voz.
  • 2. Quando alguém arranja uma briga comigo, eu revido.
  • 3. Se continuo pensando no que me deixou com raiva, fico mais zangado.
  • 4. Meu parceiro gosta de me deixar com raiva.
  • 5. Quando alguém é gentil comigo, eu me pergunto o que a pessoa quer.
  • 6. Meu parceiro é rude comigo a menos que eu insista em ser respeitado.
  • 7. Frequentemente não percebo quando estou começando a ficar com raiva.
  • 8. Normalmente não consigo perceber quando estou prestes a perder a paciência.
  • 9. Quando sinto que estou começando a ficar com raiva, frequentemente evito falar sobre o problema.
  • 10. Não costumo fazer uma “pausa” como forma de controlar minha raiva.
  • 11. Fazer uma pausa nunca me ajuda a manter a calma.
  • 12. Raramente tento pensar em algo agradável para evitar pensar na minha raiva.

Sem tomar as medidas necessárias para identificar quando a raiva é uma parte problemática da vida de alguém, os problemas podem facilmente ser descartados como um hábito inquebrável ou traços de personalidade fixos. Por sua vez, as causas raízes de sua raiva também são negligenciadas — permitindo que padrões destrutivos de comportamento realmente se tornem um hábito inquebrável.

Numerosas pesquisas sugerem que a raiva é uma “contaminação emocional” — uma que pode prejudicar severamente os relacionamentos com amigos, familiares e parceiros. Mais preocupante ainda, a má gestão da raiva tem sido associada a uma variedade de distúrbios de humor, ansiedade e uso de substâncias, bem como doenças cardiovasculares.

Se você tem dificuldade em controlar sua raiva e os surtos relacionados, aqui estão duas práticas que podem ajudá-lo em momentos de fúria e que, se repetidas com frequência, podem ajudar a manter sua raiva sob controle.

1. Reestruturação Cognitiva

A reestruturação cognitiva é um método de mudar padrões de pensamento negativos que contribuem para a raiva, substituindo-os por pensamentos mais positivos e racionais. Envolve reconhecer e desafiar pensamentos irracionais ou distorcidos e reformulá-los para ver o quadro geral:

– Identifique pensamentos distorcidos. Quando você se sentir com raiva, reserve um momento para identificar os pensamentos específicos que estão passando pela sua mente. Você está pensando em termos absolutos, como “sempre” ou “nunca”? Está catastrófico, assumindo o pior resultado possível? Desafie seus pensamentos. Faça perguntas a si mesmo para desafiar esses pensamentos. Há evidências para apoiar esse pensamento? Há evidências contra ele? Estou generalizando com base em um evento? O que eu diria a um amigo nesta situação?

– Reformule seus pensamentos. Substitua os pensamentos distorcidos por outros mais racionais. Em vez de pensar, “Isso é terrível, tudo está arruinado”, você pode pensar, “Isso é frustrante, mas eu posso lidar com isso e não é o fim do mundo.” Pratique isso regularmente para torná-lo um hábito.

2. Técnicas de Grounding

Técnicas de grounding são exercícios que ajudam você a se conectar com o mundo ao seu redor e com o momento presente — o que pode interromper a escalada da raiva ao minimizar sua intensidade emocional. A Técnica 5-4-3-2-1 é particularmente útil em momentos de raiva, pois força você a se concentrar na integração sensorial:

  • Identifique cinco coisas que você pode ver ao seu redor.
  • Identifique quatro coisas que você pode tocar.
  • Identifique três coisas que você pode ouvir.
  • Identifique duas coisas que você pode cheirar.
  • Identifique uma coisa que você pode provar.

Ao engajar seus sentidos, você desloca seu foco dos pensamentos que induzem a raiva para o ambiente imediato. Essa redireção tem resultados muito mais imediatos e eficazes do que alguns métodos — como técnicas de respiração e “pausas” — podem permitir. Pode tirar sua mente do que o deixa com raiva surpreendentemente rápido, permitindo-lhe um momento de paz e, por sua vez, retomar o controle.

A raiva pode ser cegante, mas não precisa controlar sua vida. Use a Escala de Controle da Raiva para descobrir como você pode assumir o controle de suas emoções.

Fonte: msn – https://x.gd/wd0L6

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Medicamentos: tudo o que você precisa saber sobre o uso correto

A eficácia de vários tratamentos médicos depende do uso de medicação. Saiba como utilizar corretamente os medicamentos e conheça os riscos da automedicação para a saúde

Os medicamentos desempenham papel crucial no sucesso de muitos tratamentos médicos. É essencial, porém, entender que a utilização incorreta desses fármacos pode, além de comprometer a eficácia do tratamento, colocar em risco a saúde e o bem-estar do paciente.

Cada medicação apresenta características e instruções específicas, que devem ser seguidas cuidadosamente.

Neste texto, você vai aprender a usar medicamentos corretamente e saber como armazenar cada um deles de maneira adequada. Com essas orientações, você ficará seguro para garantir a eficácia do seu tratamento e o uso de maneira segura.

Como usar os medicamentos de forma correta

Em reconhecimento à importância deste tema, o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, celebrado em 5 de maio, serve como um lembrete para a conscientização sobre o uso correto dos medicamentos. Neste contexto, a Unimed-BH se dedica a fornecer orientações valiosas aos pacientes, destacando a necessidade de atenção às particularidades de cada medicamento prescrito.

As orientações a seguir são fundamentais para garantir um tratamento eficaz e seguro:

1 – Não distribua seu medicamento a outras pessoas: cada medicamento é prescrito por um médico para uma condição de saúde específica de um paciente. Compartilhar medicamentos pode não apenas ser ineficaz, mas também perigoso. É também fundamental evitar a automedicação baseada em conselhos de amigos e familiares. Apenas um profissional da saúde pode prescrever um tratamento adequado.
2 – Siga as orientações da prescrição médica: os medicamentos devem ser tomados exatamente como prescritos, na dosagem e nos horários indicados. Ignorar ou alterar essas instruções pode comprometer a eficácia do tratamento e aumentar o risco de efeitos colaterais. Em caso de dúvidas ou dificuldades em seguir a prescrição, é essencial buscar orientação médica.
3 – Monitoramento dos efeitos e interação medicamentosa: é importante estar atento aos efeitos que os medicamentos produzem e comunicar qualquer reação adversa ao médico. A interação medicamentosa pode alterar a eficácia dos tratamentos e causar reações adversas. Por isso, é essencial informar ao profissional todos os medicamentos que está tomando, inclusive os comprados sem prescrição.
4 – Tirando dúvidas com os profissionais de saúde: o diálogo aberto com o médico e o farmacêutico é fundamental. Esclareça todas as suas dúvidas, desde a forma de administração até os possíveis efeitos colaterais. Uma dica: anotar perguntas antes das consultas pode ser uma estratégia eficaz para garantir que todas as dúvidas sejam esclarecidas.
5 – Deixei seu médico informado: informe o seu médico sobre todos os medicamentos que está utilizando, incluindo aqueles adquiridos sem prescrição. Essa informação é crucial, especialmente antes de procedimentos médicos, como exames e cirurgias.
6 – Não interrompa o tratamento: é essencial manter a regularidade no uso de medicamentos, especialmente aqueles de uso contínuo. Organize-se para adquirir novas doses antes do término da atual, evitando interrupções que podem comprometer o tratamento.


Medicamento de uso oral

Medicamentos orais, como cápsulas, pastilhas, drágeas, comprimidos, gotas, xarope, suspensão, pós e soluções orais, devem ser administrados conforme as orientações específicas. Alguns precisam ser tomados com alimentos, outros com o estômago vazio. Sempre siga as recomendações do médico ou do farmacêutico.

  • Ingestão dos medicamentos

A maioria dos medicamentos deve ser ingerida com um copo cheio de água. Existem, porém, orientações diferentes para alguns casos. Não mastigue o medicamento. Se não conseguir engolir o comprimido inteiro, converse com seu médico sobre outras formas de tomar a medicação. Verifique sempre as recomendações para cada medicamento específico.

  • Manuseando os medicamentos

É importante manusear os medicamentos com cuidado. Não modifique a forma dos comprimidos, cápsulas ou drágeas, a menos que isso seja instruído pelo médico. Em casos de dificuldade de ingestão, informe o profissional de saúde para que ele possa ajustar o tratamento.

  • Dosagem

Em relação a medicamentos líquidos, use o recipiente dosador que acompanha o produto para garantir a dose correta. A precisão na dosagem é crucial para a eficácia do tratamento.

Atenção especial para medicamentos adquiridos sem prescrição

É vital informar ao médico sobre o uso de qualquer medicamento adquirido sem prescrição, incluindo vitaminas, analgésicos, antitérmicos, anti-inflamatórios, dentre outros. Esses podem não só interagir com medicamentos prescritos e afetar a eficácia do tratamento, como também causar efeitos colaterais.

Armazenamento: como guardar medicamentos com segurança

O armazenamento correto dos medicamentos é essencial para preservar sua eficácia e evitar danos. Seguir as orientações de armazenamento não só garante a efetividade do tratamento, mas também reduz riscos de acidentes.

Aqui estão algumas orientações importantes para armazenar seus medicamentos de forma segura e eficiente:

1 – Mantenha os medicamentos em sua embalagem original: a embalagem original é desenhada para proteger o medicamento de luz e ar. Além disso, a bula incluída contém informações vitais, como dosagem, efeitos colaterais e interação medicamentosa, que podem ser necessárias para consultas futuras.
2 – Escolha locais secos, frescos e limpos: guarde seus medicamentos em locais que sejam livres de sujeira, poeira e outras partículas. Isso ajuda a manter a integridade dos medicamentos.
3 – Evite calor, umidade e luz direta: lugares como banheiros e cozinhas geralmente são úmidos e podem danificar os medicamentos. O calor e a luz direta do sol também são prejudiciais. Prefira armários e gavetas em ambientes com temperatura controlada.
4 – Cuidados com medicamentos que necessitam de refrigeração: alguns medicamentos precisam ser mantidos em baixas temperaturas. Armazene-os na geladeira, longe da porta, para evitar flutuações de temperatura. Certifique-se de que eles não congelem.
5 – Não exponha medicamentos a extremos de temperatura: evite deixar medicamentos em carros ou locais onde possam ser expostos a temperaturas muito altas ou baixas.
6 – Verifique regularmente a data de validade: descarte medicamentos que passaram do prazo de validade. Eles podem perder a eficácia e até mesmo se tornar prejudiciais.
7 – Mantenha medicamentos fora do alcance de crianças e de animais de estimação: medicamentos podem ser perigosos se ingeridos acidentalmente. Por essa razão, use armários altos ou trancas para evitar o acesso indevido.
8 – Evite acumular medicamentos não utilizados: não guarde em casa medicamentos que não estão sendo usados ou que tenham sido prescritos para condições anteriores. Eles podem ser confundidos ou usados de maneira inadequada.

Seguindo essas orientações, você contribuirá para a segurança e eficácia do seu tratamento, além de evitar acidentes domésticos relacionados a medicamentos.

Atenção: É comum que algumas pessoas mantenham a famosa “farmacinha” em casa, tendo sempre disponíveis medicamentos de vários tipos. Essa prática não é indicada, acima de tudo em razão dos riscos da automedicação.

Conteúdo copiado de https://viverbem.unimedbh.com.br/prevencao-e-controle/uso-medicamentos/

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Relacionamento saudável: como cultivar o afeto em relações amorosas

Ter convívio íntimo com outra pessoa, muitas vezes tão diferente de você, nem sempre é fácil, mas é possível alinhar os objetivos em comum e aprender a respeitar as diferenças para fortalecer a relação.

Você sabia que um relacionamento saudável reduz os níveis de estresse e contribui para a melhora do seu bem-estar e da sua saúde mental?

Por isso, a atenção com o seu amor deve ser constante e não somente em datas especiais como o Dia dos Namorados. Isso inclui o amor-próprio, pois é preciso estar bem consigo mesmo para fazer outra pessoa feliz. 

O amor inspira, é verdade. Não por acaso, o tema é recorrente na literatura, no cinema e na música ao longo da história. E, como em toda relação social, deve ser fortalecido e cuidado para se tornar sólido e duradouro.

Como ter um relacionamento saudável?

A atenção com o outro é o principal elemento para fortalecer a relação, mas é importante não descuidar de você. Em muitos casos, uma ajuda profissional, individual e/ou para o casal, pode ser essencial para fortalecer o relacionamento.  

Lembre-se de que uma relação envolve duas pessoas com diferentes visões de mundo, incluindo desejos e pensamentos. Se o objetivo é permanecer juntos, enaltecer as semelhanças e respeitar as diferenças são atitudes fundamentais. 

Como cultivar uma relação duradoura?

Geralmente, o início de um relacionamento é marcado por descobertas e encantamento. Você e seu parceiro ou parceira estão apaixonados e radiantes; os níveis de ocitocina, substância conhecida como o hormônio do amor, estão nas alturas.

Ao mesmo tempo, pode surgir embate de ideias, o que é normal, já que estamos falando de dois seres humanos se conhecendo. Neste momento, é importante dizer o que você pensa, sem desmerecer os sentimentos da outra pessoa.

É no início do relacionamento que muitos casais aprendem a se entender e estabelecem, ainda que de forma inconsciente, algumas “regras” da relação.

Passada essa fase, é importante fugir das armadilhas que a intimidade impõe para não cair em um relacionamento tóxico. Invadir a privacidade do outro, por exemplo, pode parecer tentador quando vocês dividem a rotina, mas também demonstra insegurança e desconfiança, o que pode enfraquecer a relação.  

Afinal, existe uma fórmula mágica? 

O amor não é uma ciência exata; logo, não existe nenhuma fórmula mágica para cultivar uma relação saudável. No entanto, algumas atitudes podem contribuir para fortalecer o relacionamento. 

Há casais que adotam regras de convivência na relação, uma espécie de “pacto social”. A fidelidade é uma delas. Mas nem todas as regras aplicadas em relacionamentos alheios vão servir para você e seu parceiro(a).  

É preciso considerar as particularidades de cada integrante do casal para, então, construir um conjunto de ideais que se encaixe na relação.

Como identificar um relacionamento tóxico

Se você sente medo e culpa constantemente em uma relação, se não percebe o apoio do parceiro ou parceira e se tem a sua privacidade violada com frequência, cuidado. Você pode estar em um relacionamento tóxico. 

Nesse tipo de relação, a vítima costuma demorar para perceber o que está acontecendo, seja por medo de perder a pessoa amada, seja pela culpa de não se sentir boa o suficiente para o outro. 

Em caso de dúvida, procure outras pessoas nas quais você confia e conte as situações conflitantes de seu relacionamento. Se você está sempre errada em todas as brigas e discussões, por exemplo, o problema pode estar no outro.  

Ter acesso a uma visão externa sobre a sua relação pode ser o que falta para perceber que está em um relacionamento abusivo. Não hesite em procurar ajuda profissional para sair dessa situação se for preciso.    

5 dicas para um relacionamento saudável

Embora não exista nenhuma fórmula mágica para ter um relacionamento saudável, é possível fugir de conexões tóxicas. Neste caso, o principal pilar é o respeito mútuo. Veja, a seguir, algumas dicas para aumentar as chances de viver feliz em par.

1 – Comunicação

O diálogo é uma via de mão dupla, portanto é preciso verbalizar o que você pensa e sente para que seu companheiro ou companheira entenda as suas necessidades. Mas também é imprescindível ouvi-lo(a). Só assim vocês conseguirão aparar as arestas para crescerem juntos.  

Muitas vezes, pode parecer difícil lidar com ideias tão diferentes das suas, mas isso não significa que elas sejam erradas. Se deparar com outras perspectivas de mundo e buscar entendê-las pode ajudar você a crescer como indivíduo também.

2 – Paciência

Nenhum relacionamento saudável é composto apenas de bons momentos. O erro é uma característica inerente ao ser humano. Quando estamos estressados por algo que aconteceu no dia, a tendência é descontar em quem está mais próximo.

No entanto, se o estresse e a ansiedade são recorrentes na sua rotina, é importante buscar ajuda profissional para saber lidar com essas sensações antes que seu relacionamento e sua vida sejam afetados. 

Por outro lado, o motivo do estresse pode ser justamente alguma atitude do parceiro ou parceira. Lembre-se de que você não vai estar bem o tempo todo, nem o outro. É preciso ter paciência para resolver os problemas entre vocês e evitar torná-los um receptáculo das suas frustrações.

Se sentir nervosismo em excesso para ter um diálogo resolutivo, espere se acalmar antes de iniciar a conversa.

3 – Respeito

Ao dividir a vida com outra pessoa, você não se torna parte do outro. Suas necessidades específicas, portanto, devem ser mantidas. Um casal é formado por dois indivíduos, geralmente bem diferentes, e cada um deles deve ter o seu espaço respeitado. 

Não abra mão de seus momentos a sós ou com outras pessoas para fazer o que gosta, e apoie o seu amor para que ele faça o mesmo. Isso vai ajudá-los a manter a individualidade e a fortalecer ainda mais uma relação de respeito.

4 – Cuidado com o excesso de ciúmes

O ciúme é absolutamente normal não só em relacionamentos amorosos, mas em outras relações sociais. O problema começa quando ele passa da conta e se torna determinante para brigas intensas, desconfiança e desrespeito. 

Se algo incomoda você, converse com seu par, deixando claro o que você está sentindo. Cuidado para não jogar nele a culpa sobre um sentimento que é seu. Procurem entender, juntos, os motivos do conflito. Falar sobre isso abertamente vai ajudá-los a encontrar uma solução em comum. 

5 – Apoie o seu amor

Busque constituir com o seu amor um vínculo íntimo para além do contato sexual. A cumplicidade é um fator positivo para a construção de um relacionamento saudável. Adotar uma escuta empática reforça o fato de que vocês podem contar um com o outro nos momentos bons e ruins. 

Torcer e vibrar com as conquistas do outro, apoiá-lo em suas decisões individuais e ajudá-lo apresentando outras perspectivas sobre determinado desafio também são formas de demonstrar amor, além de favorecer o crescimento pessoal de cada um.  

Bem-estar além do estado civil

A busca por um relacionamento saudável não está somente ligada às relações amorosas, mas em todas as conexões sociais. Vale para a relação entre pais e filhos, amigos, colegas e familiares. 

O amor também existe quando não há, necessariamente, um relacionamento. É o chamado amor-próprio, que reside nas pequenas atitudes que tomamos para nos sentirmos bem. O autocuidado e o autoconhecimento são formas de buscar os caminhos que nos levam à felicidade. 

Não é impossível ser feliz sozinho, mas é inviável manter um relacionamento saudável quando não nos amamos e não nos respeitamos.

Encontre seus momentos de felicidade ao fazer coisas de que você gosta. Uma dica é separar um dia na semana para cuidar de você, da sua pele, ler um livro, assistir a um filme, pedir uma comida saborosa. Essas ações também fazem parte do cuidado com a saúde mental. 

Fonte: viverbem.unimedbh

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