Os mitos dos alimentos termogênicos que emagrecem

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Vamos sanar algumas dúvidas dos aliados do emagrecimento, dos amigos da dieta e dos queimadores de gordura que são alguns dos termos mais usados em referência aos termogênicos. Dotados da capacidade de aumentar o gasto energético durante a digestão, eles se tornaram febre entre os que desejam perder peso. Mas de acordo com a nutricionista Cátia Medeiros, da clínica Atual Nutrição, em São Paulo, nem tudo que se fala sobre os termogênicos é bem explicado, sugerindo, muitas vezes, que a simples ingestão garantiria alcançar o corpinho tão desejado. Pimenta vermelha, canela, gengibre, café, abacaxi, chá verde e chá de hibisco são alguns dos exemplares mais famosos deste grupo. Para esclarecer como eles agem e quais os reais benefícios de seu consumo, listamos alguns dos principais mitos sobre os aclamados “alimentos que emagrecem”:

Mito1: Termogênicos são obtidos exclusivamente na alimentação

Existem dois tipos de termogênicos: os naturais e os industrializados. Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), os naturais são aqueles que se apresentam da mesma forma como são encontrados na natureza, como é o caso do termogênico que obtemos comendo pimenta vermelha. “Os industrializados, por sua vez compreendem apenas o princípio ativo termogênico concentrado dentro de uma cápsula”, explica.

Mito 2: Termogênicos eliminam a gordura corporal

“Termogênicos potencializam a termogênese, processo regulado pelo sistema nervoso que leva à transformação da glicose e da gordura em energia”, explica a nutricionista Cátia. Dizer que o simples consumo de alimentos e suplementos termogênicos levará à eliminação da gordura, portanto, não é verdade. Eles apenas aceleram o metabolismo aumentando o gasto calórico de processos que, naturalmente, já realizam essa queima. 

Mito 3: Termogênicos levam à perda de peso, independente de alimentação e exercícios

De acordo com o nutrólogo Roberto, a ingestão isolada de termogênicos não levará à perda de peso significativa. “Se o indivíduo continuar ingerindo mais calorias do que consegue queimar, o ponteiro da balança até irá aumentar”, explica. Por isso, é fundamental incluir o termogênicos no dia a dia dentro de um contexto que conte com uma dieta balanceada e a prática regular de exercícios. Somente desta maneira, o gasto calórico será potencializado e favorecerá o emagrecimento.

Mito 4: O ideal é consumir termogênicos antes de dormir

“O mais recomendado é ingerir termogênicos no período diurno, durante uma refeição ou antes de praticar exercícios”, aponta o nutrólogo Roberto. Assim, o gasto calórico da digestão e da solicitação da força muscular será potencializado. Consumir termogênicos antes de dormir não é indicado, pois a otimização do processo de queima de calorias acelera o metabolismo e pode atrapalhar o repouso, causando insônia.

Mito 5: Termogênicos não têm qualquer contraindicação

Após receber o diagnóstico de hipertensão, uma das recomendações médicas em relação à alimentação é moderar no consumo de café. “Isso porque a bebida contém cafeína, termogênico que aumenta o metabolismo fazendo com que o coração trabalhe mais e a pressão arterial aumente”, explica o nutrólogo Roberto. Tais efeitos tornam a ingestão de termogênicos contraindicada para pessoas que sofrem de arritmia cardíaca, que têm histórico de infarto, entre outros problemas. Gestantes e crianças também devem limitar o consumo de alimentos termogênicos. Neste sentido, suplementos com ação termogênica se tornam ainda mais perigosos por oferecer os princípios ativos mais concentrados.

Mito 6: Não é necessária indicação médica para tomar suplementos termogênicos

“Por ser contraindicado em alguns casos, o ideal é consultar um profissional antes de tomar suplementos termogênicos”, afirma a nutricionista Cátia. Muitas vezes, o paciente nem desconfia de qualquer problema de saúde e descobre que sofre de hipertensão ou arritmia em consultas como essa.

Mito 7: Não existem frutas com poder termogênico

Embora os alimentos mais citados quando o assunto é termogênico sejam a pimenta vermelha, o gengibre e o chá verde, eles também estão presentes em frutas. “A casca da laranja é rica em termogênicos, disponíveis para consumo em suplementos”, exemplifica o nutrólogo Roberto. O guaraná é outra fruta que também acelera o gasto calórico do corpo.

Mito 8: Quanto maior a ingestão de termogênicos, maior os benefícios

De acordo com a nutricionista Cátia, o ideal é consumir termogênicos diariamente, mas dentro de um limite estabelecido para que o aumento do metabolismo não se torne prejudicial. No caso do gengibre, ela recomenda uma fatia média ou uma colher de café da forma em pó. Quem prefere o abacaxi pode comer uma fatia após o almoço ou jantar ou então 200 ml de suco da fruta. 

Pitaco: Nada de sair por aí comprando suplementos. Sem a prática de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada, de nada vai adiantar. Os alimentos naturais termogênicos auxiliam. A alimentação saudável é o seu maior aliado na busca de saúde e energia.

Para saber mais sobre os benefícios dos ativos que provocam a termogênese fale com seu médico ou nutricionista.

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O segredo das amizades que duram

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O que faz com que as pessoas virem amigas? E por que algumas amizades duram e outras não? Um artigo do site Psychology Today reuniu alguns estudos que trazem bons esclarecimentos sobre o tema. Além de alguns fatores básicos, como ter contato com a pessoa com alguma regularidade (afinal, assim temos mais chance de conhecê-la melhor e aprofundar nossos laços) e ter coisas em comum, dois aspectos são fundamentais para que se passe do posto de conhecido para o de amigo. Os pontos principais, bem práticos, estão listados a seguir.

O texto de Ana Carolina sobre “O segredo das amizades que duram para sempre” é sensacional e nos faz refletir, e Pitacos e Achados compartilha com vocês.

1. Disposição de se abrir

Segundo Beverley Fehr, pesquisadora da Universidade de Winnipeg e autora do livro “Friendship Processes”, o que determina que passemos de meros conhecidos a amigos é a disposição de se abrir e revelar coisas mais pessoais ao outro – e isso precisa vir dos dois lados. “Nos estágios iniciais da amizade, isso tende a ser um processo gradual. Uma pessoa aceita o risco de revelar uma informação pessoal e ‘testa’ se a outra faz o mesmo”, diz ela. Aqui, a reciprocidade é essencial para a coisa funcionar, porque leva a outra condição importante:

2. Intimidade

De acordo com a pesquisa de Fehr, pessoas com boas amizades envolvendo o mesmo sexo têm uma boa compreensão do que envolve a intimidade: elas sabem se abrir e expressar suas emoções, sabem o que dizer quando o amigo lhes conta algo e respeitam os limites – entendem, por exemplo, que sinceridade não significa falar tudo o que lhes vêm à cabeça, especialmente no que se refere a opiniões sobre a vida e os gostos do outro. Até porque outras condições apontadas foram aceitação, lealdade e confiança. Essas qualidades foram consideradas mais importantes do que ajudas práticas, como emprestar dinheiro.

amizade

Por que algumas amizades duram e outras não?

Ok, entendemos o que dá aquele pontapé inicial às amizades. Mas há outro fator, descoberto pelas psicólogas sociais Carolyn Weisz e Lisa F. Wood, da Universidade de Puget Sound, em Tacoma, Washington, que é fundamental para fazer com que as nossas relações durem: o apoio à nossa identidade social. Em outras palavras, procuramos amigos que entendam e validem a ideia que temos sobre nós mesmos e sobre o nosso papel na sociedade ou grupo de que fazemos parte – o que pode estar associado à religião, etnia, profissão ou mesmo participação em algum clube.

Para chegar a essa conclusão, elas acompanharam um grupo de estudantes universitários por anos durante toda a sua graduação, sempre pedindo a eles que descrevessem níveis de proximidade, contato, apoio geral e apoio à identidade social que sentiam em relação a amigos do mesmo sexo. A conclusão foi que todos esses fatores ajudaram a predizer se a amizade seria mantida ou não. Mas um único fator pôde predizer quem seria elevado à posição de melhor amigo: a pessoa, nesses casos, era parte de um mesmo grupo (fraternidade, time etc.) ou pelo menos apoiava e reafirmava o papel do amigo dentro desse grupo. Um cristão podia ter como melhor amigo alguém que não tivesse religião, desde que esse amigo apoiasse sua identidade como cristão. E, como temos vários papeis na vida, é mais provável que nosso melhor amigo esteja ligado ao papel que é mais importante para nós, que melhor representa a nossa identidade.

Por que escolhemos assim os amigos? Segundo o estudo, além de isso estar relacionado a níveis maiores de intimidade e compreensão, também envolve o aumento da autoestima. Esse senso de identidade que influencia até o comportamento de viciados em drogas. Outro estudo de Weisz concluiu que as pessoas eram mais propensas a se livrar de seus vícios depois de três meses quando sentiam que seus papéis sociais e senso de identidade entravam em conflito com o uso de drogas.

“Nossas identidades sociais são tão importantes para nós que estamos dispostos a ficar com as pessoas que apoiam a nossa identidade social e nos afastar daqueles que não fazem isso. Podemos até mudar de amigos, quando os antigos não apoiam nossa visão atual de nós mesmos”, diz o artigo do Psychology Today. “A sabedoria popular diz que escolhemos os amigos por causa de quem eles são. Mas acontece que nós realmente os amamos por causa da maneira como eles apoiam quem nós somos.”

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Como manter a amizade

De acordo com Debra Oswald, psicóloga da Universidade de Marquette (em Wisconsin, EUA), que estudou o relacionamento entre voluntários que estavam no ensino médio e seus melhores amigos, há quatro comportamentos básicos necessários para manter o vínculo – que valem para todo mundo, não importa se você tem 15 ou 70 anos.

Os dois primeiros são pontos que exploramos bastante até agora: tomar a iniciativa de se abrir e apoiar nossos amigos. O terceiro ponto é a interação. Não importa se o amigo é seu vizinho ou mora em outro continente: você precisa estar em contato com ele, seja escrevendo, conversando ao telefone, visitando. Felizmente, com a internet, a proximidade física tem pouco efeito sobre nossa capacidade de manter uma amizade.

Por fim, é importante ser positivo. Precisamos nos abrir com nossos amigos, mas isso não significa que está tudo bem ficar choramingando por horas e só ver o lado negativo de tudo. É claro que faz parte de ser amigo segurar a onda durante os perrengues da vida, mas, no final das contas, a intimidade que faz com que uma amizade prospere deve ser algo agradável e que faça bem para os dois lados.

Por Ana Carolina Prado
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Óleo de rosa mosqueta garante saúde e beleza

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Símbolos da paixão, amizade ou inocência, as rosas são flores que exprimem os mais variados sentimentos. Mas não é só o encanto das suas cores e formas que estas plantas têm a oferecer. As sementes de algumas espécies também carregam propriedades fundamentais para a beleza do corpo e da pele.
 
É o caso da Rosa Rubiginosa (Rosa aff. rubiginosa), também conhecida como Rosa Mosqueta, cujo óleo extraído de suas sementes é rico em ácidos graxos essenciais insaturados, como o ácido linoleico (Ômega 6), ácido linolênico (Ômega 3), além de esteárico e palmítico – também chamados de Vitamina F.
 
A planta é natural do Mediterrâneo e da Europa Central e foi trazida pelos espanhóis durante a colonização da América do Sul, sendo que atualmente no Chile cresce como planta selvagem nas encostas dos Andes. A obtenção do óleo é feita através de um processo delicado de extração a frio e filtragem, para só depois ser disponibilizado para o consumo cosmético.  

Seus nutrientes atuam na regeneração dos tecidos e no crescimento celular, ajudando no rejuvenescimento, na beleza da pele, e no tratamento de estrias e cicatrizes. O Óleo de Rosa Mosqueta tem propriedades emolientes que conferem lubrificação à pele do corpo e rosto, deixando-a macia e mantendo sua hidratação natural. Por hidratar, lubrificar e nutrir a pele é um cosmético indicado para peles muito secas, ásperas e sem vida. Pode ser aplicado à noite com a pele limpa na região desejada com massagens circulares ou duas vezes ao dia nas áreas mais secas e descamativas como calcanhares, joelhos e cotovelos.

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Benefícios e usos do óleo de rosa mosqueta

  • Cicatrizes: A partir de um uso regular e contínuo do óleo de rosa mosqueta sobre a área afetada, estudos já comprovam sua eficácia na remoção das cicatrizes.
  • Manchas: Tratando-se de manchas, o óleo tem o poder de clareá-las parcialmente ou até mesmo totalmente, de forma que desapareçam. Sua propriedade de revitalização promove também a hidratação dermatológica, tornando a pele macia, saudável e com textura aveludada.
  • Estrias e varizes: É extremamente recomendado para mulheres durante o período de gestação. Utilizar o óleo previne a aparição das tão indesejadas estrias que são tão comuns durante a gravidez.
  • Rejuvenescimento: Ativa a renovação da pele, sendo grande aliado contra as rugas e marcas de envelhecimento, retardando as marcas de expressão e suavizando-as.
  • Feridas e úlceras: Por se tratar de um óleo regenerador, é ideal para o tratamento destas enfermidades.

 
Curiosidades

  • As rosas são as flores mais antigas a serem cultivadas. Já foram descobertos fósseis da planta que datam de 35 milhões de anos e o seu cultivo em jardins foi iniciado na Ásia há mais de 5.000 anos. 
  • Durante a Idade Média as rosas eram comumente usadas para disfarçar os maus odores corporais causados pela escassez de banho da população.
  • As rosas possuem feniletilamina, uma substância que estimula a produção de endorfina pelo corpo, o hormônio do prazer e do bem-estar. 
  • O maior jardim de rosas do mundo está na Alemanha. São 12,5 hectares com mais 75.000 plantas de 8.300 espécies.

Pitaco: À noite, antes de dormir, aplique na pele do rosto, pescoço e colo 10 gotas de óleo de rosa mosqueta misturadas a 3 gotas de óleo essencial de lavanda. No outro dia lave bem com água e sabonete líquido e aplique o seu hidratante e protetor solar. 

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5 TEDs sobre dinheiro

5 teds sobre dinheiro

“Ideias que valem a pena ser espalhadas”. O slogan do TED já suficiente para definir esta organização sem fins lucrativos que, desde quando surgiu em 1984 na Califórnia, recebe nomes importantes, famosos ou não, para falar dos mais diversos temas em palestras de até 18 minutos.

E já que o objetivo é justamente compartilhar conhecimento e experiências, as palestras que acontecem em TED Talks, como são conhecidos estes eventos, geralmente são disponibilizadas de forma gratuita em vídeos no Youtube.

Finanças Femininas indica 5 TEDs para entender como você se comporta com o dinheiro, e Pitacos e Achados compartilha para vocês. Afinal, dinheiro é um tema central em nossa vida, dependemos dele para tomar decisões e planejar o futuro.

Eles irão te ajudar a repensar sua relação com o dinheiro: 

1. “Saving for tomorrow, tomorrow” (Economizando para o amanhã, amanhã), por Shlomo Benartzi

Você sofre com procrastinação? O TED do economista Shlomo Benartzi, cofundador do Behavioral Finance Forum (fórum de finanças comportamentais), ajuda consumidores a tomarem melhores decisões financeiras, aborda porque é mais fácil pensar em economizar no futuro e não agora no presente, além de outras questões relacionadas às finanças comportamentais. Vale a pena ver como essa tendência de querer gastar em vez de economizar atrapalha a nossa vida. Segundo ele, esse é um dos principais obstáculos para que as pessoas não consigam economizar o suficiente para a aposentadoria.

2. “My year of living without money” (Meu ano vivendo sem dinheiro), por Carolien Hoogland 

Neste TED, Carolien Hoogland – que tem PhD em psicologia ambiental pela Vrije Universiteit Amsterdam e desde criança tinha o sonho de ajudar a salvar o planeta – fala sobre a experiência que viveu ao decidir ficar um ano sem emprego e, portanto, sem renda. Na apresentação, ela compartilha os aprendizados que a situação proporcionou em termos de economia, vida, trabalho e dinâmicas sociais.

3. “Por que é tão difícil falar de dinheiro?”, por Denise Damiani

A consultora e executiva Denise Damiani, especialista do programa de Mentoria do Itaú Mulher Empreendedora, fala sobre dificuldades para conversar sobre dinheiro com a família e problemas que as mulheres têm para investir. Ela também discorre sobre brigas de casais por causa de dinheiro e como os relacionamentos amorosos em que um depende do outro financeiramente podem ser prejudicados. Ela ainda dá dicas sobre como o tema dinheiro pode ser tratado no casamento e com a família.

4. “Does money make you mean?” (O dinheiro nos torna ruins?), por Paul Piff

Nesta palestra, o psicólogo social Paul Piff, que é professor assistente no Departamento de Psicologia e Comportamento Social da University of California, fala de suas pesquisas sobre como as pessoas se comportam quando se sentem ricas. Ele mostra o que uma partida manipulada do jogo Banco Imobiliário pode revelar sobre o comportamento das pessoas quando estão, por exemplo, com uma grande vantagem sobre outro jogador.

5. “Unconventional Ways to Save Money”, por Kerry Taylor

A blogueira Kerry Taylor, que escreve sobre finanças pessoais em seu blog Squawkfox.com e que já escreveu como freelancer para o jornal The Globe and Mail, conta como seu estilo de vida e sua relação com o dinheiro se transformaram depois que se mudou da cidade grande para uma fazenda. Ela conta como foi a experiência de ter uma renda menor e ficar sem frequentar lojas caras, por exemplo. Na palestra, ela fala sobre como aprendeu que sair dos padrões pode ajudar a economizar e dá dicas para que os ouvintes também poupem dinheiro.

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Cuidado! 11 produtos que não devem ser compartilhados

Woman things

Você nunca compartilharia sua escova de dente ou esponja de banho, mas o que dizer de um batom ou uma toalha? É…esse simples gesto de generosidade pode parecer inocente, mas só parece mesmo. De acordo com um estudo feito na Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, existem mais de 300 mil bactérias na mão humana, que pertencem a quase 5 mil espécies diferentes. Diante disso, faz-se necessário investir na proteção da pele e da saúde. Por isso, segue algumas dicas infalíveis para garantir sua segurança.

1. Loções ou cremes em pote
Se você precisa mergulhar os dedos no produto, não compartilhe. Prefira cremes armazenados em embalagem de bisnaga para não haver contato da mão com o produto.

2. Máscaras de cílios
Seus olhos estão mais propensos a infecções do que outras partes do corpo por não terem o mesmo nível de proteção que a pele, por exemplo. Ao compartilhar a máscara de cílios com alguém que sofre de algum problema, os riscos aumentam consideravelmente. Portanto, mergulhe o pincel do produto no álcool após emprestá-lo para a amiga.

3. Pó compacto
Este tipo de make mantém as bactérias no produto. Por isso, alguns maquiadores pulverizam a superfície com um spray de maquiagem antibactericida. É seguro usar base líquida com aplicador ou em bisnaga.

4. Gloss e batom
Muitas pessoas possuem herpes oral mesmo sem apresentar sintomas nos lábios. Como o bastonete deste tipo de batom não é limpo com frequência, o risco de ser contaminado é, também, grande. Os lápis labiais são uma opção mais segura. Assim como delineador, você pode limpa-lo ou apontá-lo.

5. Sombra cremosa
Usar os dedos para aplicar a sombra cremosa permite que as bactérias se desenvolvam. Escolha a versão em pó.

6. Pincéis
Os pinceis que você usa para passar o blush, a base, a sombra e até mesmo o batom devem ser de uso único. Nada de compartilhar seu pincel com as amigas. Lembre-se de limpá-los de tempos em tempo.

 7. Lâminas para depilação
Lâminas podem tirar sangue ou fluidos que deixam as bactérias sobre as lâminas mesmo após a lavagem, diz a dermatologista Deborah Sarnoff. Por meio de cortes ou abrasões você está vulnerável a uma infecção por estafilococos, hepatite e até mesmo – embora altamente improvável – HIV. 

8. Escova de limpeza facial
Depois da limpeza, as cerdas estão repletas de células mortas e sebo, que podem favorecer a multiplicação de bactérias. Imagina-se esfregando germes de outras pessoas em seus poros? É um convite para problemas — e até mesmo infecções. Vá em frente e compartilhe uma unidade, mas troque a cabeça da escova (e lave depois de cada uso), além de trocá-la depois de três meses de uso.

9. Desodorantes
Só é “permitido” compartilhar o de aerossol. As demais formas são pessoais. As axilas são uma zona do corpo onde se acumulam muitas bactérias devido ao suor, seja porque há penugem ou porque costumam estar “cobertas” com roupa e pela dobradura do braço. Os desodorantes que vem em gel ou em barra entram em contato direto com a pele e acumulam milhões de germes. Antes de usá-los seria bom limpar a área. E por nada deste mundo o empreste! Nem para uma emergência sequer!

10. Cortador de unhas
Quando cortamos as unhas, introduzimos o elemento cortante bem fundo. Ali se escondem não só bactérias, mas sim também a sujeira que logo é arrastada aos demais dedos (próprios ou alheios). Evite compartilhar cortador de unhas ou alicates para não se contagiar com fungos ou infecções. Como se fosse pouco, às vezes as unhas estão muito encaixadas nos dedos e ao cortá-las sangram.

11. Lixa de unha
Outro dos elementos que não é recomendável compartilhar. Debaixo das unhas das mãos se acumula uma grande quantidade de bactérias que produzem todo tipo de doenças. Assegure-se de se lavar e se secar bem antes de usar a lixa de unhas e, obviamente, não empreste a ninguém.

Pitacos: Pode parecer frescura, mas compartilhar roupas e objetos pessoais como, toalha, roupa íntima, alicate de cutícula, maquiagem etc. com outras pessoas oferece alguns riscos para a saúde. Caso não haja saída e você precise se submeter ao make, pincéis e esponjas de outras pessoas, remova assim que possível a pintura do rosto com demaquilante. Outra dica é passar álcool gel nos pinceis antes de aplicá-los. Lábios secos e ressecados são mais suscetíveis a infecções, por isso, mantenha-os hidratados. Quanto aos olhos, o mau hábito de coçá-los diminui sua resistência natural. Assim, ao invés de usar as mãos, opte por um lenço e com a máxima delicadeza.

Quem costuma frequentar salões de beleza para fazer maquiagem com maquiadores profissionais também deve verificar a higiene do local, confirmando se os pincéis e esponjas são limpos periodicamente e se as pinças são esterilizadas. Alguns produtos, como batom, lápis de olho e máscara para cílios, podem ser passados direto da embalagem original, mas só se você for a única usuária. Caso contrário, use pincéis tradicionais ou aplicadores descartáveis.

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