Pílula anticoncepcional: Efeitos no corpo e colaterais

A pílula anticoncepcional é um método contraceptivo dos mais populares entre as mulheres que desejam evitar a gravidez.

Além disso, seu uso contínuo também apresenta vários efeitos no organismo, tanto benéficos, como tratamento de doenças, quanto colaterais que podem ser observados em algumas usuárias.

Como a pílula anticoncepcional age no organismo?

A pílula anticoncepcional é constituída pela combinação de dois hormônios: o estrogênio e a progesterona sintética. Essa fusão permite que não haja a ovulação, inibindo a menstruação feminina.

O uso contínuo da pílula anticoncepcional também modifica o muco cervical, criando hostilidade ao espermatozóide.

Quais os efeitos da pílula anticoncepcional?

Os efeitos da pílula anticoncepcional são diversos, sendo muito comum seu uso para impedir a gravidez não programada, sem a ovulação, permitindo que não haja a fecundação.

Outros efeitos da pílula anticoncepcional podem contribuir diretamente com a saúde feminina, pois esse método é indicado para tratamento de algumas doenças do sistema reprodutor das mulheres. A endometriose e a síndrome do ovário policístico são dois problemas que podem ser tratados por meio do uso contínuo do contraceptivo, evitando os cistos acumulados no ovário com a inibição da menstruação.

Efeitos colaterais da pílula anticoncepcional

Ainda que a pílula anticoncepcional seja benéfica para evitar a gravidez e tratar algumas doenças do sistema reprodutor feminino, há alguns efeitos colaterais que podem ser reconhecidos pelas pacientes devido à alteração hormonal que causa no organismo.

  • Dor de cabeça: Muitas mulheres já sentem dores de cabeça nos dias que antecedem a menstruação. Com o uso da pílula anticoncepcional, nas primeiras semanas de uso, essas dores podem tornar-se constantes e fortes. Normalmente não duram mais de 3 meses após o início do uso, caso contrário, é indicado consultar um médico especialista.
  • Náuseas: A sensação de enjoos também é bastante comum no período pré-menstrual e pode estar presente nas primeiras semanas de uso de um anticoncepcional. Deve-se seguir as mesmas indicações para dores de cabeça.
  • Alteração do fluxo menstrual: As pílulas anticoncepcionais, principalmente em menores dosagens, podem causar escapes durante a ingestão do contraceptivo, estas que ocorrem por alguns dias em um fluxo baixo. Os escapes devem cessar em até 3 meses de uso, caso contrário pode ser necessário trocar a pílula por uma de maior dosagem.
  • Ganho de peso: As alterações hormonais podem provocar aumento de apetite, além de algumas marcas também causarem retenção de líquido devido à composição com altos níveis de sódio. Esta combinação pode levar ao aumento de peso, necessitando manter uma rotina alimentar saudável e realizar exercícios físicos, com diversos benefícios dos esportes.
  • Acne: É comum aparecimento de espinhas nos primeiros meses de uso devido à maior carga hormonal.
  • Mudança de humor: Mulheres que realizam o uso da pílula anticoncepcional de modo prolongado e em altas doses podem sofrer com elevação de estrogênio e progestina, minimizando os níveis de serotonina, hormônio que auxilia no bem-estar. Dependendo dessa diminuição, há o risco de depressão.
  • Baixa libido: Com a baixa da testosterona, é possível observar diminuição no apetite sexual, principalmente em pessoas ansiosas.
  • Risco de trombose: Fatores de risco como doenças cardiovasculares, pressão alta, colesterol alto ou diabetes, juntamente com o agravante do uso da pílula anticoncepcional, podem causar trombose por afetar a coagulação sanguínea.
Anúncios
Publicado em Dicas, Saúde | Com a tag , , , , , , , , , , , , , | 20 Comentários

8 cuidados que você precisa ter com os pets durante o outono

O outono se estende de 20 de março a 21 de junho. Com a chegada da estação, “as drásticas mudanças climáticas, como ventos fortes e queda gradual da temperatura, podem impactar negativamente na saúde de cães e gatos, dando início a problemas respiratórios, oftalmológicos e articulares, além do aumento de casos de desidratação e ataques de parasitas, como carrapatos”, afirma Lucas Bonoto, professor do Curso CPT.

Os cuidados com animais nestas estações devem ser uma prioridade para o dono, principalmente quando se trata de um filhote ou um cão mais idoso.  Por isso, alguns cuidados são necessários para manter a saúde do pet em dia.

Veja os principais cuidados com os pets no outono

– Proteger os pets com agasalhos e roupinhas, principalmente os animais com pelo curto;
– Dar maior atenção aos animais idosos, mais suscetíveis a doenças crônicas nessa época;
– Garantir aos pets um local quente e aconchegante, com cobertores secos e limpos, colocados na caminha onde dormem;
– Manter o local onde os pets dormem, seco e limpo, para evitar o acúmulo de poeira e ácaros;
– Fornecer aos pets água fresca e limpa, à vontade, para mantê-los hidratados;
– Manter os pets bem nutridos, com ração de qualidade, fornecida em porções diárias, conforme o peso dos animais;
– Garantir que o local onde os pets dormem esteja livre de ventos fortes e chuvas.

Umidade do ar – Devido à redução da umidade do ar, é comum surgir problemas respiratórios, pois vírus e bactérias agem nessa época, causando sintomas como tosse, febre, espirro e até falta de apetite. Em casos assim, o ideal é procurar um médico veterinário.

Passeios e caminhadas – Diferente do verão, em que os passeios eram ideais pela manhã e ao fim da tarde, no outono, nesses horários, há ventos gelados e neblina. O recomendável é sair com o pet após as 10h ou antes das 17h, quando a temperatura está mais amena

Hidratação – Com temperaturas mais baixas, os pets tendem a beber menos água. Assim, muitos sofrem de desidratação. Para evitar a situação, pode-se oferecer alimentos com maior teor de água, como melão e melancia, e sempre deixar água fresca e limpa disponível.

Osteoartrose – Doenças crônicas nas articulações têm os sintomas acentuados no outono e ainda mais no inverno. A Osteoartrose é notada pelo tutor quando o pet demonstra dor na região da coluna e um médico veterinário precisa ser consultado.

Imunização – Para cães, as vacinas mais recomendadas são contra Cinomose e Bordetella, que afetam o sistema respiratório. Para os gatos, vacinas contra Calicivirose Felina, Rinotraqueíte Infecciosa Felina e Clamidiose, sempre com acompanhamento veterinário.

Higienização dos olhos – Com o clima mais seco, a lubrificação dos olhos dos pets é reduzida, o que os torna mais vulneráveis à bactérias e vírus oculares, em especial animais com olhos protuberantes, como os cães da raça pug. Com ajuda de um profissional, pode-se usar um colírio adequado para a limpeza e hidratação.

Parasitas – Como o solo fica mais seco, é comum o aumento populacional de carrapatos e pulgas, com isso não expor os pets a áreas de capim, mato e locais focos de parasitas é o recomendado.

Bem-estar – Em como todas as estações do ano, é preciso manter o local onde o pet dorme seco e limpo, para evitar o acúmulo de poeira e ácaros, assim como proporcionar um local livre de ventos fortes e chuvas, com cobertores secos e limpos. Para os animais com pelo curto, o ideal é usar agasalhos e roupinhas para proteção. (Com informações do Agrosolo e Granvitapet).

Fontes: bonde e cpt.

Pitaco: Para qualquer espécie, estimular banhos de sol é um ato que pode ajudá-los a se manter quentinhos no inverno ou em uma época mais fresca, como o outono.

Anúncios
Publicado em Dicas | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 17 Comentários

Desconfia que pegou Covid-19? Veja o passo a passo do que fazer

A partir do momento que se desconfia da doença, alguns passos precisam ser seguidos para evitar que outras pessoas fiquem doentes.

Começou com febre, dor de garganta ou tosse e, de repente, parou de sentir o cheiro e o gosto dos alimentos? Esses são os sintomas mais frequentes da Covid-19, que podem vir acompanhados de outros, como:

  • Náusea;
  • Perda de apetite;
  • Dores que podem ser confundidas com sinusite;
  • Cansaço;
  • Dores musculares;
  • Dor torácica;
  • Sintomas gastrointestinais, como dores na barriga e diarreia;
  • Falta de ar.

Apesar de fazer um ano desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o mundo passava por uma pandemia, o vai e vem da doença ainda gera dúvidas sobre o que fazer no caso de suspeita da Covid-19. Como por exemplo agora, no Brasil, que passa pelo auge da pandemia, com mais de duas mil e quinhentas mortes por dia, e várias cidades com leitos hospitalares em capacidade máxima.

Todo paciente com sintomas que lembram um resfriado ou uma gripe é suspeito de estar positivo Covid-19. Nessa situação, os primeiríssimos passos, de acordo com orientações da Sociedade Brasileira de Infectologia, devem ser:

  • Isolar-se imediatamente de outras pessoas, para evitar a contaminação de quem não está com a doença, por pelo menos 10 dias;
  • Procurar atendimento médico por consulta presencial ou por teleconsulta.

Isolado em casa

Ainda que a pessoa não tenha feito o exame que confirma a Covid-19, mas está com os sintomas que sugerem a doença, a orientação dos infectologistas é para que fique pelo menos 10 dias em isolamento respiratório domiciliar. Isso significa ficar sozinho ou longe de outras pessoas durante esse período, para diminuir o risco de contaminar os familiares ou amigos.

Caso desenvolva sintomas mais graves da doença, que exijam internamento nas Unidades de Terapia Intensiva, ou no caso de pacientes que tenham sistemas imunológicos comprometidos, os imunodeprimidos, a duração do isolamento pode ser prolongada para 20 dias.

Para que esteja apto a sair do isolamento, o paciente deve estar sem febre nas últimas 24 horas, e deve ter contado 10 dias de isolamento respiratório desde o primeiro dia que teve os sintomas. Depois disso, nenhum exame precisa ser feito, seja o RT-PCR, seja o sorológico.

Receba orientações

Prefeituras e estados do país disponibilizam, desde ano passado, contatos telefônicos ou via aplicativos para que a população tire dúvidas ou seja orientada sobre os próximos passos. Em caso de dúvida, entre em contato com a prefeitura do seu município ou o governo estadual.

Exames: quais fazer e em que momento?

Pacientes com sintomas e com suspeita para a Covid-19 devem realizar o exame RT-PCR, que analisa a presença genética do coronavírus nas áreas do nariz e da faringe. Trata-se do exame que usa aquela longa haste para coletar a amostra via nariz ou boca do paciente.

Esse exame deve ser feito idealmente na primeira semana dos sintomas, visto que busca identificar se há algum coronavírus naquele momento. Se o resultado vier positivo, o diagnóstico para a Covid-19 é confirmado. Caso o resultado seja negativo, mas a pessoa tiver sintomas bem característicos da doença, o paciente deve se isolar da mesma forma, visto que pode ser um resultado falso-negativo.

Outro exame que pode ser feito nesse momento, e que ajudará no diagnóstico da Covid-19, é o teste do antígeno. Segundo informações da SBI, a sensibilidade desse exame é inferior ao RT-PCR, especialmente entre pessoas que não estão com sintomas ou que estão com uma baixa carga viral. Nesse caso, ainda que o resultado venha negativo, não há como excluir totalmente o diagnóstico.

Os exames sorológicos, seja os de laboratório ou de farmácia, não são indicados para esse momento da doença. Como eles buscam, pelo sangue do paciente, confirmar a presença de anticorpos formados pelo sistema imunológico contra o coronavírus – e isso não acontece nos primeiros dias de sintomas – não devem ser usados como exames de diagnóstico.

No entanto, podem ser feitos depois, por quem suspeitou ter desenvolvido a Covid-19 há meses, mas sem ter a confirmação na época. Eles também são usados por pesquisadores que estudam a disseminação do Sars-CoV-2 na população, os estudos epidemiológicos.

Avise quem esteve próximo de você

Seja com os sintomas, seja com o diagnóstico confirmado, o passo seguinte deve ser avisar quem esteve próximo da pessoa doente nos últimos dias. São chamados de contatantes próximos aqueles que:

  • Tiveram proximidade com pacientes com suspeita ou com a Covid-19 confirmada sem o uso das máscaras;
  • Ficaram próximos por 15 minutos ou mais;
  • Não mantiveram uma distância de dois metros entre si.

Essas pessoas também precisam ficar em isolamento respiratório, e o período varia de 10 a 14 dias. É um intervalo de isolamento maior do que o indicado para a pessoa com sintomas porque o tempo que o vírus leva para desenvolver os sintomas pode variar de pessoa a pessoa.

O chamado período de “incubação” do vírus é, em geral, de dois a cinco dias, mas pode chegar a 14. Por isso a necessidade do isolamento por duas semanas.

Se os contatantes próximos permanecerem sem sintomas nos primeiros dias, podem realizar o exame RT-PCR entre o sexto e o oitavo dia após o último contato com a pessoa que desenvolveu a doença. Caso o resultado seja positivo, deve ficar 10 dias em isolamento – contados a partir da data em que realizou o exame.

Se der negativo, o isolamento pode ser mantido por apenas sete dias desde o último contato com a pessoa infectada, e depois ser liberado.

Tratando os sintomas

Uma vez isolado, os sintomas que o paciente tiver de dor, febre ou mal-estar podem ser tratados com medicamentos já conhecidos e de fácil acesso nas farmácias, como: Analgésicos e antitérmicos, como paracetamol e/ou dipirona, de acordo com orientação médica.

O chamado tratamento precoce, que indica a administração de drogas como hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina, não é indicado pela SBI por não ter obtido, até o momento, eficácia cientificamente comprovada no tratamento à Covid-19. Grupos de médicos no Brasil e no mundo têm defendido o uso deste tratamento com base em resultados obtidos empiricamente.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) deliberou, no parecer n.° 4/2020, que “é decisão do médico assistente realizar o tratamento que julgar adequado, desde que com a concordância do paciente infectado — elucidando que não existe benefício comprovado no tratamento farmacológico dessa doença e obtendo o consentimento livre e esclarecido”. O CFM é uma entidade voltada à fiscalização e normatização da prática médica no Brasil. A SBI é uma sociedade da especialidade que representa os especialistas de Infectologia no Brasil.

Atenção aos sintomas

Ao longo dos dias em isolamento, mas principalmente entre o quinto e o sétimo dia de sintomas, é importante ficar atento a sinais de gravidade. De acordo com orientações do Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos, CDC na sigla em inglês, os sinais que indicam maior gravidade da doença são:

  • Dificuldade para respirar;
  • Dor ou pressão persistente no peito;
  • Confusão mental;
  • Incapacidade de acordar ou se manter acordado;
  • Pele, lábios ou unhas pálidos, cinzas ou azulados.

Sabe-se, hoje, que alguns grupos de pacientes têm um risco aumentado de complicação pela doença, como:

  • Acima de 60 anos;
  • Doenças crônicas: diabete, insuficiência cardíaca, enfisema pulmonar, imunodeprimidos, insuficiência renal crônica, obesidade.

De acordo com dados do Boletim Epidemiológico nº 52 do Ministério da Saúde, que reúne informações da última semana de fevereiro de 2021, dos 30 mil óbitos por Covid-19 registrados do início de 2021 até aquele momento, 63% dos pacientes tinham pelo menos uma comorbidade. Problemas cardíacos e diabete foram as mais frequentes.

A SBI indica o uso de oxímetros digitais entre pacientes com risco para a Covid-19 mais grave. A avaliação deve ser feita diariamente, a partir do uso do aparelho no dedo.

Como a pneumonia com hipóxia, que é a redução do oxigênio circulante pelo sangue, geralmente acontece por volta do sétimo dia de sintomas, esse é um período de maior atenção para se usar o oxímetro.

“Ao se detectar esta pneumonia com hipóxia, o que ocorre, em geral, quando o comprometimento pulmonar é igual ou superior a 50%, o tratamento hospitalar com oxigenioterapia, dexametasona (corticoide) e heparina (anticoagulante) profilático fará com que a maioria dos pacientes evoluam bem e sem necessidade de ventilação mecânica (respirador) na UTI”, destacam os infectologistas em uma recomendação da SBI divulgada no site da instituição.

Fonte: semprefamilia

Anúncios







Publicado em covid-19, Dicas, Saúde | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 17 Comentários

12 dicas para deixar sua cozinha mais prática no dia a dia

A cozinha é um cômodo muito importante em qualquer casa é o local de preparar e armazenar os alimentos e hoje em dia com cotidiano corrido, lugar de fazer lanches rápidos, quanto mais prática e bem equipada for uma cozinha mais vai facilitar o seu dia a dia e você vai ganhar tempo.

Para tornar uma cozinha mais prática e eficiente, é necessária uma boa dose de paciência. Se você acha que chegou o momento de investir seu tempo na organização deste ambiente, separamos boas dicas que vão facilitar seu trabalho.

Na hora de preparar a comida, a praticidade da sua cozinha faz toda diferença. O preparo fica mais simples e rápido, e você consegue trabalhar com mais eficiência, sem estresse. Mesmo que você ainda não tenha a sua cozinha dos sonhos, é possível deixar esse setor da casa mais prático, prestando atenção em alguns detalhes.

Veja essas dicas e pense se consegue reproduzi-las na sua cozinha para sentir a diferença no dia a dia.

1. Disposição dos eletrodomésticos

Se tiver espaço, o ideal é que a sua geladeira fique de um lado da pia e o seu fogão fique do outro. Assim você se movimenta pouco para pegar coisas na geladeira, organizá-las na pia e levá-las para o fogão. Só evite deixar a geladeira e o fogão ao lado um do outro, pois o calor do fogão atrapalha o bom funcionamento da geladeira.

2. Monte uma bandeja de temperos

Para facilitar a vida na hora de temperar a comida, coloque em uma bandeja ou caixinha todos os temperos que você costuma usar na maioria dos pratos. Pode guardar essa bandeja/caixinha dentro do armário, e quando for usar, só precisa pegá-la e botar na pia. Vai ser bem mais prático do que escolher os temperos um a um.

3. Lixeirinha e panos de prato

Pano de prato e lixeirinha devem estar sempre por perto na hora de cozinhar. Você pode ter uma lixeirinha de pia, daquelas bem pequenas só para restos de alimentos, ou pode ter uma no chão, daquelas com pedal para abrir com o pé, bem ao lado da pia.

Para os panos, instale penduradores na parede da pia ou na própria pia para que estejam sempre estendidos e ao seu alcance. Nem precisa furar, podem ser penduradores de silicone, dos tipos a vácuo para grudar na parede ou na pia.

4. Principais utensílios sempre à mão

Os principais utensílios para cozinhar também devem estar próximos, como colher de pau ou silicone, facas de corte, tábua e panelas. Se não quiser deixá-los pendurados na parede ou dentro de potes decorados sobre a bancada, prefira colocá-los nas portas e gavetas embaixo da pia e ao lado do fogão.

5. Penduradores, suportes e acessórios são úteis

Quando você está cozinhando, as mãos ficam sujas e molhadas. Então, quanto mais simples for para pegar os objetos que precisa, melhor. Por exemplo, instale penduradores e suportes para deixar os panos de prato, o papel-toalha e papel-alumínio, sem precisar pegar no rolo todo. Instale também placas com ímã para fixar facas e outros utensílios, sem precisar abrir gavetas.

6. Potes plásticos organizados

Potes plásticos devem ser organizados por tamanho e cor, com as respectivas tampas em um recipiente ao lado. Não guarde os potes fechados, isso evita que fiquem com cheiro. Dica: dê preferência por potes quadrados e retangulares. Potes redondos ocupam mais espaço.

7. Tapetes antiderrapantes

Se você gosta de ter tapetes na cozinha, tenha o cuidado de escolher modelos antiderrapantes. Os tapetes comuns ficam “dançando” no piso e podem fazer você cair e se machucar. Ao ficar pisando neles com cuidado para não cair, você perde tempo enquanto cozinha.

8. Utilize prateleiras e escorredores

Ter os pratos em um local de fácil acesso é imprescindível para ter uma cozinha funcional. Não somente pratos e bandejas, mas também copos e talheres do faqueiro. Então utilize prateleiras e escorredores de louça para organizar a cozinha e mantê-la arrumada. Acomode os utensílios sobre as prateleiras e escorredores para tê-los à mão sempre que precisar, ok?

9. Evite a avalanche de panelas!

Pôr as panelas e potes dentro dos armários de qualquer maneira pode acarretar naquela avalanche barulhenta quando tudo despenca. A dica de ouro é empilhar as panelas, da maior para a menor, uma dentro da outra. Assim, elas não se soltam com facilidade, tampouco promovem estrondos e quedas ao retirar as peças do armário.

10. Bandeja organizada para p café da manhã

Deixe as coisas utilizadas diariamente no café da manhã próximas à mesa onde ele é tomado. Organize uma pequena bandeja com açúcar, adoçante, caixinha de chá, etc. Também faça outra bandeja com alimentos de geladeira (margarina, requeijão, geleia). Essas dicas são importantes porque o café é um momento em que as pessoas normalmente estão com mais pressa. Com as bandejas sempre organizadas fica mais prático arrumar a mesa e guardar tudo após a refeição.

11. Rodinho de pia

Ter um rodinho de pia traz bastante praticidade para manter a cozinha limpa enquanto prepara a comida, e também para agilizar na hora da limpeza. É muito mais fácil usar o rodinho do que ficam puxando a água com as mãos e gastando papel-toalha. Além disso, é mais higiênico e prático do que ter um esfregão de pia.

12- Aproveite o canto de traz da porta

Essa é uma dica super especial, o que acontece muita gente não valoriza a parte de trás das portas e as deixa vazia e esquecida, mas esses locais podem ser bem úteis para guardar muitos objetos, você pode colocar prateleiras e ganchinhos e usar sem dó essa parte, fora que no cotidiano não vai aparecer aquela mini dispensa.

Pitaco: Mantenha somente o necessário! Deixe na cozinha apenas o que realmente é utilizado. Quanto menos coisas, menor a possibilidade de ficar bagunçado. Dê uma atenção especial aos potes plásticos (as tampas vivem se perdendo!) e não acumule mantimentos (afinal, eles têm data de validade). Também é importante liberar os cantinhos de difícil acesso: Ao organizar, devemos avaliar se a localização escolhida para os itens lhes dão boa visualização, pois costumamos esquecer das coisas que não vemos facilmente. Na despensa e na geladeira, por exemplo, a maior parte do desperdício ocorre porque não enxergamos tudo. Ter as coisas sempre à mão é prático.

Anúncios
Publicado em Dicas | Com a tag , , , , , , , , , | 23 Comentários

Coronavírus: 4 coisas que ainda não sabemos após um ano de pandemia

Uma força-tarefa em escala global da comunidade científica fez muitas descobertas importantes sobre a covid-19 e o Sars-CoV-2 desde o primeiro caso que ajudam a nos prevenir e a tratar quem fica doente, mas algumas perguntas-chave ainda seguem sem resposta.

Em pouco mais de um ano de pandemia, houve mais de 2,65 milhões de mortes e 119 milhões de infectados.

Quando o primeiro caso foi detectado na China em dezembro de 2019, os efeitos do vírus Sars-Cov-2 —o novo coronavírus— eram desconhecidos por pacientes, médicos, cientistas e governos.

Mas, desde então, a ciência reuniu um volume enormes evidências sobre o novo coronavírus e descobriu como ele é transmitido e se reproduz no corpo e a maneira mais eficaz de nos prevenir e tratar quem fica doente.

Por exemplo, agora se sabe que o uso de máscara é essencial para impedir a transmissão, e que até o momento não existem tratamentos para a covid-19 e que essa doença não afeta e mata apenas idosos.

Mas, um ano depois que a pandemia foi declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 11 de março, algumas das coisas que sabíamos no início sobre esse vírus mudaram. A doença que ele causa e o próprio Sars-CoV-2 continuam a evoluir. E há outras coisas que ainda são desconhecidas sobre o novo coronavírus e a covid-19.

1. Os efeitos a longo prazo da doença

Uma pergunta que os cientistas continuam a se fazer é por que o Sars-CoV-2 produz sintomas leves de curto prazo, uma doença respiratória aguda ou possivelmente nenhum sintoma na maioria das pessoas infectadas.

Mas, em algumas pessoas, causa sintomas duradouros, a chamada covid-19 “prolongada” ou “de longa duração”. Os sintomas incluem falta de ar, fadiga prolongada, dor de cabeça, dor nas articulações e perda de olfato e paladar.

Um estudo conduzido pela Universidade King’s College, no Reino Unido, estima que uma em cada 20 pessoas fica doente por pelo menos oito semanas.

Os cientistas estão tentando entender quais pacientes podem ser afetados pela covid-19 prolongada e quanto tempo o impacto do vírus pode durar. Outra questão ainda sem resposta sobre os efeitos de longo prazo do vírus é qual será seu impacto epigenético. Ou seja, seus efeitos serão transmitidos de geração em geração?

Além disso, os pesquisadores estão estudando o impacto social e econômico que essa pandemia terá.

2. Como o vírus vai evoluir

Cada vez que o coronavírus é transmitido, ele faz pequenas alterações em seu código genético, e os cientistas estão começando a identificar padrões na forma como o vírus sofre mutação.

Esses sinais de adaptação do vírus não são totalmente surpreendentes. O uso de tratamentos e vacinas faz com que a maioria dos vírus e bactérias causadores de doenças desenvolvam maneiras de escapar deles e continuar a se espalhar.

Aqueles que desenvolvem resistência a um tratamento ou podem “driblar” o sistema imunológico sobreviverão mais para se replicar e disseminar seu material genético.

A questão das mutações do coronavírus, um ano após o início da pandemia, agora está se tornando muito importante. Isso porque novas variantes do Sars-CoV-2, capazes de se espalhar mais rapidamente, como a observada em Manaus, no Amazonas, estão surgindo, o que nos leva a questionar se isso tornará as vacinas recentemente aprovadas menos eficazes.

Até o momento, há poucas evidências de que sim, mas os cientistas já estão investigando como o vírus sofrerá mutações no futuro e se poderiam evitá-las.

Algumas farmacêuticas já estão atualizando suas vacinas para combater versões mutantes do Sars-CoV-2. Mas, com os padrões de mutações que os cientistas estão vendo aparecer no coronavírus em todo o mundo, temos alguma pista de como ele continuará a evoluir?

Os pesquisadores estão observando de perto para ter uma ideia de sua evolução futura. E esperam que isso possa ser útil para o desenvolvimento de futuras vacinas.

3. Qual pode ser a origem da próxima pandemia

A pandemia covid-19 pegou grande parte do mundo de surpresa. Mas nem todos. Durante anos, epidemiologistas e outros cientistas alertaram que deveríamos estar preparados para uma pandemia.

A maioria das doenças que preocupa os especialistas tem origem em animais. Na verdade, 75% das doenças emergentes são zoonóticas. O novo coronavírus, que se acredita ter se originado em animais —uma das suspeitas recai sobre os pangolins— vendidos em mercados na China, não parece ser diferente.

Nosso efeito sobre o clima, invasão de habitats de vida selvagem e viagens globais ajudaram a espalhar doenças transmitidas por animais. Isso, combinado com a urbanização, a superlotação e o comércio global, criou um cenário ideal para a ocorrência de mais pandemias.

Agora, um ano após a pandemia do coronavírus, os cientistas estão investigando outras doenças que podem causar a próxima. E eles estão de olho em ameaças que vão desde camelos que transmitem a Síndrome Respiratória do Oriente Médio na África até morcegos que espalham o vírus nipah na Ásia.

4. Qual é o impacto ambiental da pandemia

A poluição e as emissões de gases de efeito estufa caíram em todos os continentes enquanto os países tentavam conter a disseminação do novo coronavírus e impunham lockdowns globais. Mas aumentaram rapidamente no restante do ano. Em média, as emissões de CO2 caíram pouco mais de 6% em 2020.

Ainda não se sabe qual será o impacto final da crise covid-19 nas emissões de poluentes. Mas, quando a pandemia finalmente diminuir, retornaremos aos mesmos níveis de dióxido de carbono e emissões de poluentes de antes? Ou as mudanças que vemos hoje podem ter um efeito mais persistente?

Os especialistas acreditam que as mudanças que fizemos durante a pandemia podem levar a hábitos duradouros. Durante o surto de coronavírus, vimos como a redução de viagens e transportes trouxe benefícios para o clima e como o desperdício de alimentos foi reduzido devido ao medo de escassez durante os lockdowns.

Existe a possibilidade de que a pandemia tenha um impacto mais duradouro no meio ambiente, e os ambientalistas se perguntam se a forma como respondemos à crise da covid-19 poderia servir de modelo para reagir às mudanças climáticas.

uol.com.br/vivabem

Anúncios
Publicado em Comportamento, covid-19, Saúde | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , | 23 Comentários