6 mitos e verdades sobre o efeito do salto alto no corpo humano

Existem muitos mitos persistentes em torno dos saltos altos. Observámos mais de perto alguns dos mitos mais famosos sobre saltos altos e confirmámos se são mitos ou verdades

Os sapatos de salto alto são uma peça comum no vestiário de muitas mulheres e fazem parte do mundo da moda há muitos anos. Apesar de não serem os calçados mais confortáveis entre todos, inegavelmente possuem um grau de elegância que poucos outros tipos de sapato conseguem oferecer.

Mas até que ponto tudo que escutamos sobre eles é verdade? Usar salto alto por muito tempo pode deformar o pé? Ele melhora a nossa postura? Por isso, é sempre importante separamos o que é mito do que é fato. Então, chegou a hora de desmistificar algumas informações sobre o salto alto. Confira só!

1. Apenas meninas baixas devem usar salto alto?

Mito – Se tem uma bobagem dita por aí sobre o uso de sapatos com salto é que eles são feitos apenas para mulheres de baixa estatura. A verdade é que o salto alto não foi feito para corrigir a altura de uma mulher, mas sim para oferecer elegância e poder em forma de um visual irreverente.

Até por isso podemos ver modelos, que normalmente são bastante altas, usando esse modelo de calçado nas passarelas internacionais.

2. O salto alto causa problemas de saúde?

Mais ou menos – É fato que usar salto alto por períodos prolongados não é nada recomendável e pode acabar causando problemas nos joelhos, por exemplo. Mas nós também não podemos colocar a culpa desse tipo de problema exclusivamente no uso dos calçados com salto.

Logicamente, o ideal é usá-los apenas em períodos curtos, mas o ganho de peso, a aparição de doenças reumáticas ou problemas de saúde alternativos também contribuem para que esse tipo de problema apareça. 

3. É proibido usas salto alto na gravidez?

Mentira – O mero uso do salto alto não implica nenhum tipo de problema direto à gravidez de uma mulher. Portanto, não existe nada que realmente te impeça de utilizá-los enquanto estiver grávida. Porém, vale ressaltar que esse tipo de calçado aumenta as chances de você sofrer uma queda. 

Para as futuras mamães, impactos na barriga podem significar sérios problemas para a sua saúde e a do bebê.

4. Usar salto alto ajuda a malhar a panturrilha e o bumbum?

Mentira – Se você pensa que está malhando a parte inferior do seu corpo apenas por usar um salto alto, saiba que você não poderia estar mais errada. O uso de calçados com salto não impacta em nada a musculatura das panturrilhas e do bumbum, sendo realmente necessário fazer alguns agachamentos na academia!

Porém, o salto alto é um ótimo treino para a musculatura pélvica, o que pode ajudar a aumentar a satisfação sexual nas próximas relações.

5. O uso do salto alto deforma o pé?

Parcialmente mentira – Apesar de usar salto alto no dia a dia ser um tanto quanto desconfortável, as chances de você desenvolver um problema permanente no pé é bastante rara. Existem muitos problemas diferentes que podem surgir com os pés, como joanetes, calos, unhas encravadas, fascite plantar e tantos outros mais.

Entretanto, boa parte deles nada tem a ver com o uso desses calçados. O maior problema, porém, é que o salto alto também não ajuda em nada para resolvê-los.

6. Salto alto ajuda a melhorar a postura?

Verdade – Se você já usou um salto alto alguma vez na sua vida, você provavelmente já sabe que é essencial ter um domínio sobre o equilíbrio do seu corpo para se manter de pé. Caso você esteja andando de maneira desleixada ou com os ombros muito para frente, as chances de você cair de cara no chão ou torcer o tornozelo são muito maiores.

Por isso, mulheres que usam salto alto com frequência tendem a possuir maior controle sobre a postura corporal, mantêm as costas retas e cabeça firme olhando para frente.

Mega Curioso

Pitaco: O correto é sempre pisar o calcanhar primeiro. Tente sempre pisar o calcanhar ou o salto do sapato primeiro. Esta é a forma correta de andar!

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Viver sem vontade, quando a apatia se apodera de nós

A tristeza, a apatia e a falta de vontade são sintomas de que alguma coisa não vai bem. No entanto, muitas pessoas carregam esse sentimento consigo, sem intervir, sem se comunicar e sem pedir ajuda. Por que elas escondem a forma como se sentem? O que podemos fazer quando somos nós que estamos nessa situação?

Viver sem vontade é o reflexo global da apatia e da desmotivação em relação ao que esperamos do presente e do futuro. Acordar todos os dias nesse estado pode se tornar um suplício. Uma montanha a escalar que se torna realmente íngreme por causa da inércia que governa nosso estado mental.

Não devemos nos esquecer de que, para as pessoas que vivem sem vontade, levantar da cama todos os dias implica dedicar tempo a determinadas tarefas com a sensação de não ter forças para realizá-las.

De certo modo, elas precisam fazer um esforço extra, requerido pelo fardo que carregam, para alcançar objetivos pouco custosos (tomar café da manhã, trocar de roupa, tomar banho…). A apatia é tão elevada que, para elas, é extremamente difícil tomar a iniciativa.

Viver sem vontade em silêncio

Por vezes, a apatia passa despercebida porque a pessoa supre a carência de motivação com esforço. Assim, quem convive com uma pessoa que vive em uma espiral de falta de vontade pode não perceber a dor que ela pode estar sentindo.

Vamos pensar: como conseguir perceber que aquela pessoa está sentindo uma constante apatia se ela se comporta como sempre? Esse é um ponto relevante.

Muitas vezes, não damos a importância devida ao estado emocional do outro pela ausência de sintomas externos relevantes. A pessoa continua desempenhando seu trabalho, suas obrigações familiares, comparecendo às reuniões sociais…, inclusive, em seu rosto podemos encontrar sorrisos.

No entanto, internamente não existe esperança.

“A tristeza também é um tipo de defesa”.
-Ivo Andric-

Diante da apatia, evite os clichês

Quando alguém que está nesse estado nos conta como se sente, tendemos a responder com as típicas frases: “isso não é nada”, “você vai ver como vai passar”, “isso acontece com todo mundo”, “fique feliz”, “não dê tanta importância a isso”.

Precisamos destacar que, embora a intenção seja ajudar, para uma pessoa que vive sem vontade, as típicas frases motivadoras podem não ser reconfortantes. Pelo contrário, a sensação de não ser entendida pode fazer com que ela corte os canais de comunicação e se feche.

Então, o que podemos fazer se uma pessoa nos contar que se sente apática? Bem, essa pessoa pode estar precisando do seu apoio e da sua escuta ativa: sentir que você a entende, que compreende o que ela está passando, e que você vai estar ao lado dela.

É provável que seja reconfortante para ela poder expressar o que significa viver sem vontade, e explicar como é ter que fazer um esforço constante para realizar cada tarefa.

“O desânimo é a pedra em que inevitavelmente você tem que pisar para atravessar o rio. Pode ser que você caia, mas sempre poderá se levantar ou nadar para terminar de atravessá-lo”.
-Anônimo-

Além da apatia

Viver sem vontade, com apatia, pode ter um componente fisiológico, assim como afirmado por um grupo de pesquisa. A desmotivação e a apatia estão associadas a circuitos cerebrais muito específicos que, em certos momentos, podem evidenciar determinadas anomalias em seu funcionamento.

Vamos pensar que, por trás da falta de vontade, é possível que existam condicionantes que vão além das circunstâncias externas.

A apatia poderia esconder certas patologias e problemas psicológicos subjacentes, tais como a depressão maior ou a distimia. Por isso, um dos primeiros passos para superar esse estado é descartar problemas médicos (fatores causais hormonais ou orgânicos) e/ou psicológicos.

Deixando de lado a origem da apatia, é importante procurar apoio. Podemos fazer isso tanto no nosso entorno mais próximo quanto no campo de profissionais especializados, pois o sofrimento às vezes fica maior do que nós mesmos, de forma que precisamos de ajuda externa para superá-lo.

“Se você não aprendeu com a tristeza, não conseguirá apreciar a felicidade”.
-Nana Mouskouri-

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16 dicas para gastar menos no supermercado

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O custo de vida aumentou consideravelmente nos últimos anos por uma série de fatores, e as compras do supermercado não ficam de fora dessa estatística. Podemos culpar a economia, o aquecimento global ou problemas ambientais, mas na prática precisamos mesmo é pesquisar e para economizar. Por isso, as ótimas dicas a seguir são essenciais para reduzir o valor das suas compras no supermercado.

1. Escolha o carrinho certo

Esta é a primeira coisa que você faz ao entrar no supermercado, e, acredite ou não, pode te ajudar a poupar dinheiro. A menos que você esteja fazendo uma semana inteira de compras, pegue um carrinho de compras pequeno. Em um experimento realizado por fabricantes de carrinhos, os compradores compraram 40% mais coisas quando receberam um carrinho com o dobro do tamanho que usavam normalmente.

2. Mas não use o cesto

Isso pode soar estranho, mas carregar um cesto pequeno de mão também…

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Ácido hialurônico: conheça os benefícios do skincare

Um dos ativos mais usados na rotina de cuidados com a pele, entenda mais sobre os seus benefícios e descubra de que forma usá-lo com as dicas de uma especialista

Manter a pele jovem e saudável é algo que nos esforçamos para fazer, com o passar do tempo, o corpo diminui a produção de alguns ativos e substâncias que são responsáveis por dar sustentação, elasticidade, brilho e firmeza para a pele. Um desses ativos é o ácido hialurônico, que garante hidratação para pele deixando o rosto mais iluminado, hidratado e com aspecto liso.

Quem tem uma rotina de cuidados da pele e está sempre atenta às novidades de skincare com certeza já ouviu falar sobre o ácido hialurônico. Mas, afinal, quais as recomendações de uso desse produto? 

Encontrado e produzido de forma natural pelo nosso corpo, o ácido hialurônico é uma molécula retentora de água, especificamente um glicosaminoglicano, que ajuda a manter os tecidos lubrificados e saudáveis. Apesar do nome ácido, não é preciso se preocupar com efeitos negativos deste ingrediente que é dermatologicamente recomendado. O ácido hialurônico tem um efeito de hidratação natural e profunda para pele, por isso que esse ativo é recomendado para o uso em produtos de cuidados com o rosto e em maquiagens.

O ácido age retendo água nos espaços entre as células, proporcionando maior hidratação e viço. Sua produção natural do organismo diminui a partir dos 25 anos de idade, o que resulta em ressecamento da pele, perda da elasticidade e do volume, e formação de rugas.

Três formas de usar

Existem três maneiras de usá-lo: o uso tópico, oral ou injetável. Confira as explicações e orientações da médica para cada um deles:

Tópico: os cremes, géis ou séruns melhoram a hidratação e textura da pele. Em cada produto haverá uma concentração diferente do ativo, portanto, os que possuírem maior presença do ácido agirão primordialmente na hidratação, enquanto os de menor tendem a penetrar na pele com ações antienvelhecimento, estimulando a produção natural do ácido no organismo. 

Oral: as cápsulas promoverão benefícios hidratantes, melhorando a elasticidade e reparando tecidos. Dessa forma, reduzirá a profundidade de rugas já existentes. 

Injetável: em forma de gel, o ácido será aplicado por um profissional diretamente na pele, preenchendo rugas e sulcos. Ele promoverá a sustentação e melhora do contorno facial com aumento de volume. É possível usá-lo, também, para a correção de cicatrizes (como a da acne, por exemplo) e assimetrias, tornando o rosto mais harmônico. 

Então o ácido hialurônico é bom para a pele? Sim! Além da função principal deste ativo que é a hidratação intensa e profunda da pele, estudos indicam que o ácido hialurônico é capaz de agir na redução de rugas e linhas de expressão, deixando a pele com aparência mais jovem e renovada. Além de ser um ativo seguro e recomendado pelos dermatologistas.

Pitaco: O ácido hialurônico é um ativo seguro e dermatologicamente indicado para todos os tipos de pele e se torna ainda mais necessário para peles secas que têm dificuldade em reter a hidratação do rosto. Além disso, o uso de produtos com ácido hialurônico é indicado para todos que queiram manter uma pele com aparência mais jovem e saudável. Não perca tempo, e adicione agora mesmo produtos com ácido hialurônico na sua rotina de cuidados!

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Como saber que a imunidade está baixa e como aumentá-la

Para manter a imunidade alta é preciso adotar alguns novos hábitos na rotina. Veja quais são e se você os faz

É de conhecimento popular que, para prevenir doenças infecciosas, é essencial estar com o sistema imunológico fortalecido. Mas, em meio a esta pandemia de coronavírus que o mundo está vivendo, vale a pena relembrar quais são os sinais que o corpo envia quando a imunidade está baixa, e o que fazer para aumentá-la.

Como saber se a imunidade está baixa?

A imunidade baixa é mais comum em pessoas idosas e com doenças crônicas, como diabetes e pressão alta. Por isso que estas pessoas são consideradas um grupo de risco. Mas, não significa que todos os demais estejam com a imunidade alta o bastante para que o corpo consiga se curar rapidamente de uma infecção por coronavírus.

Então, se você é o tipo de pessoa que está sempre doente, saiba que este é um sinal claro de que o seu organismo está em desequilíbrio. Algumas das doenças que aparecem com frequência quando a imunidade está baixa são herpes, candidíasegripe e resfriado, algumas vezes durante o ano.

Como aumentar imunidade para se proteger do coronavírus e outras doenças

Não basta que você tome as medidas para tratar herpes, candidíase, gripe e resfriado. É preciso prevenir que essas doenças voltem a aparecer, fortalecendo o seu sistema imunológico. Veja como fazer isso em atitudes importantes no seu dia a dia.

Dormir bem

Dormir bem significa dormir o suficiente para o seu organismo ter tempo de se recuperar do desgaste que teve ao longo do dia. É mais importante que você tenha um sono profundo e revigorante do que durma por longas horas. Qualidade é mais importante do que quantidade de sono.

O sono é tão importante para fortalecer a imunidade, pois é enquanto você está no absoluto repouso que o seu organismo vai fazer uma “faxina” interna, eliminando as toxinas que você acumulou no dia e devolvendo as capacidades aos seus órgãos e músculos para as atividades do dia seguinte.

Alimentar-se bem

Junto com noites bem dormidas também é essencial alimentar-se de forma saudável. É por meio da comida que você vai oferecer ao seu corpo todos os nutrientes necessários para fortalecer o seu sistema imunológico.

Então, é importante comer de 3 a 5 porções de frutas ao longo do dia, pelo menos 2 porções de saladas, além de carboidratos integrais, sementes, leguminosas, iogurtes, frutos oleaginosos (nozes e castanhas), gorduras saudáveis (peixe, azeite, abacate, coco), fontes de proteína e fibras.

Deve evitar ao máximo comer as calorias vazias, como as guloseimas industrializadas e fast foods, pois elas atrapalham o funcionamento do seu corpo, desequilibrando os sistemas e abrindo espaço para as doenças.

Tomar sol

O sol é a principal fonte de vitamina D para o organismo, e essa vitamina é vital para o fortalecimento do sistema imunológico. Então, sempre que tiver um solzinho lá fora, de preferência nos horários mais brandos, fique no mínimo 15 minutos pegando sol para absorver essa vitamina. O ideal é pegar pelo menos 1 hora de sol.

Mas, lembre-se que essa vitamina não será absorvida se você não estiver tendo uma alimentação saudável. É preciso cumprir com todas as dicas para que o fortalecimento do seu organismo seja eficiente.

Descansar a mente

O estresse e a ansiedade do dia a dia podem deixar você doente de verdade, pois estes problemas fazem a sua imunidade baixar.

Então, aprenda a lidar com estas situações de modo a evitá-las ao máximo e a não se deixar levar ao desequilíbrio emocional quando elas acontecerem.

Para isso, tire momentos de folga durante o dia, pare de trabalhar de forma excessiva, e verá como tudo vai entrar em linha para que você tenha uma boa saúde.

dicasonline

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