Aprenda a controlar os seus pensamentos, pois eles dirigem sua vida

Você já parou pra pensar no poder dos seus pensamentos? É um trocadilho bem importante este, porque de fato, o pensamento tem poder. Aliás, tem muito poder!

Muitas de nossas ações, emoções e até mesmo doenças, são originadas em nossos pensamentos. Assim, é importante compreendermos como eles são gerados e como trabalhá-los em favor de nossa saúde.

Os nossos pensamentos tem relação estreita com:

O ambiente ao nosso redor (pessoas, lugares e circunstâncias);
A nossa personalidade (duvidosa, agressiva, otimista, ponderada, etc);
A nossa conduta de vida (a maneira como administramos nossas vidas);
O nosso passado;
As nossas reações físicas.
Sendo assim, temos condições de controlar nossos pensamentos; e como eles geram nossas ações, também temos controle sobre elas.

O exemplo do Márcio

Márcio era um jovem inteligente e esforçado, que estava a progredir na vida desde que deixou a faculdade há pouco mais de 5 anos. Certo dia, teve um encontro com dois de seus antigos amigos de faculdade.

Ficaram conversando por horas sobre diversos assuntos e compartilharam detalhes de suas vidas desde a época da faculdade. Ao terminar o encontro, Márcio foi para casa comparando sua vida com a de seus amigos.

Concluiu que seus amigos eram mais capazes do que ele e também mais felizes do que ele. Então, Márcio passou a experimentar sentimentos de tristeza e frustração que duraram dias em sua mente.

O que houve de errado? Márcio cometeu um erro muito comum. Ele decidiu comparar sua vida com a de seus amigos, ao invés de comparar sua vida com ela mesma no passado.

Comparar-se consigo mesmo é um pensamento melhor, pois poderemos realmente perceber se houveram evoluções em nossas vidas em direção dos nossos objetivos. Ao invés de tristes, isso nos motiva a seguir em frente ou a corrigir o que está indo mal.

Além disso, o ritmo de conquistas e experiências de seus amigos será sempre diferente do seu, pois o ambiente, as personalidades e o passado deles é outro. Isso varia muito de pessoa para pessoa.

Veja que Márcio fez uma escolha sobre o que pensar e isso gerou consequências para ele (no caso, ruins).

Seus pensamentos dirigem toda a sua vida

Precisamos ter ciência de que os pensamentos podem causar reconciliação, restituição, paz, amor, confiança, alegria, disposição, sorrisos, bem estar geral, mas também podem gerar ódio, agressão, ansiedade, tristeza, dores de cabeça, taquicardia, entre outros.

Todos nós somos donos e responsáveis pelos nossos pensamentos. Se procurarmos controlá-los, evitaremos condutas impróprias e manteremos melhor saúde mental e também a saúde física, como podemos observar nestes dois estudos de casos:

Caso 1: Num centro de recuperação, pessoas com câncer foram dividas em dois grupos. Um deles foi ensinado a cultivar esperança e a desfrutar dos prazeres e alegrias da vida que ainda podiam experimentar. Também aprenderam técnicas de relaxamento. O outro grupo não recebeu qualquer instrução. O resultado foi que o primeiro grupo apresentou anticorpos muito mais ativos em seus corpos do que o segundo grupo.

Caso 2: Num asilo, também dividiram os idosos em dois grupos. O primeiro passou a ter liberdade para tomar algumas decisões, como o que comer, que filme assistir, etc. O outro grupo ficou restrito às regras do local. O primeiro grupo ficou mais satisfeito e experimentou mais prazer do que o segundo grupo e no decorrer de um ano e meio, o primeiro grupo apresentou taxa de mortalidade 50% inferior ao segundo grupo.

Uma dica para facilitar a manutenção de nossos bons pensamentos, é mantermos princípios e valores como:

Honestidade,
Integridade,
Respeito com os outros,
Responsabilidade,
Justiça,
Verdade, etc.
Esses ideais terminam por plantar sementes da saúde em nossas mentes, fazendo brotar pensamentos positivos com ações também positivas!

Nem sempre será possível dominar sua mente

No entanto, é importante percebermos que haverão casos onde não conseguiremos manter os pensamentos positivos, por mais que tentemos.

Situações de morte de pessoas amadas, a descoberta de uma doença grave, um processo de divórcio, e outros casos similares, irão certamente despertar pensamentos negativos em nós.

Nesses casos será necessário que nos adaptemos ao sofrimento e aos pensamentos decorrentes dele. Para minimizar as consequências, recomendamos que você cultive a paciência, pois o tempo é um grande remédio nestas ocasiões.

Procure confiar em Deus, pois a fé em Deus é outro remédio valioso nessas situações. Busque também apoio junto à pessoas que você ama e que são dignas de sua confiança, abrindo seu coração à elas.

E então? Você está controlando os pensamentos?

Proponho um teste: nos próximos cinco dias, tome nota de cinco situações relevantes que ocorreram. Escreva estas situações num bloco de notas para reflexão e estudo de comportamento. Descreva as emoções e os pensamentos que você experimentou.

Depois avalie as cinco experiências e veja se os pensamentos foram em sua maioria positivos ou negativos. Isso lhe dará uma pista sobre como você tem nutrido e controlado sua mente.

Fonte: sementesdasaude

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10 tipos de vinagre para usar no dia a dia

O vinagre é um ingrediente clássico e tradicional. Ele é antigo, versátil e indispensável. É usado na culinária e também cumpre um importante papel na saúde, na beleza e na limpeza. Mas, para cada função, existe um tipo de vinagre diferente. Quais desses tipos você conhece? Veja a seguir, e passe a fazer o uso correto desse ingrediente tão importante.

1. Vinagre de álcool

O vinagre de álcool a partir da fermentação de álcool etílico proveniente da cana-de-açúcar. Naturalmente ele é transparente, ou seja, puro. É assim que ele pode ser usado para a limpeza doméstica. Mas também existem opções coloridas e aromatizadas com ervas e frutas. O vinagre de álcool é mais usado para fazer conservas, higienizar vegetais e temperar carnes.

2. Vinagre de arroz

Esse vinagre é obtido a partir da fermentação do arroz. O resultado é um composto sem sódio, e rico em aminoácidos e antioxidantes. É um vinagre bastante comum na culinária oriental, e pode ser feito com diferentes tipos de arroz. Seu sabor é levemente agridoce.

3. Vinagre balsâmico

Esse vinagre é feito a partir da uva, que é uma fruta rica em antioxidantes. Ele é um vinagre escuro e adocicado, e tem uma versão cremosa ótima para vários pratos, desde saladas, passando por carnes, molhos e até sobremesas. Não serve para limpeza.

4. Vinagre branco

O vinagre branco é feito a partir de cereais. Assim como o vinagre de álcool, é uma boa opção para limpeza doméstica, bem como para desinfetar vegetais e, claro, para temperar alimentos, como todos os outros tipos.

5. Vinagre de frutas

Também é possível fazer vinagre a partir da fermentação de vários tipos de frutas, como tangerina, abacaxi, maracujá, laranja, kiwi, manga, jabuticaba e framboesa. É usado como tempero, e uma opção que fornece bons nutrientes para a saúde.

6. Vinagre de sidra

Esse vinagre também é de fruta, mas feito exclusivamente do suco fermentado da maçã, que é a sidra. Ele é um dos menos ácidos e conhecido por ser rico em antioxidantes, assim como a maçã. Ele é usado para preparos diversos, como molhos, saladas, pratos agridoces e conservas. Seu sabor delicado funciona perfeitamente em picles, saladas e molhos para carne, principalmente de porco.

7. Vinagre orgânico

Esse vinagre pode ser feito de diferentes frutas, mas o que diferencia dos demais é que suas matérias-primas provêm da agricultura livre de agrotóxicos e sustentável.

8. Vinagre de vinho

Feito a partir do vinho tinto ou branco, esse é um vinagre mais usado para tempero de carnes, e precisa levar em conta seu poder de alterar a cor dos alimentos. Aliás, por isso, e também pelo aroma, não é recomendado para limpeza doméstica. Ele é rico em antioxidantes e tem um sabor frutado. Este vinagre é adocicado e frutado e pode ser utilizado em molhos vinagretes e molhos com sabores potentes.

9. Vinagre aromatizado

O vinagre aromatizado pode ter em sua composição especiarias, ervas, frutas e outros condimentos. Seu uso é mais frequente em molhos de saladas e também sobremesas.

10. Vinagre de malte

O vinagre de malte é produzido com malte de cevada fermentada. Após a produção da cerveja, faz-se este vinagre que é muito popular na Inglaterra. Vinagre de malte é utilizado no peixe com batata frita, prato tradicional da Inglaterra

Qual o melhor vinagre para usar na limpeza?

Basicamente, não há restrição de vinagre para usar na limpeza, exceto, é claro, o balsâmico cremoso. Mas, o recomendado é que dê preferência para os mais neutros e claros, só para evitar manchas em tecidos ou superfícies brancas, e para evitar que o aroma dele nos ambientes seja de comida.

O que faz esse produto ser bom para a limpeza é que todos os tipos são fermentados e resultam na produção de ácido acético, que é o nome científico do vinagre misturado com água. Esse ácido tem ação contra micro-organismos, como fungos e bactérias, e por isso serve como um desinfetante leve, tanto para alimentos quanto para superfícies e machucados no corpo.

Pitaco: O vinagre deve sempre ser diluído em partes iguais com a água, pois na sua versão pura pode causar irritação nos olhos, ardor no nariz e garganta, e congestão pulmonar.

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Como saber quando é fome e quando é gula?

Geralmente essa é uma pergunta que as crianças fazem para os pais quando ainda estão aprendendo a entender os sinais do próprio corpo. “Quando é que eu estou com fome de verdade e quando é só vontade de comer?” Bem, muitos adultos também podem ter essa dúvida, pois nunca é tarde para aprender a se comunicar com o seu corpo. Veja por partes.

O que é fome?

A fome é quando você sente aquele “vazio no estômago”, que às vezes até ronca. É uma sensação fisiológica que acontece quando o seu organismo precisa de mais nutrientes, sejam açúcares, gorduras ou aminoácidos, para continuar gerando energia.

O que é saciedade?

A saciedade é quando você come uma porção de alimento e a sensação de fome passa. Para estar satisfeito não precisa sentir que a barriga está cheia, estufada. A fome termina antes disso, quando você come uma porção de comida adequada ao que seu corpo necessita naquela refeição.

Muitas pessoas pensam que, para estar satisfeito, precisa não aguentar mais comer nada, só que não é verdade. Quando chega nesse ponto, quer dizer que você já comeu mais do que precisava.

O que é gula?

A gula é quando você não está sentindo fome, mas está com desejo por algum alimento ou um grupo de alimentos específicos, geralmente guloseimas. Poucas vezes as pessoas sentem gula por uma saladinha, pois a gula está relacionada ao seu estado emocional, que deseja alimentos mais “intensos” e que tragam uma memória afetiva prazerosa.

A gula é uma forma compulsiva de se alimentar, que acontece mesmo quando a pessoa acabou de comer e está satisfeita. Mas, não quer dizer que aconteça sempre, como a compulsão alimentar, que é um transtorno.

Muitas pessoas sentem gula só às vezes, como quando estão ansiosas, grávidas ou na TPM, pois o desejo por guloseimas está atrelado ao comportamento hormonal, que por sua vez está ligado ao seu emocional.

Como comer só o suficiente?

Uma das estratégias para evitar comer em excesso durante uma refeição é, aos poucos, ir aprendendo quando é a hora de parar, observando as suas sensações enquanto se alimenta.

Comer devagar, prestando atenção na comida, é bem importante para saber quando a fome já passou e a barriga ainda não está estufada. Se você comer rápido ou prestando atenção em outra coisa, como na internet ou na televisão, a tendência é que você coma mais do que precisa, sem perceber.

Se mesmo assim você tiver dificuldade em saber quando já está satisfeito, a dica é consultar um nutricionista que irá ajudá-lo a determinar porções adequadas para cada refeição. O nutricionista vai avaliar sua saúde e seu estilo de vida, e criar um cardápio com quantidades de comida o suficiente, evitando que você extrapole.

Agora, se o seu problema é a vontade de comer o tempo todo, mesmo sem estar com fome, pode ser que a questão seja outra, como um problema de tireoide ou mesmo emocional. No caso da tireoide, o médico endocrinologista poderá ajudar, e se for emocional pode ser que um psicólogo ou psiquiatra seja o melhor profissional a consultar.

Fonte: Dicasonline

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7 erros de higiene que fazemos na cozinha

Conhecido por suas aparições na televisão, o biomédico Roberto Figueiredo, o famoso Dr. Bactéria, ganhou popularidade por ensinar de forma simples como manter a casa sempre higienizada.

Em diversas entrevistas o profissional listou uma série de erros que quase todo mundo comete na cozinha e que devem ser evitados em nome da saúde. Confira alguns dos mais comuns e por que você deve abandonar os hábitos ultrapassados:

Erros de higiene que fazemos na cozinha

1. O hábito de lavar o arroz antes do preparo é antigo, mas considerado equivocado pelo Dr. Bactéria. Segundo o biomédico, eliminar a “água branca”, que nada mais é do que o amido do alimento, faz com que ele perca 75% de sua propriedade nutricional.

2. Lavar a carne em água corrente é outro erro que deve ser evitado. O processo não elimina bactérias e até aumenta as chances de contaminação. O especialista afirma que não há necessidade alguma em “limpar” o alimento. Também não há necessidade de lavar o frango antes de preparar.

3. Você também usa pregadores de roupa para fechar pacotes de bolachas e salgadinhos? O hábito é prejudicial porque o objeto, que normalmente fica na lavanderia, pode contaminar o alimento quando entra em contado com suas mãos.

4. Outro equívoco comum é armazenar o ovo na porta da geladeira. A região é a menos gelada e não oferece a refrigeração necessária para a manutenção adequada do alimento.

5. Exagerar na quantidade de detergente na hora de lavar a louça. O produto nunca dever ser aplicado na esponja, mas sim em uma bacia de água que deve ficar na pia enquanto você faz a higienização. O ideal é adicionar 8 gotas de detergente para cada litro de água.

6. Guardar o vinagre sob a pia é outro erro que muitas pessoas comentem. Segundo o Dr. Bactéria, o alimento, depois de aberto, deve ser mantido sob refrigeração, na geladeira, preferencialmente na porta.

7. A lixeira pequena que fica na pia da cozinha também deve ser abandonada. O profissional explica que o lixo deve estar sempre no chão e ser trocado diariamente.

8. O biomédico também recomenda que a tábua de carne feita de madeira que você possui na cozinha seja aposentada. O objeto favorece a contaminação dos alimentos e deve ser substituído por uma de vidro, preferencialmente.

9. É comum no dia a dia colocar para secar, na pia ou no fogão, o pano de louça úmido. O que você não sabe, no entanto, é que este pedaço de pano pode abrigar até 1 milhão de bactérias a mais que um vaso sanitário de banheiro público. Melhor dispensá-lo.

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Nada é permanente, nada é realmente nosso

O apego é entendido como um vínculo, um laço afetivo muito forte que determina o desenvolvimento da personalidade, a forma de nos relacionarmos com os outros e com tudo o que nos rodeia e, inclusive, a forma como nós vemos a vida. No entanto, o apego tem um inconveniente: nada é permanente, nada disso é realmente nosso.

Um certo tipo de apego é necessário. Trata-se daquele que precisa de uma figura estável nos primeiros anos de vida para um correto desenvolvimento cognitivo e emocional posterior. Por outro lado, o apego inseguro é aquele que nos preenche com ansiedade e medo diante do objeto ou da pessoa pela qual sentimos esse apego. Na verdade, todas as relações têm um certo componente de apego, apesar de nem todos os tipos serem saudáveis.

Algumas das nossas relações podem nos provocar ansiedade diante da perspectiva de perda. Para evitar isso, devemos lembrar que, seja o que for que a vida nos tenha dado, é apenas um empréstimo, pois nada é permanente. Ser grato é o primeiro passo para ter um apego seguro com as pessoas ao nosso redor. O mesmo ocorre com o trabalho, as férias e com qualquer situação do momento presente.

“Agradeça com todo o seu ser por tudo que a vida lhe traz; afinal de contas, é o que você cultivou”.

Precisamos entender que nada é permanente

Ter relacionamentos nos quais nos sentimos seguros não é um dom, mas uma arte que exige vontade e prática. Quando uma relação se mantém somente por hábito, e não existem outras razões que lhe deem sentido, estamos diante de um apego inseguro. O ideal para a nossa higiene mental é acabar com essa situação.

Se não aprendermos a soltar, se não deixarmos ir, as consequências serão muito mais negativas. Se o apego pode mais do que nós e ficamos presos, grudados aos sonhos, fantasias e ilusões, o sofrimento vai crescer sem parar e a tristeza será a nossa companheira de viagem. Buda, em umas de suas famosas frases, indicou que a origem do sofrimento está, precisamente, no apego.

Nada é completamente seu, a vida te empresta, te presenteia para que você aprenda a apreciar e também a se despedir.

No entanto, nem todos os apegos são ruins, existem alguns que são necessários e úteis. Um apego seguro se baseia em saber aproveitar o que nós temos neste momento, sem precisar que continue ao nosso lado para estarmos bem. Se olharmos o que está nos provocando sofrimento com uma nova visão, compreenderemos que não é esse objeto o que nos causa dor, mas a maneira como nos prendemos a ele.

Nosso problema com o apego acontece porque percebemos as coisas como entidades permanentes. No empenho de alcançar os nossos objetivos, empregamos a agressividade e a competição como ferramentas supostamente eficazes, e nos destruímos cada vez mais durante o processo. Para evitar isso, é necessário que você entenda que nada é permanente.

“As pessoas são tão lindas quanto o pôr do sol, se permitirmos que elas sejam assim. Na realidade, pode ser que a razão pela qual apreciamos verdadeiramente um pôr do sol é porque não podemos controlá-lo”.
– Carl Rogers –

Dependência diante da independência

Nosso contexto cultural nos convida a viver dependendo de outras pessoas: pais, filhos, companheiros amorosos, etc. Desde pequenos nos impõem a ideia do amor romântico, aquele no qual os membros do casal não podem, nem devem viver longe um do outro. No entanto, a dependência nas relações românticas é altamente prejudicial, nos transformando em pessoas totalmente incapazes a nível emocional.

A dependência, assim como qualquer outro construto (construção mental criada a partir de elementos simples para ser parte de uma teoria), não é boa nem ruim por si só. Em um certo grau, ela sempre está presente em nossas vidas. É algo que todos nós deveríamos admitir diante do mundo e de nós mesmos, já que nos levaria a reconhecer e adquirir estilos de relacionamento mais saudáveis com as outras pessoas.

Atualmente, existe uma tendência a tratar a dependência com um certo desprezo, como se ela fosse um sinal de fraqueza. No entanto, se pararmos para pensar, quase todos os aspectos da vida são o resultado de esforços alheios. A nossa preciosa e magnífica independência pode ser mais uma ilusão, ou uma fantasia, do que um fato tangível. Para ter uma vida feliz, precisamos de amigos, boa saúde e bens materiais; curiosamente, são âmbitos nos quais dependemos de outras pessoas.

Nossa necessidade dos outros é um paradoxo. Ao mesmo tempo em que, na nossa cultura atual, exaltamos a mais feroz independência, também ansiamos a intimidade e a conexão com uma pessoa especial e querida. O segredo, portanto, está em amar, mas sem precisar. 

“Em nossas loucas tentativas, renunciamos ao que somos por aquilo que queremos ser”.
– William Shakespeare –

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