Babosa: conheça os benefícios da Aloe Vera

A aloe vera (babosa) traz inúmeros benefícios para a saúde, principalmente para problemas na pele. Descubra como ela pode te ajudar.

A babosa é um dos remédios naturais mais versáteis que se pode ter em casa. As propriedades medicinais da babosa foram descobertas pelos egípcios há mais de 6000 anos e a popularidade da sua seiva dura até hoje. Suas folhas taludas contêm uma substância semelhante a um gel considerado por muitos terapeutas como o kit de primeiros socorros da mãe natureza.

Essa prima do lírio se desenvolve bem sem exigir muitos cuidados, e é muito resistente. Mas não a guarde na despensa! O peitoril da janela é o melhor lugar para cultivar essa suculenta espinhosa. Plantando um pé de babosa você poderá contar, por muitos anos, com sua magia capaz de curar feridas, hidratar a pele e aliviar úlceras.

Mas não se engane, babosa e aloe vera não são necessariamente a mesma planta. Na verdade, aloe vera é o nome de uma das mais de 500 espécies de babosa. Isso quer dizer que toda aloe vera é babosa, mas nem toda babosa é aloe vera. Seja babosa ou aloe vera, suas propriedades anti-inflamatórias, cicatrizantes e hidratantes são indiscutíveis.

Benefícios da babosa (Aloe Vera)

Muito utilizada na cosmetologia, a aloe vera é excelente para a recuperação da pele e do cabelo. (Imagem: Sundaemorning/iStock)

Apesar de 99% do aloe vera ser composto de água, o gel transparente que há dentro de suas folhas contém uma grande quantidade de poderosos compostos medicinais. Sua composição engloba vitamina A, B, C e E, além de aminoácidos, zinco, magnésio, cálcio e potássio.

Vejamos as glicoproteínas e os polissacarídeos, por exemplo. As glicoproteínas aceleram o processo de recuperação, fazendo a dor e a inflamação parar. Já os polissacarídeos hidratam a pele, estimulam seu crescimento e recuperação e ainda aceleram a cicatrização. Dessa forma, faz com que o aloe vera seja um ótimo tratamento para queimaduras de sol.

Além disso, o gel contém a enzima bradicininase, com atividade anti-inflamatória. Ainda assim, mineral lactato de magnésio, mais um componente do gel de aloe vera, alivia a coceira e as erupções cutâneas de origem alérgica.

O gel de babosa também traz muitos benefícios para o cabelo. Por ser rico em vitaminas, a hidratação com gel de babosa revitaliza o cabelo, deixando-o com um brilho incomparável. A seiva de aloe vera pode ser passada diretamente no comprimento do cabelo, evitando a raiz para não deixá-la oleosa. O mesmo serve para o óleo de babosa, geralmente achado em farmácias.

Para que serve a babosa?

A seiva da babosa é muito utilizada em centros de tratamento para queimados. (Imagem: Agustin Vai/iStock)

Em 2009, pesquisadores iranianos relataram haver provas científicas para corroborar o uso da aloe vera para tratar herpes genital, psoríase, papilomavírus humano (HPV), dermatite seborreica, ulcerações na pele causadas pelo frio e queimaduras. 

No mesmo ano, outra equipe de cientistas iranianos estudou a capacidade de cicatrizar queimaduras de segundo grau. Essas queimaduras afetam a primeira e a segunda camadas da pele, causando inflamação e bolhas dolorosas. Ademais, os pesquisadores compararam a aloe vera a uma consagrada pomada chamada sulfadiazina de prata. Essa pomada evita infecções em queimaduras de segundo e terceiro graus. Por fim, observou-se que as queimaduras tratadas com aloe vera sararam três dias mais rápido que aquelas que receberam o medicamento convencional.

Na Tailândia, pesquisadores especializados em tratamentos da psoríase publicaram um estudo que comparava o aloe vera a um creme convencional à base de esteroides. Oitenta pessoas com quadros leves a moderados de psoríase foram tratadas aleatoriamente com aloe vera ou o creme à base de esteroides durante oito semanas. Dito isso, os resultados  foram mais ou menos os mesmos, embora o tratamento com a babosa tenha apresentado ligeira vantagem em relação àquele feito com esteroides.

Tipos de babosa

Apesar de sua grande variedade de espécies, não existe nenhum tipo de babosa venenosa. (Imagem: frank600/iStock)

Ao redor do mundo existem mais de 500 tipos de babosa. Entretanto, no Brasil, apenas três tipos podem ser encontrados com facilidade pela população. São eles:

 Aloe Vera (babosa)

O tipo mais encontrado na casa dos brasileiros. Pode apresentar ou não manchinhas esbranquiçadas em suas folhas grossas. Além disso, o gel verde presente dentro das folhas é ótimo para fins estéticos. Seja para hidratação da pele ou alívio de queimaduras, a Aloe Vera tem um alto potencial de cicatrização.

Aloe Maculata

O seu diferencial estético está nas manchas e pontas da folhas. Ao contrário da Aloe Vera, a Aloe Maculata tem as pontas avermelhadas. É necessário ater-se a isso considerando o potencial de irritação da seiva quando entra em contato direto com a pele humana. Sendo assim, seu gel precisa ser manipulado quimicamente antes ser aplicado na direto na pele. Por isso, a Aloe Maculata costuma ser utilizada somente como item decorativo em casa, deixando suas propriedades anti-inflamatórias para as fábricas de cosméticos.

Aloe Arborescens

Este tipo de babosa tem um grande diferencial: sua altura. Sendo assim, Aloe Arborescens pode alcançar mais de um metro de altura. Suas folhas brotam em eixo circular e podem ter aspecto mais azuladas do que as folhas dos outros tipos. Além disso, é a babosa mais indicada para cuidados com a saúde em virtude das suas propriedades fitoterapêuticas.

Faz bem saber

beneficios da babosa (aloe vera)
A aloe vera não deve ser consumida para fins gastrointestinais. (Imagem: baibaz/iStock)

A aloe vera produz outra substância chamada látex de aloé, extraído da casca da folha. Trata-se de um líquido amarelo e amargo que é um poderoso laxante. Aliás, poderoso até demais! 

Classificada como laxativo estimulante, essa substância pode causar fortes cólicas e diarreia, podendo inclusive afetar o equilíbrio eletrolítico, os sais minerais que desempenham um papel crucial no organismo.

Acredite: não é um bom remédio para resolver casos de funcionamento irregular do intestino ou prisão de ventre.

Dicas para as compras

beneficios da babosa (aloe vera)
Produtos com base de aloe vera são facilmente encontrados em farmácias. (Imagem: cgdeaw/iStock)

O melhor gel de aloe vera é o extraído diretamente da planta viva. Basta retirar um talo bem bonito, cortá-lo no sentido do comprimento e espremer o gel sobre a pele. Tome cuidado para não deixar o gel cair na roupa, pois ele mancha muito.

É possível encontrar pés de aloe vera na maioria das lojas especializadas em plantas. Ele se desenvolve bem, mesmo com poucos cuidados, e cresce lindamente em ambientes arejados como o peitoril da janela.

Pitaco: Não tem um pé de aloe vera? Não tem problema! É possível encontrar o gel puro na maioria das lojas de produtos naturais. Mas, leia o rótulo com cuidado antes de comprar para verificar se o produto é orgânico. 

Fonte: Seleções

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12 coisas que deveríamos aprender com as crianças

As crianças têm a habilidade de nos contagiar com suas ilusões, sua vontade de viver, sua alegria, sua forma de se adaptar às mudanças com facilidade. Elas são o impulso de viver, a vontade de conhecer, e o maior exemplo da diversão diária.

Temos muito a aprender com elas, e inclusive deveríamos voltar a ser crianças em alguns momentos. Por isso, a seguir iremos compartilhar 12 coisas que todos deveríamos aprender com as crianças.

1. Sonhe

Não deixe de sonhar e criar expectativas como uma criança por causa de um novo trabalho, um novo amor ou novas amizades, ou até pelas pequenas coisas do dia a dia ou por suas conquistas.

Os sonhos e a motivação são o motor que nos leva a alcançar nossos objetivos na vida. Não se esqueça disso.

2. Não tenha medo do novo

Sempre é melhor se arrepender do que fizemos do que daquilo que deixamos de fazer. Não se permita dizer frases como: “E se eu tivesse ido a aquele encontro com aquela pessoa que gostava tanto?”, “E se tivesse aceitado aquele trabalho que tanto me assustou?”

As hipóteses não são a realidade e às vezes um pouco de risco é necessário para continuar. Não se limite e avance.

3. Divirta-se como uma criança

Deixe para trás os preconceitos ou o medo do que os outros dirão, assim como as crianças fazem. Eles se divertem e riem porque não estão preocupadas com isso, e sim com viver o momento.

Aproveite as pequenas coisas, sorria para dar as boas-vindas ao novo dia e dê um toque de humor à sua rotina.

4. Tenha curiosidade

Quando perdemos a curiosidade é como se morrêssemos um pouco por dentro. Tenha curiosidade para aprender coisas novas, para descobrir novos lugares a visitar. A curiosidade contribui para fazermos mais.

5. Expresse-se com sinceridade

Os adultos, em muitas ocasiões, não são livres para falar. Sentem medo ou vergonha da rejeição das palavras, do que podem dizer, de incomodar.

Além disso, quando sempre dizemos o que os demais querem ouvir não nos sentimos bem por dentro. Liberte-se e expresse-se com sinceridade, como uma criança!

Se não formos sinceros também não permitiremos que os demais nos conheçam verdadeiramente, e não iremos conhecer a nós mesmos.

6. Aproveite o momento

As pessoas dizem “Aproveite os bons momentos, pois os maus vêm sozinhos.” Viva, desfrute, aproveite seus momentos de ócio.

Muitas vezes quando a doença bate à nossa porta ou alguém querido morre nos damos conta de muitas coisas. Talvez devêssemos ser mais conscientes de que só estamos de passagem nesta vida.

7. Ame sem medo

Por que temos tanto medo do amor? As crianças amam sem pensar duas vezes. Elas não pensam que seu animal de estimação um dia vai morrer, ou que o amor da infância vai ser somente uma lembrança quando forem adultos.

Não pense no amanhã e aproveite o hoje. O amor é uma das coisas mais belas que podemos viver, por que temos tanto medo? Medo de sofrer? Tudo passa, inclusive o sofrimento.

8. Adapte-se às mudanças

As crianças são autênticas professoras no tema de se adaptar às mudanças. Elas podem mudar de casa, de escola e até de país, e não acontece nada.

Então, se nós somos os adultos, o que poderia acontecer? As mudanças sempre renovam e enriquecem nossa vida.

9. Não tenha medo de cair, logo você irá se levantar

Você já viu alguma criança cair e não se levantar? A vida é assim. Muitas vezes é apenas a nossa mente quem nos limita.

Frases do tipo “Não vou fazer isso porque se não der certo…” apenas nos prendem onde estamos, e nos impedem de avançar por nosso caminho.

Caia e levante outra vez, não há problema!

10. Não se importe tanto com a opinião dos outros

Damos atenção demais às opiniões daqueles que estão ao nosso redor. Mas, o que você quer? Ouça o seu coração e aja como quiser.

11. Pergunte sem medo e sem vergonha

Qual é o problema de perguntar? Você pensa que vai parecer bobo se fizer uma pergunta? Nada disso, é exatamente o contrário. Perguntar mostra humildade e vontaser criande de aprender.

12. Descanse, não force a máquina

As crianças vão dormir quando estão cansadas. Não descansar o suficiente nos faz cair em muitas ocasiões em um estresse crônico que não nos deixa viver. Respire e descanse para repor suas forças.

Pitaco: Volte a ser uma criança e agarre-se aos seus sonhos! Como conseguir fazer isso? Tendo uma criança sempre perto de você!

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Moda e sustentabilidade: a união que não pode ser desfeita! 

A moda está sempre presente em nosso dia a dia, seja o sapato que calçamos até a moda íntima. Agora imagine a quantidade de pessoas existentes no mundo e quantos itens relacionados ao mundo da moda elas consomem? Segundo um estudo, são produzidas uma estimativa de 150 bilhões de peças ao ano pela indústria da moda global. Cerca de 30% desses produtos nunca foram vendidos. Logo, o meio ambiente sofre com as consequências de mais de 12,8 mil toneladas de roupas enviadas para aterros sanitários, anualmente. Apesar dos aterros sanitários terem vantagens como geração de energia com motores a gás e redução da liberação de metano na atmosfera, eles também possuem inúmeras desvantagens. Como a contaminação dos lençóis freáticos. E o pior, nem sempre o descarte de roupas e outros dejetos produzidos pela indústria da moda, são enviados para aterros. Eles podem ser deixados na própria natureza sem nem um tratamento específico, prejudicando ainda mais o meio ambiente ou encaminhados para lixões, que é ainda mais prejudicial. Por isso, o que precisamos evitar é o consumo e a produção descontrolada de itens que não representam uma necessidade real na vida dos consumidores.

E foi a partir de todas essas implicações, que a moda sustentável surgiu. A moda sustentável visa diminuir os impactos ecológicos, usando técnicas que não agridem o meio ambiente e garantem a roupa muita qualidade, evitando o descarte exacerbado e o consumo descontrolado. Este tipo de produção também se preocupa com o ambiente de trabalho em que as pessoas estão inseridas. Afinal, mesmo que estejamos em pleno século XXI, a escravidão moderna ainda existe, vitimando inúmeras pessoas que trocam sua mão de obra por necessidades básicas que são essenciais para a vida humana.

Nesta postagem vamos abrir os seus olhos para um novo mundo que possibilita inúmeras opções para a produção consciente e principalmente sustentável para o meio ambiente. Afinal, quando cuidamos da natureza, também cuidamos do nosso bem-estar.

Slow Fashion

Vamos começar falando sobre o tipo de produção slow fashion. Ao pé da letra, slow fashion significa moda lenta ou devagar. Este termo foi criado nos anos 2000 na Itália, derivado do slow food. Totalmente inverso ao fast food, este movimento tem como objetivo priorizar um estilo de vida saudável, que fuja da correria do dia a dia. Sempre deixando a rotina o mais natural e amigável possível em relação à natureza. Afinal, o meio ambiente oferece tudo o que precisamos para ter uma vida de qualidade.

Na moda, o slow fashion também prioriza características como a qualidade da roupa, aumentando a vida útil do modelo. Além da qualidade, os materiais usados para a confecção das peças, são fundamentais para caracterizar esta modalidade. A matéria prima usada é sustentável, sem o uso de produtos químicos para a tintura, por exemplo. O tingimento é um dos principais problemas causados pela indústria têxtil. São usados cerca de seis a nove trilhões de litros de água a cada ano, somente para tingir tecidos. Esta quantidade equivale a mais de dois milhões de piscinas olímpicas. Já imaginou a quantidade de água desperdiçada? E o pior, esta água se torna totalmente inutilizada por ser tóxica. A solução é o uso de tecnologias e outras formas de tingimento que agridem menos a natureza.

O grande problema relatado pelas pessoas na hora hora de adquirir um modelo produzido pela modalidade slow fashion é o valor. Mas como falamos, estas roupas possuem valor e não preço. Com certeza um produto slow fashion tem muito valor agregado, desde a consciência em priorizar a natureza, até a humanidade em relação aos envolvidos no processo de produção. Mas se os valores fogem da sua realidade, os brechós são uma ótima opção para você comprar uma roupa de qualidade e ainda contribuir para o meio ambiente.

Fast Fashion

Totalmente na contramão do slow fashion temos o fast fashion. Esta modalidade tem um processo de produção que impacta tanto a natureza quanto a sociedade. A roupa de fast fashion produz cerca de 400% a mais de carbono do que uma roupa produzida  na modalidade slow fashion. As consequências do carbono são inúmeras na natureza, como chuva ácida, desequilíbrio do efeito estufa, poluição do ar e inúmeras outras consequências que também fragilizam a nossa saúde, com a propagação de até mesmo vírus letais.

Também não podemos deixar de falar dos impactos na sociedade causados por este tipo de produção. Principalmente em países que têm um alto índice de pessoas vivendo na pobreza, esta modalidade se torna uma saída para muitos indivíduos que não tem outras oportunidades para manterem até mesmo suas necessidades básicas, como alimentação e moradia. Em 24 de abril de 2013 aconteceu uma das maiores tragédias já registradas na história da indústria têxtil: o desabamento em Bangladesh. Este acidente matou cerca de 1134 pessoas e feriu uma estimativa de 2500 pessoas. Muitos dos sobreviventes sofreram mutilações como a perda de membros e até mesmo dos movimentos. A maioria desses trabalhadores prestavam serviços para grandes magazines do mundo da moda.

Este acidente evidenciou a falta de responsabilidade não só com o meio ambiente, mas também com as pessoas, que enfrentavam longas jornadas de trabalho em troca de poucos recursos. Em muitos casos as mães levam seus filhos para a fábrica por não terem com quem deixá-los. Consequentemente, a maioria dessas crianças não têm acesso à educação e acabam começando a trabalhar ainda na infância e tendo o mesmo destino de seus pais.

Após a tragédia em Bangladesh, depois de muita pressão política, alguns acordos foram instaurados para preservar a segurança dos trabalhadores.  O Acordo de Bangladesh ou Bangladesh Accord, prevê que empresas instaladas no país, sejam nacionais ou internacionais, mantenham minuciosas inspeções que avaliem a segurança do prédio, assim como medidas que evitem novas estratégias. Como equipamentos de segurança, estrutura anti-incêndio dentre outros.

Brechó

Como já falamos em tópicos anteriores, os brechós são uma excelente opção para evitar o descarte desnecessário de roupas. Assim como tornar possível para todos os públicos modelos de qualidade por um valor que cabe no bolso da maioria. É muito comum que as pessoas confundam brechó com bazar, que possuem certa semelhança mas tem como principal diferença a forma de contato com o cliente. Ou seja, o bazar é aquele tipo de ação que por muitas vezes pode ser beneficente é realizada por instituições como igrejas, orfanatos, escolas, dentre outros. As roupas não passam por nem um tipo de curadoria e são dispostas de forma amontoada sem muita preocupação com o cliente. Uma característica interessante dos bazares é o cheiro. As roupas costumam ser antigas e quando principalmente existem um grande número de peças dos anos 70, o cheiro é bastante característico. Isto porque nos anos 70 houve a eclosão do poliéster, que de fato emana um odor próprio do tecido.

Já os brechós, se tornaram até mesmo uma fonte lucrativa de renda para quem quer um dinheirinho extra ou está desempregado. Totalmente oposto do bazar, o brechó passa por uma curadoria minuciosa. O proprietário vai em busca de modelos que se encaixem com a identidade visual da sua marca e agradem os seus clientes. Os bazares são usados até mesmo para fornecer as peças. Preparamos uma lista com algumas das vantagens de comprar em brechó:

  • Economia de dinheiro – Como já falamos, os brechós são uma excelente oportunidade para você que quer diminuir os impactos da indústria têxtil mas não tem condições de consumir roupas produzidas na modalidade slow fashion. E o melhor, você pode ter aí no seu guarda-roupa marcas famosas por um valor super acessível;
  • Amigável a natureza – Os brechós geram um impacto positivo direto na natureza. Afinal, as roupas que antes seriam descartadas, agora voltaram para o mercado, diminuindo uma porcentagem significativa da quantidade de resíduos em lixões, aterros e até mesmo na natureza. E é claro, como a compra de roupas novas diminui, a  demanda em fábricas também cai, reduzindo por consequência os impactos ambientais. E o melhor, a maioria das roupas disponibilizadas em brechós costumam ser de bastante qualidade, por resistirem mais de um dono. Logo, em grande parte elas são produzidas de forma consciente a sociedade e a natureza;
  • Consumo responsável – O consumismo é um dos principais contribuintes ao fast fashion. Afinal, o consumo exacerbado aumenta a demanda na confecção de novas roupas, que por consequência dependendo da forma de produção, gera impactos negativos ao meio ambiente. Logo, com os brechós você renova o seu guarda-roupa sem manter o ciclo de consumo que favorece esta modalidade rápida de produção que não respeita a sociedade e muito menos a natureza. 

Características de uma marca sustentável

Toda marca que preserva o bem-estar da natureza e do meio social tem algumas características em sua maneira de produção e até mesmo posicionamento perante o mercado que fazem toda a diferença. Infelizmente muitas marcas vêm se pintando de verde, ou seja, praticando um termo chamado de greenwashing. Também conhecido como banho verde, este termo é relacionado com empresas que dizem ter consciência perante a natureza, fazendo o possível para reduzir os impactos ambientais que a sua empresa gera, no entanto, não passam de meras palavras que só servem para promover sua marca perante a mídia. 

Para a partir de agora você aprender  a identificar uma marca que realmente se preocupa com o meio ambiente, separamos algumas características que não pode faltar em uma marca sustentável:

  • Reaproveitamento – Muitas marcas usam da técnica de reaproveitamento para até mesmo gerar ainda mais lucro para as suas empresas. Até mesmo novas empresas são criadas produzindo seus produtos apenas com materiais reutilizáveis, como acessórios feitos com restos de obra. Não para por aí, algumas marcas pertencentes à indústria da moda íntima também vem se reinventando e criando produtos feitos de retalhos, por exemplo, que sabendo como comprar a lingerie perfeita, vão te deixar ainda mais linda e amiga do meio ambiente. Caso você tenha uma empresa que gere resíduos apropriados para serem reaproveitados, mas não queira fabricar novos produtos com esta matéria prima,  disponibilize aos seus funcionários outras pessoas que tenham interesse neste tipo de produção;
  • Tingimento – Como já falamos em tópicos anteriores, o tingimento artificial é um dos principais vilões quando o assunto é a água do nosso planeta. É absurda a quantidade de água usada mensalmente para esta finalidade. E o pior, por mais que já existam algumas tecnologias capazes de minimizar este impacto, muitas empresas não usufruem dessas inovações em pró da natureza. Empresas principalmente que aplicam em seu processo de produção o slow fashion, usam para tingir produtos naturais extraídos na natureza que não prejudicam o meio ambiente;
  • Tecidos Eco-friendly – Tecido Eco-friendly, ou melhor, tecido sustentável, é aquele que tem como matéria-prima elementos amigáveis ao meio ambiente. Dentre eles, um exemplo é o algodão orgânico. Este tipo de tecido vem ganhando fama na moda sustentável ocupando grande parte das produções. Outro exemplo é o poliéster reciclado que é feito a partir de garrafas de plástico, que tem como principal benefício em sua produção a baixa emissão de carbono assim como menos uso de energia.

Gostou da postagem?

Preparamos este post para te informar sobre o que acontece no mundo da moda e a importância de ser consciente das consequências e impactos que o meio ambiente sofre com atitudes que não levam em conta a saúde da natureza, que consequentemente nos impactam de forma negativa.

Por isso, a importância de sabermos cada vez mais sobre a moda sustentável e fazermos o possível para a consumirmos, diminuindo os danos ao meio ambiente que acabam sendo prospectados pelo consumismo exacerbado sem consciência. 

Não esqueça de deixar o seu feedback aqui nos comentários, é um prazer ter você aqui com a gente.

Um abraço e até a próxima!

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Como escolher o carro ideal para quem é mãe

Para muitas mães, o carro é praticamente uma extensão da casa: como são muitas tarefas a cumprir no decorrer do dia, é preciso ter espaço não apenas para os filhos, mas também para cadeiras de transporte, material escolar e de trabalho, roupas e até brinquedos.

Com tantas coisas para fazer, não só o espaço, mas também o tempo são fundamentais para essas super mulheres pilotarem suas vidas da melhor maneira possível. Dessa forma, a escolha do carro ideal para se tornar seu grande aliado nessa aventura chamada maternidade é uma decisão importante para facilitar o dia a dia das mães.

A seguir, preparamos 3 dicas que podem fazer toda a diferença na rotina agitada das mamães motoristas com seus carros. Confira!

1. Compre seu carro sem sair de casa

Sim, já é possível comprar um carro sem sair de casa, com poucos cliques no computador ou celular – e para quem precisa otimizar o tempo, como as mamães, essa novidade é muito bacana. Para isso, basta acessar o site da CARUPI, uma autotech com um modelo de negócio ideal para otimizar seu tempo, e que ganha cada vez mais espaço no mercado de compra e venda de veículos.

O processo é simples e ágil: é só navegar pela plataforma e escolher o veículo de sua preferência, que é levado até a sua residência por um consultor especializado para você fazer um test drive sem custos e analisar cada detalhe do veículo com toda a tranquilidade.

Com o negócio fechado, a CARUPI continua cuidando de tudo: emite a papelada, resolve a burocracia junto a cartórios e ainda ajuda você a definir a melhor forma de pagamento, com opções facilitadas e sem riscos de cair em golpes. Depois, o carro também é entregue no seu endereço.

Agora, se você tem um carro para vender, basta definir o preço, cadastrar o veículo na plataforma e deixar o resto com a CARUPI. Um fotógrafo profissional será enviado até o carro para fotografá-lo, e depois ele é anunciado e encaminhado até os interessados para um test drive. Com o negócio fechado, você recebe o dinheiro em sua conta, com facilidade e segurança.   

2. Escolha um veículo mais espaçoso

Não dá para fugir dessa regra: quanto maior a família, maior o carro precisa ser. Mas, além de ser o mais espaçoso possível, o veículo também precisa reunir comodidade, segurança, tecnologia e versatilidade para atender às necessidades de cada um dos passageiros e se adaptar ao seu estilo de vida.

Uma boa pedida são os carros de 7 lugares, como alguns modelos de minivans, SUVs e crossovers. Esses modelos são como coração de mãe: tem sempre um espaço extra para acolher a quem se ama, e são ótimos para facilitar a vida das famílias mais numerosas.

3. Atenção aos itens de segurança

Que toda mãe é super protetora, ninguém duvida. E para aquelas que levam as crianças no carro em vários momentos do dia, esse cuidado é algo ainda mais importante, não é mesmo? Por isso, estar atenta aos itens de segurança do veículo é fundamental para toda mamãe que dirige.

Cinto de segurança, airbags, qualidade e calibragem dos pneus, triângulo, macaco, chave de roda, freios, encostos de cabeça, fixação de cadeirinhas infantis, controle de estabilidade e revisões periódicas devem sempre estar em ordem para garantir a proteção de toda a família.

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Frutas e diabéticos: o que comer e o que evitar

Algumas opções de frutas podem se tornar um risco para os diabéticos por causa do alto teor de açúcares

Apesar de comum, afirmar que o consumo de frutas é irrestrito é um mito. Essa afirmação, que circula pela Internet, estimula o excesso do alimento e preocupa os agentes de saúde.

Dados da última edição do Atlas de Diabetes da International Diabetes Federation (IDF) mostram que 463 milhões de pessoas estão com diabetes no mundo. Esse número corresponde a 9,3% da população mundial, sendo que mais da metade dos adultos com a doença ainda não foram diagnosticados. Os números ainda apontam que o diabetes tipo 2 é o mais presente e atinge 90% dos pacientes.

O diabético precisa ter cuidado ao consumir alimentos ricos em carboidratos, incluindo as frutas com maior teor de açúcares, como caqui, abacaxi, melancia, banana, figo e jaca. Uma das melhores formas de controlar o nível da glicose no sangue é ingerindo alimentos pouco açucarados e ricos em fibras.

Por isso, é importante ressaltar que a relação entre frutas e diabetes exige cuidado. Vamos saber mais sobre o assunto?

Diabetes tipo 1 e 2

O diabetes é caracterizado pela dificuldade em metabolizar a glicose, seja pela falta ou má atuação da insulina. O hormônio é responsável por transformar a glicose em energia e, por isso, um diabético precisa realizar o controle da glicose regularmente.

O diabetes mellitus pode ser dividido em alguns tipos, que possuem como característica o aumento da glicose no sangue. Veja a seguir os principais:

  • Tipo 1 – É caracterizado pela deficiência completa na produção de insulina. É o tipo de diabetes mais comum em crianças e adolescentes, e exige a aplicação diária de insulina para o controle da glicose.
  • Tipo 2 – É caracterizado pela insuficiência na produção ou resistência à insulina. É o tipo mais comum, em todo o mundo, e atinge principalmente pessoas acima de 40 anos. Em alguns casos, o paciente pode ser insulinodependente, pois também precisa aplicar insulina.

Veja, que no primeiro caso, o pâncreas não produz o hormônio, com isso, o açúcar permanece no sangue e não é transformado em energia por meio da metabolização. Já no segundo caso, há algum fator que causa a resistência à insulina, e isso provoca o aumento do açúcar no sangue. Você sabia disso? Acompanhe a coluna para conhecer mais fatos sobre a doença.

Frutas e diabéticos

A relação entre frutas e diabetes requer cuidado devido à alta concentração de carboidratos, como a glicose e a frutose, que elevam a glicemia.

Quando uma pessoa sem a doença consome uma fruta rica em carboidratos, como a banana, o organismo quebra as moléculas de açúcar e realiza a metabolização da glicose por meio da insulina. No caso de um indivíduo com diabetes, os altos níveis de glicose gerados pelo consumo da fruta podem causar diversos problemas por conta da dificuldade em metabolizar o açúcar.

Assim, a orientação para o diabético é realizar um consumo moderado de frutas, sem exageros. Além disso, é recomendado escolher as frutas considerando o índice glicêmico de cada uma, para que não ocorra um descontrole das taxas sanguíneas.

As frutas que possuem altos índices glicêmicos não precisam ser eliminadas do cardápio. Elas podem ser consumidas junto com outros alimentos para retardar a absorção de seus açúcares. Veja as nossas dicas abaixo:

  • Acrescente fibras, como granola, farelo de aveia, chia ou linhaça.
  • Adicione oleaginosas, como castanhas, amêndoas e macadâmias.
  • Associe ao consumo de alguma proteína, como iogurte natural ou leite desnatado.

Destaco ainda outras recomendações:

  • Consumir frutas com casca e bagaço.
  • Escolher frutas da época e orgânicas, preferencialmente.
  • Comer a fruta in natura, sem processá-la.

Quais frutas são recomendadas?

Felizmente, o diabético não precisa abrir mão do consumo de frutas para ter o controle da glicemia. Mas é importante seguir algumas recomendações para escolher as melhores opções.

As frutas mais indicadas para os diabéticos são as que possuem menos açúcares e mais fibras. Separei alguns bons exemplos:

  • coco – rico em fibras, potássio, fósforo e magnésio;
  • abacate – rico em gorduras boas, potássio e fósforo;
  • damasco – contém grandes quantidades de cobre e vitaminas A e E;
  • pera – contém potássio, fósforo, cálcio e magnésio;
  • maçã – com casca, uma maçã fornece até 20% das fibras diárias;
  • laranja – rica em fibras e vitamina C;
  • morango – fonte de vitamina C, fibras e antioxidantes.

Mesmo sendo permitidas em uma dieta para controle da glicemia, é importante que o consumo dessas e de outras frutas seja realizado com moderação. Nada de exagerar, certo?

Também é importante consultar um nutricionista ou nutrólogo para saber quais opções colocar no cardápio. Mesmo com vários benefícios, algumas pessoas precisam reduzir o consumo de frutas e montar pratos que supram suas necessidades nutricionais.

Quais frutas devem ser evitadas?

Apesar das recomendações que citei durante a coluna, não existe fruta proibida para o diabético. Contudo, algumas opções devem ter seu consumo controlado, pelo alto índice glicêmico.

O mais importante em uma dieta para diabéticos é evitar o consumo de frutas processadas, sucos concentrados, polpa de frutas com açúcar, frutas em calda, cristalizadas ou secas. Além disso, é importante consumir frutas em pequenas quantidades para que elas não se tornem vilãs no controle da glicemia.

Atenção às opções que possuem os maiores índices glicêmicos: caqui, abacaxi, goiaba, banana, mamão, manga, melão, melancia, uva, figo, jaca e ameixa-preta. Essas frutas podem elevar a glicemia, tornando mais difícil a metabolização do açúcar no paciente com diabetes.

Pitaco: Vale lembrar que a quantidade, forma de consumo e o acompanhamento também podem representar perigo. Consulte um profissional para montar um cardápio ideal para a sua realidade.

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