Como a calvície afeta a saúde mental e autoestima de jovens?

Nove em cada dez jovens têm medo da calvície masculina. Entenda o quadro e como ele pode afetar a saúde mental e demandar assistência especializada.

A calvície é como é popularmente conhecida a alopecia androgenética, condição que cada vez mais afeta a saúde mental de jovens.

A alopecia androgenética é mais comum em homens mais velhos, sendo que a manifestação precoce em jovens é menos frequente, mas possível. As mulheres também podem ser acometidas, principalmente depois da menopausa.

Como se desenvolve a calvície?

A calvície é uma condição herdada geneticamente, de forma que familiares de primeiro grau com a doença predispõem o desenvolvimento futuro.

O primeiro indicativo da alopecia androgenética consiste na miniaturização dos fios, que pode ser traduzida como o afinamento progressivo da haste capilar.

Na calvície, a miniaturização está relacionada com a ação do hormônio andrógeno DHT no folículo piloso. Com a intensificação do quadro, o folículo tende a produzir fios mais finos até que interrompe definitivamente a produção de novos fios e atrofia.

Nos homens, os sinais da calvície concentram-se na região das têmporas, com recuo das entradas, e no topo da cabeça, formando a conhecida coroa.

Nas mulheres, a alopecia androgenética é mais comum após a menopausa, quando as alterações hormonais elevam os níveis de testosterona no organismo. No caso delas, a miniaturização é difusa.

Qual a relação entre calvície e saúde mental?

A estimativa é que aos 50 anos, cerca de 50% dos homens vão apresentar algum nível de calvície.

Com uma incidência tão elevada na população, não surpreende que, especialmente os jovens estejam mais preocupados com a ocorrência, o que pode desencadear problemas de saúde mental e autoestima.

Uma pesquisa realizada no Reino Unido pela Harley Street Hair Clinic identificou que 9 a cada 10 jovens adultos estão preocupados com a possibilidade de ter calvície futuramente.

No público geral a recorrência da preocupação também é elevada, sendo que 74% dos adultos do Reino Unido afirmam ter esse receio.

A preocupação associada à calvície ganhou até uma terminologia específica: “hairxiety” (união dos termos cabelo + ansiedade).

Na literatura especializada há alguns estudos iniciais sobre a relação entre alopecia androgenética e saúde mental em homens e mulheres. Os impactos negativos mais comuns incluem:

  • baixa autoestima;
  • alterações na percepção de atração física;
  • depressão e ansiedade;
  • preocupação com a avaliação dos outros;
  • medo de situações vexatórias, como bullying.

A calvície pode trazer implicações a diferentes esferas da vida cotidiana, razão pela qual ela pode ser um desafio emocional aos pacientes acometidos.

Um estudo apontou que entre os desconfortos relacionados à calvície estão os prejuízos às relações afetivas e sexuais.

Entre os homens entrevistados, 25% deles classificaram a calvície como uma condição devastadora e 62% como motivo de adoecimento mental.

Como lidar com a calvície?

Como visto, a alopecia androgenética é uma condição genética, não sendo preveni-la ou evitá-la.

Em pacientes com a predisposição hereditária, mesmo níveis normais de testosterona e DHT podem levar à rarefação capilar.

Entretanto, em quem têm a predisposição, evitar terapias hormonais sem acompanhamento médico – como o uso de anabolizantes – é uma forma de minimizar as chances de desenvolvimento precoce do quadro.

O tratamento precoce, por sua vez, é uma das abordagens mais efetivas para prevenir o agravamento do quadro.

Dessa forma, a recomendação é buscar auxílio médico especializado se identificar sinais como rarefação capilar, fios mais finos e recuo das entradas.

Um alerta importante é quanto aos tratamentos alternativos e naturais. Essas abordagens não entregam resultados efetivos no longo prazo e adiam o início do tratamento correto, reduzindo as chances de sucesso.

Destaca-se ainda que a alopecia androgenética é uma condição de manifestação crônica e progressiva, de forma que a descontinuação das medicações prescritas pode levar ao retrocesso no tratamento.

Para pacientes com quadros avançados de calvície e que estão esteticamente insatisfeitos, o transplante capilar tem se apresentado como uma opção efetiva e satisfatória.

Caso o paciente acometido pela calvície masculina sinta sintomas relacionados à ansiedade, depressão, transtorno de personalidade e demais condições mentais, a recomendação é buscar auxílio com psicólogo e ou psiquiatra para avaliação e encaminhamento do tratamento.

São sintomas relacionados à saúde mental que exigem atenção:

  • evitar situações de interação social;
  • comportamento dissociativo;
  • comparações excessivas com os outros;
  • checar a aparência recorrentemente;
  • tristeza frequente;
  • cansaço;
  • tensão muscular;
  • dificuldade para respirar;
  • problemas para dormir, como insônia ou dormir em excesso;
  • sensação de despersonalização.

A intensidade dos sintomas pode ser variável, mas é importante saber que se sentir infeliz, incapaz ou muito autocrítico não é normal e demanda suporte médico para enfrentamento do quadro.

Por Amanda Fuzita

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Decoração: O charme do estilo retrô e vintage

Redescobrindo a magia das décadas passadas, os estilos Retrô e Vintage se estabelecem como tendências atemporais na decoração

A decoração de interiores é uma arte que transcende o tempo. Com o passar dos anos, vemos estilos que, embora tenham se originado em décadas passadas, continuam sendo escolhidos e adaptados por aqueles que buscam singularidade e sofisticação em seus espaços. Entre esses estilos, o Retrô e o Vintage têm conquistado corações e lares, impondo-se como referências indeléveis na cenografia da moradia moderna.

4 dicas para decoração com estilo retrô e vintage

1. Entendendo o estilo Retrô

Por definição, a palavra “retrô” refere-se a algo que é intencionalmente antiquado ou obsoleto. Na decoração, este conceito é traduzido em peças e designs que trazem à mente uma era específica do século XX, mas que não são necessariamente daquela época. São frequentemente novos itens, inspirados nos estilos de épocas anteriores, mas com toques contemporâneos. Pense nos móveis com pernas palito, icônicos dos anos 1950 e 1960, mas que são produzidos atualmente com materiais e acabamentos mais modernos.

2. Mergulhando no vintage

Por outro lado, o termo “vintage” refere-se a peças genuínas de uma época passada. Muitas vezes, são itens que têm entre 20 a 100 anos e que refletem as tendências da época em que foram produzidos. Os aficionados pelo vintage apreciam a autenticidade, a história e a singularidade que esses itens trazem a um ambiente. Eles podem ser adquiridos em antiquários, lojas especializadas ou herdados de gerações anteriores.

3. Por que escolher o Retrô e o Vintage?

A decoração com esses estilos traz consigo uma sensação de nostalgia, uma ponte com o passado que nos permite viajar no tempo sem sair do conforto de nossos lares. Há também uma apreciação crescente pela qualidade e pela mão de obra que muitos desses itens mais antigos apresentam, algo que muitas vezes é desafiador de encontrar nos produtos em massa de hoje.

Ademais, ao optar por peças vintage, não estamos apenas escolhendo estética, mas também sustentabilidade. Reutilizar e dar novo propósito a móveis e objetos antigos é uma forma respeitosa e consciente de preservar o planeta, reduzindo o desperdício e a necessidade de produção de novos itens.

4. Como incorporar esses estilos em seu lar

A calma e sobriedade que caracterizam a decoração retrô e vintage se manifestam não apenas nas peças escolhidas, mas também na forma como são dispostas no ambiente. A seguir, algumas dicas atenciosas para você adotar esses estilos:

  • Pesquise e estude: Antes de adquirir peças, dedique tempo para entender a época e o design que deseja incorporar. Esta etapa garantirá que suas escolhas sejam informadas e harmoniosas.
  • Combine com o moderno: Embora as peças retrô e vintage tenham seu charme, elas podem ser combinadas com elementos modernos para criar um equilíbrio visual. Por exemplo, uma poltrona vintage pode ser posicionada ao lado de uma mesa de centro de design contemporâneo.
  • Acessórios são chaves: Se você não quer investir em móveis grandes, comece com acessórios. Relógios, luminárias, almofadas e cerâmicas são ótimas maneiras de introduzir esses estilos sem grandes compromissos.
  • Cuide bem de suas peças: Dada a idade de muitos itens vintage, eles podem requerer manutenção. Trate-os com carinho, restaure quando necessário e, acima de tudo, valorize a história que carregam.

Na vasta paleta de estilos decorativos, o Retrô e o Vintage se destacam como testemunhas do passado e afirmações de identidade no presente. Eles nos lembram que o antigo pode coexistir com o novo, que histórias e memórias podem ser tecidas em nosso cotidiano através de móveis e objetos.

Para aqueles residentes em São Paulo que buscam um espaço para armazenar seus preciosos itens enquanto fazem a transição ou adaptação de seus ambientes, um guarda tudo em São Paulo é uma ótima opção. Dessa forma, suas peças estarão seguras e prontas para serem reintroduzidas em sua decoração quando o momento for oportuno.

Por Amanda Fuzita

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Quais são os graus de obesidade?

Quando falamos sobre obesidade, ou seja, o acúmulo de gordura no corpo, é preciso ter cautela, pois existem graus de obesidade diversos, com variadas causas, sintomas e gravidade. Esse é um assunto que precisa de atenção da sociedade, pois dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 apontam que a proporção de pessoas obesas na população com 20 anos ou mais de idade, mais que dobrou no Brasil entre 2003 e 2019, passando de 12% para 26%. Ou seja, 1 em cada 4 adultos – o que equivale a 41 milhões de pessoas – está com algum grau de obesidade. 

Entender quais são os tipos de obesidade e como tratá-los é importante, pois pessoas com excesso de peso têm maior probabilidade de desenvolver doenças como pressão alta, diabetes, doenças cardíacas, problemas nas articulações, dificuldades respiratórias, pedras na vesícula e até algumas formas de câncer.  Continue a leitura e entenda mais sobre o assunto.

Quais são as principais causas da obesidade? 

A obesidade é considerada pela Organização Mundial da Saúde uma doença crônica, progressiva e, também, uma epidemia global, visto que mais de 500 milhões de pessoas – de diferentes faixas etárias – são obesas no mundo.

Entre as principais causas da obesidade estão: 

  • Alimentação inadequada – para manter um peso adequado para sua saúde, é preciso equilibrar as calorias ingeridas com aquelas gastas ao longo do dia. Quando há, por exemplo, um consumo excessivo de alimentos e pouco gasto de energia, há o acúmulo de gordura no organismo. 
  • Sedentarismo – outro fator importante que contribui para a obesidade é a falta de atividade física. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana para todos os adultos e uma média de 60 minutos por dia para crianças e adolescentes, a fim de evitar problemas de saúde como a obesidade.
  • Fatores genéticos – é possível que uma pessoa tenha predisposição para a obesidade, possuindo características como o metabolismo mais lento, facilitando o acúmulo de gorduras e dificultando o emagrecimento. As oscilações hormonais, também geneticamente herdadas podem influenciar no aumento de peso.
  • Fatores psicológicos – alguns episódios de estresse, ansiedade e depressão podem desencadear compulsão alimentar, o que também prejudica a manutenção do peso saudável. 

Conheça os graus de obesidade 

A obesidade é classificada de acordo com o índice de massa corporal (IMC), que é calculado dividindo-se o peso pela altura ao quadrado. A partir dele, é feita a seguinte classificação: 

  • Sobrepeso – IMC entre 25,0 e 29,9 Kg/m2

Esse é o primeiro sinal de alerta, pois já é considerado pré-obesidade e muitas pessoas já podem apresentar doenças relacionadas ao peso, como diabetes e hipertensão. Quem tem sobrepeso deve rever hábitos e contar com apoio de profissionais que possam reverter esse quadro. 

  • Obesidade grau 1 – IMC entre 30,0 e 34,9 Kg/m2

Para as pessoas que estão nesse estágio, já existe uma série de cuidados que podem ser tomados. Fazer mudanças alimentares, com acompanhamento de um nutricionista, e estabelecer uma rotina de exercícios físicos é fundamental. Os tratamentos mais extremos, como a cirurgia bariátrica, não costumam ser recomendados para pacientes no grau 1 de obesidade, ainda que cada caso deva ser estudado individualmente. 

  • Obesidade grau 2 – IMC entre 35,0 e 39,9 Kg/m2

Nesse estágio, também conhecido como obesidade moderada, os riscos para a saúde são mais elevados e, por isso, é recomendado fazer um acompanhamento médico mais rigoroso, com o apoio de um endocrinologista, por exemplo. A rotina de exercícios físicos, com foco nos aeróbicos para aumentar o gasto calórico, e o acompanhamento de uma mudança profunda nos hábitos alimentares já se faz necessária para reverter a situação da obesidade grau 2. 

  • Obesidade grau 3 – IMC igual ou maior que 40,0 Kg/m2

É o grau mais agressivo, também conhecido como obesidade mórbida ou grave. A realização de um tratamento adequado pode ajudar a melhorar a qualidade de vida da pessoa, mas é provável que já existam mais de uma doença associada ao peso. Existem algumas opções cirúrgicas para a obesidade mórbida, como a cirurgia bariátrica. Porém, cada caso deve ser analisado individualmente por uma equipe multidisciplinar que envolvem nutricionistas, médicos especialistas e psicólogos. Apenas com o acordo desses profissionais é possível indicar o melhor tratamento para cada pessoa que tenha obesidade grau 3. 

Ainda que seja uma medida universal, o IMC nem sempre é o suficiente para diagnosticar os tipos de obesidade e a gravidade desse problema. É fundamental que a pessoa com excesso de peso busque ajuda de profissionais empáticos, atualizados e que analisem os exames de forma cuidadosa e personalizada, para entender qual o grau de severidade da doença. 

Por que é preciso estar atento aos tipos de obesidade?

Monitorar o IMC é importante pois, a partir dele, é possível determinar a perda de peso necessária para melhorar a saúde e evitar doenças. 

Vale ressaltar que pessoas com qualquer grau de obesidade possuem maior risco para diversas doenças e condições, tais como: 

  • Hipertensão; 
  • Doenças cardiovasculares; 
  • Diabetes tipo 2; 
  • Problemas articulares; 
  • Câncer; 
  • Apneia do sono; 
  • Esteatose hepática (gordura no fígado); 
  • Pedra na vesícula; 
  • Refluxo gastroesofágico; 
  • Tumores no intestino e vesícula.

A obesidade também pode afetar a saúde mental, levando à redução da autoestima e até mesmo à depressão. 

Diversos desses problemas, quando combinados, podem reduzir drasticamente a expectativa de vida de qualquer pessoa. Daí a necessidade de tratamento e reversão do quadro da obesidade. 

Fonte: pfizer

Pitaco: Combinar uma alimentação equilibrada, composta por alimentos frescos e naturais, com a prática frequente de exercícios físicos são as primeiras medidas para reduzir o peso. Mas lembre-se: é essencial que o tratamento da obesidade seja feito com acompanhamento médico.

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Saúde e bem-estar de pets: como manter seu animal saudável e feliz 

Saiba quais cuidados tomar para oferecer uma vida repleta de saúde ao seu pet 

Saúde e bem-estar são direitos de todos, inclusive dos nossos melhores amigos de quatro patas. E, como eles não sabem se cuidar sozinhos (e ainda bem, pois amamos fazer isso por eles), é um dever nosso darmos tudo o que precisam para manterem-se sempre felizes e saudáveis. 

Mas, apesar de provavelmente todos os tutores já saberem disso, o que muitos não sabem é que tais cuidados vão além de dar banho, comida e um lugar para dormir. Você sabia que eles também precisam de exames de rotina? 

Sobre essa e outras orientações para fazer seu cão ou gato viverem alegres e cheios de saúde por muitos anos, falaremos neste artigo — com pareceres de especialistas —Vamos lá? 

Pet com saúde e bem-estar: o que fazer? 

A resposta para essa pergunta parece óbvia: dar alimentação e muito carinho. Porém, assim como nós, eles necessitam de mais amparos para viverem uma vida plena e cheia de saúde física e emocional. 

Confira, abaixo, os principais cuidados para se ter com o seu melhor amigo que vão além de enchê-lo de beijos e mantê-lo de barriguinha cheia: 

  • Vacinação 

Um pet sem as devidas vacinas ficam expostos às enfermidades que inclusive podem levá-los a óbito ou a uma vida com sequelas. 

Nesse caso, a vacinação é uma forma de prevenção às várias doenças que podem acometer os pets, mas também assegura saúde humana, pois algumas delas passam de animal para o tutor ou quaisquer pessoas que eles tiverem contato. 

Então, nos casos das doenças infecciosas, além de um ato de cuidado com seu animalzinho, as vacinas são um cuidado com a saúde pública. 

Afinal, quais são as principais vacinas para cães e gatos? 

  • Cães: polivalentes, anti rábica, gripe canina, giardíase.
  • Gatos: tríplice, quádrupla ou quíntupla, antirrábica. 

Notou que a carteirinha de vacinação do pet está atrasada? 

Cuidado! O médico veterinário Lucas Alvim atenta ao perigo: “Ao atrasar as doses de vacinas do seu pet, o mesmo estará fora do período de imunidade vacinal, estando, assim, suscetível aos agentes infecciosos, levando ao risco de contágio e desenvolvimento das doenças.”

Para saber quais exatamente e quando dá-las, vamos à próxima dica! 

  • Consultas ao veterinário

Consultas regulares ao veterinário são imprescindíveis, pois eles

são responsáveis por dar todas as orientações necessárias de cuidados com os bichanos, incluindo: 

  • atualização da carteira de vacinação;
  • orientação em relação à alimentação e higiene;
  • examinação da saúde dental, ocular, do coração, da pele, das articulações, etc.;
  • alerta quanto às doenças silenciosas;
  • diagnósticos precisos e precoces; 
  • prescrição de medicamentos;
  • realização de exame de rotina. 

Alguma vez já se deparou (ou até mesmo disse) a frase: “até ontem estava tão bem, mas hoje foi parar no veterinário”? Isso é muito comum porque algumas enfermidades são silenciosas e se manifestam de uma hora para a outra. 

Além disso, às vezes os tutores não sabem os cuidados exatos que devem ter com o pet, e mesmo com a melhor das intenções, não oferece a quantidade certa de comida para o porte do cão, por exemplo, ou molha os ouvidos na hora do banho. 

Ambos são prejudiciais a médio e longo prazo, e cabe ao veterinário dar as direções necessárias. 

De quanto em quanto tempo ir ao veterinário? 

  • Duas vezes ao ano é a frequência ideal. 
  • Exames de rotina

Os check-ups são feitos pelos veterinários e fazem parte dos cuidados essenciais com os bichanos pelo menos uma vez ao ano. Eles dão um parâmetro minucioso de como anda a saúde do animal, coisas que a olho nu, nem ao menos os especialistas conseguem perceber. 

Os exames mais importantes são: 

  • hemograma completo;
  • exame de urina;
  • parasitológico;
  • exame das funções renais e hepáticas;
  • exame ocular; 
  • no caso das fêmeas, ultrassonografia; 

Eles são somente diagnosticam doenças como a diabetes, colesterol elevado, entre outras, mas sinalizam falta de nutrientes e verminoses. Por isso, coloque o check-up na lista de afazeres do seu fiel companheiro!  

  • Cuidados com a saúde mental

A saúde mental também deve ser cuidada. Isso porque, infelizmente, doenças como ansiedade e depressão afetam cães e gatos assim como nos afetam. Além disso, o emocional afetado prejudica o estado físico, e então, o problema é duplo. 

Em entrevista ao site Globo.com, a médica veterinária Rachel Campbell Worthington explica: “Quando um animal para de comer por questões relacionadas a fatores emocionais, ele pode sofrer emagrecimento e manifestar problemas de saúde devido a essa fragilização que leva à queda de imunidade.”

Para evitar o desgaste psicológico dos pets é necessário colocar em sua rotina: 

  • brincadeiras;
  • socialização;
  • passeios;
  • tempo de qualidade com o tutor;
  • não passar longos períodos sozinho;
  • quando sozinho, não deixá-los sem estímulos e nunca enclausurá-los sem locais pequenos. 
  • Alimentação

Alimentação adequada é mais do que apenas oferecer comida ao bichano. É, na verdade, oferecer rações de qualidade, na quantidade certa e com os nutrientes que eles precisam. 

Como cada organismo é diferente, cada animal tem uma necessidade. Assim como não damos qualquer alimento aos bebês e há pessoas alérgicas a certos tipos de alimentos, eles igualmente precisam de uma alimentação específica. 

Por isso, mais uma vez, os exames de rotina e as consultas ao veterinário são importantes.  

Regras gerais quanto aos alimentos: 

  • evitar rações a granel, pois geralmente não estão frescas e bem armazenadas;
  • dar prioridade para as rações premium;
  • se atentar ao porte e idade descrito na embalagem;
  • preferir rações com as composições mais “limpas” possíveis, portanto, quanto menos conservantes e aditivos, e mais nutrientes, melhor. 
  • Exercício

Exercícios físicos devem fazer parte da vida do pet, assim como a alimentação e os hábitos de higiene. É isso mesmo! O sedentarismo tem os mesmos malefícios para eles, como tem para nós. 

E, com certeza, você gostaria que o seu companheiro de 4 patas tivesse uma velhice saudável, sem problemas articulares, de mobilidade e do coração, não é mesmo? Além disso, em nenhuma fase da vida a obesidade e a depressão são bem-vindas. 

Tudo isso, as atividades físicas se encarregam de eliminar, como cita o veterinário Washington dos Santos, para o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Espírito Santo “O exercício nos cães ajuda no quesito fisiológico, com o fortalecimento de músculos, e na questão mental, com a melhora de comportamento e disciplina.” 

Abaixo, confira exemplos de atividades: 

  • brincadeiras;
  • passeios;
  • corridas;
  • atividades com corda;
  • atividades em locais grandes, como praças e parques;
  • brincadeiras com saltos, gravetos, bolas, etc. 

Separar alguns minutos do seu dia fará o seu pet muito mais feliz e saudável! Porém, apesar de todas as dicas, emergências podem acontecer. 

Percebeu algo de errado com ele? Aconteceu qualquer acidente? Nesses casos, nunca medique seu amigo sem prescrição médica. Procure uma Clínica Veterinária 24h. Assim, além das suas, seu bichano estará em outras boas mãos e se manterá seguro. 

Por Amanda Fuzita

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4 Motivos para aprender inglês antes de cursar medicina

Você sabia que cursar medicina sem saber inglês pode ser um verdadeiro desafio? Se não, o nosso conteúdo é perfeito para você.

Para isso, separamos vários motivos que vão te ajudar a entender melhor sobre a necessidade de aprender inglês antes de começar a faculdade de medicina. Dessa forma, tudo que você vai precisar fazer é escolher um curso de inglês que se adeque às suas necessidades e criar uma rotina de estudos no idioma.

Quer saber quais são os motivos para aprender inglês antes de cursar medicina? Basta conferir até o final do conteúdo que preparamos para você.

1.    Facilita a leitura de artigos científicos

Grande parte dos artigos científicos e dos livros voltados à área médica são disponibilizados apenas em inglês. Por isso, um dos grandes motivos de fazer um curso de inglês médico é garantir toda a base necessária para conseguir fazer a leitura desses materiais com maior facilidade.

Ou seja, aprender inglês antes de cursar medicina vai facilitar muito a sua vida na hora de ler os materiais necessários para os seus estudos. Então, na hora de escolher um curso de inglês, não se esqueça de escolher uma opção com foco na área que você quer cursar, e que ofereça toda a base necessária de gramática e de conversação na língua inglesa.

Dessa forma, você não só vai ter mais facilidade na hora de estudar, como também garante os conhecimentos necessários para utilizar o inglês no seu cotidiano.

2.    Permite participar de congressos

Outro grande motivo para aprender inglês antes de começar a cursar medicina é pela possibilidade de participar de congressos. Isso porque, com um curso com foco em aprendizado de listening e speaking, você consegue toda a base necessária para entender e também falar em inglês.

Ou seja, você consegue participar de congressos apresentados por especialistas estrangeiros, por possuir boas habilidades de listening. Por outro lado, com habilidades de conversação suficientes, você consegue até mesmo apresentar seminários sem grandes dificuldades.

Por isso, não abra mão das aulas de conversação em inglês, e escolha um curso que ofereça aulas com professores nativos. Dessa forma, você não só melhora suas habilidades de listening e speaking como também as eleva para um nível totalmente diferente.

3.    Facilita o desenvolvimento acadêmico

A utilização da língua inglesa é tão importante na área médica que, para conseguir entrar em uma residência médica, os médicos precisam ter um certificado de proficiência em inglês? Ou seja, saber inglês antes mesmo de cursar medicina facilita o seu desenvolvimento acadêmico, uma vez que você não vai precisar se preocupar com os estudos de inglês e pode focar apenas nas matérias da faculdade.

Por isso, nossa dica é que você faça um curso de inglês médico que além de oferecer toda a base que você precisa, também ofereça um certificado válido no exterior. Dessa forma, se você quiser trabalhar fora do país, não vai encontrar nenhum tipo de dificuldade na hora de provar seus conhecimentos na língua.

Além disso, vale lembrar também que, o conhecimento em inglês não é necessário apenas durante a graduação e a residência médica, como também na hora de fazer cursos de aprofundamento.

Isso porque, grande parte dos cursos são ministrados por especialistas estrangeiros, então, saber inglês facilita muito mais o seu desenvolvimento acadêmico.

4.    Permite fazer cursos de especialização no exterior

Por último, mas não menos importante, outro motivo para aprender inglês antes de cursar medicina é pela possibilidade de fazer cursos de especialização no exterior. Isso porque, assim como na residência médica, para conseguir fazer cursos no exterior é preciso ter um certificado que comprove o seu nível de inglês.

Ou seja, você precisa saber inglês a nível acadêmico para poder fazer esses cursos de especialização. Então, nossa dica é: comece a estudar o quanto antes, e tenha em mente que escolher cursos que oferecem certificação internacional podem ser a melhor opção para você.

Dessa forma, você não só garante mais praticidade na hora de provar seu nível para a residência médica, como também consegue se candidatar para cursos no exterior.

Agora você já sabe os motivos para aprender inglês antes de cursar medicina. Então, tudo que você precisa fazer é começar a se planejar agora mesmo e escolher o curso de inglês médico que atenda suas necessidades.

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