10 perguntas que você deve fazer antes de comprar roupas

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A frase “comprar roupa nova” pode gerar, por si só, uma enorme euforia em algumas mulheres. Ainda mais se ela vier acompanhada pela palavra “liquidação”. Muitas vezes a compra de uma roupa nova é feita por impulso e isso pode acarretar danos: um guarda-roupa superlotado, limite do cartão de crédito estourado, sensação de vazio, entre outros.

Você passou em frente a uma vitrine e foi amor à primeira vista: uma roupa ou um sapato incrível chamaram sua atenção – mas o preço é bem salgado. Para decidir se vale a pena ou não fazer esse investimento (e evitar aquele remorso depois da compra), algumas perguntas básicas te ajudam a se decidir.

Confira ótimas dicas para enfrentar as “promoções” de final de ano e Black Friday.

1 – É fácil de combinar com as peças que você já tem?

Você está andando pela rua e uma força magnética a atrai para a vitrine: lá está aquele par de sapatos que você adora. Mas antes de ceder aos seus desejos, é preciso pensar: ele combina com o que você já tem no armário? Se você não consegue montar mentalmente três looks com uma peça nova, é melhor não comprá-la. Fazer essa análise antes da compra ajuda a economizar e evita que você acumule coisas que não vai usar.

2 – É algo que você poderá usar por várias temporadas?

A cada ano, os desfiles e as marcas lançam tendências que viram objetos do desejo de todas em algum momento. O problema é que muitas não se mantêm com o tempo. Abra o seu armário e observe: quantas roupas que estavam na moda há três temporadas estão lá esquecidas? Tente não cometer o mesmo erro novamente: é bom ter uma ou outra peça da moda, mas apostar no clássico enriquece seu guarda-roupa a longo prazo.

3 – Em que situações você poderia usá-la?

Se você conseguiu imaginar três combinações diferentes para uma peça, ela já passou por um teste importante, mas ainda há outro: você vai mesmo usá-la? Visualize pelo menos duas ocasiões, se possível cotidianas, nas quais você poderia vesti-la. Se entre elas estiverem o trabalho e a sua vida social, pode investir.

4 – Você já tem peças parecidas?

Muitas mulheres têm um estilo específico para se vestir, o que as faz usar peças parecidas entre si. Quando isso acontece, é difícil se destacar e surpreender com um look. Por isso, antes de escolher algo novo, seja sincera: se há poucos detalhes que o diferenciam de uma coisa que você já tem, não compre. Se você gostar muito do modelo, pode se arriscar e levá-lo em uma cor bonita que você não costuma usar.

5 – É adequado para seu estilo, idade e corpo?

É preciso se olhar no espelho com honestidade. Você não deve se enganar, mas também não pode ser cruel. Você tem que aceitar seu corpo e procurar as roupas adequadas para seu tipo físico. Compre apenas roupas do seu tamanho e que combinem com seu estilo. Outro aspecto é a idade: há coisas que já não ficam tão bem aos 30 quanto aos 20, e outras que ficam melhor aos 50 que aos 30.

6 – Você se sente mais atraída pelo preço que pela roupa?

Se a resposta for “sim”, é melhor não comprá-la. Escolher peças só porque estão em liquidação não é um bom negócio. Primeiro você tem que gostar delas e depois analisar se o preço cabe no seu bolso. É melhor ter poucas coisas de boa qualidade do que muitas coisas baratas de má qualidade.

7 – Você compraria se fosse de outra marca?

Essa blusa que você está quase comprando na sua loja preferida é mesmo necessária? Você gostou mesmo dela ou só vai levá-la para ser fiel à marca ou ao estilista? Pense assim: se esta peça estivesse em outra loja, você a compraria?

8 – Você pode mesmo pagar por ela?

Se no final do mês você sempre tem que fazer malabarismos com seu orçamento, é melhor não fazer gastos desnecessários comprando toda a nova coleção de sua loja favorita. Talvez seja melhor esperar alguns meses: no final das estações, os preços caem com as liquidações e é aí que você pode arrematar aquela peça que estava namorando gastando menos. Outra questão são as compras pela internet. Do conforto do lar e pagando com cartão de crédito, pode ser que você perca a dimensão das transações, que só reaparece quando chega a fatura do banco. Portanto, quando sentir que a empolgação está saindo do controle na frente do monitor, vá fazer outra coisa e reavalie se vale mesmo a pena fazer a compra.

9 – Ela vai gerar ainda mais gastos?

Há roupas de tecidos macios, como o plush, que podem ser um problema se você tiver um bichinho de estimação. Evite as aquisições que precisem de cuidados extras e mais gastos para a sua conservação. Também tente limitar os ajustes e modificações nas roupas, pois geram mais despesas.

10 – Você está comprando por impulso?

Se você chegou em casa com dez sacolas, o mais provável é que você tenha comprado descontroladamente sem nem perceber. Da próxima vez, quando estiver numa loja a ponto de comprar mais coisas, pense: o que você já comprou nos últimos dias? Você realmente precisa de tudo isso? Ainda tem roupas que nunca usou em casa? As respostas vão ajudar na decisão de comprar ou não.

Dicas para consumir de forma consciente

Uma maneira muito enraizada no pensamento de muitas pessoas é a de que para praticar o consumo consciente é preciso ter apenas roupas atemporais, ou seja, aquelas que nunca saem de moda. Mas essa é apenas uma das diversas maneiras de consumir conscientemente. Confira abaixo mais dicas para consumir sem culpa:

Saiba de onde vem a matéria-prima – Muitos tecidos são produzidos a partir de processos químicos que causam danos ao meio-ambiente, sejam tecidos sintéticos ou até mesmo o algodão, que em sua produção pode deixar muitos resíduos de agrotóxico no ambiente. Se você busca um consumo consciente procure comprar de marcas que dão informações nas etiquetas sobre seus produtos, tais como origem e composição da matéria-prima.

Dê preferência a produtos artesanais – Comprar de uma pessoa ou até mesmo de uma marca que produz em pequena escala e artesanalmente, ajuda a movimentar a economia local, além de dar a possibilidade de saber de onde toda a matéria-prima veio, como o produto foi feito e, ainda por cima, leva uma peça única.

Compre produtos feitos com materiais de qualidade – Um produto de qualidade pode durar muito mais do que um produto de qualidade ruim. Se o produto dura mais, a necessidade de substituir ele demorará a aparecer, o que diminui o consumo e a quantidade de lixo no planeta.

Prefira marcas que tenham consciência ambiental – Quanto mais pessoas buscam comprar de marcas que tenham consciência ambiental, mais marcas buscarão esse recurso diferencial para atrair clientes. Além dos outros vários motivos citados nos tópicos acima.

Busque saber se o produto é fruto de trabalho escravo – A não ser que você esteja comprando de quem fez, pode ser difícil ter certeza de que um produto não é fruto de trabalho escravo. Recomendo um aplicativo chamado Moda Livre que lista empresas e marcas de roupas que fazem uso de trabalho escravo. O aplicativo está disponível para download gratuito na GooglePlay.

Pitaco: Ao comprar, portanto, devemos levar em conta a necessidade, a durabilidade da peça e se satisfaz o gosto pessoal. As melhores peças são aquelas que rendem um montão de novas combinações, que vai acrescentar uma informação bacana de estilo, que você já não tenha nada muito parecido ou similar e que seja de boa qualidade para fazer valer o dinheiro investido.

Fonte: discovery
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Como decorar uma árvore de Natal – Parte II

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A principal estrela da decoração de Natal, sem sombra de dúvidas, é a árvore de Natal. Decorando a árvore é o nosso tema de hoje. Quem não teve a oportunidade de ver a parte I, clique aqui.

Decorando a árvore

1 – Primeiro pendure as luzes

Colocar os fios de luzes pode ser a parte mais trabalhosa de enfeitar a árvore. Mas se for feito direito, vai fazer a sua árvore ficar mais mágica do que qualquer outra coisa que você faça. Siga estas dicas para ter sucesso máximo nessa tarefa:

  • Desenrole o fio de luzes na árvore, de cima para baixo, empurrando ligeiramente para dentro dos galhos para esconder o cabo.
  • Deixe espaço entre as luzes de maneira equilibrada. Se você não tem certeza se elas estão equilibradas, afaste-se uns 3 metros da árvore e aperte os olhos para ver. Cheque se existe algum espaço em particular que está brilhando demais ou muito escuro.

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2 – Coloque cordões ou laços

Uma vez que você tenha colocado as luzes, você pode colocar qualquer outro enfeite na árvore. A sua escolha vai depender do seu gosto pessoal, mas considere estes quatro pontos:

  • Evite festões muito fofos. Cordões de festão muito fofo eram essenciais nas árvores de Natal do meio do século, mas hoje em dia estão fora de moda. Se você adora o festão ou gosta do visual cintilante, tente guirlandas de arame menores que têm pequenas figuras metálicas, normalmente na forma de árvores ou estrelas.
  • Se você gosta de cordão de pipoca, as mantenha brancas. Isso significa: nada de usar pipoca que já vem com manteiga. Para um visual o mais elegante possível, estoure a pipoca você mesmo; assim, você terá um lindo cordão branca invernal, ao invés de tingida de amarelo.
  • É difícil errar utilizando-se cordões de miçangas plásticas ou de metal. Desde que você escolha uma cor que combine com o seu esquema de cores e um tamanho que seja delicado, cordões de estrelas ou miçangas metálicas provavelmente vão ficar ótimos na sua árvore. Faça uma distribuição equilibrada do cordão nos galhos mais para fora da árvore.
  • Use fita aramada. Se você quer colocar um laço de fita, escolha o tipo que segura a forma, ao invés de despencar. Escolha uma fita de largura média para que o laço ainda seja largo o suficiente para ser visto de longe, mas não largo demais que torne difícil passar ao redor da árvore. Adicione pequenos laços, distribuídos de maneira equilibrada ao longo do comprimento da fita, para ficar ainda mais bonito.

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3 – Coloque um enfeite no topo

Colocar uma ponteira de árvore “antes” dos outros enfeites pode parecer uma loucura, mas pense desta forma: se algo der errado, você não quer ter que gritar “madeeeira!” para uma árvore que está caindo cheia de enfeites preciosos de fibra de vidro. O tipo de ponteira que você vai escolher depende do tema e do visual da sua árvore, mas aqui estão algumas opções muito populares:

  • Estrela
  • Anjo
  • Um laço bonito
  • Imitação de folhas de azevinho e frutas vermelhas
  • Um grande floco de neve
  • Cruz cristã

Como decorar uma Árvore de Natal

4 – Deixe os enfeites por último

Já que os enfeites são a parte mais delicada e móvel da decoração, é melhor deixar para colocá-los depois que a sua árvore estiver pronta. Comece no topo e vá para baixo, tentando distribuí-los de maneira equilibrada. Lembre-se de colocá-los um pouco para dentro da árvore para dar profundidade.

  • Se você está misturando bolas de natal e outros enfeites especiais, coloque as bolas primeiro. Pense nelas como a sua base. Depois você pode escolher onde quer distribuir os enfeites que chamam mais atenção, assim todos podem ser vistos e ficam integrados ao resto da árvore.
  • Pense na parte de baixo da árvore. Se você tem animais de estimação ou crianças pequenas em casa, você deve evitar colocar qualquer item muito especial nessa área onde pode ser facilmente arrancado. Ao invés disso, considere preencher a área com luzes ou guirlandas extras.
  • Enfeites maiores devem ficar do meio para baixo da árvore, para não pesar.
  • Você até pode usar coisas que não são feitas para a árvore. Balas em forma de bengala ou outras gostosuras são uma adição popular para as crianças. Tente, também, objetos da natureza, como frutas e pinhas.

Pitacos:

  • Monte a sua árvore perto da janela. Isso vai ajudar a deixar a parte de fora da sua casa com mais espírito natalino.
  • Durante a arrumação, faça pausas e dê um passo para trás para ver, de longe, como está ficando o conjunto e localizar os lugares que estão precisando ser mais preenchidos. Quanto mais cheia, mais bonita  árvore fica.
  • Na hora de escolher o pisca-pisca, prefira as lâmpadas LED que, além de mais bonitas, gastam menos energia e não esquentam.
  • Comece a colocar os enfeites com a árvore acesa. Assim, fica mais fácil identificar “buracos” onde é preciso colocar ornamentos maiores ou mais importantes.
  • Mantenha a árvore de Natal longe de lareiras, aquecedores e velas.
  • Se sua árvore ficou muito magrinha, uma boa dica é comprar o festão aramado, que imita o verde das folhas para deixá-la mais robusta e preenchida.
  • Chamar as crianças para participar da montagem da árvore é sempre uma boa pedida, mas para ficar ainda melhor, peça que elas escolham seu bichinho de pelúcia favorito para complementar a decoração da árvore.
  • Escolha uma árvore adequada ao tamanho da sua sala. Em cômodos pequenos, não exagere! Árvores pequenas como centro da mesa de jantar são um charme.
  • Para evitar que sua árvore antecipe o Carnaval, defina antes de começar a montagem as cores que irá usar e separe os enfeites adequados.
  • Guarde os enfeites especiais em caixas para que eles não se quebrem quando você guardá-los para o ano seguinte.
  • Lembre-se: você não precisa usar todos os itens de decoração que tem. Às vezes, menos é mais.
  • Compre enfeites para o ano seguinte logo depois do Natal, quando eles estão em promoção.

Aviso: 

  • Alguns enfeites podem quebrar facilmente. Não os pendure em galhos fracos, na parte mais baixa (principalmente se você tiver crianças ou animais) ou muito na ponta.

É muito divertido envolver toda a família nesse trabalho. Assim, a árvore acaba tendo um pouquinho da colaboração de cada um representada ali, já entrando no espírito de Natal.

Em breve terá um post de como desmontar a árvore de Natal. Dicas para guardar e utilizar em janeiro. 

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Dicas infalíveis para não sentir mais raiva

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Tem dias que tudo parece estar contra você. É a fila no banco, o farol que fecha quando você está atrasado, o celular que não funciona, o chefe que pega no pé, salário atrasado, conta de energia elétrica, aquela pessoa insuportável do seu trabalho ou da sua turma da faculdade, brigas por pouca coisa no Facebook… Não faltam razões para sentirmos raiva, e você deve ter outros bons exemplos de situações que fazem até a mais zen das criaturas sentir o rosto quente, o coração acelerado e uma vontade praticamente incontrolável de sair gritando pelo mundo.

É quando vem a raiva, um sentimento importante para nos mobilizar para a ação, mas que, em excesso, pode até gerar problemas de saúde.

Acontece que o sentimento de raiva é uma grande cilada. Por mais que a sensação seja aparentemente libertadora, os efeitos da raiva são bastante prejudiciais para a nossa saúde mental e física, e o colunista Eric Barker, da revista Time, resolveu compilar algumas dicas com base em pesquisas neurocientíficas, para que possamos lidar melhor com a raiva que sentimos.

Engolir a raiva não é uma boa ideia

Sabe aquela pessoa que está visivelmente furiosa, cuspindo fogo, mas que se esforça ao máximo para poder dizer que está tudo bem? Não seja essa pessoa. Reprimir sentimentos, mesmo os negativos, nunca é uma boa ideia, no final das contas. A explicação para isso é bastante simples: quando lutamos contra algum sentimento, seja ele qual for, ele fica mais forte.

Barker conta sobre um estudo realizado com diversos voluntários. Enquanto alguns deles foram informados de um acontecimento infeliz e, em seguida, instruídos a não ficarem tristes com isso, outros apenas foram informados sobre a tragédia. Sabe qual grupo de pessoas se sentiu pior? Aquele que foi instruído a não ficar triste.

Outro estudo envolveu pacientes que tinham crises de pânico: eles foram divididos também em dois grupos – um ouvia áudios de relaxamento e o outro, áudios com outros conteúdos que não falavam sobre relaxar. No final das contas, o grupo que ouviu os áudios de relaxamento ficou mais ansioso do que o outro grupo. A conclusão do estudo sugere que pessoas que fazem esforço para evitar a dor são as que demoram mais para, de fato, deixar de sentir a dor.

Para entender melhor, é só perceber que o que traz mais alívio não é segurar o choro, mas chorar de uma vez. O mesmo acontece com a raiva: tentar reprimir esse sentimento vai fazer com que seu cérebro faça uma confusão de sentimentos ruins.

O que é bastante curioso também nesse sentido é que algumas pesquisas comportamentais já mostraram que “engolir” a raiva não apenas faz mal à pessoa que está tentando não ter esse sentimento, mas afeta a forma como aqueles ao redor dela a enxergam. Suprimir a raiva faz com que as outras pessoas gostem menos de você.

Tudo o que falamos até aqui ainda não é suficiente? Então saiba que lutar contra seus sentimentos é algo que usa muito a sua força de vontade. Depois disso, é bem possível que você tome atitudes das quais venha a se arrepender no futuro. E aí você talvez esteja pensando que a forma ideal de lidar com o sentimento de raiva seja descarregá-la de alguma forma, certo? Errado.

Descarregar a raiva também não é uma boa ideia

Não interessa se você é do tipo que dá um milhão de socos no travesseiro ou se desconta toda a sua raiva no seu melhor amigo. Isso não é nunca uma boa ideia. Assim como a supressão do sentimento, o extravasar dele também só o deixa mais intenso.

A questão aqui tem a ver com a ideia de que extravasar é estar completamente focado em uma emoção negativa, o que, logicamente, só deixa essa emoção maior. Pois é: sentir raiva é realmente uma cilada.

O que funciona mesmo é buscar algum tipo de distração. Pense assim: seu cérebro tem recursos limitados e consegue se concentrar totalmente bem em apenas uma tarefa de cada vez. Focar sua atenção em outras coisas vai dar menos espaço para que seu cérebro fique remoendo coisas ruins. Nesse sentido, aposte em joguinhos, problemas de matemática, leituras de quadrinhos e qualquer coisa que tire a sua atenção daquilo que despertou a sua ira.

Existe um teste famoso, que avaliou a capacidade de resistência de algumas crianças. Elas ficavam em uma sala com um marshmallow, e se aguentassem ficar sem comê-lo, ganhariam outro doce como recompensa. Adivinha só? As crianças que esperaram foram as que tiveram as melhores notas na escola e mais sucesso em suas vidas adultas.

Um dos responsáveis pelo estudo, Walter Mischel, explica que as crianças que resistiram à tentação do marshmallow foram estimuladas a se distraírem. Não foi, portanto, uma resistência com base apenas em aspectos de força de vontade – pelo contrário: elas cantaram musiquinhas, fizeram caretas, brincaram com o que tinha no ambiente e resistiram ao doce simplesmente porque esqueceram que ele estava ali.

Em alguns momentos, no entanto, é difícil distrair a atenção da raiva e focar em outra coisa, especialmente se essa raiva tem a ver com outra pessoa, se ela é provocada por alguma discussão ou algo do gênero. E aí entra outra chave importante dessa questão: a reavaliação.

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Reavaliação?

Exatamente. Imagine que alguém está gritando com você, apontando o dedo para a sua cara e dizendo coisas absurdas a seu respeito. O primeiro impulso, naturalmente, é reagir na defensiva, com os nervos à flor da pele.

E se essa pessoa que está gritando com você tiver acabado de perder a mãe em um acidente de carro? E se ela estiver com problemas sérios em casa, devido à doença grave do filho? Não só é possível que você sinta menos raiva dela como é até bem provável que você tenha compaixão dessa mesma pessoa.

A situação de conflito é a mesma. A pessoa é a mesma que está gritando com você e, ainda assim, sua reação diante dela pode ter mudado. O pesquisador Albert Ellis, que uma vez falou que não nos frustramos pelo que acontece, mas por causa do que acreditamos, pode explicar bem por que essa mudança ocorre.

Pesquisas nessa área chegaram à conclusão de que uma boa forma de lidar com alguém que age com agressividade é pensar: “isso não tem nada a ver comigo, essa pessoa deve estar em um dia ruim”. Barker resume essa questão de uma forma bastante interessante e lógica: “Quando você muda suas crenças com relação a uma situação, seu cérebro muda as emoções que você sente”. Se pensarmos bem, é possível usar essa lógica em outras áreas da nossa vida, e não apenas nas que têm relação com o sentimento de raiva.

Em um experimento de reavaliação, um grupo de participantes viu fotos de pessoas chorando ao lado de fora de uma igreja, o que obviamente traz a ideia de que algo triste aconteceu. Em seguida, eles foram orientados a imaginar que, na verdade, as pessoas daquela foto estavam chorando de emoção depois de acompanhar uma cerimônia de casamento. No momento em que os participantes reavaliaram a situação, as emoções que eles sentiam também mudaram.

Já que nossas emoções estão diretamente ligadas à percepção do mundo e das pessoas ao nosso redor, mudar essa percepção é uma forma de mudar nossas respostas emocionais. Essa questão da reavaliação, que nada mais é do que buscar enxergar coisas, diálogos e situações a partir de outros pontos de vista, é um exercício ótimo também para quem tem problemas relacionados à ansiedade.

Todo esse mecanismo vem sendo estudado e confirmado por cientistas comportamentais de todo o mundo. Eles já conseguiram comprovar que há mudança de atividade cerebral em indivíduos que reavaliam suas posturas diante de estímulos negativos. Por meio de exames de ressonância magnética funcional é que se consegue mapear as mudanças nas atividades cerebrais desses indivíduos.

Já se sabe, também, que pessoas que conseguem fazer esse exercício de reavaliar situações costumam ter relações mais estreitas com seus amigos, falam melhor sobre as próprias emoções e, inclusive, têm relacionamentos amorosos de melhor qualidade.

A reavaliação é comprovadamente um meio de melhorar sua força de vontade, de diminuir as chances de tomar atitudes erradas que possam provocar arrependimentos futuros e, inclusive, de se comportar de forma mais bem adequada em momentos de tensão.

A verdade é que fazemos reavaliações o tempo todo, mas geralmente na direção errada. Quando alguém age com agressividade, tendemos a pensar que essa pessoa está querendo nos atingir e, bem, na maioria das vezes, o problema não tem nada a ver conosco. Pensar dessa forma é até um pouco libertador, você não concorda?

Pitaco:  Como diz o velho ditado: Segurando a raiva é como beber veneno e esperar que a outra pessoa morra. Então lembre-se: “Eles estão apenas tendo um dia ruim.”

O que você faz quando está com raiva? 

Fonte: Time/Eric Barker
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Cuide da sua beleza enquanto dorme

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Ter cuidados de beleza é fundamental para manter a pele jovem e bonita. Durante a noite é melhor ainda: além de proporcionar bem-estar, é o momento que nossa pele está mais preparada para receber os produtos. À noite, o metabolismo das células da pele aumenta e, por isso, ela absorve os nutrientes melhor que em qualquer outro período do dia.

Portanto, se você ainda não possui o hábito de fazer um ritual de beleza antes de se deitar, veja aqui algumas dicas para melhorar seu bem-estar e sua beleza.

Graças aos avanços da indústria cosmética, é possível tratar do corpo, rosto e cabelo enquanto você desfruta de suas horas de sono. Confira a seguir o que você pode fazer em prol da sua beleza durante o sono para comece seu dia muito mais disposta e bonita! 

Rosto –  A limpeza do rosto é fundamental. Quando a pele está limpa, ela está apta a receber os nutrientes com mais eficiência. Tonificar também é importante para eliminar aquela sujeirinha que o sabão não eliminou. Por fim, o hidratante noturno. Prefira produtos que estimulam o colágeno, além de antioxidantes como vitamina C, ácido retinóico e glicólico.

A produção de gordura da pele se intensifica pela noite. Se sua pele é oleosa, use um creme para diminuir os poros e controlar a oleosidade. Se você tem facilidade para cravinhos, tenha também um esfoliante suave para estimular a saída deles e prevenir o aparecimento de novos.

Olheiras – Use cremes específicos para olheiras na região dos olhos para amenizar a aparência pela manhã.

Lábios – Aproveite a noite para manter os lábios hidratados e evitar as rachaduras.

Corpo – Aplique um bom hidratante no corpo inteiro antes de ir para cama. Melhor ainda se o creme unir princípios da aromaterapia: assim, você consegue acalmar a mente ao mesmo tempo em que hidrata o corpo.

Mãos – Depois de um dia inteiro de trabalho — expondo as mãos a vários produtos e até ao sol —, o melhor momento para cuidar das mãos é à noite, uma vez que elas vão ficar em repouso sem precisar serem lavadas. É durante a noite que os ingredientes irão agir sobre a pele. Portanto, use bons hidratantes nas mãos e não se esqueça de hidratar as unhas.

Pés – Não se esqueça dos pés: a noite é a melhor hora de hidratar os pés. Prefira cremes específicos rico em uréia (ativo com alto poder de hidratação).

Bronzeado – Se você quer ficar longe da brancura, conte com a ajuda dos autobronzeadores. Mas para que o resultado fique perfeito e o produto não meleque seu lençol, é essencial que você espalhe o autobronzeador de maneira uniforme. Espere 20 minutos e vista seu pijama. Em seguida, vá tranquila para cama, certa de que acordará com outro visual.

Cabelo – Existem várias marcas de leave-in noturno para hidratar o cabelo enquanto dormimos. Esses produtos contêm agentes que recuperam, nutrem e protegem as fibras capilares das agressões sofridas durante o dia. O produto pode ser aplicado sobre os fios úmidos ou secos (os cabelos não fica sebosos). E pode ficar despreocupada: o creme não mancha a fronha do travesseiro.

Pitaco: Dormir bem já é um embelezador natural, e essas dicas podem melhorar ainda mais sua autoestima e bem-estar.

E vocês, cuidam da beleza enquanto dormem?

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DIY – Luminária com brilho

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O achado de hoje é uma luminária com brilho bem fácil. Ótima sugestão para decoração de Natal e Ano Novo. Fica muito bonito também na decoração da mesa de jantar, aparadores ou até mesmo no quarto, dando um conforto ao ambiente. Utilize o que você já tem. Dá até para aproveitar  vidros comuns que temos em casa.

É rápido e fácil. Vamos lá!

Material:
Pote de vidro
Glitter ouro – ou cor de sua preferência
Pincel
Tinta dourada e branca – ou cor de sua preferência
Cola branca misturada com água (2:1)

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Coloque a mistura de cola e água num pote e coloque o glitter.

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Passe a mistura no pote de vidro e aguarde a secagem entre as camadas. Coloque várias camadas até fechar bem.

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Depois de bem seco, pinte o pote com tinta dourada. Aguarde secagem.

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Depois de seco, pinte de branco. Pode usar tinta branca e faça várias camadas, até cobrir bem.

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Prontos.

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Pitaco:  O número de camadas que você precisa irá variar dependendo da tinta que você usa. A tinta fosca para artesanato da Acrilex fornece excelente cobertura e também dá ao vidro uma textura ‘cerâmica’ como acabamento. Pode ser utilizado também tinta em spray. Eu já comprei material para fazer dourado com vermelho. Ui!!

Fonte: taradennis
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