Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres

Hoje é 15 de março, dia em que é celebrado o Dia do Consumidor. Ainda há muitas dúvidas em relação às relações de consumo estabelecidas em sociedade. O crescente interesse pela data está, pouco a pouco, transformando-a num dia de incentivo ao comércio e promoções. Por isso, segundo o advogado Jossan Batistute, é preciso tomar cuidado. “É uma via sempre de mão dupla, pois a legislação regulamenta as relações contratuais entre fornecedor e consumidor”, afirma. 

O advogado preparou algumas dicas para o consumidor, que devem ser observadas na relação com o fornecedor, da mesma forma que as empresas devem estar atentas nesta relação de consumo. Tudo para evitar quaisquer transtornos e obter uma prática saudável de compra e venda de produtos. “O Código de Defesa do Consumidor é norma de ordem pública e aplica-se independente da vontade das partes contratantes, se estivermos diante de uma relação de consumo”, ressalta o advogado. 

1. Empresas são consumidoras? 

-(art. 2º) Empresas também podem ser consideradas como consumidoras e terem todos os direitos garantidos na lei 8078/1990. Mas, será que estão atentas a tudo isso? Elas podem ter vários benefícios e legais vantagens materiais e processuais. 

2. Direito à informação

– (art. 6º) Por ser um direito básico do consumidor, empresas devem atentar-se para a plena informação sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem. E mais, isso precisa ser de maneira clara e adequada, levando-se em conta que o consumidor possa ser deficiente, idoso, jovem ou mesmo adulto, com baixo, médio ou alto conhecimento e compreensão. Entre os problemas estão rótulos com informações apenas técnicas, rótulos ou propagandas com letras minúsculas ou sem as informações necessárias à compreensão do produto/serviço, rótulos ou propagandas com informações noutra língua que não o português, etc. 

3. O fornecedor pode não ter culpa

– (art. 12 e 14). O fornecedor não precisa ter culpa para ser condenado se seu produto ou serviço causar prejuízo a alguém. Entretanto, se ele provar que não colocou o produto no mercado ou que, embora haja colocado o produto no mercado, o defeito inexiste, ou ainda a culpa ser exclusiva do consumidor, como não seguir as orientações do fornecedor, não ler o manual e operar incorretamente o produto, então o fornecedor não será condenado. 

4. O produto saiu de linha. E agora?


– (art. 32). Empresas devem manter peças e componentes de reposição por um prazo de 5 anos após o término da produção ou importação de determinado produto. Isso quer dizer que se o produto sair de linha não seja considerado lixo. 

5. Prazos legais

– (arts. 26 e 27). Os principais prazos para consumidores exigirem seus direitos e empresas atenderem às solicitações são de 30 dias no caso de vícios de bens não duráveis e 90 dias se for um bem durável. Danos: 5 anos a partir da ocorrência do prejuízo. Outros prazos podem ser estabelecidos entre consumidor e fornecedor, que somam-se às garantias legais.

Pitaco: Muitas empresas estão aproveitando o Dia do Consumidor, celebrado nesta quinta-feira, para fazer ofertas e promoções e, dessa forma, esvaziar seus estoques A data exige maior atenção dos consumidores para evitar armadilhas. Entre os cuidados a tomar estão o estímulo às compras por impulso, que fazem gastar desnecessariamente e o desconhecimento sobre os deveres das companhias, além das fraudes.

 

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Aprendendo palavras com rapidez: uma abordagem científica

 

Três métodos cientificamente comprovados que realmente funciona

Você estuda sem parar, mas não vê os resultados! Em poucos dias, esquece-se de tudo. Use a abordagem científica para memorizar palavras! Apresentamos três métodos cientificamente comprovados que permitirão a você memorizar palavras estrangeiras de forma rápida e permanente.

Quantas palavras você deve conhecer?

Para começar, vamos descobrir quantas palavras você deve aprender, caso queira compreender a maior parte de uma fala em um idioma estrangeiro, além de conseguir expressar suas próprias ideias. Uma criança de 5 anos em um país de língua inglesa usa entre 4 mil e 5 mil palavras. Um universitário graduado nesse mesmo país usa em torno de 20 mil palavras. Entretanto, uma pessoa que estude inglês como língua estrangeira possui um vocabulário de aproximadamente 5 mil palavras, mesmo que esteja estudando o idioma há alguns anos.

Porém, existe uma boa notícia: um vocabulário de 2 mil palavras é suficiente para compreendermos 80% de um idioma estrangeiro. Essa é a conclusão de pesquisadores após uma análise do chamado Brown Corpus. (Um corpo linguístico consiste em uma coletânea de textos sobre diferentes tópicos, para que os cientistas obtenham exemplos detalhados de como o idioma é usado.)

Um fato interessante é que, após aprender 2 mil palavras, acrescentar 1.000 palavras ajudará você a compreender apenas mais 3–4% de um texto em um idioma estrangeiro.

Como memorizo palavras rapidamente?

A primeira pergunta que todos costumam fazer é esta: como faço para memorizar palavras estrangeiras com rapidez?

Os cientistas acreditam que podemos memorizar com mais facilidade as informações que contenham uma carga emocional. Portanto, é uma boa ideia aprender novas palavras através de jogos, charadas ou filmes. Se você gosta de alguma música, não tenha preguiça: busque aquelas palavras que não entender. Você sempre irá associar essas palavras a alguma música favorita, o que significa que elas deixarão um traço emocional na sua memória.

A mnemônica é uma ótima solução. Crie associações fortes. Isso permitirá que você se lembre até mesmo de palavras difíceis de pronunciar. Existem fontes e recursos especiais de aprendizagem onde você pode encontrar todos os tipos de técnicas de mnemônica para memorizar palavras em inglês. No entanto, é melhor criar essas associações por conta própria, pois nossas associações e emoções são bastante particulares.

Como faço para não esquecer palavras rapidamente?

Você aprendeu algumas centenas de palavras, mas, após uma semana, somente dez delas permanecem na sua memória. Qual o problema? Na verdade, o cérebro humano possui dois tipos de memória: a memória de curto prazo e a memória de longo prazo. A memória de curto prazo permite que você se lembre de informações durante 15–30 minutos. Posteriormente, quando essas informações não forem mais usadas, seu cérebro simplesmente irá parar de se lembrar delas. Como fazer nosso cérebro compreender que realmente precisamos dessas palavras? A solução é repeti-las muitas vezes. Você se lembra do cachorro de Pavlov na história da psicologia: a lâmpada acende, e o cachorro produz saliva. Entretanto, o cachorro só começa a produzir saliva após 5–10 repetições da sequência “alimento + luz”. Se você parar de dar comida quando a luz acende, a associação entre luz e comida no cérebro do cachorro será quebrada, e o cão não mais produzirá saliva.

Portanto, quantas vezes você deve repetir uma palavra, para que ela passe da memória de curto prazo para a memória de longo prazo?

O psicólogo alemão Herman Ebbinghaus desenvolveu a curva do esquecimento. Ela reflete como nos esquecemos de uma informação ao longo do tempo, caso não a repitamos. Nos primeiros 20 minutos após aprender novas palavras, somente nos lembraremos de 60% das informações. Após uma hora, perderemos mais de 50% delas. Com o passar do tempo, cada vez mais informações serão perdidas, e, no terceiro dia, apenas 20% das informações permanecerão na sua memória. Assim, se você pular um único dia da revisão dos seus estudos, não será capaz de recuperar as palavras esquecidas.

A conclusão é óbvia: você deve repetir as palavras! Use-as em suas conversas cotidianas, invente histórias fazendo uso das novas palavras e crie flashcards no seu smartphone (durante alguns minutos por dia, pelo menos). Tudo isso irá ajudar você a se lembrar das palavras aprendidas. Caso contrário, todo o tempo investido no aprendizado delas será desperdiçado.

Sugerimos que você use o cronograma abaixo para revisar suas palavras estudadas:
· 10–15 minutos após aprender novas palavras;
· 50–60 minutos mais tarde;
· No dia seguinte;
· Dois dias mais tarde;
· Três dias mais tarde.

Depois disso, a maior parte das informações ficará armazenada pelo resto da sua vida.

Como expressar minhas ideias com mais rapidez?

Todos nós queremos que as palavras estrangeiras saiam da nossa boca com facilidade, sem nenhum esforço e sem gastarmos alguns minutos para montar uma frase. Existe uma forma de falar uma língua estrangeira com mais rapidez, através do desenvolvimento da memória muscular. Por músculos, entenda os músculos dos nossos órgãos responsáveis pela fala. Esses músculos, assim como os músculos da sua perna, quando você anda de bicicleta, ou como os músculos dos dedos de um pianista, contêm um tipo de memória. Essa memória permite que os músculos façam movimentos automáticos, de forma praticamente inconsciente.

Para criar essa memória muscular, é importante pronunciar as palavras em voz alta durante o aprendizado delas, fazendo movimentos com a língua e com os lábios. Também vale a pena imaginar não apenas a palavra, mas aquilo a que ela se refere. Com o tempo, você não mais precisará pensar sobre qual palavra usar. Seus músculos farão isso automaticamente.

Fazendo sua memória de curto prazo, sua memória de longo prazo e sua memória muscular trabalharem juntas, você poderá ampliar seu vocabulário rapidamente e lembrar-se das palavras por muito tempo.

 

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A magia de trabalhar em casa: 10 formas de decorar e organizar seu home office

O conceito de home office certamente veio para ficar, e aos poucos essa ideia vem conquistando mais adeptos e trazendo modificações nas relações de trabalho. Quem antes precisava se deslocar por dezenas de quilômetros, ficando preso nos engarrafamentos caóticos das cidades, para chegar até o local de trabalho, hoje em dia, graças ao home office, precisa apenas se sentar em um cantinho da casa para começar a rotina de trabalho. Porém, para que isso dê certo, é fundamental que o home office seja um espaço confortável e bem organizado. Por isso hoje em parceria com habitissimo trouxemos algumas dicas para ajudá-lo nesse sentido.

casaedecor.com
  1. Comece pela escolha do local adequado

Não é em qualquer lugar da casa que pode ser instalado um home office, pois as áreas muito movimentadas e mais sujeitas a barulhos no imóvel podem acabar dificultando a sua concentração. Por isso, o primeiro passo para montar o seu home office é escolher um cantinho mais calmo de sua residência para abriga-lo, de preferência uma área por onde circulam menos pessoas e você não esteja tão sujeito a interrupções.

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  1. Defina um estilo de decoração

Para evitar que o seu home office pareça uma colcha de retalhos com diferentes tendências de decoração que não combinam entre si, é importante que você defina desde o início qual será a linha adotada para decorar o espaço. Você pode optar, por exemplo, por uma tendência mais clássica, com móveis tradicionais e cores claras, ou um estilo mais urbano, investindo em materiais como o concreto aparente e objetos mais rústicos.

  1. Mantenha sempre a organização

Para trabalhar em seu home office, é fundamental que ele seja um espaço organizado, onde você consiga encontrar tudo o que precisa e não perca tempo no meio da bagunça. Uma dica que pode ajudar nesse sentido é apostar em estantes que permitam a você separar os documentos e materiais por áreas de assunto ou por datas, criando assim um acervo próprio e organizado.

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  1. Explore o potencial das paredes

As paredes de seu home office podem ser grandes aliadas quando o objetivo for facilitar a realização do trabalho. Elas podem ter diversas funções, desde servir como suporte para um calendário personalizado até serem usadas como mural de anotações para não esquecer coisas importantes. Para isso, basta fixar nas paredes objetos que possam ser úteis no seu trabalho diariamente.

pinterest.com
  1. Não abra mão do conforto

Muitas pessoas acham que pelo fato de estarem trabalhando em casa não precisam se preocupar com a qualidade e o conforto dos móveis que irão instalar no home office. Porém, esse é um equívoco que pode trazer consequências graves, acarretando desde a perda da produtividade até lesões na coluna. Para evitar que isso aconteça com você, procure escolher móveis ergonômicos, que sejam pensados de forma a proporcionar maior conforto durante a sua rotina de trabalho.

gohome.com
  1. Invista no poder das plantas

As plantas são capazes de tornar qualquer ambiente mais leve, e se esse for o seu objetivo ao decorar o seu home office, elas podem ser ótimas aliadas. Lembre-se de escolher uma espécie que se adapte bem a ambientes internos e que não precise receber tanta luz natural. Você pode optar por um pequeno vasinho para colocar em cima da mesa de trabalho ou por um vaso maior para ficar sobre o piso.

inspiringhomejournal.blogspot.com
  1. Cuide da iluminação

Está mais do que comprovado que a iluminação é capaz de interferir diretamente no desempenho dos profissionais, por isso é fundamental ficar atento para garantir um ambiente bem iluminado em seu home office. Dê prioridade à luz natural posicionando o seu home office próximo a alguma janela ampla, mas não se esqueça de cuidar também da luz artificial direcionada para pontos específicos de sua mesa de trabalho.

  1. Otimize o espaço

São poucas as pessoas que conseguem ter o privilégio de reservar um espaço amplo para instalar o home office, já que a maioria vive em imóveis pequenos e acaba tendo que adaptar um cantinho mais apertado para essa área. Se esse for o seu caso, não se preocupe, porque a falta de espaço não irá prejudicá-lo se você souber como aproveitar o que possui. Para isso, procure explorar todos as quinas do ambiente e invista em móveis planejados, que sejam feitos sob medida para atender às suas necessidades.

achadosdedecoracao.com
  1. Abuse dos espelhos

Seguindo a ideia de que boa parte dos home offices são feitos em espaços pequenos, uma dica que pode ajudar a fazer com que o ambiente pareça mais amplo é investir na instalação de espelhos. Essa estratégia é muito utilizada pelos profissionais que trabalham com a decoração de imóveis e certamente fará a diferença na sensação de amplitude em seu home office.

  1. Dê o seu toque pessoal

Uma das principais vantagens de trabalhar em seu home office é o fato de poder se sentir confortável em um ambiente que tenha a sua personalidade registrada. Pensando nisso, não deixe de cuidar dos detalhes para que o seu home office tenha o seu toque pessoal. Desde a pintura das paredes até os objetos decorativos devem ser pensados de acordo com o estilo que você mais se identifica.

Gostou das dicas? Não deixe de comentar!

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11 Sintomas físicos de depressão ansiosa

Transtorno depressivo ansioso, ou simplesmente depressão ansiosa, é caracterizado pela união dos sintomas mais comuns das duas condições, ou seja, o paciente sofre de depressão e ansiedade ao mesmo tempo.

O acometimento psiquiátrico é bastante grave e, além da tristeza profunda que afeta o emocional, ele ainda provoca sintomas físicos e pode mudar o corpo da pessoa de diversas maneiras. 

Sintomas físicos de depressão ansiosa

  • Alterações do apetite e do sono
  • Cansaço excessivo
  • Aperto no peito
  • Diarreia
  • Dificuldade de concentração
  • Diminuição da libido
  • Dor de barriga, nas costas ou no peito
  • Fala exageradamente rápida
  • Falta de ar
  • Tensão muscular
  • Tontura

Causas e tratamentos da depressão ansiosa

A depressão ansiosa, assim como a maioria dos transtornos psíquicos, não tem causas definidas, mas pode estar relacionada a diversos fatores, que vão desde questões genéticas a gatilhos específicos, como morte de uma pessoa querida, desemprego, dificuldade financeira, problemas de autoestima, entre outros.

O tratamento da depressão ansiosa é orientado por um psiquiatra e costuma ser longo e multidisciplinar, ou seja, envolve o uso de medicamentos e terapia que, em conjunto, aliviam os sintomas e ajudam a evitar a manifestação de crises dos transtornos.

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Creme Multifuncional: saiba os benefícios e como usar o produto

Você conhece os benefícios e praticidades que um creme multifuncional pode te oferecer?

Preparamos um post com 5 dicas de como utilizar este maravilhoso produto em diversas ocasiões durante seu tratamento capilar.

O creme multifuncional é o novo queridinho da mulherada! Afinal, não é todo produto que oferece tantos benefícios como ele. O fato é que usar essa belezura é um ótimo jeito de tratar as madeixas, independente do seu tipo de cabelo! Leia o post e saiba mais sobre suas várias vantagens:

Multifuncionalidade: O creme não é apenas uma hidratação comum. Ele pode ser usado em todas as etapas para cuidar do cabelo – hidratação, nutrição e reconstrução – já que tem funções aleatórias, podendo ser utilizado como shampoo, condicionador, leave-in e creme para pentear.

Economia: Tudo em um.  Você economiza horrores na hora de comprar produtos novos, já que tem um produto que cumpre várias funções de uma vez.

Custo-benefício: Com certeza, é o que as pessoas mais prezam em um produto para os seus cabelos. É um creme com ótimo preço e igualmente eficiente no que se propõe. Por isso, não se pensa duas vezes em comprar o produto, quando se fala em cuidados com o cabelo.

Durabilidade: O produto costuma render mais que os cremes concorrentes e acaba surpreendendo quem usa.

Perfeito para as cacheadas: Ajuda a definir os cachos e evitar os fios arrepiados(Frizz).

Composição: Por ser um produto à base de ingredientes benéficos para os cabelos, a fórmula é o que mais atrai em um produto dedicado a cuidar dos fios. Ele não contêm substâncias que podem fazer mal à saúde das madeixas, como a parafina e o lauril sulfato de sódio.

Como usar o creme multifuncional?

Como creme multifuncional, o próprio nome já diz tudo: um produto que pode ser usado em várias funções diferentes.

Mas como assim? Você pode usá-lo pra quase tudo? SIM!!  Entenda como você pode/deve utilizá-lo:

 1) Creme para pentear/ leave-in/condicionador:

Essa é uma função bastante usada do creme multifuncional.

Ele pode ser usado com ou sem enxágue após o shampoo, como creme para pentear (desembaraçar) os cabelos, como leave-in e até como condicionador, sim!

 2) Pré-shampoo:

Ele pode ser usado como pré-shampoo um dia antes da lavagem normal. 

Você pode passar o produto nos cabelos um dia antes de lavar e dormir com ele.

No dia seguinte, após a lavagem, a sensação será de um cabelo macio e super brilhoso.

 3) Umectação (nutrição dos fios):

Misturado ao óleo que você usa para umectar os cabelos no seu dia a dia, o creme multifuncional pode trazer resultados ainda melhores.

Além de nutridos, os fios ficarão mega hidratados. Você vai sentir os fios deslizando em suas mãos!

4) Máscara de tratamento:

Pode substituir tranquilamente o tratamento de hidratação feito com as máscaras capilares comuns.

Ele dá o mesmo efeito de brilho e maciez.

 5) Pós-banho de piscina ou mar:

O creme pode ser usado para proteger os seus cabelos contra as agressões do cloro e do sol.

Por isso, antes de ir à praia ou ao clube, não se esqueça de levar o creminho em sua bolsa.

 

Contraindicações do Creme Multifuncional

Não há contraindicações em relação ao uso do creme multifuncional registradas até o momento.

No entanto, antes de comprar o creme, verifique na embalagem a composição do produto para saber se há ingredientes ou substâncias a que você é alérgica.

Na dúvida, procure um médico dermatologista para avaliar a sua situação.

E aí? Tenho certeza que o creme multifuncional já te conquistou!

Fonte: rishoncosmeticos

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