O batom ideal

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O post de hoje é para deixar seus lábios ainda mais bonitos de acordo com o formato natural. São apenas dicas de como realçar o seu tipo de lábios e deixar vocês confiantes para abusar do batom que é essencial no makeup!

Um bom batom faz toda a diferença no visual. Ainda que seja selecionado como o item menos importante em uma maquiagem, ele traz mesmo em tons nudes, vida aos lábios e, principalmente hidratação. Uma boca nude com um leve brilho traz luminosidade, um tom cor de boca demonstra a atenção da mulher com o batom, os tons corais trazem saúde e os mais fortes, tanto secos quanto brilhosos, trazem toda a atenção para os lábios.

Mas antes de escolher que batom usar, é importante levar em consideração o formato e o tamanho da boca, para conseguir valorizar (ou disfarçar) alguns pontos e ficar ainda mais linda. Veja algumas dicas de profissionais:

Boca grande  – As contrário do que as mulheres pensam, os lábios grandes podem trazer toda a referência da maquiagem e devem ser valorizadas. Cores fortes e um olhar básico ressaltam o look. Um truque para diminuir é apagar os lábios aplicando o corretivo sobre eles, sempre no tom da pele e, em seguida, passar o batom ou gloss apenas na região mais central dos lábios.

Boca pequena – Nesses casos é preciso ter mais cuidado. Os lábios pequenos devem ter tons mais claros, cor de boca e corais. Outra dica é usar um contorno não muito definido com o lápis, aplicando ao redor da boca e espalhando para o centro dos lábios. Assim o contorno não fica tão marcado. O que ajuda também é aplicar, com um cotonete, após passar o batom, um pouco de corretivo ao redor dos lábios, destacando mais o contorno natural.

Lábio carnudo – Todas as cores são válidas para esse tipo de boca, desde que os batons sejam mais secos, sem muito brilho e gloss.

Boca fina – A dica é a mesma para quem tem boca pequena: cores mais claras e cor de boca ressaltam mais os lábios.

Boca fina e compridaAplique o corretivo nos cantos externos da boca. Contorne os lábios com um lápis acima da linha natural, terminando o traço antes de chegar aos cantos externos. Use batons de tonalidade claras e com muito brilho.

Boca fina em cima e grossa em baixo (e vice-versa) –  Na parte mais fina da boca, contorne com o lápis acima da contorno natural e, na parte mais grossa, delineie dentro da linha natural. Aplique o batom nos lábios e um gloss apenas na parte que quer aumentar.

Boca pronunciada (cupido) Geralmente a parte superior é mais evidente, portanto, aplique o lápis de boca dentro da linha natural e não deixe o batom marcar demais o “V” que existe na parte central dos lábios. Aplique o batom nos lábios e um gloss apenas na parte inferior.

Outras dicas – Preste atenção no tom da sua pele. Mesmo levando em consideração que hoje em dia o que mais vale é o estilo de cada mulher, é preciso ter esse cuidado na hora de escolher a cor do batom. Quem tem a pele mais clara fica bem com cores fortes e vivas, como laranjas, rosas, corais, vermelhos e pink, tanto os abertos como os fechados. Já as mulheres com tom de pele mais escuro devem optar por tons mais secos, um vermelho mais fechado, bronze, vinho, roxo, cor de boca.

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Batom certo para cada cor de pele

♦ Pele negra: vinho, café e amora são as cores de batom que mais combinam. O tons de rosa claro ou nude também ajudam a valorizar a beleza negra, mas não cabem em qualquer ocasião.

♦ Pele clara: os batons cor de boca ou tonalidade um pouco mais rosadas ajudam a deixar sua maquiagem com uma aparência saudável, ideal para o dia a dia. Para a noite, ousa com cores vibrantes e brilho.

♦ Pele morena: cores acastanhadas ou bronze são ideais para uma maquiagem discreta. A tonalidade lilás também deixam seu visual natural, assim como o chocolate e o rosa antigo.

E o batom cor nude?

Os batons coloridos estão em alta, mas são os tons nude que fazem a cabeça da mulherada. Que mulher não tem um batom nude na bolsa? Ele é muito democrático e versátil, pois apesar de ser neutro também pode apresentar variações que puxam mais para tons alaranjados, tons marrons e tons coral.

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Que cor nude combina com você?

  • O batom nude cor de boca combina com quem tem lábios finos e boca pequena, uma vez que aumenta o volume;
  • Batom nude puxado para o marrom fica perfeito para lábios grossos proporciona um estilo mais casual;
  • Batom rosa nude perfeito para quem tem lábios grossos e quer diminuir o volume;
  • Batom nude alaranjado fica perfeito em lábios pequenos, eles aumentam ainda mais se for usado por cima um gloss.

Pitacos: 

  • Aplique diariamente um bom hidratante para os lábios. Isso é válido também antes de começar a maquiagem. 
  • Usar um primer de lábios ajuda a ter um lábio macio para receber a cor, tanto no batom quanto no gloss.
  • Para quem gosta do estilo de lábios mais secos, vale usar levemente um corretivo e depois colorir com o tom desejado. Sobre o batom, aplique levemente um pó translúcido com a ajuda de um pincel.
  • Sabemos que cada cor de batom fica bom em uma determinada cor de pele, formato e tamanho de lábios, mas o que vale mesmo é usar aquilo que gosta!!
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Especialistas alertam para os perigos de não tomar sol

Com a chegada do verão, muito se fala nos perigos do sol e da necessidade de usar filtro solar durante todo o dia, mesmo que o tempo esteja nublado, mas pouco se fala dos perigos de não tomar sol. Embora os protetores sejam ótimos para a pele, o uso exagerado desses produtos pode trazer riscos à saúde dos ossos. Isso porque eles diminuem em 90% a absorção da vitamina D, que é produzida pelo organismo por meio da exposição ao sol. Os raios ultravioletas do tipo B (UVB), emitidos pela luz solar, são capazes de ativar a síntese desta substância.

“A vitamina D é o mais potente hormônio que o corpo produz e o sol tem importância vital para a sua absorção, pois é o responsável por gerar de 80% a 90% da vitamina que o corpo recebe. Por isso os riscos de passar o filtro solar em todas as partes do corpo. Precisamos da vitamina D, que ajuda na fixação do cálcio, principalmente as mulheres que têm maior incidência de osteopenia, já na meia idade, podendo agravar-se para a osteosporose”, relata o químico José Celso Guimarães, diretor técnico da Phosther Algamar.

A deficiência de vitamina D também influencia o aparecimento de síndromes do sistema imunológico, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, além de estar relacionada a processos inflamatórios, aumento da pressão arterial, obesidade e diabetes.

Responsável por regular a absorção de cálcio e fósforo, a vitamina D – que na verdade é um hormônio esteroide lipossolúvel – controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular. Também ajuda a manter o bom funcionamento do cérebro e do tecido ósseo, fortificando ossos, dentes e músculos.

Pessoas com deficiência de vitamina D chegam a aproveitar 30% menos do cálcio proveniente da alimentação. A osteoporose, um dos males típicos da terceira idade, é uma das principais doenças que podem ser prevenidas por meio da vitamina D. Com a insuficiência dessa substância, o corpo não absorve o cálcio de maneira adequada, deixando assim os ossos fracos e vulneráveis.

“À medida que a pessoa envelhece, sua capacidade de produzir vitamina D diminui. Um idoso precisa ficar quatro vezes mais tempo no sol para obter a mesma concentração de vitamina D que um jovem de 20 anos. Com isso, há prejuízos na fixação de cálcio, aumentando os riscos de perda de massa óssea”, relata o geriatra Jorge Jamili, consultor da Phosther Algamar e especialista em medicina preventiva. “Deve-se tomar banho de sol por 15 a 20 minutos todos os dias, sem usar filtro solar nos braços e pernas, pois a quantidade de vitamina D que é absorvida é proporcional à extensão de pele que está exposta. Além disso, quanto mais idade, mais tempo de exposição é necessário. Por isso, muitas vezes, é preciso fazer uso de suplementação mineral para se chegar aos níveis recomendados de cálcio, principalmente a partir da meia idade”, completa.

Depois de tomar sua dose diária de sol, de preferência até as 10h, o ideal é mesmo proteger a pele dos raios solares usando protetores no restante do dia.

Uma alternativa para compensar essa queda na produção e absorção de minerais é fazer a suplementação com multiminerais à base de algas marinhas, que é uma fonte natural de cálcio, além de magnésio e zinco, que são essenciais às atividades bioquímicas da vitamina D.

“Nos multiminerais provenientes de algas todos os minerais agem de forma sinérgica, sem competição entre eles, uma vez que os elementos não atuam de forma isolada no organismo. Além disso, esse tipo de suplemento possui altíssimo grau de absorção (90%) e biodisponibilidade (capacidade de integração dos minerais ao sistema do corpo) no organismo humano, reduzindo ainda os riscos de problemas cardíacos ao não produzir resíduos ou depósitos nas artérias, como ocorre com suplementos de cálcio de má qualidade”, explica o José Celso.

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Pitacos

  • Tomar sol com moderação não faz mal. A orientação para ter boas quantidades deste nutriente é expor no mínimo pernas e braços ao sol sem proteção solar por cerca de 15 a 20 minutos. 
  • É preciso evitar a exposição solar entre as 10 horas da manhã e as 16 horas da tarde.
  • Dose e sabedoria… Todo muito precisa tomar sol, mas exagerar na dose pode fazer muito mal. O sol pode ter efeito benéfico para os ossos como fonte de vitamina D, e ao mesmo tempo, ser um vilão tendo relação direta com a ocorrência de câncer de pele.
  • É importante que a necessidade do indivíduo seja analisada por um profissional da saúde a fim de saber se apenas o sol é o suficiente ou se é preciso uma alimentação rica na substância. 
  • Os suplementos só podem ser tomados após a constatação de deficiência de vitamina D e a orientação médica para o consumo dessas doses extras. É preciso muito cuidado com o excesso desta vitamina. 
  • É importante destacar que o excesso de vitamina D só ocorre por meio da suplementação.
  • As janelas impedem a absorção. Isto ocorre porque os raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem atravessar os vidros.

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10 perguntas que você deve fazer antes de comprar roupas

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A frase “comprar roupa nova” pode gerar, por si só, uma enorme euforia em algumas mulheres. Ainda mais se ela vier acompanhada pela palavra “liquidação”. Muitas vezes a compra de uma roupa nova é feita por impulso e isso pode acarretar danos: um guarda-roupa superlotado, limite do cartão de crédito estourado, sensação de vazio, entre outros.

Você passou em frente a uma vitrine e foi amor à primeira vista: uma roupa ou um sapato incrível chamaram sua atenção – mas o preço é bem salgado. Para decidir se vale a pena ou não fazer esse investimento (e evitar aquele remorso depois da compra), algumas perguntas básicas te ajudam a se decidir.

Confira ótimas dicas para enfrentar as “promoções” de final de ano e Black Friday.

1 – É fácil de combinar com as peças que você já tem?

Você está andando pela rua e uma força magnética a atrai para a vitrine: lá está aquele par de sapatos que você adora. Mas antes de ceder aos seus desejos, é preciso pensar: ele combina com o que você já tem no armário? Se você não consegue montar mentalmente três looks com uma peça nova, é melhor não comprá-la. Fazer essa análise antes da compra ajuda a economizar e evita que você acumule coisas que não vai usar.

2 – É algo que você poderá usar por várias temporadas?

A cada ano, os desfiles e as marcas lançam tendências que viram objetos do desejo de todas em algum momento. O problema é que muitas não se mantêm com o tempo. Abra o seu armário e observe: quantas roupas que estavam na moda há três temporadas estão lá esquecidas? Tente não cometer o mesmo erro novamente: é bom ter uma ou outra peça da moda, mas apostar no clássico enriquece seu guarda-roupa a longo prazo.

3 – Em que situações você poderia usá-la?

Se você conseguiu imaginar três combinações diferentes para uma peça, ela já passou por um teste importante, mas ainda há outro: você vai mesmo usá-la? Visualize pelo menos duas ocasiões, se possível cotidianas, nas quais você poderia vesti-la. Se entre elas estiverem o trabalho e a sua vida social, pode investir.

4 – Você já tem peças parecidas?

Muitas mulheres têm um estilo específico para se vestir, o que as faz usar peças parecidas entre si. Quando isso acontece, é difícil se destacar e surpreender com um look. Por isso, antes de escolher algo novo, seja sincera: se há poucos detalhes que o diferenciam de uma coisa que você já tem, não compre. Se você gostar muito do modelo, pode se arriscar e levá-lo em uma cor bonita que você não costuma usar.

5 – É adequado para seu estilo, idade e corpo?

É preciso se olhar no espelho com honestidade. Você não deve se enganar, mas também não pode ser cruel. Você tem que aceitar seu corpo e procurar as roupas adequadas para seu tipo físico. Compre apenas roupas do seu tamanho e que combinem com seu estilo. Outro aspecto é a idade: há coisas que já não ficam tão bem aos 30 quanto aos 20, e outras que ficam melhor aos 50 que aos 30.

6 – Você se sente mais atraída pelo preço que pela roupa?

Se a resposta for “sim”, é melhor não comprá-la. Escolher peças só porque estão em liquidação não é um bom negócio. Primeiro você tem que gostar delas e depois analisar se o preço cabe no seu bolso. É melhor ter poucas coisas de boa qualidade do que muitas coisas baratas de má qualidade.

7 – Você compraria se fosse de outra marca?

Essa blusa que você está quase comprando na sua loja preferida é mesmo necessária? Você gostou mesmo dela ou só vai levá-la para ser fiel à marca ou ao estilista? Pense assim: se esta peça estivesse em outra loja, você a compraria?

8 – Você pode mesmo pagar por ela?

Se no final do mês você sempre tem que fazer malabarismos com seu orçamento, é melhor não fazer gastos desnecessários comprando toda a nova coleção de sua loja favorita. Talvez seja melhor esperar alguns meses: no final das estações, os preços caem com as liquidações e é aí que você pode arrematar aquela peça que estava namorando gastando menos. Outra questão são as compras pela internet. Do conforto do lar e pagando com cartão de crédito, pode ser que você perca a dimensão das transações, que só reaparece quando chega a fatura do banco. Portanto, quando sentir que a empolgação está saindo do controle na frente do monitor, vá fazer outra coisa e reavalie se vale mesmo a pena fazer a compra.

9 – Ela vai gerar ainda mais gastos?

Há roupas de tecidos macios, como o plush, que podem ser um problema se você tiver um bichinho de estimação. Evite as aquisições que precisem de cuidados extras e mais gastos para a sua conservação. Também tente limitar os ajustes e modificações nas roupas, pois geram mais despesas.

10 – Você está comprando por impulso?

Se você chegou em casa com dez sacolas, o mais provável é que você tenha comprado descontroladamente sem nem perceber. Da próxima vez, quando estiver numa loja a ponto de comprar mais coisas, pense: o que você já comprou nos últimos dias? Você realmente precisa de tudo isso? Ainda tem roupas que nunca usou em casa? As respostas vão ajudar na decisão de comprar ou não.

Dicas para consumir de forma consciente

Uma maneira muito enraizada no pensamento de muitas pessoas é a de que para praticar o consumo consciente é preciso ter apenas roupas atemporais, ou seja, aquelas que nunca saem de moda. Mas essa é apenas uma das diversas maneiras de consumir conscientemente. Confira abaixo mais dicas para consumir sem culpa:

Saiba de onde vem a matéria-prima – Muitos tecidos são produzidos a partir de processos químicos que causam danos ao meio-ambiente, sejam tecidos sintéticos ou até mesmo o algodão, que em sua produção pode deixar muitos resíduos de agrotóxico no ambiente. Se você busca um consumo consciente procure comprar de marcas que dão informações nas etiquetas sobre seus produtos, tais como origem e composição da matéria-prima.

Dê preferência a produtos artesanais – Comprar de uma pessoa ou até mesmo de uma marca que produz em pequena escala e artesanalmente, ajuda a movimentar a economia local, além de dar a possibilidade de saber de onde toda a matéria-prima veio, como o produto foi feito e, ainda por cima, leva uma peça única.

Compre produtos feitos com materiais de qualidade – Um produto de qualidade pode durar muito mais do que um produto de qualidade ruim. Se o produto dura mais, a necessidade de substituir ele demorará a aparecer, o que diminui o consumo e a quantidade de lixo no planeta.

Prefira marcas que tenham consciência ambiental – Quanto mais pessoas buscam comprar de marcas que tenham consciência ambiental, mais marcas buscarão esse recurso diferencial para atrair clientes. Além dos outros vários motivos citados nos tópicos acima.

Busque saber se o produto é fruto de trabalho escravo – A não ser que você esteja comprando de quem fez, pode ser difícil ter certeza de que um produto não é fruto de trabalho escravo. Recomendo um aplicativo chamado Moda Livre que lista empresas e marcas de roupas que fazem uso de trabalho escravo. O aplicativo está disponível para download gratuito na GooglePlay.

Pitaco: Ao comprar, portanto, devemos levar em conta a necessidade, a durabilidade da peça e se satisfaz o gosto pessoal. As melhores peças são aquelas que rendem um montão de novas combinações, que vai acrescentar uma informação bacana de estilo, que você já não tenha nada muito parecido ou similar e que seja de boa qualidade para fazer valer o dinheiro investido.

Fonte: discovery
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Como decorar uma árvore de Natal – Parte II

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A principal estrela da decoração de Natal, sem sombra de dúvidas, é a árvore de Natal. Decorando a árvore é o nosso tema de hoje. Quem não teve a oportunidade de ver a parte I, clique aqui.

Decorando a árvore

1 – Primeiro pendure as luzes

Colocar os fios de luzes pode ser a parte mais trabalhosa de enfeitar a árvore. Mas se for feito direito, vai fazer a sua árvore ficar mais mágica do que qualquer outra coisa que você faça. Siga estas dicas para ter sucesso máximo nessa tarefa:

  • Desenrole o fio de luzes na árvore, de cima para baixo, empurrando ligeiramente para dentro dos galhos para esconder o cabo.
  • Deixe espaço entre as luzes de maneira equilibrada. Se você não tem certeza se elas estão equilibradas, afaste-se uns 3 metros da árvore e aperte os olhos para ver. Cheque se existe algum espaço em particular que está brilhando demais ou muito escuro.

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2 – Coloque cordões ou laços

Uma vez que você tenha colocado as luzes, você pode colocar qualquer outro enfeite na árvore. A sua escolha vai depender do seu gosto pessoal, mas considere estes quatro pontos:

  • Evite festões muito fofos. Cordões de festão muito fofo eram essenciais nas árvores de Natal do meio do século, mas hoje em dia estão fora de moda. Se você adora o festão ou gosta do visual cintilante, tente guirlandas de arame menores que têm pequenas figuras metálicas, normalmente na forma de árvores ou estrelas.
  • Se você gosta de cordão de pipoca, as mantenha brancas. Isso significa: nada de usar pipoca que já vem com manteiga. Para um visual o mais elegante possível, estoure a pipoca você mesmo; assim, você terá um lindo cordão branca invernal, ao invés de tingida de amarelo.
  • É difícil errar utilizando-se cordões de miçangas plásticas ou de metal. Desde que você escolha uma cor que combine com o seu esquema de cores e um tamanho que seja delicado, cordões de estrelas ou miçangas metálicas provavelmente vão ficar ótimos na sua árvore. Faça uma distribuição equilibrada do cordão nos galhos mais para fora da árvore.
  • Use fita aramada. Se você quer colocar um laço de fita, escolha o tipo que segura a forma, ao invés de despencar. Escolha uma fita de largura média para que o laço ainda seja largo o suficiente para ser visto de longe, mas não largo demais que torne difícil passar ao redor da árvore. Adicione pequenos laços, distribuídos de maneira equilibrada ao longo do comprimento da fita, para ficar ainda mais bonito.

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3 – Coloque um enfeite no topo

Colocar uma ponteira de árvore “antes” dos outros enfeites pode parecer uma loucura, mas pense desta forma: se algo der errado, você não quer ter que gritar “madeeeira!” para uma árvore que está caindo cheia de enfeites preciosos de fibra de vidro. O tipo de ponteira que você vai escolher depende do tema e do visual da sua árvore, mas aqui estão algumas opções muito populares:

  • Estrela
  • Anjo
  • Um laço bonito
  • Imitação de folhas de azevinho e frutas vermelhas
  • Um grande floco de neve
  • Cruz cristã

Como decorar uma Árvore de Natal

4 – Deixe os enfeites por último

Já que os enfeites são a parte mais delicada e móvel da decoração, é melhor deixar para colocá-los depois que a sua árvore estiver pronta. Comece no topo e vá para baixo, tentando distribuí-los de maneira equilibrada. Lembre-se de colocá-los um pouco para dentro da árvore para dar profundidade.

  • Se você está misturando bolas de natal e outros enfeites especiais, coloque as bolas primeiro. Pense nelas como a sua base. Depois você pode escolher onde quer distribuir os enfeites que chamam mais atenção, assim todos podem ser vistos e ficam integrados ao resto da árvore.
  • Pense na parte de baixo da árvore. Se você tem animais de estimação ou crianças pequenas em casa, você deve evitar colocar qualquer item muito especial nessa área onde pode ser facilmente arrancado. Ao invés disso, considere preencher a área com luzes ou guirlandas extras.
  • Enfeites maiores devem ficar do meio para baixo da árvore, para não pesar.
  • Você até pode usar coisas que não são feitas para a árvore. Balas em forma de bengala ou outras gostosuras são uma adição popular para as crianças. Tente, também, objetos da natureza, como frutas e pinhas.

Pitacos:

  • Monte a sua árvore perto da janela. Isso vai ajudar a deixar a parte de fora da sua casa com mais espírito natalino.
  • Durante a arrumação, faça pausas e dê um passo para trás para ver, de longe, como está ficando o conjunto e localizar os lugares que estão precisando ser mais preenchidos. Quanto mais cheia, mais bonita  árvore fica.
  • Na hora de escolher o pisca-pisca, prefira as lâmpadas LED que, além de mais bonitas, gastam menos energia e não esquentam.
  • Comece a colocar os enfeites com a árvore acesa. Assim, fica mais fácil identificar “buracos” onde é preciso colocar ornamentos maiores ou mais importantes.
  • Mantenha a árvore de Natal longe de lareiras, aquecedores e velas.
  • Se sua árvore ficou muito magrinha, uma boa dica é comprar o festão aramado, que imita o verde das folhas para deixá-la mais robusta e preenchida.
  • Chamar as crianças para participar da montagem da árvore é sempre uma boa pedida, mas para ficar ainda melhor, peça que elas escolham seu bichinho de pelúcia favorito para complementar a decoração da árvore.
  • Escolha uma árvore adequada ao tamanho da sua sala. Em cômodos pequenos, não exagere! Árvores pequenas como centro da mesa de jantar são um charme.
  • Para evitar que sua árvore antecipe o Carnaval, defina antes de começar a montagem as cores que irá usar e separe os enfeites adequados.
  • Guarde os enfeites especiais em caixas para que eles não se quebrem quando você guardá-los para o ano seguinte.
  • Lembre-se: você não precisa usar todos os itens de decoração que tem. Às vezes, menos é mais.
  • Compre enfeites para o ano seguinte logo depois do Natal, quando eles estão em promoção.

Aviso: 

  • Alguns enfeites podem quebrar facilmente. Não os pendure em galhos fracos, na parte mais baixa (principalmente se você tiver crianças ou animais) ou muito na ponta.

É muito divertido envolver toda a família nesse trabalho. Assim, a árvore acaba tendo um pouquinho da colaboração de cada um representada ali, já entrando no espírito de Natal.

Em breve terá um post de como desmontar a árvore de Natal. Dicas para guardar e utilizar em janeiro. 

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Dicas infalíveis para não sentir mais raiva

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Tem dias que tudo parece estar contra você. É a fila no banco, o farol que fecha quando você está atrasado, o celular que não funciona, o chefe que pega no pé, salário atrasado, conta de energia elétrica, aquela pessoa insuportável do seu trabalho ou da sua turma da faculdade, brigas por pouca coisa no Facebook… Não faltam razões para sentirmos raiva, e você deve ter outros bons exemplos de situações que fazem até a mais zen das criaturas sentir o rosto quente, o coração acelerado e uma vontade praticamente incontrolável de sair gritando pelo mundo.

É quando vem a raiva, um sentimento importante para nos mobilizar para a ação, mas que, em excesso, pode até gerar problemas de saúde.

Acontece que o sentimento de raiva é uma grande cilada. Por mais que a sensação seja aparentemente libertadora, os efeitos da raiva são bastante prejudiciais para a nossa saúde mental e física, e o colunista Eric Barker, da revista Time, resolveu compilar algumas dicas com base em pesquisas neurocientíficas, para que possamos lidar melhor com a raiva que sentimos.

Engolir a raiva não é uma boa ideia

Sabe aquela pessoa que está visivelmente furiosa, cuspindo fogo, mas que se esforça ao máximo para poder dizer que está tudo bem? Não seja essa pessoa. Reprimir sentimentos, mesmo os negativos, nunca é uma boa ideia, no final das contas. A explicação para isso é bastante simples: quando lutamos contra algum sentimento, seja ele qual for, ele fica mais forte.

Barker conta sobre um estudo realizado com diversos voluntários. Enquanto alguns deles foram informados de um acontecimento infeliz e, em seguida, instruídos a não ficarem tristes com isso, outros apenas foram informados sobre a tragédia. Sabe qual grupo de pessoas se sentiu pior? Aquele que foi instruído a não ficar triste.

Outro estudo envolveu pacientes que tinham crises de pânico: eles foram divididos também em dois grupos – um ouvia áudios de relaxamento e o outro, áudios com outros conteúdos que não falavam sobre relaxar. No final das contas, o grupo que ouviu os áudios de relaxamento ficou mais ansioso do que o outro grupo. A conclusão do estudo sugere que pessoas que fazem esforço para evitar a dor são as que demoram mais para, de fato, deixar de sentir a dor.

Para entender melhor, é só perceber que o que traz mais alívio não é segurar o choro, mas chorar de uma vez. O mesmo acontece com a raiva: tentar reprimir esse sentimento vai fazer com que seu cérebro faça uma confusão de sentimentos ruins.

O que é bastante curioso também nesse sentido é que algumas pesquisas comportamentais já mostraram que “engolir” a raiva não apenas faz mal à pessoa que está tentando não ter esse sentimento, mas afeta a forma como aqueles ao redor dela a enxergam. Suprimir a raiva faz com que as outras pessoas gostem menos de você.

Tudo o que falamos até aqui ainda não é suficiente? Então saiba que lutar contra seus sentimentos é algo que usa muito a sua força de vontade. Depois disso, é bem possível que você tome atitudes das quais venha a se arrepender no futuro. E aí você talvez esteja pensando que a forma ideal de lidar com o sentimento de raiva seja descarregá-la de alguma forma, certo? Errado.

Descarregar a raiva também não é uma boa ideia

Não interessa se você é do tipo que dá um milhão de socos no travesseiro ou se desconta toda a sua raiva no seu melhor amigo. Isso não é nunca uma boa ideia. Assim como a supressão do sentimento, o extravasar dele também só o deixa mais intenso.

A questão aqui tem a ver com a ideia de que extravasar é estar completamente focado em uma emoção negativa, o que, logicamente, só deixa essa emoção maior. Pois é: sentir raiva é realmente uma cilada.

O que funciona mesmo é buscar algum tipo de distração. Pense assim: seu cérebro tem recursos limitados e consegue se concentrar totalmente bem em apenas uma tarefa de cada vez. Focar sua atenção em outras coisas vai dar menos espaço para que seu cérebro fique remoendo coisas ruins. Nesse sentido, aposte em joguinhos, problemas de matemática, leituras de quadrinhos e qualquer coisa que tire a sua atenção daquilo que despertou a sua ira.

Existe um teste famoso, que avaliou a capacidade de resistência de algumas crianças. Elas ficavam em uma sala com um marshmallow, e se aguentassem ficar sem comê-lo, ganhariam outro doce como recompensa. Adivinha só? As crianças que esperaram foram as que tiveram as melhores notas na escola e mais sucesso em suas vidas adultas.

Um dos responsáveis pelo estudo, Walter Mischel, explica que as crianças que resistiram à tentação do marshmallow foram estimuladas a se distraírem. Não foi, portanto, uma resistência com base apenas em aspectos de força de vontade – pelo contrário: elas cantaram musiquinhas, fizeram caretas, brincaram com o que tinha no ambiente e resistiram ao doce simplesmente porque esqueceram que ele estava ali.

Em alguns momentos, no entanto, é difícil distrair a atenção da raiva e focar em outra coisa, especialmente se essa raiva tem a ver com outra pessoa, se ela é provocada por alguma discussão ou algo do gênero. E aí entra outra chave importante dessa questão: a reavaliação.

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Reavaliação?

Exatamente. Imagine que alguém está gritando com você, apontando o dedo para a sua cara e dizendo coisas absurdas a seu respeito. O primeiro impulso, naturalmente, é reagir na defensiva, com os nervos à flor da pele.

E se essa pessoa que está gritando com você tiver acabado de perder a mãe em um acidente de carro? E se ela estiver com problemas sérios em casa, devido à doença grave do filho? Não só é possível que você sinta menos raiva dela como é até bem provável que você tenha compaixão dessa mesma pessoa.

A situação de conflito é a mesma. A pessoa é a mesma que está gritando com você e, ainda assim, sua reação diante dela pode ter mudado. O pesquisador Albert Ellis, que uma vez falou que não nos frustramos pelo que acontece, mas por causa do que acreditamos, pode explicar bem por que essa mudança ocorre.

Pesquisas nessa área chegaram à conclusão de que uma boa forma de lidar com alguém que age com agressividade é pensar: “isso não tem nada a ver comigo, essa pessoa deve estar em um dia ruim”. Barker resume essa questão de uma forma bastante interessante e lógica: “Quando você muda suas crenças com relação a uma situação, seu cérebro muda as emoções que você sente”. Se pensarmos bem, é possível usar essa lógica em outras áreas da nossa vida, e não apenas nas que têm relação com o sentimento de raiva.

Em um experimento de reavaliação, um grupo de participantes viu fotos de pessoas chorando ao lado de fora de uma igreja, o que obviamente traz a ideia de que algo triste aconteceu. Em seguida, eles foram orientados a imaginar que, na verdade, as pessoas daquela foto estavam chorando de emoção depois de acompanhar uma cerimônia de casamento. No momento em que os participantes reavaliaram a situação, as emoções que eles sentiam também mudaram.

Já que nossas emoções estão diretamente ligadas à percepção do mundo e das pessoas ao nosso redor, mudar essa percepção é uma forma de mudar nossas respostas emocionais. Essa questão da reavaliação, que nada mais é do que buscar enxergar coisas, diálogos e situações a partir de outros pontos de vista, é um exercício ótimo também para quem tem problemas relacionados à ansiedade.

Todo esse mecanismo vem sendo estudado e confirmado por cientistas comportamentais de todo o mundo. Eles já conseguiram comprovar que há mudança de atividade cerebral em indivíduos que reavaliam suas posturas diante de estímulos negativos. Por meio de exames de ressonância magnética funcional é que se consegue mapear as mudanças nas atividades cerebrais desses indivíduos.

Já se sabe, também, que pessoas que conseguem fazer esse exercício de reavaliar situações costumam ter relações mais estreitas com seus amigos, falam melhor sobre as próprias emoções e, inclusive, têm relacionamentos amorosos de melhor qualidade.

A reavaliação é comprovadamente um meio de melhorar sua força de vontade, de diminuir as chances de tomar atitudes erradas que possam provocar arrependimentos futuros e, inclusive, de se comportar de forma mais bem adequada em momentos de tensão.

A verdade é que fazemos reavaliações o tempo todo, mas geralmente na direção errada. Quando alguém age com agressividade, tendemos a pensar que essa pessoa está querendo nos atingir e, bem, na maioria das vezes, o problema não tem nada a ver conosco. Pensar dessa forma é até um pouco libertador, você não concorda?

Pitaco:  Como diz o velho ditado: Segurando a raiva é como beber veneno e esperar que a outra pessoa morra. Então lembre-se: “Eles estão apenas tendo um dia ruim.”

O que você faz quando está com raiva? 

Fonte: Time/Eric Barker
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