Decoração com flores: aprenda dicas práticas e ideias incríveis

Flores naturais, das mais variadas cores e categorias, são sempre bem-vindas dentro de casa, pois dão mais charme aos ambientes e deixam qualquer espaço mais alegre.

Flores são maravilhosas alternativas na hora deixar a residência num clima aconchegante, além de transmitir alegria e paz. Na verdade, não importa qual seja a estação do ano, manter flores naturais em casa é sempre uma ótima opção para manter o ambiente em harmonia.

Algumas flores naturais, como rosas e lírios, liberam aromas que estimulam as substâncias químicas no nosso corpo relacionadas ao prazer – estes hormônios se chamam endorfinas. Por isso o corpo e mente acabam entrando em um processo de relaxamento. Com esta descoberta científica vale muito mais a pena decorar a casa com flores naturais e ter um resultado de um ambiente cheio de vida, alegre e tranquilo.

Elas trazem vida, perfume e um charme todo especial ao ambiente. Mas assim como tudo que está vivo, elas também exigem cuidados. Por isso, preparei algumas dicas para vocês cuidarem de suas plantinhas e elas durarem mais.

Luz natural

A luz é um item essencial a ser levado em conta. Verifique a quantidade de luz necessária para cada espécie, ela pode variar. Mas considerando que plantas em geral gostam de luz e a maioria das flores costumam brotar em direção a claridade, sempre coloque seus arranjos em locais bem iluminados pelo sol.

Mas fique atento para saber a quantidade necessária de luz para cada uma das espécies. Então, ao adquirir sua flor favorita, procure saber o quanto ela dependerá de sol ou quão longe da claridade ela poderá ficar.

Seja criativo com os vasos

Os recipientes que irão receber as suas flores são muito importantes, pois precisam comportar bem as hastes e combinar com seu estilo de decoração.

Os vasos de vidro são os preferidos, pela variedade de cores e formatos disponíveis. Trazem um visual mais sofisticado para os arranjos e ficam ótimos em qualquer ambiente. Para reduzir o risco de acidentes, deixe-os em locais onde não haja grande circulação.

Sempre há um recipiente que combinará perfeitamente com a decoração do seu ambiente e com seu tipo de plantinha preferido. O ideal é que a cor dos vasos contraste com a cor das flores ou até seja transparente.

Escolha o melhor ambiente

Não existe restrição de espaço, você pode colocar seus arranjos florais na sala, no quarto, no banheiro, na cozinha ou na varanda. Uma boa dica é abusar de cores vibrantes, como amarelo, vermelho, laranja, violeta, entre outras. O importante é nunca faltar flores ou plantas dentro do seu lar.

Preserve as flores em locais arejados e frescos, mas evite deixá-las em ambientes com ar condicionado, pois desidratam rapidamente. Não exponha diretamente ao sol e ao vento.

Evite colocar as flores em locais de muito movimento, como um corredor de passagem. Caso isso seja impossível, faça a opção de vasos menores. Procure colocar suas flores em mesas de canto, aparadores, prateleiras, mesas de centro. Já se a sua sala permite o uso de um espaço maior, aposte em grandes vasos, principalmente no hall de entrada.

Apesar da maioria das pessoas concentrarem as flores na decoração da sala, elas podem alegrar qualquer ambiente. Coloque flores em tons neutros no escritório, aposte em arranjos menores no quarto, no banheiro use flores com cores vivas e flores unitárias. Na cozinha aposte em arranjos maiores, mas evite a proximidade com o calor do fogão.

Flores devem combinar com a casa

É importante que as cores das flores esteja de acordo com o estilo da sua casa. Para começar a decoração, observe bem as tonalidades que predominam no ambiente que você pretende inserir o arranjo floral. O ideal é utilizar apenas dois ou três tipos de espécies, em tom sobre tom para não deixar o ambiente muito pesado. A cor deve estar em harmonia com o ambiente.

Faça a manutenção periódica

Com os arranjos de flores naturais, você vai precisar regar ou trocar a água diariamente, além de retirar folhas e pétalas mortas para manter a beleza do arranjo por mais tempo.

Algumas flores duram mais, porém a média de duração de um arranjo de flores é de uma semana. Portanto, troque as flores após notar que ela já está morrendo.

É necessário acompanhar diariamente e de forma individual a necessidade de cada flor. Além disso, outra dica importante é a adubação, já que os nutrientes estarão limitados, compre uma terra que tenha boa adubação.

Com essas dicas sua casa ficará ainda mais bela e aconchegante para você e sua família viverem momentos incríveis juntos. E o melhor de tudo, se você procura uma floricultura em Curitiba, a Giuliana Flores conta com uma incrível variedade de produtos para quem deseja presentear alguém especial ou decorar seu ambiente sem sair do conforto da sua casa, principalmente agora com o Dia das Mães batendo à porta. Ideias e inspirações não vão te faltar!

Pitaco: Até com flores devemos tomar cuidado para não pecar pelo exagero. Muitas flores combinadas com muitos objetos, podem deixar o ambiente mais carregado do que o necessário. Se o local tem muitos objetos ou livros, tenha arranjos pequenos ou vasos menores.

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Todos cuidados que você deve ter na manicure infantil

Conforme vão crescendo as crianças ficam mais vaidosas, querem cuidar das unhas e deixá-las mais bonitas

Unhas decoradas e maquiagem produzida já não são coisas apenas de gente grande. A vaidade está aparecendo mais cedo e há meninas cada vez mais novas fazendo as unhas e tirando as cutículas.

Mas crianças podem fazer a manicure? Essa é uma dúvida que muitos pais têm e nesse artigo vamos entender o que pode e o que não pode quando se trata de manicure infantil.

Quando começar a cortar as unhas?

Em bebês com quatro semanas as unhas começam a ficar mais fortes e você já pode cortá-las. Faça isso com atenção e cuidado, se possível com a ajuda de alguém até você se acostumar.

Corte as unhas uma vez por semana, pois elas crescem depressa e ele ainda tem pouco controle e pode acabar se arranhando. Em crianças maiores, você pode cortar quinzenalmente ou quando for necessário.

Quais materiais usar?

Para cortar as unhas dos bebês, é importante usar uma tesoura de pontas redondas para não machucá-los.  O item deve ser usado só para isso, pois assim nenhum fungo ou bactéria passará das mãos dos adultos para as crianças. 

Quando crescer ela pode precisar de uma lixa que também deve ser usada apenas nela. É essencial que todos os materiais de manicure sejam individuais e depois de utilizados devem ser limpos e guardados.

Quando a criança pode começar a utilizar esmaltes?

A partir dos 2 anos as crianças podem começar a utilizar esmaltes, antes disso a aplicação não é recomendada. Isso porque os pequenos põem muito as mãos na boca e podem acabar comendo o produto.

Existem esmaltes específicos para crianças, à base d’água. Mas se for utilizar esmaltes normais, escolha os hipoalérgicos, para não correr o risco de causar uma alergia.

Quais são os principais cuidados para a manicure infantil?

Há cuidados necessários para a manicure infantil. Seguindo eles você mantém a saúde das unhas da criança em dia:

•  Use produtos específicos para crianças, a duração pode ser menor  que a dos produtos para adultos, mas ajudam a garantir a saúde das unhas, pois são livres de materiais que podem fazer mal nessa idade.

•  Não tire as cutículas!  Elas protegem e evitam a entrada de agentes nocivos na raiz da unha. Removê-la só faz mal à saúde.

•  Conserve as mãos e unhas limpas e secas. Isso evita a proliferação de fungos e bactérias que podem prejudicar as unhas e trazer outras doenças, através do contato da mão com os olhos ou boca.

•  Mantenha as cutículas hidratadas com creme, isso evita pequenos ferimentos. Além de deixar a cutícula mais forte e impedir a criança de arrancá-la.

•  Evite usar acetona ou removedores de esmaltes. São produtos fortes que ressecam a pele e ajudam no surgimento de dermatites e alergias.

Tenha certeza de seguir todos esses cuidados ao fazer a manicure infantil. Use alicates, lixas e palitos novos ou esterilizados, junto de produtos que não comprometam a saúde da criança.

Quais decorações fazer na unha criança?

Com a variedade de cores e produtos disponíveis para pintar as unhas há várias possibilidades para dar aquele tcham nas mãos da criança. Pode optar por fazer as tradicionais francesinhas, listras, bolinhas e adesivos decorativos. Ah, e não esqueça do esmalte infantil, hein. 

Para fazer as francesinhas é preciso passar uma camada base de esmalte de uma cor e vir com outra cor para o detalhe. Pode fazer direto com o pincel ou usar uma fita para facilitar o processo.

Para listras e bolinhas você pode pegar um palito ou um boleador para fazer esses detalhes. E para um adesivo decorativo, basta colá-lo na unha e passar uma camada extra de brilho para finalizar. 

Agora você já sabe os cuidados que deve ter com a manicure infantil. Basta segui-los para garantir unhas bonitas e saudáveis nas crianças.

Por Maria Gabriela Ortiz

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13 alimentos ricos em sódio que você deve evitar

Sabemos que o consumo excessivo de sódio está relacionado ao aumento do risco de desenvolver doenças cardiovasculares e renais. Mas, apesar de o sal de cozinha ser frequentemente visto como o vilão da história, diversos produtos industrializados escondem o sódio em sua composição. Descubra quais são os principais alimentos ricos em sódio para evitar e prevenir o surgimento de doenças.

O que é o sódio?

O sódio é um nutriente presente na maioria dos alimentos e é fundamental para a saúde humana pois, entre outras funções, participa do bom funcionamento dos nervos e músculos e do equilíbrio da quantidade de água nos órgãos. 

A principal fonte de sódio é o sal de cozinha, que possui 40% de sódio em sua composição. O consumo máximo de sal para adultos saudáveis recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de uma colher de chá (5 gramas), o que corresponde a 2.000 mg de sódio. Mas, segundo o IBGE, o brasileiro consome em média 12 gramas por dia, ou seja, mais que o dobro do recomendado.

Além disso, enquanto alimentos naturais contêm quantidades muito pequenas de sódio, os produtos processados e ultraprocessados utilizam grandes quantidades de sal e derivados de sódio para realçar o sabor e conservar os alimentos. Apesar de relacionarmos o sódio às comidas salgadas, não é difícil encontrar alimentos doces industrializados ricos em sódio.

Quais os perigos do excesso de sódio?

Consumir sódio em excesso pode causar desequilíbrio hídrico no organismo, o que prejudica o funcionamento dos rins, aumenta a pressão sanguínea e sobrecarrega o coração. Consequentemente, a pessoa fica mais suscetível a desenvolver doenças crônicas, principalmente a hipertensão.

A hipertensão é considerada tanto uma doença quanto um fator de risco pelos médicos. Segundo dados da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), 36 milhões de brasileiros sofrem desse “mal silencioso” que só é descoberto pela aferição de pressão e é uma das principais causas de AVC, infarto, aneurisma e outros problemas.

Além disso, a pressão alta descontrolada é uma das comorbidades que aumentam a chance de ter complicações em caso de contaminação por covid-19.

Por que é importante diminuir o consumo de sódio?

Felizmente, reduzir a ingestão de sódio para a quantidade recomendada é capaz de não só diminuir a pressão arterial em pessoas saudáveis como também melhorar a resposta aos tratamentos em adultos já hipertensos.

Alguns estudos apontam também que, no decorrer de 30 anos, o baixo consumo de sal pode minimizar o aumento de pressão típico associado com a idade e evitar doenças cardiovasculares. Outras possíveis consequências a longo prazo são a prevenção contra o aparecimento de pedras nos rins e outras doenças renais e a proteção contra a osteoporose. Incrível, não?

Em relação ao sal de cozinha, uma das melhores formas de diminuir o consumo é investir em temperos naturais caseiros como sal de ervas; legumes aromáticos como alho, cebola e cebolinha; e especiarias como pimenta-do-reino, gengibre e outras.

Mas, além do sal, também é importante consumir com moderação os demais alimentos ricos em sódio. Confira então quem são os outros “vilões”:

1. Temperos prontos

Além de possuírem bastante sal na composição, eles também contém derivados de sódio como realçadores de sabor. Então, prefira os temperos caseiros.

2. Molhos prontos

Assim como os temperos prontos, podem ter grandes quantidades de sal (e também de açúcar!) e de realçadores de sabor. Além de conservantes à base de sódio.

3. Carne processada

Embutidos como presunto cozido, salame, mortadela e peito de peru contém grandes quantidades de sódio.

4. Macarrão instantâneo

Apenas um pacotinho de miojo pode conter mais da metade da quantidade máxima de sódio recomendada.

5. Refrigerante zero

O sódio também está presente em adoçantes usados em bebidas de baixa caloria. Então, consuma com moderação.

6. Comida pronta congelada

Hoje em dia já é possível encontrar produtos com sódio reduzido. Mas alguns produtos chegam a conter mais de 1.000 mg por porção. Portanto, fique atento ao rótulo!

7. Sopas instantâneas

Além de terem grandes quantidades de sódio, são alimentos pobres em nutrientes.

8. Molho shoyu

Uma colher do molho de soja pode conter mais de 900 mg de sódio. Mas felizmente, já existem opções com menos sódio no mercado.

9.  Aperitivos e salgadinhos industrializados

Aperitivos feitos com amendoins, batatas chips, salgadinhos e produtos semelhantes são ricos em sódio e pobres em outros nutrientes.

10. Doces, biscoitos e bolos industrializados

Além de bastante açúcar, eles também podem ter muito sódio na composição. Leia o rótulo!

11. Defumados e enlatados

Carnes defumadas e peixe enlatado podem ser ricos em sódio. Uma lata de sardinha, por exemplo, contém cerca de 30% da recomendação diária de sódio.

12. Queijos

Queijos processados como parmesão e cheddar também são ricos em sódio.

13. Pão

Tanto o pão francês quanto o de forma têm quantidades significativas de sódio. Então, consuma com moderação.

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13 termos médicos que você precisa saber o que significam

Você já ouviu um médico, leu um artigo médico ou mesmo uma receita e pensou consigo mesmo: “O que todas essas frases e abreviações em latim significam?” Eu sei que tenho feito isso há anos, e essa curiosidade realmente me encorajou a pesquisar alguns desses termos e encurtamentos confusos de uma vez por todas e, finalmente, obter uma compreensão mais profunda de minha própria saúde. Garantimos que você também aprenderá algum jargão médico útil com este artigo e talvez até mesmo o marcará para referência futura.

1. In vitro / in vivo

Esses termos são mais comumente usados para denotar dois tipos diferentes de estudos, mas também podem ser usados para descrever um procedimento, por exemplo, fertilização in vitro. A expressão in vitro pode ser traduzida como “em vidro” do latim, e se refere a um procedimento ou estudo em uma placa de Petri, que é um experimento realizado fora de um organismo vivo.

Os estudos in vitro muitas vezes visam examinar o efeito e a segurança de medicamentos potenciais em células humanas ou animais em um ambiente controlado, ou seja, a placa de Petri, geralmente antes de serem replicados em sujeitos vivos. In vivo significa “dentro dos vivos” em latim e se refere a um estudo ou procedimento realizado em um sujeito vivo, seja uma planta, animal de laboratório ou humano. Estudos in vivo são considerados mais confiáveis e são necessários para acessar o efeito total de um tratamento potencial, por exemplo, em um organismo vivo.

2. Não-invasivo(a)/ invasivo(a)

Quando algo, como um tratamento, por exemplo, envolve entrar no corpo humano com instrumentos, esse tratamento é considerado invasivo. Um exemplo clássico de tratamento invasivo é a cirurgia, mas mesmo uma injeção é considerada invasiva.

Não invasivo, por outro lado, significa que o tratamento não requer a entrada no corpo com instrumentos, e esta via de tratamento é considerada mais simples. Dica extra: outra maneira de dizer que um tratamento é simples e não invasivo é afirmar que é conservador.

3. Agudo(a) / crônico(a)

As doenças agudas são aquelas que começam repentinamente, mas geralmente duram pouco tempo, ou seja, geralmente até algumas semanas. Por exemplo, uma das preocupações mais sérias em pacientes com Covid-19 é o desenvolvimento da síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), uma insuficiência respiratória súbita causada por inflamação generalizada nos pulmões. As condições crônicas, por outro lado, se desenvolvem lentamente – de meses a anos – e tendem a piorar com o tempo. A artrite reumatóide, uma condição inflamatória que se desenvolve ao longo de anos ou mesmo décadas, é um exemplo clássico de condição crônica.

4. Abreviações que se referem à saúde cardiovascular

PA é a abreviatura de pressão arterial. PA é sempre mostrada na forma de uma fração, por ex. 120/80 mm Hg. Nesta fração, a PA sistólica é o número superior e a PA diastólica é a inferior. FC significa frequência cardíaca e é medida em batimentos por minuto (ou bpm). Por exemplo, a FC normal está entre 60-100 bpm.

As duas abreviações comuns para medições de colesterol são HDL-C e LDL-C. O primeiro se refere ao colesterol de lipoproteína de alta densidade ou colesterol HDL, que geralmente é chamado de colesterol “bom”, O colesterols Honesto (lembre-se do H inicial). O LDL-C, por outro lado, é o colesterol da lipoproteína de baixa densidade, que também é frequentemente mencionado como colesterol “ruim” ou colesterol Ladrão” (lembre-se do L inicial).

Também aqui estão as abreviações comuns de algumas doenças cardíacas:

  • DCC – doença cardíaca coronariana
  • ICC – insuficiência cardíaca congestiva
  • DAC – doença arterial coronariana.

5. Benigno / maligno

Na medicina, a distinção entre benigno e maligno é mais frequentemente usada para descrever um tumor. O National Cancer Institute define um tumor como “uma massa anormal de tecido que resulta quando as células se dividem mais do que deveriam ou não morrem quando deveriam”. Os tumores são mais comuns do que pensamos e apenas alguns deles são prejudiciais. Na verdade, cada sinal em seu corpo é considerado um tumor.

Para ser capaz de distinguir esses tumores perigosos de outros inofensivos, os termos benigno e maligno são usados. Os tumores benignos não são cancerosos e não se desenvolvem ou crescem muito lentamente. Os tumores malignos, por outro lado, são cancerosos. Esses tumores crescem rapidamente e podem até se espalhar para outras partes do corpo, por isso são considerados perigosos.

Há também um terceiro tipo – os tumores pré-malignos – que são aqueles que ainda não são perigosos, mas têm potencial para se tornarem cancerígenos.

6. Abreviações nas receitas médicas

Ao ler uma receita, você pode se deparar com uma redução que começa com q-. Esta é a abreviatura da palavra latina quaque, que significa “cada um ou todos”. Aqui está o que cada abreviatura específica significa:

  • qd— todos os dias
  • qh— de hora em hora
  • q2h, q6h, … etc, — cada 2 horas, de 2 em 2 horas… 
  • qid— 4 vezes ao dia
  • qhs— todas as noites ou antes de dormir

Existem também algumas abreviações que não envolvem quaque, como estas:

  • tid — três vezes ao dia, do latim “ter in die” que significa literalmente “três vezes ao dia”.
  • bid— duas vezes por dia, do latim “bis in die”.
  • od— uma vez por dia, do latim “omne in die”.

A receita também normalmente dirá como tomar o medicamento. E para isso, existem abreviaturas separadas, aqui estão algumas:

  • vo—via oral 
  • ar—antes das refeições 
  • dr—depois das refeições  
  • sqn—sempre que necessário
  • acm—a critério médico

7. Idiopático

Infelizmente, a ciência médica ainda não foi capaz de categorizar todas as condições de saúde que existem e, às vezes, a causa de um conjunto específico de sintomas é desconhecida ou não pode ser determinada. Quando este for o caso, a condição é considerada idiopática, ou “relacionada a ou denotando qualquer doença ou condição que surge espontaneamente ou para a qual a causa é desconhecida”, de acordo com o dicionário Aurélio. O termo deriva do grego idios “seu próprio” e pathos “sofrimento”, que pode ser traduzido aproximadamente como “uma doença de sua própria espécie”.

8. Etiologia

A etiologia de uma determinada condição de saúde é uma palavra sofisticada para sua causa. Pode-se dizer, por exemplo, que a etiologia de uma condição idiopática é desconhecida. O termo é derivado da palavra grega aitiología, que significa “dar uma razão para algo”.

9. Abreviações para formas de administrar um medicamento

Há muitas maneiras pelas quais um medicamento pode chegar ao seu corpo e cada uma delas tem sua própria abreviatura. Você pode já estar familiarizado com o IV – ou a via intravenosa – pois é o termo comum, mas aqui estão alguns outras abreviações:

  • VO— pela boca (via oral).
  • SL—sublingual, medicação administrada debaixo da língua.
  • IM—intramuscular, quando o medicamento é administrado diretamente no músculo, como uma injeção de vacina.
  • IN—intranasal, como um inalador de asma.
  • VR— via retal, como os supositórios, por exemplo.
  • VV— via vaginal
  • ID—medicação intradérmica, administrada sob a derme (camada superior da pele).​

10. Redução

Você provavelmente já ouviu falar do termo remissão, que significa o desaparecimento dos sintomas de uma doença. Mas o que é redução? É semelhante, mas não exatamente o mesmo. Redução refere-se à redução da gravidade dos sintomas. Por exemplo, as vacinas contra alergia geralmente levam à redução, mas não ao desaparecimento total da alergia.

11. Abreviações diversas

Aqui estão mais algumas abreviações úteis que você pode encontrar em seu histórico médico e o que elas significam:

  • FOI—febre de origem indeterminada
  • HF—histórico familiar
  • Fx—fratura
  • S/V—sinais vitais
  • SAC—sem alergias conhecidas
  • DLN—dentro dos limites normais

12. Tópico(a)

O tratamento tópico (ou local) ou medicação é aquele que é aplicado a uma área particular do corpo, e não ao corpo inteiro. Na maioria das vezes, isso se refere a um medicamento em forma de creme ou pomada que se destina a ser usado na superfície da pele ou nas membranas mucosas. Por exemplo, se você tiver uma picada de inseto, pode aplicar o creme Pantenol topicamente (ou localmente).

13. Síndrome

O termo síndrome é frequentemente confundido com sintoma ou doença, mas não é nenhuma dessas coisas. Embora doenças ou distúrbios tenham uma causa médica definida e identificável, uma síndrome é um conjunto de sinais e sintomas que nem sempre podem ter uma causa definida. Por exemplo, o resfriado comum é uma doença que é mais comumente causada por rinovírus, então não seria correto chamar o resfriado comum de síndrome.

O túnel do carpo, por outro lado, é chamado de síndrome porque ocorre como resultado da compressão do nervo mediano no pulso, mas pode ser causado por várias coisas diferentes, incluindo fraturas, retenção de líquidos, diabetes e até mesmo hipertensão. pressão sanguínea.

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Teste de visão – encontre o objeto escondido na imagem

Resolver charadas visuais não é somente divertido. Pode até parecer que você está completamente relaxado e que não faz mais do que olhar uma imagem, mas, nesse momento, acontecem muitas coisas em seu cérebro: você lhe deu um sinal para que encontre algo em particular entre muitas outras coisas parecidas. Agora, ele tem de observar uma série de objetos em pouquíssimo tempo e compará-los, sem esquecer a imagem do objeto que deve encontrar. Soa muito trabalhoso, não acha? Isso é o que torna a sua mente mais forte e ágil!

Adoramos testar a mente, e apostamos que você também gosta! Por isso, trazemos 6 novos desafios visuais. Arrume-se confortavelmente e faça com que seu cérebro trabalhe um pouco. Para saber a resposta correta, dê um clique em cada imagem.

1. Consegue encontrar o tomate?

2. Onde está a bola?

3. Você consegue ver o limão?

4. Aqui há um bumerangue infiltrado

5. E aqui se esconde um doce

6. Procure a formiga

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