12 coisas que deveríamos aprender com as crianças

As crianças têm a habilidade de nos contagiar com suas ilusões, sua vontade de viver, sua alegria, sua forma de se adaptar às mudanças com facilidade. Elas são o impulso de viver, a vontade de conhecer, e o maior exemplo da diversão diária.

Temos muito a aprender com elas, e inclusive deveríamos voltar a ser crianças em alguns momentos. Por isso, a seguir iremos compartilhar 12 coisas que todos deveríamos aprender com as crianças.

1. Sonhe

Não deixe de sonhar e criar expectativas como uma criança por causa de um novo trabalho, um novo amor ou novas amizades, ou até pelas pequenas coisas do dia a dia ou por suas conquistas.

Os sonhos e a motivação são o motor que nos leva a alcançar nossos objetivos na vida. Não se esqueça disso.

2. Não tenha medo do novo

Sempre é melhor se arrepender do que fizemos do que daquilo que deixamos de fazer. Não se permita dizer frases como: “E se eu tivesse ido a aquele encontro com aquela pessoa que gostava tanto?”, “E se tivesse aceitado aquele trabalho que tanto me assustou?”

As hipóteses não são a realidade e às vezes um pouco de risco é necessário para continuar. Não se limite e avance.

3. Divirta-se como uma criança

Deixe para trás os preconceitos ou o medo do que os outros dirão, assim como as crianças fazem. Eles se divertem e riem porque não estão preocupadas com isso, e sim com viver o momento.

Aproveite as pequenas coisas, sorria para dar as boas-vindas ao novo dia e dê um toque de humor à sua rotina.

4. Tenha curiosidade

Quando perdemos a curiosidade é como se morrêssemos um pouco por dentro. Tenha curiosidade para aprender coisas novas, para descobrir novos lugares a visitar. A curiosidade contribui para fazermos mais.

5. Expresse-se com sinceridade

Os adultos, em muitas ocasiões, não são livres para falar. Sentem medo ou vergonha da rejeição das palavras, do que podem dizer, de incomodar.

Além disso, quando sempre dizemos o que os demais querem ouvir não nos sentimos bem por dentro. Liberte-se e expresse-se com sinceridade, como uma criança!

Se não formos sinceros também não permitiremos que os demais nos conheçam verdadeiramente, e não iremos conhecer a nós mesmos.

6. Aproveite o momento

As pessoas dizem “Aproveite os bons momentos, pois os maus vêm sozinhos.” Viva, desfrute, aproveite seus momentos de ócio.

Muitas vezes quando a doença bate à nossa porta ou alguém querido morre nos damos conta de muitas coisas. Talvez devêssemos ser mais conscientes de que só estamos de passagem nesta vida.

7. Ame sem medo

Por que temos tanto medo do amor? As crianças amam sem pensar duas vezes. Elas não pensam que seu animal de estimação um dia vai morrer, ou que o amor da infância vai ser somente uma lembrança quando forem adultos.

Não pense no amanhã e aproveite o hoje. O amor é uma das coisas mais belas que podemos viver, por que temos tanto medo? Medo de sofrer? Tudo passa, inclusive o sofrimento.

8. Adapte-se às mudanças

As crianças são autênticas professoras no tema de se adaptar às mudanças. Elas podem mudar de casa, de escola e até de país, e não acontece nada.

Então, se nós somos os adultos, o que poderia acontecer? As mudanças sempre renovam e enriquecem nossa vida.

9. Não tenha medo de cair, logo você irá se levantar

Você já viu alguma criança cair e não se levantar? A vida é assim. Muitas vezes é apenas a nossa mente quem nos limita.

Frases do tipo “Não vou fazer isso porque se não der certo…” apenas nos prendem onde estamos, e nos impedem de avançar por nosso caminho.

Caia e levante outra vez, não há problema!

10. Não se importe tanto com a opinião dos outros

Damos atenção demais às opiniões daqueles que estão ao nosso redor. Mas, o que você quer? Ouça o seu coração e aja como quiser.

11. Pergunte sem medo e sem vergonha

Qual é o problema de perguntar? Você pensa que vai parecer bobo se fizer uma pergunta? Nada disso, é exatamente o contrário. Perguntar mostra humildade e vontaser criande de aprender.

12. Descanse, não force a máquina

As crianças vão dormir quando estão cansadas. Não descansar o suficiente nos faz cair em muitas ocasiões em um estresse crônico que não nos deixa viver. Respire e descanse para repor suas forças.

Pitaco: Volte a ser uma criança e agarre-se aos seus sonhos! Como conseguir fazer isso? Tendo uma criança sempre perto de você!

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Moda e sustentabilidade: a união que não pode ser desfeita! 

A moda está sempre presente em nosso dia a dia, seja o sapato que calçamos até a moda íntima. Agora imagine a quantidade de pessoas existentes no mundo e quantos itens relacionados ao mundo da moda elas consomem? Segundo um estudo, são produzidas uma estimativa de 150 bilhões de peças ao ano pela indústria da moda global. Cerca de 30% desses produtos nunca foram vendidos. Logo, o meio ambiente sofre com as consequências de mais de 12,8 mil toneladas de roupas enviadas para aterros sanitários, anualmente. Apesar dos aterros sanitários terem vantagens como geração de energia com motores a gás e redução da liberação de metano na atmosfera, eles também possuem inúmeras desvantagens. Como a contaminação dos lençóis freáticos. E o pior, nem sempre o descarte de roupas e outros dejetos produzidos pela indústria da moda, são enviados para aterros. Eles podem ser deixados na própria natureza sem nem um tratamento específico, prejudicando ainda mais o meio ambiente ou encaminhados para lixões, que é ainda mais prejudicial. Por isso, o que precisamos evitar é o consumo e a produção descontrolada de itens que não representam uma necessidade real na vida dos consumidores.

E foi a partir de todas essas implicações, que a moda sustentável surgiu. A moda sustentável visa diminuir os impactos ecológicos, usando técnicas que não agridem o meio ambiente e garantem a roupa muita qualidade, evitando o descarte exacerbado e o consumo descontrolado. Este tipo de produção também se preocupa com o ambiente de trabalho em que as pessoas estão inseridas. Afinal, mesmo que estejamos em pleno século XXI, a escravidão moderna ainda existe, vitimando inúmeras pessoas que trocam sua mão de obra por necessidades básicas que são essenciais para a vida humana.

Nesta postagem vamos abrir os seus olhos para um novo mundo que possibilita inúmeras opções para a produção consciente e principalmente sustentável para o meio ambiente. Afinal, quando cuidamos da natureza, também cuidamos do nosso bem-estar.

Slow Fashion

Vamos começar falando sobre o tipo de produção slow fashion. Ao pé da letra, slow fashion significa moda lenta ou devagar. Este termo foi criado nos anos 2000 na Itália, derivado do slow food. Totalmente inverso ao fast food, este movimento tem como objetivo priorizar um estilo de vida saudável, que fuja da correria do dia a dia. Sempre deixando a rotina o mais natural e amigável possível em relação à natureza. Afinal, o meio ambiente oferece tudo o que precisamos para ter uma vida de qualidade.

Na moda, o slow fashion também prioriza características como a qualidade da roupa, aumentando a vida útil do modelo. Além da qualidade, os materiais usados para a confecção das peças, são fundamentais para caracterizar esta modalidade. A matéria prima usada é sustentável, sem o uso de produtos químicos para a tintura, por exemplo. O tingimento é um dos principais problemas causados pela indústria têxtil. São usados cerca de seis a nove trilhões de litros de água a cada ano, somente para tingir tecidos. Esta quantidade equivale a mais de dois milhões de piscinas olímpicas. Já imaginou a quantidade de água desperdiçada? E o pior, esta água se torna totalmente inutilizada por ser tóxica. A solução é o uso de tecnologias e outras formas de tingimento que agridem menos a natureza.

O grande problema relatado pelas pessoas na hora hora de adquirir um modelo produzido pela modalidade slow fashion é o valor. Mas como falamos, estas roupas possuem valor e não preço. Com certeza um produto slow fashion tem muito valor agregado, desde a consciência em priorizar a natureza, até a humanidade em relação aos envolvidos no processo de produção. Mas se os valores fogem da sua realidade, os brechós são uma ótima opção para você comprar uma roupa de qualidade e ainda contribuir para o meio ambiente.

Fast Fashion

Totalmente na contramão do slow fashion temos o fast fashion. Esta modalidade tem um processo de produção que impacta tanto a natureza quanto a sociedade. A roupa de fast fashion produz cerca de 400% a mais de carbono do que uma roupa produzida  na modalidade slow fashion. As consequências do carbono são inúmeras na natureza, como chuva ácida, desequilíbrio do efeito estufa, poluição do ar e inúmeras outras consequências que também fragilizam a nossa saúde, com a propagação de até mesmo vírus letais.

Também não podemos deixar de falar dos impactos na sociedade causados por este tipo de produção. Principalmente em países que têm um alto índice de pessoas vivendo na pobreza, esta modalidade se torna uma saída para muitos indivíduos que não tem outras oportunidades para manterem até mesmo suas necessidades básicas, como alimentação e moradia. Em 24 de abril de 2013 aconteceu uma das maiores tragédias já registradas na história da indústria têxtil: o desabamento em Bangladesh. Este acidente matou cerca de 1134 pessoas e feriu uma estimativa de 2500 pessoas. Muitos dos sobreviventes sofreram mutilações como a perda de membros e até mesmo dos movimentos. A maioria desses trabalhadores prestavam serviços para grandes magazines do mundo da moda.

Este acidente evidenciou a falta de responsabilidade não só com o meio ambiente, mas também com as pessoas, que enfrentavam longas jornadas de trabalho em troca de poucos recursos. Em muitos casos as mães levam seus filhos para a fábrica por não terem com quem deixá-los. Consequentemente, a maioria dessas crianças não têm acesso à educação e acabam começando a trabalhar ainda na infância e tendo o mesmo destino de seus pais.

Após a tragédia em Bangladesh, depois de muita pressão política, alguns acordos foram instaurados para preservar a segurança dos trabalhadores.  O Acordo de Bangladesh ou Bangladesh Accord, prevê que empresas instaladas no país, sejam nacionais ou internacionais, mantenham minuciosas inspeções que avaliem a segurança do prédio, assim como medidas que evitem novas estratégias. Como equipamentos de segurança, estrutura anti-incêndio dentre outros.

Brechó

Como já falamos em tópicos anteriores, os brechós são uma excelente opção para evitar o descarte desnecessário de roupas. Assim como tornar possível para todos os públicos modelos de qualidade por um valor que cabe no bolso da maioria. É muito comum que as pessoas confundam brechó com bazar, que possuem certa semelhança mas tem como principal diferença a forma de contato com o cliente. Ou seja, o bazar é aquele tipo de ação que por muitas vezes pode ser beneficente é realizada por instituições como igrejas, orfanatos, escolas, dentre outros. As roupas não passam por nem um tipo de curadoria e são dispostas de forma amontoada sem muita preocupação com o cliente. Uma característica interessante dos bazares é o cheiro. As roupas costumam ser antigas e quando principalmente existem um grande número de peças dos anos 70, o cheiro é bastante característico. Isto porque nos anos 70 houve a eclosão do poliéster, que de fato emana um odor próprio do tecido.

Já os brechós, se tornaram até mesmo uma fonte lucrativa de renda para quem quer um dinheirinho extra ou está desempregado. Totalmente oposto do bazar, o brechó passa por uma curadoria minuciosa. O proprietário vai em busca de modelos que se encaixem com a identidade visual da sua marca e agradem os seus clientes. Os bazares são usados até mesmo para fornecer as peças. Preparamos uma lista com algumas das vantagens de comprar em brechó:

  • Economia de dinheiro – Como já falamos, os brechós são uma excelente oportunidade para você que quer diminuir os impactos da indústria têxtil mas não tem condições de consumir roupas produzidas na modalidade slow fashion. E o melhor, você pode ter aí no seu guarda-roupa marcas famosas por um valor super acessível;
  • Amigável a natureza – Os brechós geram um impacto positivo direto na natureza. Afinal, as roupas que antes seriam descartadas, agora voltaram para o mercado, diminuindo uma porcentagem significativa da quantidade de resíduos em lixões, aterros e até mesmo na natureza. E é claro, como a compra de roupas novas diminui, a  demanda em fábricas também cai, reduzindo por consequência os impactos ambientais. E o melhor, a maioria das roupas disponibilizadas em brechós costumam ser de bastante qualidade, por resistirem mais de um dono. Logo, em grande parte elas são produzidas de forma consciente a sociedade e a natureza;
  • Consumo responsável – O consumismo é um dos principais contribuintes ao fast fashion. Afinal, o consumo exacerbado aumenta a demanda na confecção de novas roupas, que por consequência dependendo da forma de produção, gera impactos negativos ao meio ambiente. Logo, com os brechós você renova o seu guarda-roupa sem manter o ciclo de consumo que favorece esta modalidade rápida de produção que não respeita a sociedade e muito menos a natureza. 

Características de uma marca sustentável

Toda marca que preserva o bem-estar da natureza e do meio social tem algumas características em sua maneira de produção e até mesmo posicionamento perante o mercado que fazem toda a diferença. Infelizmente muitas marcas vêm se pintando de verde, ou seja, praticando um termo chamado de greenwashing. Também conhecido como banho verde, este termo é relacionado com empresas que dizem ter consciência perante a natureza, fazendo o possível para reduzir os impactos ambientais que a sua empresa gera, no entanto, não passam de meras palavras que só servem para promover sua marca perante a mídia. 

Para a partir de agora você aprender  a identificar uma marca que realmente se preocupa com o meio ambiente, separamos algumas características que não pode faltar em uma marca sustentável:

  • Reaproveitamento – Muitas marcas usam da técnica de reaproveitamento para até mesmo gerar ainda mais lucro para as suas empresas. Até mesmo novas empresas são criadas produzindo seus produtos apenas com materiais reutilizáveis, como acessórios feitos com restos de obra. Não para por aí, algumas marcas pertencentes à indústria da moda íntima também vem se reinventando e criando produtos feitos de retalhos, por exemplo, que sabendo como comprar a lingerie perfeita, vão te deixar ainda mais linda e amiga do meio ambiente. Caso você tenha uma empresa que gere resíduos apropriados para serem reaproveitados, mas não queira fabricar novos produtos com esta matéria prima,  disponibilize aos seus funcionários outras pessoas que tenham interesse neste tipo de produção;
  • Tingimento – Como já falamos em tópicos anteriores, o tingimento artificial é um dos principais vilões quando o assunto é a água do nosso planeta. É absurda a quantidade de água usada mensalmente para esta finalidade. E o pior, por mais que já existam algumas tecnologias capazes de minimizar este impacto, muitas empresas não usufruem dessas inovações em pró da natureza. Empresas principalmente que aplicam em seu processo de produção o slow fashion, usam para tingir produtos naturais extraídos na natureza que não prejudicam o meio ambiente;
  • Tecidos Eco-friendly – Tecido Eco-friendly, ou melhor, tecido sustentável, é aquele que tem como matéria-prima elementos amigáveis ao meio ambiente. Dentre eles, um exemplo é o algodão orgânico. Este tipo de tecido vem ganhando fama na moda sustentável ocupando grande parte das produções. Outro exemplo é o poliéster reciclado que é feito a partir de garrafas de plástico, que tem como principal benefício em sua produção a baixa emissão de carbono assim como menos uso de energia.

Gostou da postagem?

Preparamos este post para te informar sobre o que acontece no mundo da moda e a importância de ser consciente das consequências e impactos que o meio ambiente sofre com atitudes que não levam em conta a saúde da natureza, que consequentemente nos impactam de forma negativa.

Por isso, a importância de sabermos cada vez mais sobre a moda sustentável e fazermos o possível para a consumirmos, diminuindo os danos ao meio ambiente que acabam sendo prospectados pelo consumismo exacerbado sem consciência. 

Não esqueça de deixar o seu feedback aqui nos comentários, é um prazer ter você aqui com a gente.

Um abraço e até a próxima!

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Como escolher o carro ideal para quem é mãe

Para muitas mães, o carro é praticamente uma extensão da casa: como são muitas tarefas a cumprir no decorrer do dia, é preciso ter espaço não apenas para os filhos, mas também para cadeiras de transporte, material escolar e de trabalho, roupas e até brinquedos.

Com tantas coisas para fazer, não só o espaço, mas também o tempo são fundamentais para essas super mulheres pilotarem suas vidas da melhor maneira possível. Dessa forma, a escolha do carro ideal para se tornar seu grande aliado nessa aventura chamada maternidade é uma decisão importante para facilitar o dia a dia das mães.

A seguir, preparamos 3 dicas que podem fazer toda a diferença na rotina agitada das mamães motoristas com seus carros. Confira!

1. Compre seu carro sem sair de casa

Sim, já é possível comprar um carro sem sair de casa, com poucos cliques no computador ou celular – e para quem precisa otimizar o tempo, como as mamães, essa novidade é muito bacana. Para isso, basta acessar o site da CARUPI, uma autotech com um modelo de negócio ideal para otimizar seu tempo, e que ganha cada vez mais espaço no mercado de compra e venda de veículos.

O processo é simples e ágil: é só navegar pela plataforma e escolher o veículo de sua preferência, que é levado até a sua residência por um consultor especializado para você fazer um test drive sem custos e analisar cada detalhe do veículo com toda a tranquilidade.

Com o negócio fechado, a CARUPI continua cuidando de tudo: emite a papelada, resolve a burocracia junto a cartórios e ainda ajuda você a definir a melhor forma de pagamento, com opções facilitadas e sem riscos de cair em golpes. Depois, o carro também é entregue no seu endereço.

Agora, se você tem um carro para vender, basta definir o preço, cadastrar o veículo na plataforma e deixar o resto com a CARUPI. Um fotógrafo profissional será enviado até o carro para fotografá-lo, e depois ele é anunciado e encaminhado até os interessados para um test drive. Com o negócio fechado, você recebe o dinheiro em sua conta, com facilidade e segurança.   

2. Escolha um veículo mais espaçoso

Não dá para fugir dessa regra: quanto maior a família, maior o carro precisa ser. Mas, além de ser o mais espaçoso possível, o veículo também precisa reunir comodidade, segurança, tecnologia e versatilidade para atender às necessidades de cada um dos passageiros e se adaptar ao seu estilo de vida.

Uma boa pedida são os carros de 7 lugares, como alguns modelos de minivans, SUVs e crossovers. Esses modelos são como coração de mãe: tem sempre um espaço extra para acolher a quem se ama, e são ótimos para facilitar a vida das famílias mais numerosas.

3. Atenção aos itens de segurança

Que toda mãe é super protetora, ninguém duvida. E para aquelas que levam as crianças no carro em vários momentos do dia, esse cuidado é algo ainda mais importante, não é mesmo? Por isso, estar atenta aos itens de segurança do veículo é fundamental para toda mamãe que dirige.

Cinto de segurança, airbags, qualidade e calibragem dos pneus, triângulo, macaco, chave de roda, freios, encostos de cabeça, fixação de cadeirinhas infantis, controle de estabilidade e revisões periódicas devem sempre estar em ordem para garantir a proteção de toda a família.

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Frutas e diabéticos: o que comer e o que evitar

Algumas opções de frutas podem se tornar um risco para os diabéticos por causa do alto teor de açúcares

Apesar de comum, afirmar que o consumo de frutas é irrestrito é um mito. Essa afirmação, que circula pela Internet, estimula o excesso do alimento e preocupa os agentes de saúde.

Dados da última edição do Atlas de Diabetes da International Diabetes Federation (IDF) mostram que 463 milhões de pessoas estão com diabetes no mundo. Esse número corresponde a 9,3% da população mundial, sendo que mais da metade dos adultos com a doença ainda não foram diagnosticados. Os números ainda apontam que o diabetes tipo 2 é o mais presente e atinge 90% dos pacientes.

O diabético precisa ter cuidado ao consumir alimentos ricos em carboidratos, incluindo as frutas com maior teor de açúcares, como caqui, abacaxi, melancia, banana, figo e jaca. Uma das melhores formas de controlar o nível da glicose no sangue é ingerindo alimentos pouco açucarados e ricos em fibras.

Por isso, é importante ressaltar que a relação entre frutas e diabetes exige cuidado. Vamos saber mais sobre o assunto?

Diabetes tipo 1 e 2

O diabetes é caracterizado pela dificuldade em metabolizar a glicose, seja pela falta ou má atuação da insulina. O hormônio é responsável por transformar a glicose em energia e, por isso, um diabético precisa realizar o controle da glicose regularmente.

O diabetes mellitus pode ser dividido em alguns tipos, que possuem como característica o aumento da glicose no sangue. Veja a seguir os principais:

  • Tipo 1 – É caracterizado pela deficiência completa na produção de insulina. É o tipo de diabetes mais comum em crianças e adolescentes, e exige a aplicação diária de insulina para o controle da glicose.
  • Tipo 2 – É caracterizado pela insuficiência na produção ou resistência à insulina. É o tipo mais comum, em todo o mundo, e atinge principalmente pessoas acima de 40 anos. Em alguns casos, o paciente pode ser insulinodependente, pois também precisa aplicar insulina.

Veja, que no primeiro caso, o pâncreas não produz o hormônio, com isso, o açúcar permanece no sangue e não é transformado em energia por meio da metabolização. Já no segundo caso, há algum fator que causa a resistência à insulina, e isso provoca o aumento do açúcar no sangue. Você sabia disso? Acompanhe a coluna para conhecer mais fatos sobre a doença.

Frutas e diabéticos

A relação entre frutas e diabetes requer cuidado devido à alta concentração de carboidratos, como a glicose e a frutose, que elevam a glicemia.

Quando uma pessoa sem a doença consome uma fruta rica em carboidratos, como a banana, o organismo quebra as moléculas de açúcar e realiza a metabolização da glicose por meio da insulina. No caso de um indivíduo com diabetes, os altos níveis de glicose gerados pelo consumo da fruta podem causar diversos problemas por conta da dificuldade em metabolizar o açúcar.

Assim, a orientação para o diabético é realizar um consumo moderado de frutas, sem exageros. Além disso, é recomendado escolher as frutas considerando o índice glicêmico de cada uma, para que não ocorra um descontrole das taxas sanguíneas.

As frutas que possuem altos índices glicêmicos não precisam ser eliminadas do cardápio. Elas podem ser consumidas junto com outros alimentos para retardar a absorção de seus açúcares. Veja as nossas dicas abaixo:

  • Acrescente fibras, como granola, farelo de aveia, chia ou linhaça.
  • Adicione oleaginosas, como castanhas, amêndoas e macadâmias.
  • Associe ao consumo de alguma proteína, como iogurte natural ou leite desnatado.

Destaco ainda outras recomendações:

  • Consumir frutas com casca e bagaço.
  • Escolher frutas da época e orgânicas, preferencialmente.
  • Comer a fruta in natura, sem processá-la.

Quais frutas são recomendadas?

Felizmente, o diabético não precisa abrir mão do consumo de frutas para ter o controle da glicemia. Mas é importante seguir algumas recomendações para escolher as melhores opções.

As frutas mais indicadas para os diabéticos são as que possuem menos açúcares e mais fibras. Separei alguns bons exemplos:

  • coco – rico em fibras, potássio, fósforo e magnésio;
  • abacate – rico em gorduras boas, potássio e fósforo;
  • damasco – contém grandes quantidades de cobre e vitaminas A e E;
  • pera – contém potássio, fósforo, cálcio e magnésio;
  • maçã – com casca, uma maçã fornece até 20% das fibras diárias;
  • laranja – rica em fibras e vitamina C;
  • morango – fonte de vitamina C, fibras e antioxidantes.

Mesmo sendo permitidas em uma dieta para controle da glicemia, é importante que o consumo dessas e de outras frutas seja realizado com moderação. Nada de exagerar, certo?

Também é importante consultar um nutricionista ou nutrólogo para saber quais opções colocar no cardápio. Mesmo com vários benefícios, algumas pessoas precisam reduzir o consumo de frutas e montar pratos que supram suas necessidades nutricionais.

Quais frutas devem ser evitadas?

Apesar das recomendações que citei durante a coluna, não existe fruta proibida para o diabético. Contudo, algumas opções devem ter seu consumo controlado, pelo alto índice glicêmico.

O mais importante em uma dieta para diabéticos é evitar o consumo de frutas processadas, sucos concentrados, polpa de frutas com açúcar, frutas em calda, cristalizadas ou secas. Além disso, é importante consumir frutas em pequenas quantidades para que elas não se tornem vilãs no controle da glicemia.

Atenção às opções que possuem os maiores índices glicêmicos: caqui, abacaxi, goiaba, banana, mamão, manga, melão, melancia, uva, figo, jaca e ameixa-preta. Essas frutas podem elevar a glicemia, tornando mais difícil a metabolização do açúcar no paciente com diabetes.

Pitaco: Vale lembrar que a quantidade, forma de consumo e o acompanhamento também podem representar perigo. Consulte um profissional para montar um cardápio ideal para a sua realidade.

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A primavera chegou! Confira 7 vinhos ideais para a estação

Refrescantes, os vinhos rosés combinam com o clima e as atividades típicas da primavera

O florescer das árvores e o aumento da temperatura estimulam saídas ao ar livre, comemorações com os amigos e momentos de relaxamento na areia da praia. Para acompanhar, uma boa taça de vinho cai bem.

Enquanto no inverno a preferência é pelos vinhos tintos, a primavera pede o frescor e alegria que só os vinhos rosés proporcionam, como ocorre em Provence, no Sul da França, a terra do vinho rosé. 

Por lá, durante a estação das flores, a bebida é consumida de maneira descontraída junto a um prato típico da culinária regional, o ratatouille, uma espécie de assado de legumes. 

O início da estação é o momento ideal para atualizar a adega e garantir as bebidas que serão apreciadas nos próximos dias, e não faltam ótimas opções de rosés para o consumidor. 

Como escolher um bom vinho rosé?

Com produção em ascensão, os vinhos rosés são leves e frescos, apresentando tons delicados e aromas intensos, misturando o toque frutado característico dos brancos com a adstringência dos tintos. 

A maioria dos rótulos é produzida para consumo rápido, ou seja, são vinhos jovens, para apreciação em até três anos, embora seja possível encontrar exemplares que contam com um maior potencial de guarda.

As uvas tintas são comumente utilizadas na fabricação do rosé, como as castas Pinot Noir, Merlot, Malbec, Syrah, Sangiovese e Tempranillo. Alguns métodos de fabricação misturam o vinho tinto com o branco, mas o mais comum é deixar o vinho em contato com a casca da uva tinta por um certo período de tempo, o que proporciona coloração típica da bebida. 

O vinho rosé deve ser consumido gelado, entre 8°C. e 12°C. Além de aliviar o calor da estação, dessa forma será possível desfrutar de todo o frescor e leveza da bebida. Na hora de servir, taças com bojo mais largo conservam melhor os sabores e os aromas

A bebida é um curinga quando se trata de harmonização. Ela combina com uma grande variedade de pratos, como: saladas, peixes,frutos do mar e sobremesas à base de frutas. 

Saiba quais vinhos escolher para aproveitar a estação:

  • Vinho Morandé Terrarum Reserva Rosé 2020

É assinado pela Viña Morandé, uma das vinícolas mais inovadoras do Chile! Produzido com a uva Pinot Noir, oriunda de vinhedos localizados na região vitivinícola do Vale de Casablanca. 

De uma belíssima coloração rosada, revela, no nariz, aromas de frutas vermelhas, como framboesa, notas florais, além de toques de especiarias. Em boca, é fresco, com acidez delicada.

  • Vinho La Piu Belle Rosé 2020

É produzido em edição limitada pela Viña Vik, que encanta pela sua belíssima garrafa! Elaborado com um corte das uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Syrah, oriundas de vinhedos em Millahue, dentro da região vitivinícola do Vale do Cachapoal, no Chile. 

De coloração rosada pálida, revela, no nariz, aromas de frutas vermelhas maduras, frutas amarelas, como damasco, frutas cítricas, como maracujá, notas florais, como de lavanda e violeta, além de toques de grafite. Em boca, é fresco e elegante.

  •  Vinho Orgânico Chakana Nuna Vineyard Rosé 2019

É assinado pela Chakana Wines, uma vinícola que vem despontando na elaboração de Vinhos Orgânicos e Biodinâmicos. Produzido com um corte das uvas Syrah, Malbec e Tannat, cultivadas a 960 metros de altitude na Finca Nuna, dentro da região vitivinícola de Mendoza, na Argentina. 

De uma belíssima coloração rosada, revela, no nariz, aromas de frutas vermelhas, como morango e framboesa, além de notas florais. Em boca, é fresco, equilibrado e muito gastronômico.

  • Vinho Rosé Piscine

Foi o primeiro vinho rosé criado para ser servido com gelo, em um copo baixo, como o de uísque. O responsável por essa novidade é Jacques Tranier, diretor da Vinovalie Les Vignerons, uma cooperativa de produtores do Sudoeste da França. 

Elaborado com a uva autóctone Négrette, apresenta uma belíssima coloração rosada clara com reflexos salmão. Revela, no nariz, aromas de frutas brancas, como pêssego e lichia, além de notas florais, como de rosas. 

Em boca, é muito refrescante, com um final exótico e cativante. Além disso, destaca-se pela sua característica garrafa listrada em azul e branco.

  • Vinho Domaines Ott Clos Mireille Côtes de Provence 2019

Leva a assinatura dos Domaines Ott, um dos mais tradicionais produtores da região vitivinícola de Provence, na França. Elaborado com um corte das uvas Grenache, Cinsault e Syrah, oriundas de vinhedos localizados na A.O.C. (Apelação de Origem Controlada) de Côtes de Provence. 

De uma belíssima coloração rosada, revela, no nariz, aromas frutados, como de manga e melão, notas cítricas, como de limão, além de nuances minerais. Em boca, é fresco, com ótima acidez e um final persistente. 

  • Vinho Catena Malbec Rosé 2020

Leva a assinatura da Catena Zapata, a melhor e mais reverenciada vinícola da Argentina. Elaborado majoritariamente com a uva Malbec, com toques de Syrah e Grenache, cultivadas entre 920 e 1.095 metros de altitude, em Lunlunta, Agrelo e Altamira, dentro da região vitivinícola de Mendoza. 

De uma belíssima coloração rosada, revela, no nariz, aromas de frutas vermelhas maduras, como morango e framboesa, além de toques de alcaçuz. Em boca, é elegante, contando com ótimo frescor.

  • Vinho Berne Esprit Méditerranée 2018

É um rótulo da Indicação Geográfica Protegida (I.G.P.) de Méditerranée, na França. De belíssima coloração rosada, revela, no nariz, aromas de frutas vermelhas frescas, como morango e framboesa, notas de pêssego e damasco. 

Um vinho rosé redondo e equilibrado. Em boca, apresenta ótimo frescor e um final leve. 

Pitaco: Agora que você já conhece os vinhos cujas características combinam perfeitamente com as da primavera, é hora de escolher o seu e aproveitar para refrescar os dias mais quentes sem abrir mão da sua bebida preferida.

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