18 razões incríveis (e científicas) para você ter plantas em casa

Os benefícios de ter plantas em casa vão muito além da beleza das flores – algumas, além de curingas na decoração em lugares estratégicos como a mesa de centro, ajudam até a purificar o ar. Em troca pedem pouco: água, sol e um pouquinho da sua atenção.

Plantas são benéficas para harmonizar o ambiente, fazem bem para a saúde, para acalmar a mente e o coração. Elas são variadas e capazes de transformar ambientes e pessoas, cada uma com seus cuidados e particularidades. 

Confira esse e mais motivos pelos quais devemos trazer a natureza para os ambientes internos:

1 – Ensinamentos

As plantas nos ensinam a cuidar. Elas são seres vivos que exigem cuidados e atenção, portanto, nos ensinam a ter paciência, a entender o tempo delas, e a ter o compromisso de cuidá-las.

2 – Plantas são cheirosas

Plantas podem liberar cheiros que relaxam, que evocam memórias e que naturalmente trazem um maior bem estar. A ligação entre o sistema olfativo e o cérebro é tão grande, que a reação é imediata.

Uma ideia legal é pensar qual cheirinho te traz uma sensação positiva e daí apostar em um vasinho próximo à janela, cozinha ou banheiro. Quer algumas dicas? Lavanda, jasmim, limão, alecrim, camélia, hortelã, todas essas plantas exalam grandes aromas.

3 – Hortas

As plantas permitem que tenhamos hortas dentro de casa. Elas podem ser feitas em vasos ou pequenos pedaços de terra e são muito gostosas de cuidar. Além disso, você pode usar os temperos de sua própria horta em sua cozinha!

Vale a pena investir em manjericão, cebolinha, erva cidreira, hortelã, salsinha, e até remédios naturais, como a aloe vera, bons aliados na hora de uma alimentação mais natural e cheios de nutrientes para o corpo. Além disso, uma mini horta ainda decora, poupa tempo e dinheiro!

4 – Proteção

As plantas também têm o poder de nos proteger. Espécies como a espada de São Jorge são conhecidas por equilibrar as energias do ambiente. Essas plantas têm o poder de filtrar o que há de ruim no ambiente de sua casa e permitir a harmonia.

5 – Plantas inspiram relaxamento

É impossível observar as pétalas vibrantes da violeta africana (Saintpaulia ionantha) sem sentir a calmaria da cor! De acordo com a NASA, é científico: a espécie causa um pequeno estímulo para a liberação de adrenalina em nosso corpo, que aumenta os níveis de energia e oxigenação, nos ajudando a relaxar.

6 – Elas são umidificadores naturais

Plantas e flores melhoram (e muito!) a umidade do ar: aproximadamente 97% da água absorvida por elas é devolvida para o ambiente. Isso significa que elas liberam umidade por sua transpiração e ajudam a tornar o ambiente mais agradável.

7 – Algumas são remédios naturais

De acordo com o National Institutes of Health, a aloe vera era conhecida como a “planta da imortalidade” no antigo Egito e usada para curar feridas. Hoje em dia, costumamos usá-la para tratar queimaduras solares e ela é princípio ativo de diversos tratamentos de beleza.

8 – Elas inspiram criatividade

Quem nunca teve um bloqueio criativo? Pois é. Saiba que observar as cores, aromas e texturas da natureza pode abstrair a sua mente, a manter livre dos problemas, deixando a energia fluir melhor e ajudando a pensar em soluções.

Sim, folhas verdes e coloridas trazem muita inspiração e energizam tudo o que há ao redor. A natureza é pura criatividade!

9 – Podem minimizar alergias

Se você sofre de alergias, pode usar plantas sem flores como suas aliadas. As folhas do clorofito (Chlorophytum comosum) absorvem alergênicos como mofo e poeira. A lista da NASA sobre plantas que podem limpar o ar mostra que essa espécie consegue eliminar quase 90% das toxinas de um ambiente.

10 – Plantas limpam o ar

Há plantas e flores que purificam o ar da casa, melhoram a qualidade do sono, o nosso bem estar e o dia a dia. A descoberta é do final dos anos 80, quando a NASA se juntou com profissionais de diversas áreas para criar o estudo. A pesquisa garante que as espécies comuns testadas filtram poluentes, produtos químicos tóxicos, compostos orgânicos voláteis, além de gerar oxigênio, ajudar na umidade e absorver os gases nocivos à saúde.

Certas plantas são até eficazes na remoção do benzeno, amoníaco, formaldeído, tricloroetileno e xileno, e podem ter efeitos benéficos, ajudando as pessoas a não terem dores de cabeça e irritação nos olhos, por exemplo.

11 – Suas cores acalmam os olhos

Entre os benefícios decorativos das plantas está, de acordo com a Good Housekeeping, o alívio dos olhos cansados. Observar as folhas verdes após horas trabalhando na frente de um computador pode ser uma boa pedida, já que o tom é percebido pelo cérebro como suave.

O verde é a cor do meio do espectro, é considerada a cor do equilíbrio e é vista como refrescante, pura e natural. Na realidade, o verde tem o poder de promover a concentração e de aliviar sentimentos negativos e de estresse.

12 – Elas ajudam na concentração

Um estudo do Royal College of Agriculture descobriu que os alunos prestavam 70% mais atenção quando em um ambiente com plantas. Se sua casa não possui muita luz, aposte em algumas variedades que se dão bem nos ambientes fechados. Na dúvida, escolha o bambu – ele também ajuda com as energias relacionadas ao Feng Shui.

13 – São decorativas

As plantas são um dos elementos essenciais das casas realmente estilosas. Além das inegáveis qualidades naturais, elas também podem ser usadas pelas suas cores, complementando o décor.

14 – O estresse vai embora

Segundo estudos da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, as pessoas se sentem mais energizadas e revitalizadas após passarem, ainda que apenas um pouco de tempo, junto da natureza. Manter esse contato com o verde é uma das melhores formas de relaxar. Cuidar de plantas ou apenas estar envolto por elas nos ajuda a renovar as energias. Por isso, tê-las em casa é uma boa dica para quem não tem tempo de passear em jardins ou parques da cidade.

Tudo o que você precisa é do verde presente nos ambientes ou de flores com pétalas coloridas. A cor também é tranquilizante e ajuda a diminuir as doses de adrenalina do corpo. A explicação é científica: como resultado, os níveis de energia aumentam e o cérebro recebe mais oxigênio, dando aquela ótima sensação de bem estar.

15 – Sombras

As plantas podem ter a função de cortinas. Em varandas ou espaços externos, espécies com folhas grandes ou árvores de porte maior podem proporcionar uma bela sombra para o descanso.

16 – Anti-insetos

Algumas espécies como o manjericão, lavanda e crisântemo são capazes de espantar animais como os pernilongos.

17 – Diminuem os barulhos e a temperatura dentro de casa 

Sim, as plantas contribuem para diminuir o barulho e abaixar a temperatura dentro de casa. Folhas e árvores, por exemplo, filtram os raios do sol e podem canalizar os ventos, além de amortecer os ruídos com a absorção das ondas sonoras.

18 – Chás funcionais

Uma pequena pesquisa permite encontrar receitas de chás que fazem muito bem à saúde. O efeito desses chás é muito maior quando provêm de plantas naturais, que você pode cultivar na sua própria casa.

Pitacos: “-Ah, mas eu não tenho tempo e nem vocação pra cuidar de plantas!” Pois saiba que existem muitos tipos que se adaptam de acordo com o seu estilo de vida. Depois que você começa a ter plantas em casa, é difícil parar.

O ritual de cuidar de uma plantinha – regar, mexer na terra, podar, ou apenas ter a sua companhia, pode se transformar em um momento de paz na rotina, acalmando a alma.

Lembre-se:

  • Sempre confira se elas são tóxicas para crianças e animais, e tenha certeza de que elas se adequam a sua família.
  • Limpe as folhas secas toda semana para garantir que a plantinha vai fazer seu trabalho – pense como um equivalente de trocar o filtro de um purificador de ar.
  • Escolha um bom mix entre aquelas que purificam o ar e as que induzem o sono através do cheiro para resultados melhores.
  • A NASA recomenda entre 15 a 18 plantas purificadoras de ar por 170 m², com algumas delas em cada quarto.

Chegou a hora de começar o seu projeto verde!

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Documentos e deveres: Saiba como preparar seu pet para uma viagem

Na hora de viajar com seu animal de estimação, você deve providenciar todos os documentos e cumprir os procedimentos estabelecidos para que seu amigo viaje com segurança e conforto

O lugar que os pets ocupam em nossa vida é importante demais e, por isso, queremos que eles estejam o maior tempo possível conosco. 

Levar animais de estimação em voos e transportes terrestres tem se tornado uma prática cada vez mais comum. Mas, para que o deslocamento do seu amigo seja realizado de forma responsável e tranquila, é necessário que você se atente aos pontos que abordaremos nesse artigo.

Documentos necessários para viajar com pet

A maioria das companhias aéreas fornece serviços personalizados para atender as demandas da presença de animais em voos. Mas, para que a viagem seja segura e confortável para todos, é necessário seguir algumas regras e procedimentos:

Certificação do Veterinário: O veterinário deve fornecer um documento que comprove que seu amigo esteja saudável e apto para viver dias de aventura e lazer ao seu lado.

A certificação deve ser emitida apenas pelo especialista e tem validade de 10 dias. Portanto, fique atendo ao prazo para que, na hora do embarque, o documento não esteja vencido. 

Carteira de Vacinação: Ela deve estar em dia e apresentar as etiquetas das ampolas, número do CRMV e assinatura do veterinário. O certificado de vacinação antirrábica é obrigatório para animais a partir de 3 meses de idade. 

Essa vacina deve ser aplicada em um prazo de 1 ano a 30 dias antes da viagem para garantir que o pet esteja devidamente imunizado. 

Filhotes com menos de 3 meses devem viajar mediante documento de autorização do veterinário. 

Viagens internacionais: Para destinos fora do Brasil, a documentação necessária para o transporte do seu pet varia de acordo com o país para o qual você irá. Portanto, entre em contato com o órgão responsável com antecedência e se informe a respeito de todos os procedimentos necessários para que seu amigo viaje sem maiores problemas.

Tipos de documentos que podem ser solicitados dependendo do país de destino

Certificado Zoossanitário Internacional (CZI): Deve ser emitido aqui no Brasil ou no país de origem, caso o pet esteja vindo para cá. Ele deve ser solicitado pelo serviço sanitário do local.

Nele, estará contido o atestado de procedência do animal, que serve para validar as condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional de animais. O prazo de validade depende das regras de cada país.

No Brasil, o CZI pode ser obtido nas unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, localizados nos aeroportos e nas Superintendências Federais de Agricultura de cada estado.

Laudo de sorologia: Esse documento é muito importante se você pretende viajar com seu pet para a Europa. O veterinário coletará uma amostra de sangue que será enviada para análise em um laboratório credenciado pela União Europeia no Brasil. 

O sangue deve ser coletado 90 dias antes do embarque para viabilizar a entrega do laudo em tempo hábil. 

Passaporte: O Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos é um documento emitido pelo Ministério da Agricultura. Em alguns casos, pode substituir a Carteira de Vacinação do seu pet.

Não se esqueça de verificar se ele é aceito em seu lugar de destino. Caso não seja, você deverá levar a carteira de vacinação atualizada. 

Microchip/tatuagem: Implantado na pele do animal o microchip possui um código alfanumérico de identificação. Ele funciona como uma espécie de RG do pet. 

A tatuagem é uma alternativa ao microchip. Ela é implantada atrás da orelha do seu amigo e apresenta as mesmas informações do dispositivo. 

Após a microchipagem ou tatuagem do pet, você recebe uma etiqueta. Leve-a com você para apresentá-la no momento do check-in.

Condições de transporte

É importante manter seu amigo em uma caixa de transporte segura e que esteja de acordo com o peso e a altura do animal. Se for viajar de avião, verifique as regras de cada companhia acerca das dimensões exatas dessas caixas. 

Conforto e segurança acima de tudo

Além de todos os procedimentos, normas e documentações, o mais importante que você deve levar em consideração na hora de viajar com seu amigo é seu bem-estar. Lembre-se de que filas para check-in, condições das aeronaves e tempos muito longos de viagens terrestres podem desencadear estados de estresse no animal.

Isso pode interferir em sua saúde, imunidade, problemas de adaptação climáticas e ambientais entre outras coisas. Portanto, “prudência” sempre deve ser a palavra de ordem.

Caso você sinta que ele aproveitará os dias de diversão e lazer ao seu lado, certifique-se de que ele esteja confortável, com água limpa e fresca, ambiente arejado e alimentação de qualidade.

Não se esqueça de seguir sempre a conduta do bom senso, principalmente se você for se hospedar em resort no Rio de Janeiro que aceite pets. Evite deixar seu amigo sem guia e coleira nas áreas comuns para evitar problemas com os outros hóspedes. 

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Pés molhados? Entenda por que manter os pés molhados não é bom para você!

Com a chegada do verão, é normal que a maioria das pessoas procure usar roupas e calçados mais leves para se aliviar do calor. No entanto, dependendo da profissão, atividade ou compromisso, o uso de calçados mais arejados não é uma opção viável, e os tênis e sapatos fechados acabem sendo a única escolha. Isso faz com que os pés transpirem mais, o que acaba contribuindo com aquele cheirinho ruim nos pés.

Essa é uma entre as diversas causas do chulé, o desagradável odor que pode aparecer e tomar conta de nossos pés e calçados. Aqui, explicamos porque você deve evitar deixar os pés molhados ou suados por um muito tempo e damos algumas dicas para evitar o odor.

As principais causas do chulé e como evitá-las

Ao contrário do que algumas pessoas podem pensar, não é o suor que causa o cheiro do chulé. A transpiração é uma forma natural que nosso corpo encontra para regular sua temperatura, e o suor é composto apenas de água e sais minerais, sendo praticamente inodoro.

O problema é que, ao entrar em contato com as bactérias, a transpiração adquire o cheiro de chulé, já que os seres microscópicos se alimentam do suor e de nossas células mortas, liberando gases que resultam no cheiro do “chulé”.  

Como muita gente passa boa parte do dia utilizando calçados fechados, os pés costumar suar mais, e as bactérias ali presentes geram o chulé, cujo nome científico é bromidose plantar. Para se livrar desse odor, é preciso seguir alguns passos. Veja quais são:

* Sempre lave e seque bem os pés, já que a umidade e a sujeira podem contribuir para o aumento de bactérias e para o surgimento do chulé.

* Não reutiliza meias usados, e procure deixar os calçados em um local arejado, evitando assim o acúmulo de bactérias.

* Se precisar passar longos períodos de tempo com um calçado fechado, procure optar por modelos com tecidos mais leves e ventilados. Se possível, busque retirar os calçados e as meias de tempos em tempos para refrescar os pés.

* Procure por produtos dermatologicamente eficientes, como sabonetes antibacterianos e desodorantes especiais para os pés. Saiba mais sobre como alguns produtos podem ajudar a combater o terrível chulé.

* Evite calçados e meias feitos de materiais como plástico e polyester. Esses tecidos fazem com que os pés suem mais, atraindo mais bactérias e fungos e causando o cheiro ruim nos pés. Escolha meias de algodão, que absorvem mais o suor.

Se for praticar atividades comuns do verão e de dias quentes, como corridas e natação, procure lavar e secar os pés logo depois. Isso porque, ao permanecer com os pés úmidos ou molhados, eles também podem ficar mais propensos para o surgimento de fungos, que causam enfermidades como micoses, bolhas e pé de atleta, entre outras.

Se mesmo após mudar de hábitos e seguir os conselhos acima você continuar enfrentando problemas com o chulé ou com outras doenças nos pés, pode ser o caso de procurar um profissional especializado, como um dermatologista. E lembre-se: lavar e secar bem os pés é essencial para que o cheiro ruim nunca mais apareça em seus calçados e meias.

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Tricot: tendência da moda verão

Olá pessoal!!

O tricô é um clássico que nunca sai de moda, e que volta e meia retorna aos holofotes como tecido queridinho de uma estação. É o que ocorre na próxima estação, onde o tricô ganha destaque em versões leves e super coloridas, e em sobreposições lindíssimas com outros tecidos.

As blusas de tricot são peças belas e versáteis. Elas combinam com diferentes ocasiões e podem compor o look de modo fácil e prático. Ainda assim, é comum ter dúvidas de como utilizar a peça em algumas ocasiões.

O tricot é uma malha recorrente na moda básica. Isso porque suas muitas vantagens também sintetizam as principais características dos produtos que compõem essa moda. Usando como exemplo a blusa tricot: ela possui versatilidade para vestir vários looks, tanto por seu caimento mais tradicional, quanto por suas cores, geralmente neutras; é uma peça atemporal para usar em qualquer estação; e seu material tem excelente durabilidade, sendo uma peça que pode ser usada por muitos anos, sem mostrar sinais de deterioração.

As tramas e os vazados encontrados nos modelitos de tricot deixam a mulher mais feminina e, em muitos casos, mais sexy e elegante. O bom é que, dependendo do look, ele combina superbem com todas estações do ano.

Muita gente prefere essa época, por poder ousar nos modelitos e também se sentir super fresca nos looks mais curtos. Sabemos que a o mundo fashion está em constante mudança e que muitas tendências vão e voltam.

Não existem muitas regras ou contra-indicações para usar roupas de tricot. O que você precisa prestar atenção é na combinação das cores e estampas. O tricô é super democrático e com ele é possível criar looks tanto para o dia quanto para a noite.

Durante o dia, as roupas mais leves e coloridas são as mais indicadas. Com rasteirinhas e acessórios variados, como maxi brincos e maxi colares.

À noite, os tons mais sóbrios são os mais indicados. Blusas de tricot vazadas, T-shirts com listras e com brilho são ótimas para arrasar na pista de dança, enquanto os vestidos são indicados para jantares ou barzinhos.

Pitaco: O que vai definir se o visual ficou moderno ou romântico é a combinação de todo o seu look. Por isso, o tricot é malha escolhida para a próxima estação, por ser super diverso.

 

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Dicas de como conservar suas bolsas de mão

As Bolsas de mão são itens indispensáveis para todas as mulheres, e existem para todos os gostos e todos os tipos. Existem mulheres que levam apenas itens básicos como chaves, carteira e celular. E para essas mulheres, as bolsas de mão são uma ótima aposta. Além de um lugar para guardar seus objetos, a bolsa de mão é um acessório para ajudar na composição do seu look.

As bolsas de mão são grandes objetos de desejo de quem não dispensa um bom acessório na hora de arrematar o look. E merecem, portanto, um cuidado especial para que durem por um longo tempo. A questão é: você sabe qual é a maneira correta de conservar as bolsas? 

E tão importante quanto comprar uma boa bolsa, é saber como mantê-la sempre limpa, organizada e bem cuidada, armazenada corretamente, de preferência por muitos e muitos anos.

Para cuidar delas da forma correta e garantir uma durabilidade maior, veja algumas dicas:

1. Arejado e fresquinho

Para manter essas peças sempre intactas, é imprescindível guarda-las em lugares protegidos da umidade e poeira, de preferência dentro de sacos de flanela ou algodão – aqueles que já vem com as bolsas e sapatos. Aliás, se a ideia é vende-los no futuro, são esses sacos originais da loja (também chamados de dust bags) que vão valorizar ainda mais sua peça, assim como cartões, cadeados ou qualquer outro acessório presente no momento da compra.

2. Nunca deixa exposto à luz solar

O sol contribui para o desbotamento e ressecamento do couro. Portanto, o melhor a fazer é guardar a bolsa em um lugar longe da luz e umidade.

3. Recheie a bolsa antes de guardar

Para evitar qualquer deformação, é importantíssimo preencher todo o interior da bolsa com papel vegetal amassado. E lembre-se: jamais use revista ou jornal. A tinta de ambos pode se transferir para o tecido e manchá-lo.

4. Espaço de sobra

É preciso encontrar um espaço que acomode com folga suas bolsas. O motivo? Ao encostarem umas nas outras, algumas peças acabam manchando, desbotando e até se aderindo ao outro tecido. Na hora de organizar, coloque todas as bolsas e clutches de pé e lado a lado para que elas permaneçam em seu formato original. Ah! Retire as alças removíveis e coloque-as dentro. Melhor prevenir!

5. Hora da limpeza

Quando for necessário lavá-las, evite colocar as peças completamente de molho ou na máquina de lavar. E recomendado procurar um profissional especializado ou simplesmente passar um pano úmido no local, ou com um pouco de sabão de coco ou detergente neutro, e depois deixa secar bem.

Produtos químicos fortes, como acetona ou álcool, também não devem ser usados nas peças, pois tiram o brilho do couro e podem ressecar e manchar outros materiais.

A limpeza mais adequada é aquela feita com um pano úmido e bem torcido com uma pequena quantidade de detergente ou sabão neutro.

Peças em couro, principalmente, precisam se hidratadas regularmente. Como? Aplicando uma pequena quantidade de creme hidratante (tipo o Nivea, de latinha!) ou até mesmo óleo de amêndoa em uma gase ou algodão e espalhando bem o produto até que ele fique homogêneo. Isso previne rachaduras e estrias em suas bolsas e sapatos.

* Fechos, zíperes e outras peças metálicas devem ser polidas com uma flanela embebida em produtos específicos para esta finalidade, ou apenas o pano seco mesmo é uma boa sugestão.

6. Quando chover…

…basta secar o couro com um pano de algodão branco, jamais use o secador. O ar quente pode eliminar completamente a umidade e danificar o acessório.

7. Produtos anti mofo

A intenção é boa, mas nem sempre funciona. Você pode até achar que produtos anti mofo no armário em que vai guardar suas peças é uma boa ideia, mas a verdade é que eles são tão fortes que causam danos irreparáveis aos tecidos das suas bolsas, principalmente os de couro.

8.Proteja o forro

Você já abriu uma bolsa para ver se há manchas de tinta, manchas de batom ou fluidos vazados? Faça isso e aproveite para proteger o interior da peça. Uma dica é dividir o que você leva em necessaires diferentes: itens de beleza, dinheiro, objetos tecnológicos, canetas. Além de ficar mais organizada, fica mais fácil se for mudar de bolsa, sem precisar despejar tudo.

9. Cuidado com o álcool

Tanto o de limpeza, quanto o presente em bebidas e perfumes é capaz de manchar o material.

Pitacos: Limpar, conservar e organizar as bolsas adequadamente é fundamental para aumentar a durabilidade dos acessórios, mas não podemos nos esquecer de que também é preciso tomar alguns cuidados durante o uso para garantir que a peça não sofra danos.

A primeira regra é não carregar excesso de peso em bolsas femininas. Além de sobrecarregar os seus ombros, você pode acabar enfraquecendo e deformando o corpo, as alças e as costuras da sua bolsa. Em casos extremos, a peça pode até mesmo rasgar.

Outro fator importante que muitas mulheres esquecem, é proteger objetos cortantes e pontiagudos dentro da bolsa que podem causar acidentes e, de quebra, perfurar o forro e o acabamento da peça, resultando em danos irreparáveis.

Ah….uma coisa bacana. Algumas bolsas emperram o zíper. Caso aconteça, passe um pouco de vela por onde corre o carrinho do zíper e depois abra e feche ele por algumas vezes. Vai perceber que vai melhorar.

No dia a dia, evite manipular sua bolsa com mãos sujas ou molhadas; gire as alças regularmente para que elas não se desgastem muito rápido; não coloque mais coisas do que cabe, pois isso esticará sua bolsa, rasgará o revestimento ou deformará o material.

Por fim, nunca deixe sua bolsa no chão. Além dos ditados que dizem que esse hábito não traz bons frutos para a vida financeira, fatalmente você acabará sujando ou danificando seu acessório.

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