Como fazer apostas esportivas: Um guia para iniciantes e a indicação da Pixbet

As apostas esportivas estão se tornando cada vez mais populares, especialmente em países como o Brasil, onde o futebol é um esporte muito amado. Se você está pensando em começar a fazer apostas esportivas, este artigo é para você. Vamos explicar o que são apostas esportivas e fornecer algumas dicas para você começar, além de indicar a Pixbet, uma das melhores casas de apostas esportivas online do mercado.

O que são apostas esportivas?

Apostas esportivas são uma forma de jogos de azar que envolve prever o resultado de eventos esportivos, como jogos de futebol, basquete, tênis, corridas de cavalos e muito mais. 

Existem várias maneiras de fazer uma aposta esportiva, desde simplesmente escolher o vencedor de uma partida até apostas mais complexas que envolvem prever o resultado exato do placar, apostas em escanteios, cartões e até mesmo nas performances dos jogadores.

As apostas esportivas oferecem a oportunidade de ganhar dinheiro, mas também são uma forma de entretenimento, permitindo que os fãs de esportes acompanhem seus times favoritos e torçam por eles de forma ainda mais intensa.

Dicas para iniciantes

Se você é novo nas apostas esportivas, é importante começar devagar e com cautela. Aqui estão algumas dicas para você começar:

  1. Entenda as probabilidades: As casas de apostas esportivas usam as probabilidades (odds) para determinar quanto dinheiro você pode ganhar com uma aposta. É importante entender como essas probabilidades funcionam antes de fazer uma aposta.
  2. Escolha um esporte que você conheça: É mais fácil fazer apostas em um esporte que você conhece bem. Se você é um fã de futebol, por exemplo, comece fazendo apostas em jogos de futebol.
  3. Não faça apostas emocionais: Não deixe suas emoções influenciarem suas decisões de apostas. Faça escolhas baseadas em fatos e dados objetivos.
  4. Gerencie seu dinheiro: Estabeleça um limite de quanto dinheiro você está disposto a gastar em apostas esportivas e nunca ultrapasse esse limite. Uma dica seria apostar 2% da sua banca total em cada aposta.

Indicação da Pixbet

A Pixbet é uma das melhores casas de apostas esportivas online do mercado, oferecendo uma ampla variedade de esportes e mercados para apostar. Além disso, a Pixbet oferece bônus de boas-vindas atrativos para novos usuários e promoções e bônus especiais para usuários cadastrados. Encontramos um bom artigo, que explica de maneira clara como funciona a pixbet. Além de ensinar a fazer o cadastro corretamente e uma análise completa do site. Vale a pena conferir! 

De forma resumida, para começar a apostar na Pixbet, basta se cadastrar no site e realizar um depósito mínimo de apenas R$1,00 com o pix.

A plataforma da Pixbet é fácil de usar e oferece uma ampla variedade de apostas e cassino online. 

Veja algumas da modalidades que você vai encontrar na pixbet:

  • Futebol
  • Basquete (NBA)
  • Tênis
  • Beisebol
  • Futebol Americano (NFL)
  • Lutas
  • Voleibol
  • Sinuca
  • Tênis de mesa
  • Futsal
  • Rubby
  • Handebol
  • Corridas e muito mais.

Conclusão

Fazer apostas esportivas pode ser uma forma divertida de acompanhar seus esportes favoritos e, ao mesmo tempo, ganhar dinheiro. Mas é importante lembrar que as apostas esportivas também podem ser arriscadas, por isso é essencial começar com cautela e nunca ultrapassar seu limite de gastos.

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10 coisas que as pessoas surdas gostariam que você soubesse

Sabia que as pessoas surdas também curtem música, falam gírias, são influencers e celebridades? Confira essas e muitas outras curiosidades sobre a comunidade surda!

A língua de sinais não é universal

É necessário compreender que a língua de sinais não é universal – LIBRAS é uma abreviação da sigla Língua Brasileira de Sinais. 

Assim como nós brasileiros temos nossa própria língua, diferente daquelas de outros países, a comunidade surda apresenta também diversas línguas de sinais, a depender da região de que estamos falando.

Desta forma, torna-se imprescindível para o exercício da cidadania o aprendizado das diferentes línguas de sinais locais, de modo que a comunidade surda de determinada região consiga se integrar no corpo coletivo. Ademais, as pessoas não surdas também precisam conseguir se comunicar com as pessoas surdas.

Surdez não é uma deficiência

A confusão entre surdez e pessoas com deficiência auditiva é comum em nosso dia a dia. Ouvir músicas muito alto no fone, por exemplo, pode causar algum tipo de deficiência auditiva ao longo do tempo – e isso não significa que essa pessoa será surda.

De acordo com o decreto 5.296/2004, as pessoas surdas são aquelas que apresentam “perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz”. 

Além disso, conforme a PLC 23/2016, aqueles que perderam a audição em apenas um dos ouvidos também podem ser considerados pessoas surdas. Não devemos, portanto, confundir esses dois conceitos.

É interessante destacar as muitas habilidades e talentos das pessoas surdas. Podemos encontrar casos dos mais variados, como no cinema e no mundo audiovisual. 

A atriz Katie Leclerc, bem como os atores Nyle DiMarco, dos Estados Unidos, e o brasileiro Harry Adams, são bons exemplos. Ainda no mundo artístico, o célebre pintor espanhol do século XVIII, 

Francisco de Goya ficou totalmente surdo – e isso não o impediu de ser um pintor renomado. Outro exemplo famoso, mas dessa vez no mundo científico, foi o inventor Thomas Edison, que desde a infância sofria com a perda severa de audição, até ficar surdo em sua adolescência. 

Mesmo diante dessas adversidades, tais pessoas que perderam a audição não deixaram de construir em suas vidas um legado de talento e superação.

Acesso à informação e à comunicação é fundamental

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada e defendida pela ONU, “todos têm o direito à liberdade de expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”. 

Mas fica a indagação: se todos temos esse direito, mas a grande maioria das informações é transmitida pela língua escrita e oral – seja pelo rádio, televisão, teatro, cinema, filmes ou redes sociais – onde é que a comunidade surda está sendo atendida neste direito fundamental? 

Basta ligar a TV ou qualquer outro meio de comunicação que facilmente se percebe a carência do acesso ao que está sendo divulgado para a comunidade surda. São raros os casos em que a tradução para a língua de sinais é feita.

Por isso, torna-se extremamente importante o oferecimento de recursos tecnológicos e interpretativos capazes de atender a comunidade surda. 

Alguns exemplos dessas tecnologias vão desde os mais óbvios, como despertadores no modo vibração e aparelhos auditivos, aos mais inovadores, como aplicativos com jornais bilíngues e tradutores simultâneos. Só assim os direitos fundamentais estarão plenamente adquiridos. 

Cultura surda é rica e diversa

Sobre a cultura surda, entende-se por isso, segundo matéria no Portal do IFPB, o “rico, complexo e instigante conjunto de elementos culturais caracterizados pelas formas alternativas de produção e interação dessas pessoas, alimentados e enriquecidos nas comunidades surdas”. 

Esse complexo conjunto de elementos comporta a visualidade, isto é, a ideia de que a visão é a principal forma de contato com o mundo; a língua de sinais como a língua natural – primeira a ser apreendida, antes mesmo que o português; o ambiente familiar, em que são discutidas questões de aceitação e superação das dificuldades; o cinema, o teatro e comunidades surdas que militam pela causa também são integrantes da cultura surda, evidenciando como esta é rica e diversa.

Pessoas surdas não precisam ser “curadas”

A ideia de “curar” os surdos é fruto de séculos de marginalização e inferiorização dessas pessoas. Na Grécia Antiga, por exemplo, a ideia do logos – que podia ser traduzido, entre outras coisas, por discurso ou pela fala – fez com que filósofos como Aristóteles entendessem que o surdo não era capaz de ter consciência e racionalidade. 

Santo Agostinho, na Idade Média, chegou a afirmar que os que nasciam surdos assim o eram para que seus pais pagassem por seus pecados. 

Tendo em vista que a surdez não torna os seres humanos inferiores muito menos incapazes, deve-se tomar como pressuposto que as pessoas surdas não precisam ser curadas, mas sim integradas na coletividade. 

As pessoas surdas se identificam com o termo por compartilharem de situações e vivências comuns que se originam a partir de sua diferença e por isso necessitam ser respeitadas. Muitas foram as tentativas de “curar” os surdos. 

Entretanto, é possível que a pessoa surda se identifique com aquilo que ela é e não entenda que precise de cura, mas sim de empatia, cidadania e inclusão. 

Por isso, uma forma extremamente importante de promover o envolvimento dos surdos no meio social é através da formação e do emprego do intérprete de libras de forma assídua. Assim, os séculos de discriminação e as desigualdades podem começar a ser mitigadas.

Confira as 10 coisas que as pessoas surdas gostariam que você soubesse

1 – Todos os surdos são pessoas com deficiência auditiva mas nem toda pessoa com deficiência auditiva é surda

2 – Eles podem curtir músicas

5 – Existem várias línguas de sinais

6 – Existem surdos influenciadores e celebridades

8 – Existem vários meios de comunicação

9 – Os sentidos são aguçados

10 – O acesso à cultura e entretenimento ainda é escasso

Por Danillo Cássio

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Meia Gustavo Campanharo assina com o Internacional até dezembro de 2024

O Internacional segue atento ao mercado da bola nos últimos dias de inscrição de jogadores para as competições do primeiro semestre. A equipe fechou com o meio-campista Gustavo Campanharo, que chega para aumentar as opções do treinador Mano Menezes para Campeonato Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil.

O pontapé inicial do Colorado na Liberta ocorrerá fora de casa diante do Independiente Medellín, no estádio Atanasio Girardot, na primeira rodada da fase de grupos. A partida na Colômbia deve levar milhares de torcedores até a plataforma da F12.

Afinal, a casa de apostas do Rei do Futsal, Falcão, não apenas oferece cotações atrativas para diversas modalidades esportivas, bem como conta com um imenso portfólio de jogos de cassino online. Então, o aficionado por futebol pode chegar para dar os seus pitacos nos jogos do seu time do coração, mas nada impede que teste a sua sorte em jogos clássicos de cassino.

Gustavo Campanharo, o novo reforço do Internacional

Gustavo Campanharo assinou um contrato até dezembro de 2024 e desembarcará em Porto Alegre nos próximos dias. Formado no Rio Grande do Sul, pelo Juventude, o atleta fez praticamente toda a sua trajetória no futebol europeu.

Ele atuou na Itália, França, Bulgária, e desde 2019 estava no futebol turco. Campanharo foi titular do Kayserispor nas últimas quatro temporadas. Sendo assim, ele não será relacionado para a primeira partida na Libertadores deste ano, porém deve estar à disposição de Mano Menezes no decorrer da principal competição de clubes da América do Sul.

Além da impossibilidade de relacionar o novo meia do Colorado, Mano também não poderá contar com Alemão, que precisa cumprir um jogo de suspensão. Os problemas do Inter não acabam por aí, uma vez que Mário Fernandes, Renê e Gabriel não viajaram com o grupo para a Colômbia.

O Internacional está no Grupo B na Libertadores com Independiente Medellín, Metropolitanos e Nacional (Uruguai).

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Botas Femininas – O clássico do outono/inverno em suas diversas versões

Um dos primeiros tipos de sapatos a serem produzidos, as botas datam desde antes das grandes civilizações da antiguidade, tendo sido concebidas como um artigo para proporcionar mais proteção aos pés. Hoje, no entanto, além de sua funcionalidade, o item é sinônimo de estilo e elegância em qualquer outfit, tornando-se um calçado indispensável para seu guarda-roupa de outono/inverno.

No Brasil, infelizmente, boa parte do território não possui o clima mais adequado para o uso do item, que é ideal para as baixas temperaturas. Contudo, o apelo estético do calçado é tanto que esse fato é muitas vezes deixado de lado, sendo, por exemplo, a escolha de muitos dos presentes no Lollapalooza 2023 mesmo com o forte calor.

Não é difícil entender o motivo desse tipo de sapato ter caído com tamanha intensidade no gosto popular, uma vez que ele é capaz de elevar o seu look a um outro nível. Tornando-se um complemento perfeito sejam quais forem as peças que compõem sua produção, blusas femininas, camisas, saias, shorts, calças, macacões ou vestidos.

Além disso, existe uma grande variedade de modelos para agradar todos os gostos e estilos, só esperando para incrementar o seu visual. Dessa forma, é só escolher seu favorito entre os tipos de bota apresentados a seguir e já ir imaginando as possíveis combinações para montar produções incríveis com as peças do seu guarda-roupa.

Tipos de Botas Femininas

Ankle Boot

As ankle boots recebem esse nome que vem do inglês devido ao comprimento de seu cano, na altura do tornozelo. Esse tipo de bota é um modelo que nunca sai de moda, mas que de tempos em tempos volta a ser o hit da estação, se reinventando uma vez mais. As com salto alto fino trazem um ar de poder e sofisticação para a produção, sendo ótima para looks noite. Já as ankle boots com saltos grossos e mais baixos são opções mais confortáveis para o seu dia a dia sem deixarem de ser estilosas.

Ambos os modelos são bastante versáteis, se ajustando perfeitamente em visuais de vários estilos para diferentes ocasiões. Inclusive, elas são uma excelente alternativa para quem vive em climas mais quentes, visto que são mais curtas e não aquecem tanto quanto outros modelos.     

Coturno

Símbolo do estilo rocker, esse modelo é mais eclético do que muitos pensam, podendo fazer parte também de produções mais delicadas. Entretanto, seu design é realmente forte e imponente, o que faz todo sentido, já que esse tipo de bota foi criado para ser usado durante a guerra, resistindo as intempéries.

O coturno preto, o favorito de muitas, segue essa linha mais edgy, sendo utilizado principalmente em visuais com uma pegada bem dark, com peças de tons escuros. No entanto, existe também a possibilidade de ele compor produções mais suaves como um elemento para conferir irreverência e atitude. Outras cores desse tipo de bota, geralmente, são mais fáceis de inserir em seus looks, independente do estilo, sendo sempre uma opção bastante interessante.   

Chelsea

Outro modelo de cano curto, a bota Chelsea tem como sua principal característica o elástico na lateral, tornando-a bem fácil de calçar. Remetendo aos sapatos utilizados durante a Era Vitoriana na Inglaterra, o estilo tornou-se popular nos anos de 1960 com a geração de jovens que frequentavam o bairro londrino Chelsea nesse período.

Oferecendo muito conforto e praticidade, esse tipo de bota é ideal para ocasiões casuais e despojadas, mas o que não impede de utilizá-la em looks um pouco mais formais com a produção certa. Para deixá-las em destaque, é preferível combiná-las com peças curtas como shorts, calças e vestidos, resultando em visuais super estilosos.         

Galocha

Modelo não tão difundido, a galocha não é um tipo de bota que vemos com tanta frequência em looks por aí. Inventada na Inglaterra com o intuito de proteger os pés da chuva e da lama, é um item que se mantém bastante útil para cumprir essa função. Portanto, é mais comum ver esse calçado ser utilizado em atividades ao ar livre, inclusive em festivais de música tanto internacionais quanto aqui no Brasil. Mesmo não sendo o mais democrático dos modelos, a galocha vem ganhando notoriedade entre as fashionistas, que usam o artigo para trazer um ar diferenciado no visual, mostrando muito estilo e personalidade.     

Montaria

A bota que surgiu como parte da vestimenta para facilitar a prática do hipismo, já foi o preferido das trendsetters em diversas temporadas, se tornando um modelo que apesar de não ser a principal tendência do momento, se mantém atemporal.

Sem salto alto e com cano longo, ela forma um bom par com calças justas como leggings e jeans skinny, sendo esse talvez um dos motivos de ela não estar tão em alta, dado que peças de modelagem ampla estão entre os hits da vez. Todavia, sinta-se livre para usar o que gosta e não se prenda tanto as tendências, afinal o melhor da moda é quando nos sentimos bem com a nossa escolha de outfits.  

Western

Inspirada pela estética do faroeste americano, a bota western é geralmente feita em couro, tem cano médio com corte em “V” e um salto baixo quadrado. É um modelo que tem bombado recentemente, com várias famosas apostando nessa tendência. Elas ficam muito bem em visuais com o estilo boho e/ou folk, mas podem ser adaptadas para mesclar bem com peças de outras estéticas. A única recomendação é ter cuidado para não exagerar na vibe cowboy e acabar por ficar parecendo que está utilizado uma fantasia, excetuando isso é uma ótima alternativa para diversificar a produção.  

Over the Knee

Sucesso absoluto das últimas temporadas, a bota over the knee continua entre as mais usadas nesse outono/inverno 2023. Com o comprimento que fica acima do joelho, ela é um modelo que chama atenção, deixando qualquer look, por mais básico que seja, muito mais charmoso e elegante.

Se tiver salto alto, ela ganha ainda mais em sofisticação, ficando melhor em looks para a noite. Esse tipo de bota fica incrível quando combinada com peças curtas, resultando em uma produção um pouco mais ousada e sensual, mas ao ser utilizada junto a calças jeans, não deixam de ser uma excelente opção para dar um up também no seu visual do dia a dia.  

Por Rodrigo Carlos

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Empórios projetam alta de 20% na venda de bacalhau para a Páscoa

Enquanto outros estabelecimentos projetam vendas menores, gerente comercial do empório Banca do Ramon projeta aumento de 20% na venda de bacalhau do porto.

Passado o Carnaval, o brasileiro já se planeja para a próxima data festiva: a Páscoa, no dia 9 de abril. Com a tradição católica de não comer carne vermelha no período, o consumo de peixes cresce — principalmente do tradicional bacalhau. Para este ano, a expectativa do mercado é positiva.

“Esperamos um aumento de pelo menos 20% nas vendas em relação a 2022”, explica Fábio Gouveia, gerente comercial da Banca do Ramon, tradicional empório do Mercado Municipal de São Paulo. Esta projeção está alinhada à tendência do insumo durante a Semana Santa — o que é confirmado por Francisco Medeiros, presidente-executivo da Peixe BR.

Na contramão do mercado, empórios vendem mais bacalhau

A projeção de Gouveia, no entanto, ressalta o fato de os empórios especializados estarem na contramão de outros estabelecimentos. Com aumento de 120% nas vendas de bacalhau no ano passado, a Banca do Ramon teve desempenho oposto ao nacional.

Segundo Eduardo Lobo, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca), 2022 apresentou queda de 20% nas vendas de peixes na Páscoa em relação a 2021.

Isso foi causado pelo aumento nos custos da produção nacional, principalmente da ração e dos combustíveis e à crise econômica do país. “Houve um achatamento do poder de compra e elevação no custo de produção”, explicou. Segundo ele, isso diminuiu a margem de lucro e prejudicou produtores.

Ou seja: estabelecimentos que focam na venda do bacalhau produzido nacionalmente são mais impactados por este aumento de custos. Os tipos mais comercializados são saithe, ling, zarbo e pirarucu — natural da Amazônia e com produção anual de 50 mil kg.

Já os empórios priorizam o bacalhau do porto, pescado nas águas frias do Oceano Atlântico. Ele é considerado o mais nobre devido à sua alimentação, oferecendo carne de maior qualidade.

Segundo Gouveia, houve uma estabilidade nos preços no último ano. “É um produto importado e a precificação depende da pesca da Noruega e da cotação do dólar, que está no mesmo patamar do ano passado”, explica.

Além disso, os clientes dos empórios possuem ticket médio de R$ 250 e costumam adquirir os principais itens que acompanham a tradicional bacalhoada à portuguesa: azeitonas, azeite extra virgem, molho de tomate e vinho branco.

Outro diferencial é explicado por Gouveia: a experiência. “Na loja física, nossos clientes gostam de acompanhar todo o processo de limpeza do bacalhau, assim como degustar o bolinho de bacalhau do restaurante”, conta.

Bacalhau salgado ou dessalgado: qual é o mais vendido?

Com preços entre R$ 94,90 e R$ 379,90, o bacalhau do porto oferecido nos empórios é vendido em duas variedades: seco salgado ou dessalgado. Qual destes é a preferência do cliente? Segundo Gouveia, a primeira opção.

“Além de ser mais saboroso, o bacalhau seco salgado possui textura mais firme e fibrosa. As pontas rendem muito mais, o que oferece ótimo custo benefício”, explica. Desta forma, é possível economizar e preparar porções maiores, apesar dele demandar maior esforço na hora de cozinhar.

Como o preparo do bacalhau pode ser complexo e demorado para alguns, a opção dessalgada costuma ser escolhida por clientes com rotinas mais apertadas ou que ainda não dominaram o preparo do peixe. “Ele é mais rápido, prático e simples de fazer, além de poder ser usado em qualquer receita. Com o menor tempo de hidratação, basta descongelar”, ensina.

Quaresma aquece venda de frutos do mar

Apesar de ser o prato mais tradicional da culinária pascoal, o bacalhau não é o único peixe consumido na data. Na Quarta-Feira de Cinzas, a venda de frutos do mar já começou a registrar aumento. “As pessoas já estão se preparando para a Semana Santa, mas as vendas devem crescer mesmo perto da Páscoa”, explica Cássio Francisco Serra, gerente de uma peixaria no Mercado Municipal de Campinas.

Para ele, no entanto, os preços de peixes nacionais podem sofrer variações para cima devido às condições climáticas. “O mar agitado prejudica a pesca e também impede que barcos menores saiam”, conta.

Por isso, o ideal é pesquisar antes de comprar. Por exemplo, o camarão sete barbas teve aumento de 19% em alguns estabelecimentos. Já o bacalhau cod e o saithe apresentaram, respectivamente, variações para cima de 12,37% e 10,43%.

Com a necessidade de pesquisar preços para economizar, muitos consumidores estão priorizando empórios na hora de fazer a compra. “Os preços estão mais em conta do que nos supermercados”, explica a auxiliar de crédito Joseane Ribeiro Oliveira.

Já o bacalhau do porto apresenta, em alguns estabelecimentos, redução de 4,17% no último ano. “Está saindo bastante e os preços estão praticamente o mesmo”, explica Ademir Resende, gerente de um empório do Mercado Municipal de Campinas.

Ou seja: é necessário pesquisar antes de fazer as compras para a Semana Santa e, assim, escolher os melhores preços — seja nos empórios, mercadões e supermercados tradicionais.

Felipe Maia

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