Primeiros socorros para pets: veja o que fazer em caso de emergência

Nenhum tutor quer passar por uma emergência com seus pets, mas é essencial saber primeiros socorros para esses casos

Por mais que os tutores tentem cuidar da saúde e da segurança de seus pets, sempre pode ocorrer algum imprevisto ou emergência, e saber como agir nesses momentos é mais do que crucial. Aliás, saber primeiros socorros para pets é algo que pode até salvar a vida do seu animalzinho.

Intoxicações, queimaduras e quedas são alguns dos problemas mais comuns e que exigem uma ação imediata dos tutores. O mais importante, nesses momentos, é garantir que o animal tenha um atendimento profissional rapidamente (isso deve ser feito inclusive se o animal parecer bem após o acidente) – contudo, em alguns casos há também algumas outras indicações do que o tutor deve fazer para ajudar o bichinho.

Vale lembrar que sintomas como vômito, diarreia, dificuldades respiratórias e alterações comportamentais, como mudanças no modo de andar e portar a cabeça, podem sinalizar problemas mais sérios. Qualquer alteração no estado do pet deve ser considerada um alerta.

“É fundamental que o tutor, ao notar qualquer comportamento diferente ou suspeitar de um acidente, busque orientação veterinária imediata. Muitas vezes, a gravidade dos sintomas pode ser subestimada, o que pode levar ao agravamento do quadro. Em casos de intoxicação ou lesões em órgãos internos, por exemplo, a demora no atendimento pode ser fatal”, explica Eduardo Zaneli, Médico-Veterinário e Coordenador de Negócios do Pilar Profissional da Royal Canin Brasil.

A seguir, veja algumas outras orientações do profissional em relação a emergências e primeiros socorros para pets:

O que fazer imediatamente

Ao notar um comportamento incomum ou suspeitar que algo está errado, a primeira atitude deve ser contatar um médico-veterinário de confiança. O profissional pode oferecer orientações sobre as medidas imediatas a tomar até que o animal chegue à clínica.

Em situações críticas, como intoxicações ou acidentes graves, a comunicação rápida com o especialista é vital, e tentar tratamentos caseiros pode ser a escolha errada.

Kit de primeiros socorros

Ter um kit de primeiros socorros em casa é uma prática recomendável para os tutores. Este kit deve incluir itens básicos, como gaze, compressas e soro fisiológico, que podem ajudar a estabilizar o animal em casos de ferimentos leves. Entretanto, é importante ressaltar que essas medidas são temporárias, e o acompanhamento profissional é fundamental.

Transporte seguro

Esse é um outro ponto importante dos primeiros socorros para pets. Fazer um transporte seguro dos animais é sempre importante, ainda mais quando já estão machucados.

Por isso, use caixas de transporte para gatos, que podem se assustar durante a viagem. Para cães, garantir que estejam seguros dentro do veículo é essencial, evitando deixá-los soltos para prevenir acidentes, como quedas ou pulos inesperados. Manter o animal protegido durante o transporte ajuda a evitar complicações, como a intensificação de lesões.

Prevenção como prioridade

O melhor mesmo é se as emergências com pets nem ocorrerem, não é mesmo? Assim, a prevenção é a melhor opção!

Muitos incidentes com pets ocorrem devido à ingestão de alimentos inadequados, produtos de limpeza ou objetos, conhecidos como corpos estranhos. É importante manter itens como linhas, fios, elásticos de cabelo e brinquedos que possam se partir fora do alcance dos animais e estar atento a sinais de intoxicação.

A supervisão do ambiente também é indispensável para evitar ferimentos que podem ocorrer por fios elétricos ou plantas tóxicas, especialmente no caso de filhotes, que são naturalmente mais curiosos. No caso dos felinos, a instalação de telas de proteção em todas as janelas deve ser uma prioridade antes de recebê-los em casa.

Erros comuns

Muitos tutores, ao tentarem ajudar os pets, cometem erros e pioram a situação. Um dos mais comuns é usar medicamentos humanos para os pets, o que pode ser bem prejudicial. Isso porque anti-inflamatórios e analgésicos, por exemplo, podem ser tóxicos para os bichinhos.

Outro erro comum é achar que, quando o animal mostra uma melhora momentânea, está tudo bem com ele, sendo que muitas vezes podem haver complicações internas, como hemorragias ou fraturas.

Fonte: altoastral

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45% dos profissionais gostariam de receber auxílio-mobilidade

Esse benefício flexibiliza o transporte dos funcionários até a empresa e pode ser uma estratégia eficaz para atrair e reter talentos no mercado de trabalho

O auxílio-mobilidade é um benefício fornecido por empresas para auxiliar os funcionários no transporte até o trabalho. Essa iniciativa promove maior flexibilidade, sendo um diferencial na contratação e retenção de talentos.

De acordo com uma pesquisa da Robert Half, 45% dos profissionais do mercado de trabalho gostariam de receber esse benefício.

Com a redução do desemprego e as mudanças no comportamento dos trabalhadores, a oferta de benefícios atrativos tem se tornado essencial para recrutadores que desejam atrair os melhores profissionais.

39% das empresas oferecem auxílio-mobilidade no Brasil

Um levantamento realizado pela Robert Half aponta que apenas 39% das empresas no Brasil oferecem o auxílio-mobilidade, número inferior à demanda dos trabalhadores.

A necessidade desse benefício pode variar conforme o setor, mas ele facilita o acesso ao transporte e amplia as opções disponíveis. Essa flexibilidade pode ser útil em grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo.

Apesar disso, o benefício ainda é relativamente novo e, muitas vezes, confundido com o vale-transporte. Entender como implementar o auxílio-mobilidade é o primeiro passo para avaliar se ele é válido em uma organização.

O que é auxílio-mobilidade?

O auxílio-mobilidade é um benefício concedido aos funcionários para facilitar o deslocamento entre a residência e o local de trabalho. Ao contrário do vale-transporte, que é restrito ao uso de transportes públicos, ele pode ser utilizado em diversas modalidades.

Entre as aplicações estão: estacionamentos, pedágios, corridas de táxi ou aplicativos como Uber, e até o aluguel de veículos. Geralmente, o benefício é fornecido por meio de um cartão recarregável com um valor específico para esse fim.

Como implementar o benefício na empresa?

Para implementar o auxílio-mobilidade, é fundamental conhecer o perfil da empresa e os interesses dos funcionários. Algumas etapas importantes incluem:

  • Realizar uma pesquisa interna: identificar a percepção dos colaboradores sobre os benefícios atuais e verificar se há demanda pelo auxílio-mobilidade.
  • Avaliar o orçamento: analisar as finanças da empresa para determinar a viabilidade do benefício, considerando um possível planejamento de longo prazo.
  • Atender à legislação: garantir que o benefício esteja em conformidade com as normas trabalhistas.
  • Fazer benchmarking: estudar a concorrência para entender quais benefícios são oferecidos e verificar a aplicabilidade na própria organização.
  • Definir uma política de benefícios: estabelecer regras claras para o uso do auxílio, garantindo que o saldo seja destinado de maneira adequada.

Essas etapas ajudam no planejamento e implementação do auxílio-mobilidade, sempre alinhadas às políticas internas e às exigências legais. Geralmente, a inclusão do benefício pode ser feita através do cartão de multibenefício, oferecendo uma solução prática e integrada para os colaboradores.

Benefícios do auxílio-mobilidade e expectativa para o futuro

O mercado de trabalho atual exige maior flexibilidade das empresas, inclusive no que diz respeito ao transporte. Nesse cenário, o auxílio-mobilidade dispensa a necessidade de restringir os funcionários a um único meio de deslocamento.

Para organizações onde o local de trabalho varia, o benefício é ainda mais relevante, além de proporcionar mais qualidade de vida aos colaboradores, que podem reduzir os custos mensais com transporte.

Além disso, empresas que oferecem o auxílio-mobilidade se destacam na retenção de talentos e ganham vantagem no mercado. A iniciativa também impacta positivamente a produtividade e os resultados.

Em um mercado cada vez mais qualificado e competitivo, oferecer benefícios pode ser um passo estratégico para empresas que desejam atrair e reter os melhores profissionais.

Por Allan Santana

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CP Games participará de discussões sobre temas de relevância no SBC Summit Rio

A empresa contará com um estande no novo espaço do evento.

Marca de peso do ramo de apostas, a CP Games será uma das empresas que participarão de debates de extrema relevância para o setor na próxima edição do SBC Summit Rio. Fique por dentro sobre informações do evento e sobre a participação da CP Games lendo até o final.

CP Games

Quando se fala no setor de apostas, uma das marcas que se vêm à mente na hora é a CP Games. Como um expoente do setor de apostas, a CP Games estará presente na próxima edição do evento SBC Summit Rio. De acordo com a empresa, além de contar com um espaço como expositora, no estande B920 do pavilhão principal, também desenvolverá seu networking em âmbito regional e participará de discussões sobre temas importantes para o presente e para o futuro, como inovação tecnológica e responsabilidade.

SBC Summit Rio

Depois de reunir cerca de 4 mil pessoas em sua primeira edição, no ano de 2024, o SBC Summit Rio se prepara para uma edição ainda maior entre os dias 25 e 27 de fevereiro. Neste ano, o evento ocorrerá em um novo espaço, trata-se do Riocentro: Av. Salvador Allende, 6555 – Barra Olímpica, Rio de Janeiro, RJ, 22783-127, Brasil.

Desta vez, a organização deverá se superar com números ainda mais impressionantes. Mais de 15 mil pessoas visitarão o espaço do Riocentro nesses três dias. Para os participantes, 400 expositores e patrocinadores estarão presentes nos 70.000 m².

Novamente, as palestras contarão com a atenção do público para debates sobre os principais assuntos.

No que diz respeito à Inovação Tecnológica, por exemplo, a sala de conferência 2 receberá uma atividade com o seguinte tema, a partir das 15h30 do dia 27 de fevereiro: “Tech Talks: Onde a Inovação Encontra a Regulação”.

A sala de conferência 3, por sua vez, será um espaço para a seguinte atividade na mesma data e no mesmo horário: “Apostas 101: Regulação e Conformidade – Pergunte aos Especialistas”.

Para os interessados, mais informações a respeito desta edição estão disponíveis no site do evento, como sua agenda e sua planta.

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DEA ou Desfibrilador Padrão: Diferença e Impacto no Atendimento de Emergência

Os desfibriladores automáticos não precisam de um profissional médico no local e podem salvar vidas em grandes centros urbanos enquanto o atendimento de emergência está a caminho

O desfibrilador externo automático (DEA) foi desenvolvido para ser utilizado por pessoas que não precisam ser profissionais. Com um treinamento básico, sua presença em locais públicos pode salvar vidas.

Em casos de parada cardiorrespiratória, as chances de sobrevivência chegam a 90% quando um desfibrilador é usado no primeiro minuto, enquanto o atendimento de resgate pode levar cerca de 18 minutos para chegar em áreas urbanas. 

O DEA tem vantagens em relação ao desfibrilador padrão, que também é eficaz, mas restrito ao uso por profissionais habilitados. 

O que são desfibriladores?

Os desfibriladores são dispositivos que aplicam uma carga elétrica por meio do tórax para normalizar os batimentos cardíacos em casos de arritmias graves. Eles são indicados principalmente em duas situações:

  • Fibrilação: batimentos cardíacos desregulados, podendo ser acelerados ou muito fracos. Os sintomas incluem suor frio, sensação de nó na garganta, tontura e falta de ar.
  • Taquicardia ventricular: batimentos cardíacos acima de 100 por minuto, podendo ser sinusal, ventricular ou atrial. O uso do desfibrilador ajuda a reiniciar os batimentos e evitar complicações graves.

O desfibrilador deve ser usado em conjunto com técnicas de ressuscitação cardiopulmonar até a chegada do atendimento médico.

Diferenças entre o desfibrilador padrão e automático

O desfibrilador manual é encontrado principalmente em ambientes hospitalares, como salas de cirurgia, unidades de emergência e UTIs. Seu uso é exclusivo para profissionais, pois requer ajustes específicos para cada paciente.

Já o desfibrilador externo automático (DEA) pode ser operado por qualquer pessoa com treinamento prévio. Ele identifica o tipo de arritmia automaticamente e ajusta a carga elétrica necessária sem intervenção do operador.

O DEA tornou-se essencial em locais com grande circulação de pessoas, principalmente devido à demora no atendimento médico de urgência em diversas regiões, principalmente nas longes dos grandes centros.

Onde é obrigatório ter a presença de um desfibrilador?

A legislação brasileira determina que locais com circulação diária superior a duas mil pessoas, como redes de transporte, centros comerciais, estádios e hotéis, devem contar com desfibriladores automáticos.

Além disso, eventos com público estimado acima de quatro mil pessoas e transportes públicos com capacidade para mais de 100 passageiros também estão sujeitos à obrigatoriedade do equipamento.

Veículos de resgate, como ambulâncias e viaturas, também devem ser equipados com desfibriladores. Embora a exigência legal seja restrita a espaços públicos, é recomendado que locais privados também adotem o equipamento.

O que diz a legislação sobre desfibriladores

O Projeto de Lei 4050/04 estabelece os locais onde é obrigatório ter desfibriladores automáticos. 

As exigências variam conforme o estado. Em São Paulo, por exemplo, locais públicos com capacidade superior a mil pessoas já precisam ter um DEA disponível.

A tendência é que o uso de desfibriladores continue se expandindo pelo Brasil, incluindo avanços tecnológicos que aumentem sua eficácia para salvar mais pessoas.

Por Alan Santana

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Skills de Empregabilidade: Como melhorar as competências parao mercado de trabalho

O mercado de trabalho é uma arena altamente competitiva, e assim sendo, é importante estar preparado para conseguir o emprego que tanto procura. As skills de empregabilidade são ferramentas valiosas que podem ajudar você a se destacar e a se tornar mais valioso aos “olhos” das empresas.

Skills de Empregabilidade: Como Melhorar as Competências para o Mercado de Trabalho

Habilidades Técnicas

As habilidades técnicas são habilidades específicas relacionadas a uma profissão ou indústria. Por exemplo, um programador precisa ter habilidades técnicas em linguagens de programação, enquanto um engenheiro precisa ter conhecimento em matemática e física. É importante que invista na sua formação e se mantenha atualizado nas habilidades técnicas relacionadas à sua área de atuação.

Habilidades Comportamentais

Além das habilidades técnicas, é fundamental desenvolver habilidades comportamentais que são valorizadas pelas empresas. Algumas dessas habilidades incluem:

  • Comunicação eficaz: a capacidade de se expressar de forma clara e concisa, tanto verbalmente quanto por escrito.
  • Trabalho em equipe: a capacidade de trabalhar em conjunto com outras pessoas para alcançar um objetivo comum.
  • Adaptabilidade: a capacidade de se adaptar a mudanças no ambiente de trabalho e lidar com situações imprevistas.
  • Liderança: a capacidade de liderar e motivar uma equipa para alcançar objetivos comuns.
  • Resolução de problemas: a capacidade de identificar e solucionar problemas de maneira eficiente.

Desenvolvimento de Habilidades

Existem diversas formas de desenvolver as suas skills de empregabilidade. Aqui estão algumas dicas:

  • Invista na sua formação: participe de cursos, workshops e treinamentos relacionados com a sua área de atuação.
  • Busque oportunidades de networking: conheça pessoas e construa relacionamentos profissionais.
  • Participação em projetos voluntários: envolva-se em projetos que permitam aplicar e desenvolver as suas habilidades.
  • Pratique: aplique as habilidades que adquiriu em situações reais.

Aqui estão algumas dicas para melhorar as suas habilidades de inteligência emocional:

  1. Autoconhecimento: Aprenda a reconhecer e a compreender as suas próprias emoções.
  2. Autorregulação: Desenvolva a habilidade de controlar as suas emoções em situações desafiadoras.
  3. Empatia: Pratique a habilidade de entender e de se colocar no lugar dos outros, para compreender as suas emoções e perspetivas.
  4. Habilidades sociais: Melhore as suas habilidades de comunicação, escuta ativa e resolução de conflitos.
  5. Gestão de estresse: Aprenda técnicas eficazes para gerir o estresse e lidar com situações de pressão.
  6. Prática: Aplique essas habilidades em situações do dia a dia e observe como elas se desenvolvem ao longo do tempo.

Recorde que o desenvolvimento de habilidades de inteligência emocional é um processo contínuo que requer prática e paciência.

Por Carlos Vieira

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