
Parque Bariguí – Capivaras
Hoje o post é dedicado a minha cidade do coração. Cidade que amo há exatamente 25 anos. Curitiba!! Mais conhecida como a “Capital Ecológica do Brasil“.
Curitiba é uma cidade maravilhosa….
Amo ser curitibana (me sinto assim). Adoro cada canto desta cidade!!!
Até mesmo seu tempo instável. É uma surpresa a cada dia.
Tenho muita coisa para falar de Curitiba, são muitos eventos, pontos turísticos… Mas ficaria um post imenso ou em várias partes. Então vou pincelar alguns fatos para vocês.
O povo curitibano é um admirável cantinho que reuniu estrangeiros de todas as partes do mundo e brasileiros de todos os recantos, ensina no dia-a-dia a arte do encontro e da convivência. Curitiba renasce a cada dia com a esperança e o trabalho nas veias, como nas alvoradas de seus pioneiros.

Rua XV
Os imigrantes – europeus e de outros continentes -, ao longo do século XX, deram nova conotação ao cotidiano de Curitiba. Seus modos de ser e de fazer se incorporaram de tal maneira à cidade que hoje são bem curitibanas as festas cívicas e religiosas de diversas etnias, dança, música, culinária, expressões e a memória dos antepassados. Esta é representada nos diversos memoriais da imigração, em espaços públicos como parques e bosques municipais.

Parque Bariguí
Curitiba é uma cidade que oferece ao turista muitas atrações. Além das ruas arborizadas e seus diversos parques e praças, a cidade também tem forte apelo cultural, sempre com várias opções de teatro, cinema, projetos culturais e museus.
Destaca-se o Museu Niemeyer, com sua estrutura curiosa, que lembra um olho mas, na verdade, trata-se da representação de uma bailarina, feita pelo artista com amplo reconhecimento e criador de vários projetos arquitetônicos.

Museu Oscar Niemeyer
O visitante também poderá conhecer a Ópera de Arame, um espaço belíssimo aberto à visitação, onde até mesmo as arquibancadas e chão são feitos com arame. Outro ponto muito visitado é o Jardim Botânico, marcando a característica da cidade do contato permanente com a natureza. Um imenso campo florido que culmina numa obra de vidro e metal, com 50 espécies da Mata Atlântica. Vale a pena conferir esta bela cidade.

Jardim Botanico Curitiba

Ópera de Arame
A cultura sempre teve um papel de destaque no desenvolvimento de Curitiba. E assim a cultura se estende por Curitiba, em espaços que foram incorporados pela população e preservados não apenas como locais para os eventos, mas transformados eles próprios em acervo cultural da cidade.
Curitiba não tem mar, mas um mar de verde está à disposição da população, em 30 parques e bosques municipais e dezenas de praças, jardins e jardinetes.
A cobertura verde dos maciços vegetais, somada à vegetação esparsa, garante a cada curitibano o índice de 51m² de área verde.

Memorial Ucranian

Paço da Liberdade

Torre Panorâmica

Universidade Federal do Paraná

Catedral Basílica de Curitiba

Mercado Municipal

Universidade Livre do Meio Ambiente

Teatro Guaira

Fotos tiradas da minha sacada. Como não amar?!
A cidade foi pioneira, no País, na separação do lixo doméstico, com o programa “Lixo que não é Lixo”.
Do simples plantio de árvores a todo o complexo de produção vegetal, do pequeno jardinete ao parque gigantesco, da atitude de “se-pa-rar” o lixo em casa até a transformação de plástico, lata e papel em novos produtos, Curitiba se empenha em preservar e melhorar o espaço de vida coletivo dos habitantes, por uma vida com mais qualidade e com um olhar generoso na direção das gerações futuras.
Esporte e lazer fazem mais agradável o dia-a-dia do curitibano e do visitante. Ao longo dos 115 quilômetros de ciclovias que ligam vários bairros da cidade, ciclistas vão de casa para o trabalho e agradáveis caminhadas contribuem para a forma física de adultos e idosos.
A Prefeitura desenvolve um calendário anual com mais de 60 atividades e competições, das quais a mais famosa é sua Maratona, disputada em novembro, com maciça participação de corredores de rua locais e muitos atletas de nível internacional.

Bike Night
A nova saudável mania da cidade é a “Bike Night”, que começou com um grupo de amigos que não tinha tempo para pedalar durante o dia e resolveu fazê-lo à noite. Hoje são centenas, todas as quintas-feiras, com acompanhamento de equipes da Prefeitura. Eu participo!
Eu não poderia deixar de compartilhar com vocês 41 coisas que só quem é de Curitiba vai reconhecer.
- Chamar criança de “piá”.
- E chamar seus amigos de piá também.
- Chamar estojo de “penal”.
- E túnel de “trincheira”.
- Ficar “de varde” depois do almoço.
- Fazer cachorro-quente com “vina”, e não com salsicha.
- E explicar pro seu amigo de fora que ele deve pedir meio quilo de “batata baroa” se quiser fazer um purê de mandioquinha.
- E meio quilo de “mimosa” se quiser fazer suco de tangerina.
- Avisar que deixou algo para lá dizendo “larguei os bets”.
- Ficar tentando ver o prédio giratório girar.
- Passar um café para comer com chineque (um tipo de pão doce, caso você não seja curitibano).
- Dar informações detalhadas para quem vem à cidade entrar pelo Contorno.
- Soltar raia (pipa, para os estrangeiros) quando era pequeno.
- Olhar dentro do sapato antes de calçar com medo de encontrar uma aranha marrom.
- Correr de briga (e de amigo chato) em dia de Atletiba.
- Esperar a vida inteira por um táxi.
- E duas encarnações pela construção do metrô.
- Sair para beber e terminar a noite “cozido” (tecla SAP para o resto do Brasil: bêbado).
- Até porque você já tinha caprichado no “tubão” (bebida alcoólica com refri) antes de sair.
- Jurar que não tem sotaque.
- Mas usar gírias como “dolangue” (para mentira, conversa fiada) e “djanho” (para diabo).
- Ter colecionado os cofrinhos do Banestado.
- Saber de cor a mensagem gravada que diz que “danificar ônibus, terminais, estações tubo ou não pagar a passagem encarece a tarifa”.
- E sair correndo dentro do ônibus quando percebe que está esperando o desembarque na porta errada.
- Se espantar ao comer um x-salada fora de Curitiba e descobrir que ele vem sem presunto.
- E desafiar os visitantes a comer rollmops.
- Comprar sonhos de vários sabores do carro dos sonhos.
- Encarar um x-montanha.
- Acompanhado de Laranjinha (que não é refrigerante, embora seja gasosa).
- Reconhecer um cocô de capivara.
- Ouvir a tiazinha que grita “borboleta 13!” vendendo jogo do bicho no centro.
- Comprar cocada no ônibus e passar mal no dia seguinte.
- Conhecer não só o Oil Man, mas também a Associação de Homens-Óleo, e lamentar a extinção da Associação.
- Xingar de “lazarento”.
- Sair de casa equipado para viver as quatro estações no mesmo dia.
- Inclusive levando uma “japona” (e não jaqueta) na mochila.
- Quando alguém pergunta do frio em Curitiba, dizer que o problema é o vento.
- Brigar com os próprios conterrâneos para definir se é biscoito ou bolacha.
- E acabar comprando uma Pipoteca.
- Rebater os comentários de que curitibano é frio dizendo que, quando faz um amigo, é pra vida toda.
- E saber que é mesmo. <3
Capivaras: Conhecidas pelas redes sociais como as mascotes oficiais da cidade, as capivaras estão presentes em vários parques públicos e já são símbolo entre os curitibanos e turistas.
Espero que tenham gostado da minha cidade. Sei que deixei de falar sobre muitas coisas, mas se quiserem conhecer um pouco mais clique aqui.

















